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COM A COPA NO CATAR, COMO FICARÁ O CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS?



17/12/2018

Por tradição local, o consumo em lugares púbicos já está vetado. Conflito de interesses poderá prejudicar a FIFA
  
O consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos durante o período da Copa do Mundo do Catar estará proibido. Quem banca o veto é o secretário geral do Supremo Comitê Organizador do Mundial, Hassan Al Thawadi.

“Na rua, não. Em lugares públicos não se pode beber. Essa é nossa lei aqui”, confirmou durante entrevista coletiva depois do evento onde foi apresentado o projeto de desenho do Losail Iconic Stadium, sede da abertura e também final da Copa. “Há muitos países em que não é permitido beber algo enquanto está na rua. Mas o álcool, se você quiser hoje, pode beber. E por isso a bebida alcoólica existe aqui no Catar, mas não existe nos lugares públicos. Todas as pessoas que vierem ao Catar nos próximos anos, e em 2022, vão aproveitar. Não é preciso pensar em outras coisas e não precisa ter medo dessas coisas”, completou.

Para os mais animados que já planejam viajar ao país durante o Mundial de 2022, um alento. Al Thawadi afirmou que as bebidas serão vendidas em locais específicos durante o torneio, porém longe dos espaços públicos em respeito as tradições do país. Segundo os costumes locais, é uma ofensa consumir álcool em público. Por lá, ele só é vendido em hotéis licenciados.

Entretanto, o veto poderá gerar um conflito de interesse por parte da FIFA. Na Rússia, uma das empresas que mais se destacou foi a Budweiser, patrocinando, além da entidade, os melhores jogadores de cada partida. O conteúdo de entrega do prêmio a cada atleta foi o que mais gerou engajamento dos torcedores. Além disso, há o consumo dentro dos estádios e eventos oficiais, como as badaladíssimas Fan Fests. Sobre o assunto, o secretário geral limitou-se a dizer que será algo que as partes resolverão conjuntamente.

Por questões climáticas, a Copa do Mundo do Catar será disputada de 21 de novembro a 18 de dezembro de 2022.



Fonte: Mktesportivo


MENOS PATROCÍNIOS: CONHEÇA OS UNIFORMES QUE O GRÊMIO USARÁ NO MUNDIAL DE CLUBES



08/12/2017

Por conta de restrições da Fifa, apenas as marcas do patrocinador master e do fornecedor de material podem ser exibidos na parte frontal da camisa


O Grêmio divulgou nesta sexta-feira os uniformes que usará no Mundial de Clubes. Por conta das restrições da Fifa, as camisas de jogo sofreram alterações significativas. A entidade só permite a exibição do patrocinador master na parte frontal, além do logotipo do fornecedor do material esportivo. E ainda com restrições de tamanho.

Na parte traseira, o uniforme terá apenas no nome dos jogadores acima do número. Outros parceiros e patrocinadores do clube que ocupam esse espaço e também as mangas e calções (lojas iPlace, hotéis Laghetto, planos de saúde Unimed e aplicativo de transportes Uber) não terão suas marcas exibidas no uniforme durante a competição.

Os uniformes foram conferidos pela Fifa em reunião técnica na manhã desta sexta em Al Ain, no hotel onde a delegação gremista está hospedada. A estreia do Grêmio no Mundial de Clubes está marcada para a próxima terça-feira, às 15h (de Brasília), contra o vencedor de Wydad Casablanca (Marrocos) x Pachuca (México), que duelam às 11h (de Brasília) deste sábado.

Confira mais fotos do uniforme:


(Foto: Lucas Uebel/Grêmio Divulgação)

(Foto: Lucas Uebel/Grêmio Divulgação)

(Foto: Lucas Uebel/Grêmio Divulgação)

(Foto: Lucas Uebel/Grêmio Divulgação)

(Foto: Lucas Uebel/Grêmio Divulgação)

NIKE RENOVA COM PORTUGAL ATÉ 2024



12/10/2017

Juntos há 20 anos, parceria seguirá por mais duas Copas do Mundo

Se tem que aceitar que um dos seus principais embaixadores no futebol vista a marca concorrente no clube que atua, a Nike garante que na seleção do país isso não irá ocorrer por um bom tempo. A marca norte-americana anunciou que renovou com a Federação Portuguesa de Futebol e seguirá fornecendo material esportivo para Portugal até 2024.

Pelo acordo, que valerá também para as equipes de futebol de salão e praia, a Nike se compromete em aumentar seus esforços para o crescimento do futebol feminino português. Ao todo, serão 25 seleções nacionais contempladas com o contrato.

Juntos desde 1997, desde então, a seleção se classificou para 10 fases finais consecutivas em torneios que disputou, sendo a última para a Copa do Mundo na Rússia. No período, Portugal venceu a EURO 2016, além de ter alcançado a final  do europeu feminino.

