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FLAMENGO VIRA COM DOIS DE GABIGOL, VENCE O RIVER E CONQUISTA O BI DA LIBERTADORES

Flamengo levanta a taça da Libertadores novamente após 38 anos.  
Foto: Martin Mejla/Associated Press/Estadão Conteúdo
23/11/2019 

Uma final emocionante no Monumental de Lima na tarde deste sábado, quando o Flamengo perdia por 1 a 0 do River Plate até os 43 minutos do segundo tempo e em três minutos virou o jogo e conquistou a segunda Libertadores de sua história após 38 anos.

O River dominou a maior parte do jogo, e saiu na frente no primeiro tempo após falha defensiva do Flamengo, com o atacante Borré. Mais calmo no segundo tempo, o Rubro-negro foi crescendo na partida e a estrela de Gabigol brilhou no final com gols aos 43 e 46 minutos.

Com o título, o Fla garantiu sua vaga para o Mundial do Catar em dezembro. A equipe de Jorge Jesus ainda pode conquistar o Brasileiro neste domingo mesmo sem entrar em campo, bastando que o Palmeiras não vença o Grêmio em confronto em São Paulo.

RIVER SAI NA FRENTE E FLAMENGO NÃO SE ENCONTRA

As equipes iniciaram a partida se estudando. O Flamengo buscava a posse be bola enquanto o River marcava em cima e não deixava o meio de campo trabalhar. No ataque, Gabigol e Bruno Henrique também eram marcados muito de perto e não tinham liberdade.

A estratégia argentina era baseada nos contra-ataques rápidos e com muita objetividade, explorando principalmente as laterais do campo e a defesa alta do Rubro-negro. Em cada retomada de bola, o River chegava próximo à área do Fla em poucos segundos.

O primeiro lance de gol do Flamengo foi aos 9, em uma tentativa de Bruno Henrique de fora da área que, apesar do chute forte, passou longe do gol de Armani.

Mais objetivo e muito aplicado taticamente, o River abriu o placar em uma falha de comunicação da dupla de volantes do Flamengo. Nacho Fernández foi à linha de fundo próximo da linha da área marcado por Felipe Luis. O argentino cruzou fraco para o meio e William Arão e Gérson pareciam com a situação dominada mas deixaram a bola passar. Ela acabou num buraco no meio da defesa perto da marca do pênalti e Rafael Borré mandou no canto de Diego Alves.

O gol abalou os brasileiros e a equipe do Flamengo passou a dar espaços para o adversário, que continuava a marcar muito bem, especialmente no meio de campo.

O River picava o jogo e não deixava o jogo do Fla fluir. Sem conseguir penetrar no forte bloqueio argentino, o Flamengo não chegava perto do gol adversário e ainda sofria com as escapadas argentinas.

Aos 20, bola recuperada pelo River no grande círculo e Suárez é acionado nas costas de Rafinha pela esquerda. O atacante avança ao fundo marcado por Rodrigo Caio, se aproxima da área e cruza rasteiro. De La Cruz fura e perde grande chance de fazer o segundo.

O River chegou perto novamente aos 36. Montiel puxou o contra-ataque em velocidade pela direita e tocou para Borré. O centroavante fez o pivô e rolou para trás para Exequiel Palacios soltar uma bomba. Diego Alves voou mas a bola passou perto da trave esquerda e saiu pela linha de fundo.

GABIGOL APARECE NO SEGUNDO TEMPO E VIRA HERÓI

As duas equipes retornaram para o segundo tempo sem alterações. O River manteve o padrão de jogo e o Flamengo tentava buscar a calma necessária para reagir. Mais ligada no jogo, a equipe brasileira começou a ameaçar mais e quase chegou ao empate aos 11.

Bruno Henrique recebeu na esquerda e avançou em direção à área. O atacante teve a chance de finalizar mas cruzou para o meio. Arrascaeta tentou a finalização mas furou. A zaga não cortou e a bola sobrou para Gabigol no segundo pau, mas ele carimbou a zaga. No rebote, Everton Ribeiro mandou no canto e Armani fez grande defesa.

O Flamengo teve uma baixa de peso aos 20 minutos, quando Gerson sentiu problema muscular e foi substituído por Diego. Tenso, o Flamengo seguia envolvido na marcação executada com perfeição pelo River, que também gastava o tempo com muita eficiência.

O River assustou em dois lances em sequência. Aos 21, Suárez recebeu livre na área e cruzou, mas Marí conseguiu afastar. No minuto seguinte, bola lançada na área pelo alto, a zaga rebate e Nacho Fernádez chuta de fora da área perto do gol de Diego Alves.

O Fla respondeu aos 30 em boa trama do ataque. Bruno Henrique avançou na diagonal da esquerda e, mesmo desequilibrado, achou Diego. O dez tocou para Gabigol na direita e este rolou para Everton Ribeiro, que levantou na área. Arrascaeta tentou a bicicleta mas mandou na zaga. No rebote, Diego arriscou de longe e isolou.

Se por um lado o volume ofensivo do Flamengo crescia, o River seguia perigoso nos contra-ataques. Aos 35, Suárez fez grande jogada na linha de fundo pela direita, deixou Marí pra trás e rolou para a chegada de Palacios. O meia bateu rasteiro mas errou o alvo.


GABIGOL ENTRA EM CENA

Apagado no jogo, Gabigol não tinha acertado uma boa jogada sequer até os 43 minutos. Foi quando Bruno Henrique dominou na frente da área e tocou para Arrascaeta. O uruguaio se esticou e cruzou do outro lado para Gabigol, livre estufar a rede.