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CORRUPÇÃO FAZ FIFA SER REJEITADA POR PATROCINADORES

A Fifa teve um prejuízo de US$369 milhões em 2016, o triplo do valor 
das perdas do ano anterior (Foto: Wikimedia)

27/06/2017

Prisão de dirigentes da Fifa acusados de corrupção ainda repercute na obtenção de patrocínio para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia

No Museu do Futebol Mundial da Federação Internacional de Futebol (Fifa) em Zurique, os visitantes tiram fotos com a taça da Copa do Mundo, arriscam um palpite em um comentário de um jogo e olham as peças exibidas, como o documento original manuscrito das regras do jogo e o famoso cartão amarelo dado ao jogador de futebol inglês, Paul Gascoigne, em 1990. Mas os visitantes que querem ver os lençóis que cobriram os dirigentes da Fifa, ao saírem de um hotel suíço de luxo em 2015, após serem presos por acusação de corrupção, decepcionam-se, porque não estão em exibição.

Se o museu ignora esse triste episódio na história da Federação, seu balanço patrimonial é um reflexo do impacto da prisão de seus dirigentes na reputação da entidade. A Fifa teve um prejuízo de US$369 milhões em 2016, o triplo do valor das perdas do ano anterior e a previsão é de uma perda de US$489 milhões em 2017. As reservas financeiras, que ultrapassaram US$1 bilhão desde 2008, deverão diminuir para US$605 milhões no próximo ano.

Os prejuízos são resultado, em parte, do aumento do financiamento das associações de futebol e das mudanças contábeis no registro dos custos e da receita. Porém, os gastos da Fifa com advogados e processos judiciais nos EUA e na Suíça devido à acusação de corrupção aumentaram de US$20 milhões em 2015 para US$50 milhões em 2016. As demonstrações financeiras também indicaram uma série de investimentos com pouco retorno, incluindo o museu, que custou US$190 milhões e não tem atraído muitos visitantes.

A Fifa acredita que irá atingir seu objetivo de obter uma receita de US$5,6 bilhões no período de 2015-18, graças ao patrocínio da Copa do Mundo de 2018 na Rússia. Mas vários patrocinadores, como Sony, Emirates e Castrol, não renovaram seus contratos. Com menos de um ano antes do campeonato, a Fifa conseguiu apenas 12 patrocinadores para as 34 propostas de parceria oferecidas. Os organizadores do evento conseguiram o apoio do banco russo Alfa-Bank, com sede em Moscou, porém ainda não têm uma emissora para transmitir os jogos no país anfitrião. Na mesma etapa da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, a maioria dos projetos de parceria já tinha patrocinadores, com diversos acordos assinados com anos de antecedência.

A Fifa assinou com a Vivo, uma fabricante de smartphones, seu terceiro contrato de patrocínio com uma empresa chinesa. O interesse das empresas chinesas em apoiar a Federação talvez seja um sinal de recuperação de sua imagem após o escândalo de corrupção. Mas em maio, a Fifa substituiu um juiz e um promotor, que integravam seu comitê de ética por novos membros. Os dois foram responsáveis ​​pelas investigações que causaram a suspensão de Sepp Blatter, ex-presidente da Fifa e de outros dirigentes. Ambos alegaram que a demissão deles significava o “final do processo de reforma da entidade”. Portanto, ainda restam muitas perguntas sem respostas a respeito da transparência da administração da Federação Internacional de Futebol.

Fonte: Opinião & Notícia

QATAR AIRWAYS ASSINA ACORDO DE PATROCÍNIO PARA COPA DO MUNDO COM A FIFA



07/05/2017

DUBAI (Reuters) - A Qatar Airways afirmou neste domingo que assinou um acordo de patrocínio com a Fifa para ser o parceiro e companhia aérea oficial nas próximas duas Copas do Mundo, na Rússia e no Catar.

A companhia estatal não revelou o valor do acordo, que abrange a Copa das Confederações da Fifa 2017, a Copa do Mundo da Fifa 2018 na Rússia, a Copa do Mundo de Clubes Fifa, a Copa do Mundo Feminina da Fifa e a Copa do Mundo 2022 no Catar.

A companhia rival do Oriente Médio Emirates foi a patrocinadora da Fifa até 2014, quando disse que não renovaria seu contrato após meses de pedidos para que patrocinadores respondessem duramente às acusações de que houve propinas para garantir a Copa do Mundo de 2022 para o Catar.

A Emirates, baseada em Dubai, afirmou em 2015 que poderia estar interessada em renovar um acordo para patrocinar a Copa do Mundo no futuro.

O ex-presidente da Fifa Joseph Blatter foi banido em 2015 por seis anos pelo próprio Comitê de Ética da FIFA no auge de um escândalo envolvendo o órgão que regula o futebol.

Diversas autoridades do futebol, incluindo alguns da Fifa, foram indiciadas nos Estados Unidos em 2015 em acusações relacionadas a corrupção. Blatter não estava entre eles.

A Qatar Airways é uma das principas patrocinadoras do time de futebol espanhol Barcelona, além de patrocinar outros times e eventos esportivos.

(Por Alexander Cornwell)

Fonte: Reuters

Gol renova patrocínio à seleção brasileira por mais 4 anos

Avião envelopado da Gol para a seleção brasileira

07/03/2017

Companhia aérea apresenta avião envelopado que será utilizado por equipe brasileira nas eliminatórias da Copa 2018

A Gol renovou contrato de patrocínio com a CBF por mais quatro anos. A companhia aérea apresentou nesta sexta-feira (dia 3), em seu hangar, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a nova aeronave que fará o transporte da seleção brasileiro. Apelidado de #VoaCanarinho, o avião conta com o símbolo e as cores do país.

Inspirado no apelido oficial da seleção, que surgiu em 1954, quando passou a utilizar o uniforme amarelo, a aeronave foi apresentada no dia em que o técnico Tite realizou, no hangar da companhia aérea, a convocação dos jogadores para os jogos contra Uruguai e Paraguai pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

O primeiro voo da #VoaCanarinho será em 20 de março, com destino a Montevidéu, para a partida contra os uruguaios.

O avião escolhido para receber o visual especial foi o PR-GUK, modelo Boeing 737-800 Next Generation, com capacidade para até 177 passageiros e equipado com wi-fi e sistema de entretenimento a bordo. A aeronave possui ainda configuração Sky Interior, iluminação de LED, e tomadas abaixo de todos os assentos para carregar equipamentos eletrônicos portáteis.

Atendendo a patrocinadores, Copa do Mundo pode ter 16 grupos de três seleções

Gianni Infantino pretende aumentar o número de participantes na Copa do Mundo de 2026

09/12/2016

A Fifa quer uma Copa do Mundo com 48 times, divididos inicialmente em 16 grupos com três seleções cada. Essa será uma das propostas que, em janeiro de 2017, será votada numa reunião extraordinária em Zurique.

O presidente Gianni Infantino defenderá a tese da ampliação da Copa de 2026. Mas ao contrário do que vinha sendo debatido inicialmente, com um mata-mata inicial, a entidade sugere um novo formato para atender aos interesses comerciais de TVs e patrocinadores.

Em outubro, a proposta original que foi apresentada indicava que 32 seleções iriam se enfrentar em um jogo eliminatório, mas já no país sede da Copa. As 16 classificadas se juntariam a outras 16 seleções - melhores classificadas nas Eliminatórias - já para um formato tradicional do Mundial, de novo com 32 seleções.

O problema desse modelo é de que obrigaria uma seleção e todos seus torcedores a irem até o país sede da Copa, sob o risco de perder já no primeiro jogo, retornando imediatamente para casa.

Outro problema desse modelo é o interesse das emissoras de TV que, em troca de pagamentos milionários, tem o direito de transmitir a Copa para seus países. Mas, em caso de uma derrota no primeiro jogo de sua seleção, a emissora ficaria com enormes perdas. Estimativas apontam que, para equilibrar as contas, uma emissora precisa transmitir pelo menos três jogos de sua seleção num Mundial.

Num esforço de atender a todos, Infantino sugere o novo modelo. Assim, os 48 times no Mundial seriam divididos em 16 grupos de três. Isso permitiria que pelo menos dois jogos fossem disputados por uma seleção. Das três seleções em cada grupo, duas seriam classificadas para uma segunda fase, antes das oitavas de final.

Essa será uma das propostas que estará sobre a mesa nos dias 9 e 10 de janeiro aos dirigentes da Fifa. A esperança da Conmebol é de que possa garantir sete vagas para as seleções sul-americanas, deixando apenas três de fora.

Fonte: Jovem Pan

Claro promove exposição itinerante de réplica da Tocha Olímpica no Rio Grande do Sul

09/07/2016

A Claro, patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, e apoiadora oficial do Revezamento da Tocha Olímpica, realiza exposição itinerante de uma réplica da Tocha Olímpica

O evento é gratuito e aberto ao público de todas as idades.

Os admiradores dos Jogos Olímpicos terão a oportunidade de ver de perto e tirar fotos com um dos maiores símbolos do evento, exposto nas lojas Claro, conforme roteiro abaixo:

· 03/07 – Loja Claro Iguatemi POA – Endereço: Rua João Wallig 1800 (Porto Alegre);

· 9 e 10/07 – Loja Claro Barra Shopping Sul – Endereço: Av. Diário das Notícias 300 (Porto Alegre);

· 15 e 16/07 – Loja Claro Iguatemi Caxias – Endereço: Rodovia RST 453 2780 (Caxias);

· 19 e 20/07 – Loja Claro Pelotas – Endereço: Rua Andrade Neves 1813 (Pelotas);

· 23 e 24/07 – Loja Claro Praia de Belas – Endereço: Av. Praia de Belas 1181 (Porto Alegre);

· 26 e 27/07 – Loja Claro Canoas Shopping – Endereço: Av. Guilherme Schell 6750 (Canoas);

· 29, 30/07 – Loja Claro Bourbon NH – Endereço: Av. Nações Unidas 2001 (Novo Hamburgo); e

· 02 e 03/08 – Loja Claro Santa Maria – Endereço: Rua Salvador Isaias Calçadão, nº 1200 (Santa Maria).


Sobre a Claro

A Claro é uma das líderes em telefonia celular, atua nacionalmente e atende a mais de 64 milhões de clientes. Está presente em mais de 3.700 municípios com as tecnologias GSM, 3GMax e 4GMax. Destaca-se na oferta de conteúdos e serviços inovadores e possui acordos de roaming em mais de 170 países para serviços de voz e mais de 150 para tráfego de dados, nos cinco continentes. É controlada pela América Móvil, líder em serviços de telecomunicações na América Latina e um dos três maiores grupos de telefonia móvel do mundo. Na área de responsabilidade corporativa, a operadora mantém o Instituto Embratel Claro, que tem como objetivo estruturar seu investimento social privado e estimular o uso de novas tecnologias na educação.


Coca-Cola usa WhatsApp para falar com condutores da Tocha Olímpica



17/05/2016

Com o objetivo de engajar e motivar seus 2400 condutores da Tocha Olímpica, a Coca-Cola uma das empresas patrocinadoras do Revezamento do símbolo dos Jogos Olímpicos que serão realizados este ano no Rio de Janeiro. 

Apostou no WhatsApp como ferramenta de conexão entre a marca e os escolhidos para carregar a Tocha.

É a primeira vez que a Coca-Cola faz uma ação de relacionamento baseada no aplicativo e para coordenar o projeto a empresa contou com a Outra Coisa, que desenvolve produtos mobile com foco na experiência do usuário. 

“A nossa intenção é fazer com que os condutores se sintam especiais e que tenham uma experiência inesquecível, mas também queremos oferecer a eles segurança e acolhimento neste grande momento. É algo muito exclusivo, cheio de detalhes, e que tem que ser valorizado e vivenciado diariamente”, conta Flavia Gama, gerente de marketing da Coca-Cola.

Pensando nisso, a estratégia de comunicação com os 2400 participantes que carregarão a Tocha entre 03 de maio e 05 de agosto começou a ser colocada em prática em janeiro deste ano. Mas como deixar o público envolvido por tanto tempo? “A resposta dessa pergunta está no conteúdo e principalmente e na escolha da ferramenta. 

Poderíamos criar um app, mas percebemos que com o WhatsApp conseguiríamos estabelecer uma conversa personalizada entre a marca e cada um dos condutores”, explica Fernando Tchê Gouvêa, sócio e diretor de negócios da Outra Coisa. Um dos maiores desafios da empresa foi driblar algumas limitações do aplicativo, que não permite, por exemplo, o uso de robôs e nem uma comunicação direta com um grupo tão grande.  

A opção pelo WhatsApp também proporcionou ao projeto duas características que hoje são muito valiosas para qualquer comunicação entre marca e pessoas: agilidade e compartilhamento fácil de conteúdo. “Minutos depois que o Comitê Rio 2016 anunciou, no início desta semana, a possibilidade de cada marca patrocinadora do revezamento da Tocha vendê-la aos seus condutores, a Coca-Cola já comunicou aos participantes que eles ganhariam o símbolo”, conta Flavia.

Pelo aplicativo, a Coca-Cola envia aos 2400 integrantes desde mensagens com conteúdo de incentivo até informações e solicitações de dados mais operacionais, já que a condução da Tocha exige uma logística complexa com informações de vôos, numeração de calçado e outras particularidades.

Até agora, o resultado da ação tem superado as expectativas. “Pela grande quantidade e pela qualidade das respostas às mensagens enviadas, dá para perceber que o WhatsApp está funcionando como uma relação one-to-one do Condutor da Tocha com a marca”, acrescenta Tchê.

Fonte:: Promoview

COPA AMÉRICA CENTENÁRIO SE APROXIMA DE COMPLETAR TODAS COTAS DE PATROCÍNIO



15/05/2016

Torneio, que será realizado pela primeira vez nos Estados Unidos, tem apenas uma categoria disponível

A Copa América Centenário, torneio que será realizado entre os dias 3 e 26 de junho de 2016 nos Estados Unidos, caminha para completar todas as suas categorias de patrocínio disponíveis.

Das quinze cotas oferecidas, quatorze já estão preenchidas. Samsung, Tag Heuer, Makita, Nike, Coca-Cola, Sprint, State Farm, Anheuser-Busch InBev, Delta Airlines, Rémy Martin, Comex, Ford, MasterCard e P&G já estão com presenças asseguradas. Todas desfrutarão de exposição e pacote de ingressos para trabalharem seus clientes e consumidores.

Como terá os Estados Unidos como palco pela primeira vez, a Copa América tem a SUM, braço comercial da Major League Soccer, e a IMG como responsáveis pelas negociações dos acordos.


Com AB Inbev e Delta, Copa América do Centenário anuncia mais dois patrocinadores

Dirigentes durante sorteio da Copa América do Centenário

12/04/2016

Empresas se juntam a Coca-Cola e Nike, entre outras, como parceiras de mais antigo torneio entre seleções do planeta

A AB Inbev, grupo da qual a brasileira Ambev faz parte, e a Delta Airlines compraram cotas de patrocínio para a Copa América do Centenário, torneio que comemora os cem anos da mais antiga competição entre seleções do planeta.

Neste ano, além dos dez países filiados à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), mais seis sob as hostes da Concacaf (Confederação da América do Norte, Central e do Caribe) participam do evento, que será em junho, nos Estados Unidos.

Desde a Copa do Mundo de 1994 o país não sedia um torneio de futebol tão importante. A entrada das novas parceiras comerciais foi negociada pela SUM (Soccer United Marketing), braço comercial da MLS (Major League Soccer), principal liga de futebol do país. Junto com a IMG, a SUM assumiu os direitos comerciais da Copa América do Centenário após a rescisão de contrato com a Traffic, envolvida em denúncias de corrupção na Fifa.

O objetivo da SUM é alcançar US$ 20  milhões pelos direitos comerciais e patrocínios do evento. “O fato de essas empresas terem confiado em nós , envia uma mensagem ao mundo do futebol sobre como sabemos organizar um torneio de maneira justa e transparente”, afirmou Kathy Carter, presidente da SUM.

A agência de marketing possui outros contratos importantes no futebol da América do Norte, como os direitos comerciais da seleção do México e a promoção das últimas seis edições da Copa Ouro, torneio oficial da Concacaf.

Os valores envolvidos na negociação de AB Inbev e Delta Airlines não foram divulgados. A empresa de bebidas também não anunciou quais serão as marcas que irá trabalhar na Copa América do Centenário. Nos Estados Unidos acredita-se que irá usar a Budweiser. Outras marcas também podem ser trabalhadas em cada país, como Quilmes (Argentina), Brahma (Brasil) e Corona, Pacífico, Victoria, León e Barrilito (México).

Em outubro, a AB  Inbev anunciou a compra a segunda maior cervejeira mundial, a SAB Miller. Quando a fusão estiver concretizada, a multinacional irá se tornar a maior empresa de cervejas do mundo.

Além de Delta Airlines e AB Inbev, a Copa América do Centenário, que terá início em 3 de junho, já assinou contrato com Nike, Coca-Cola, Sprint e State Farm. 

Fifa fecha patrocínio com empresa chinesa até 2030. Acordo é inédito

Infantino apresenta parceria com Wanda Group
Divulgação/Fifa

26/03/2016

A Fifa fechou acordo com um novo patrocinador na sexta-feira (18/03). A entidade fechou contrato com a Wanda Group, o que tornou a empresa a pioneira da China a estar ao lado da Fifa.

"Temos o prazer de acolher o Grupo Wanda à FIFA. Uma empresa que tem uma longa associação com o futebol, tem sido um parceiro ativo do jogo por muitos anos e compartilha do nosso entusiasmo para desenvolver e fortalecer o futebol", falou Gianni Infantino, presidente da Fifa.

O acordo entre Fifa e Wanda tem validade de 14 anos. A parceria durará até a edição de 2030 da Copa do Mundo.

Além de expor sua marca nas competições da Fifa, a Wanda tem responsabilidade de ajudar a desenvolver o futebol na China e na região asiática.

O valor do contrato não foi revelado por nenhuma das partes envolvidas no negócio.

"Acordo comerciais são confidencias. Não podemos falar sobre isso. A única coisa que posso garantir é que um contrato importante para ajudar a Fifa", afirmou Infantino.

Aproveitando o acordo com chineses, Infantino foi questionado sobre a possibilidade do país receber uma Copa do Mundo em breve.

"Eu acho que China é o país que mais tem investido no futebol. Tem um poder econômico claro. Está passando por um investimento do governo no futebol chinês. Sobre organizar a Copa, a Copa é o maior evento do mundo, temos de olhar para o processo, ver as condições de como estão, afinal mais países querem organizar a Copa. Nós precisamos analisar todas as situações, talvez China possa receber a Copa no futuro, assim como outros países", completou.

De acordo com o jornal The Telegraph, a empresa tem entre seus sócios Philippe Blatter, sobrinho do ex-presidente Joseph Blatter. Outra curiosidade da Wanda, é que a instituição é acionista do Atlético de Madri.


Eliminatórias: Cimed distribuirá repelentes no Brasil X Uruguai

Créditos: Rafael Ribeiro / CBF

18/03/2016

A primeira ação conjunta entre a CBF e a nova patrocinadora da Seleção Brasileira, a Cimed, será realizada já na partida entre Brasil e Uruguai, válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. Serão distribuídos cem mil sachês do repelente "Xô, inseto" para os torcedores dentro e fora da Arena Pernambuco, palco do confronto.

– Vamos participar juntos nesta campanha contra o Aedes Aegypti. Já conversamos com a Secretaria de Saúde e esta será nossa primeira ativação, através de uma ação social – explicou Hélio Souza, diretor de marketing da Cimed.

Além dos exemplares do repelente, os torcedores receberão um folheto com informações importantes sobre como evitar a proliferação do mosquito, que transmite doenças como a dengue, a zika e a chikungunya. 

Brasil e Uruguai se enfrentam na Arena Pernambuco às 21h45 de sexta-feira (25). Será a quinta rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia de 2018.


Fonte: CBF


CBF fecha com Cimed, que amplia presença no futebol

O técnico Dunga concede entrevista com a Cimed no backdrop

11/03/2016

Após saída de apoiadores, laboratório assina por 4 anos em aporte que deve render R$ 30 mi aos cofres de entidade

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Cimed farão nesta sexta-feira o anúncio de um acordo de patrocínio por quatro anos e que deve render cerca de R$ 30 milhões aos cofres da CBF.

A farmacêutica será a 11ª parceira da CBF, que no início deste ano viu saírem Sadia e Michelin e renovou com a Englishtown.

O acordo com a Cimed prevê diversas ações de ativação de marca em jogos da seleção brasileira. Há possibilidade de algumas já ocorrerem na partida contra o Uruguai, no próximo dia 25 de março, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

A negociação entre as partes começou há cerca de dois meses e só agora foi concluída. O acordo representa uma vitória da CBF, que assim consegue mais um patrocinador mesmo com a crise provocada pela prisão do ex-presidente José Maria Marin, em maio do ano passado.

Desde então, a CBF já fechou um acordo de 30 anos com a Ultrafarma, ampliou o patrocínio com a Chevrolet e renovou com a Englishtown. Em compensação, a Gillette já havia deixado a entidade no começo de 2015, além de Sadia e Michelin terem encerrado o contrato em janeiro deste ano.

Do lado da Cimed, o negócio marca a ampliação da atuação da marca no futebol. No ano passado, por meio da marca Voxx, ela investiu no patrocínio a diversos clubes de futebol. O acordo com a CBF amplia a atuação da marca no esporte. Historicamente, vôlei e Stock Car foram esportes em que a Cimed fez patrocínios.

Os detalhes do acordo serão divulgados numa nota oficial assinada pelas duas partes. Mas, antes disso, a marca da Cimed já está figurando na comunicação da CBF. Na coletiva de convocação da seleção brasileira para os jogos das Eliminatórias, na semana passada, o backdrop já tinha a marca da farmacêutica (foto), que também está no site da entidade.


Patrocinadoras, Coca-Cola e McDonald's pedem que Blatter deixe a Fifa 'imediatamente'

04/10/2015

Os maiores patrocinador da Fifa, a Coca-Cola e o McDonald's, exigem que Joseph Blatter deixe a presidência da entidade "imediatamente". Em uma declaração emitida nesta sexta-feira (02/10) , as empresas que patrocinam a Copa do Mundo deixaram claro que estão retirando o apoio ao dirigente, que já é investigado criminalmente. Sem o consentimento das multinacionais, sua posição é de total fragilidade e não se descarta uma renúncia no fim de semana.

"Blatter deve renunciar imediatamente para que um processo sustentável de reforma seja realizado", pediu a Coca-Cola. "Acreditamos que seria de melhor interesse do jogo que Blatter deixe o cargo imediatamente para que um processo de reforma possa ocorrer com a credibilidade que se necessita", defendeu o McDonald's.

Juntas, as duas empresas representam quase metade de toda a renda anual que a Fifa obtém de patrocinadores. "A cada dia que passa, a imagem e reputação da Fifa continua a ser afetada", disse a Coca-Cola. "A Fifa precisa de uma reforma urgente e total e que apenas poderá ser realizada de uma forma verdadeiramente independente."

Para a Coca-Cola, a Fifa precisa criar uma comissão independente que possa realizar a mudança e reconquistar a confiança do mundo do esporte.

Com um presidente sob investigação criminal, com o secretário-geral, Jérôme Valcke, afastado, com um novo escândalo envolvendo o favorito para as eleições de fevereiro, Michel Platini, a Fifa hoje não tem um governo. Em menos de seis meses, a entidade deixou de fechar contratos de patrocínio avaliados em mais de US$ 200 milhões para a Copa de 2018, enquanto outras marcas abandonam o barco.

Uma das principais parceiras de Joseph Blatter durante os últimos 30 anos - a Adidas - também admite que chegou o momento de a Fifa passar por uma "limpeza". A multinacional alemã foi uma das primeiras patrocinadoras da entidade e, em acordos com João Havelange, fechou um dos contratos mais lucrativos da história do futebol.

Agora, porém, a empresa insiste que a Fifa terá de mudar. Em entrevista ao Estado de S. Paulo e outro meio de comunicação brasileiro, um dos principais executivos da Adidas, Roland Auschel, deixou claro que a multinacional vai exigir reformas. Mas ele também deu sinais de que não está disposto a abandonar a Fifa e o que ela representa como vendas para a Adidas.

"Deixamos claro que acreditamos que os mesmos princÍpios que temos de usar para as multinacionais tem de ser usado por nossos parceiros", disse o executivo, responsável pelas vendas globais da empresa. "Todos temos de operar com padrões e isso precisa ser adotado por todos. Estamos incentivando a Fifa a continuar seu processo de limpeza e suas investigações", disse.

Para o executivo, porém, essa "limpeza" já começou. "Não nos cabe dizer se é suficiente ou não o que vem sendo feito e nem dar a receita do que a Fifa deve fazer. Mas todos precisam seguir o mesmo princípio, que é o da transparência. Vivemos em um mundo conectado e valores têm papel central em entidades como a nossa ou na Fifa", disse Auschel.

Em julho, empresas como a Adidas, Coca-Cola e outras patrocinadores se reuniram com a Fifa. "Nossos pontos de vista têm sido ouvidos. A Fifa agora precisa passar por um processo (de reforma)", disse o alemão.

Por enquanto, o executivo diz "não saber" até que ponto a crise na Fifa afetou suas vendas. Mas ele dá sinais de que não existe um plano de romper com a entidade. "Precisamos estar desenvolvendo o futebol globalmente e a Fifa é o órgão que governa", explicou Auschel.



Após Coca-Cola, Visa pede "nova Fifa" para manter patrocínio

Visa é uma das principais patrocinadoras da Fifa
Foto: Christof Koepsel / Fifa/Getty Images

26/07/2015

Apenas uma semana depois de a Coca-Cola ameaçar romper seu acordo comercial com a Fifa devido à crise de corrupção na entidade, outro grande patrocinador da federação internacional pediu mudanças imediatas nos estatutos. O CEO da empresa de cartões de crédito Visa, Charlie Scharf, atacou o órgão comandado por Sepp Blatter em uma conferência da companhia.

De acordo com o jornal The Guardian, Scharf afirmou que a Fifa "não está correspondendo aos padrões esperados" e tem mostrado "respostas totalmente inadequadas" ao escândalo que causou a prisão de vários dirigentes na Suíça, entre eles o ex-presidente da CBF, José Maria Marin.

Scharf também criticou a atitude de Blatter de se manter como presidente até que novas eleições sejam feitas em fevereiro do ano que vem. Segundo o executivo, "nenhuma reforma pode ser feita sob a liderança atual da Fifa", e "uma comissão independente, com líderes imparciais, é essencial" para promover mudanças nas estruturas da entidade.

Atualmente, o principal nome para liderar as reformas prometidas por Blatter é Domenico Scala, chefe do comitê de auditoria da Fifa. Porém, o presidente da Uefa, Michel Platini, um dos favoritos para suceder Blatter na entidade máxima do futebol, seria a favor da indicação de alguém com menos ligações com a federação para o cargo.

Fonte: Terra

Inter vai à Itália para negociar contrato com Giorgio Armani e Ferrari

Plano do Inter é ter uniforme desenhado pela grife do estilista Giorgio Armani
Getty Images
07/07/2015

A alta cúpula do Internacional está na Europa e lá negocia contratos com duas grifes: Giorgio Armani e Ferrari. Representado pelo presidente Vitorio Piffero e o vice de finanças Pedro Affatatto, o Colorado tenta acordo para vestir roupas de uma das marcas pelos próximos anos. A busca por um novo patrocinador também está na pauta.

O caminho incomum para clubes de futebol, pela falta de divisão voltada ao esporte nas duas grifes, é uma saída do Inter para aumentar suas receitas com contratos de patrocínio. Além de expandir mais a marca no exterior.

A comitiva do Internacional já saiu de Porto Alegre, na última quinta-feira, com conversas iniciadas. O assunto é tratado como 'viagem de relações institucionais'. A meta é obter um acordo que traga influência das grifes para o design dos uniformes de jogo – atualmente produzidos pela Nike. O contrato com a fornecedora esportiva expira no final da temporada e as tratativas para renovação pararam pela grande distância no valor oferecido e o pretendido.

Na Itália, os dois dirigentes do clube gaúcho também tentarão encaminhar um novo contrato de patrocínio principal para as camisas do Inter. O vínculo com o Banrisul – banco do estado do Rio Grande do Sul, está em vias de terminar e a renovação é difícil. Mesmo que a instituição seja vital no empréstimo milionário que é costurado para sanear as finanças do time.

A luta por maiores receitas e custos menores é uma das principais no Beira-Rio desde janeiro. O clube já adotou a prática de atrasar pagamento a fornecedores e outros setores para manter o elenco com vencimentos em dia. Também reduziu custos de operação do estádio e demitiu funcionários para enxugar a folha salarial. A viagem à Itália, garante a cúpula, não tem envolvimento algum com a possibilidade de saída de jogadores. Charles Aránguiz é o ficha um para deixar o clube na janela de transferências, mas Rodrigo Dourado, Alisson e Valdívia também podem sair.

Fonte: UOL Esporte


Maiores patrocinadores do futebol cobram limpeza na Fifa

Foto: Fabrice Coffrini / AFP

31/05/2015

Multinacionais ameaçam romper seus contratos, caso a entidade se recuse a banir todos os envolvidos com corrupção

Várias empresas multinacionais, entre elas Nike, Coca-Cola, Adidas, McDonald's e Visa, que patrocinam a Copa do Mundo de futebol, pressionam a Fifa a fazer uma limpeza após o indiciamento de vários dirigentes por corrupção.

A bandeira de cartão de crédito Visa ameaçou romper seus contratos com o órgão máximo do futebol mundial. Se não houver mudanças, "informamos (a Fifa) que reavaliaremos nosso patrocínio", ressaltou Visa em um comunicado, no qual cita a sua "profunda decepção e preocupação".

"Como patrocinador, esperamos que a Fifa adote medidas rápidas e imediatas para resolver esses problemas", acrescentou a empresa, explicando que seu patrocínio se destinava a "encorajar as comunidades a se unirem e celebrar o espírito de competição e êxito pessoal."

"Esta longa polêmica deturpa a missão e os ideais da Fifa, e já expressamos repetidamente nossas preocupações sobre estas graves acusações", declarou por sua vez a Coca-Cola, que paga cerca de 30 milhões de dólares por ano ao organismo. Em um e-mail à AFP, a companhia exige que a organização trate a questão da corrupção.

O gigante do fast food McDonald's, que ressaltou que leva "muito a sério" os problemas relacionados à ética e à corrupção, considerou "muito preocupantes" as revelações da justiça americana.

O mesmo expressou a gigante belgo-brasileira da cerveja AB Inbev (Anheuser-Busch), outro importante patrocinador através de sua marca Budweiser, que indicou esperar que "todos os seus parceiros mantenham elevadas exigências em matéria de ética e operem de forma transparente".

Nenhum patrocinador oficial foi envolvido no escândalo, mas todos estão preocupados com o perigo de o escândalo afetar sua própria reputação e as vendas de seus produtos.

As empresas estão particularmente preocupados com as acusações relativas à escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e 2022, no Qatar.

Cinco dos maiores patrocinadores --Coca-Cola, Hyundai, Adidas, Sony e Visa-- pediram uma investigação completa de todo o processo de atribuição da edição de 2022 da Copa.

Desde a semana passada, Coca-Cola e Visa vêm expressando preocupações sobre o tratamento de centenas de milhares de trabalhadores estrangeiros na construção dos estádios para o torneio, depois de organizações de direitos humanos e jornalistas relatarem condições de trabalho desumanas.

- "Nike coopera" -

A fabricante de vestuário e acessórios esportivos Adidas informou, por sua vez, que vai continuar a apoiar o futebol, lembrando que defende uma cultura que "promove elevados padrões de ética" e que espera o mesmo de seus parceiros.

Seu concorrente, Nike, anunciou que coopera com as autoridades nos Estados Unidos que, sem citar a companhia diretamente, identifica a empresa com precisão.

Segundo o Departamento de Justiça americano (DoJ), subornos e corrupção marcaram "a eleição presidencial da FIFA em 2011 e (...) acordos sobre o patrocínio da seleção brasileira de futebol por uma grande companhia americana de produtos esportivos".

De acordo com documentos judiciais, a empresa americana em questão também assinou em 1996 um contrato de exclusividade para equipar e vestir o time brasileiro. Esse acordo por dez anos foi avaliado em US$ 160 milhões.

Em paralelo, a mesma empresa teria depositado 40 milhões de dólares em uma conta bancária na Suíça pertencente a um diretor de uma empresa que compra e vende direitos de comercialização no Brasil. Uma parte desse dinheiro teria sido entregue a um diretor da Fifa e a um dos líderes do futebol brasileiro. O patrocinador oficial da seleção brasileira é a Nike.

- Pressão política e comercial -

A gigante do gás russo Gazprom se limitou a afirmar que não havia nenhuma acusação "específica" contra ela. A Rússia sediará a próxima Copa do Mundo em 2018.

"Todas essas empresas reagem como se fossem parte da solução. Vão tomar a iniciativa de reivindicar uma limpeza ou ameaçar suspender seu apoio", diz David Carter, da Marshall Sports Business Institute da Universidade da Carolina do Sul.

"Os patrocinadores podem exercer pressão política e comercial. Eles têm influência e podem usá-la se acreditarem que este escândalo de corrupção é potencialmente negativo a longo prazo", destaca.
Andrew Zimbali, do Smith College (Massachusetts, nordeste), estima que "este foi um bom dia para a Fifa, já que é o início de uma grande limpeza de uma organização corrupta que estava se auto-destruindo".

Fonte: O Tempo


COPA AMÉRICA CHILE 2015



31/05/2015

A 44º edição da Copa América de futebol está chegando! Este ano o campeonato será realizado no Chile, em oito cidades de norte a sul do país, incluindo a capital Santiago. Os jogos ocorrerão de 11 de junho a 4 de julho.

Para entrar no clima a TAM Airlines, uma das patrocinadoras oficiais da Copa América, fez um vídeo com um roteiro para os fãs de futebol, de São Paulo até Santiago, no Chile.


Adidas se impõe na Copa América



30/04/2015

Imagem reforçada pelo bom desempenho no Mundial do ano passado, o Chile quase dobrou a receita do patrocínio com fornecedor de material esportivo. Para vencer a concorrência com a atual fornecedora Puma – que se despede da seleção chilena nesta Copa América –, a Adidas e a Under Armour, a Nike vai desembolsar algo em torno de US$ 30 milhões (R$ 90 milhões) nos próximos quatro anos, US$ 12 milhões a mais do que a Puma pagou por período equivalente. Mas o novo acordo fica abaixo dos US$ 25 milhões (R$ 75 milhões) anuais que o contrato com a Nike rende à CBF.

Se na Copa do Mundo 2014, a Nike foi a fornecedora campeã – estampada em dez equipes, à frente de Adidas (nove) e Puma (oito) –, na 44ª Copa América, a multinacional alemã vai dar o troco. A Adidas patrocina quatro das 12 seleções participantes: Argentina, Colômbia, Paraguai, México e Venezuela. A Puma exibe a marca no atual campeão Uruguai e (ainda) no anfitrião Chile. A Nike vai vestir a seleção canarinho e os árbitros. Completam a lista Umbro (Peru), Marathon (Equador), Walon (Bolívia) e Kappa (Jamaica).

Fonte: Lancenet

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