Três minutos depois, Gabigol foi lançado de longe e, no meio de dois zagueiros, dominou a bola e bateu no canto de Armani para fazer o gol do título.

Antes do apito final, Palacios e Gabigol foram expulsos, mas nada mais tiraria o título da equipe brasileira.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO-BRA 2 X 1 RIVER PLATE-ARG

Local: Estádio Monumental, em Lima (Peru)
Data: 23 de novembro de 2019 (Sábado)
Horário: 17h(de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (Chile)
Assistentes: Christian Schiemann (Chile) e Claudio Rios (Chile)
Cartões Amarelos: Pablo Marí, Rafinha (Fla); Milton Casco, Matías Suárez, Enzo Pérez (River)
Cartões Vermelhos: Gabigol (Fla); Palacios (River)
Gols:
FLAMENGO: Gabigol, aos 43 e aos 46 min do 2º tempo
RIVER PLATE: Rafael Borré, aos 14 min do 1º tempo

FLAMENGO: Diego Alves, Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Mari e Filipe Luís; Willian Arão (Vitinho), Gerson (Diego), De Arrascaeta (Piris da Motta) e Everton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabigol
Técnico: Jorge Jesus





RIVER PLATE: Franco Armani, Gonzalo Montiel, Martínez Quarta, Javier Pinola e Milton Casco (Paulo Díaz); Enzo Pérez, Nacho Fernández (Julián Álvarez), Exequiel Palacios e De la Cruz; Rafael Borré (Lucas Pratto) e Matías Suárez
Técnico: Marcelo Gallardo

BRASIL VENCE COREIA DO SUL E FINDA JEJUM NO ÚLTIMO AMISTOSO DO ANO

Foto: Karim Sahib / AFP

19/11/2019 

A Seleção Brasileira encerrou o jejum de cinco jogos consecutivos sem vitórias na manhã desta terça-feira. Diante de um público minúsculo no Mohammed Bin Zayed Stadium, o time comandado por Tite ganhou da Coreia do Sul por 3 a 0, resultado que alivia a pressão sobre o treinador.

No primeiro tempo, Lucas Paquetá abriu o placar de cabeça e Philippe Coutinho ampliou em cobrança de falta. Na etapa complementar, a Seleção Brasileira fechou o marcador com um golaço marcado por Danilo após passe do inspirado Renan Lodi.

O triunfo, alcançado no último amistoso do ano, foi o primeiro do Brasil desde a final da Copa América. Nos cinco jogos anteriores, a Seleção viveu jejum contra Colômbia (2 x 2), Peru (0 x 1), Senegal (1 x 1), Nigéria (1 x 1) e Argentina (0 x 1). A equipe de Tite volta a se reunir apenas em março de 2020 para disputar as Eliminatórias.

O Jogo – A Seleção Brasileira conseguiu inaugurar o marcador logo aos 8 minutos do primeiro tempo. Em jogada pelo lado esquerdo, Renan Lodi recebeu de Philippe Coutinho e cruzou. A bola desviou na marcação e ficou na medida para cabeçada certeira de Lucas Paquetá.

O time canarinho aumentou sua vantagem aos 35 minutos da etapa inicial, quando Fabinho sofreu falta na entrada da área. Na cobrança, Philippe Coutinho bateu colocado e viu a bola morrer nas redes, encerrando um jejum de cinco anos da Seleção Brasileira no quesito.

A Coreia do Sul teve em Son seu principal jogador e criou a melhor chance nos minutos finais. Em cobrança de falta, Jung bateu direto e a bola passou pela barreira. Alison espalmou e Philippe Coutinho, na tentativa de ceder escanteio, chutou na trave.

Com trocas de passes envolventes no campo de ataque, o Brasil chegou ao terceiro aos 14 minutos da etapa complementar. Renan Lodi recebeu de Richarlison pela esquerda e deu belo cruzamento rasteiro. Do outro lado, Danilo completou com força para marcar um golaço.

O Brasil manteve o domínio da partida e o goleiro Alisson não correu grandes riscos no campo de defesa. Com vantagem significativa no marcador, a Seleção trocou muitos passes e não precisou investir na criação de novas oportunidades de gol.

O técnico Tite mexeu durante o segundo tempo e promoveu, inclusive, as entradas de Douglas Luiz e Emerson. Na última boa chegada do Brasil, Richarlison recebeu de Firmino pela esquerda e, na cara do gol, chutou para fora ao tentar toque por cobertura.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 3 x 0 COREIA DO SUL

Local: Estádio Mohammed Bin Zayed, em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)
Data: 19 de novembro de 2019 (terça-feira)
Horário: 10h30 (de Brasília)
Árbitro: Ammar Al Jeneibi (EAU)
Assistentes: Ahmed Al Rashidi (EAU) e Jassem Abdulla Al Ali (EAU)
Cartões amarelos: Hwang Hee-Chan (COR)
Gols:
BRASIL: Lucas Paquetá (8 minutos do primeiro tempo), Philippe Coutinho (35 minutos do primeiro tempo), Danilo (14 minutos do segundo tempo)


COREIA DO SUL: Jo Hyeon-Woo; Kim Moon-Hwan, Kim Min-Jae, Kim Young-Gwon e Kim Jin-Su; Jung Woo-Young, Ju Se-Jong e Lee Jae-Sung (Kwon Chang-Hoon); Hwang Hee-Chan (Na Sang-Ho), Son Heung-Min e Hwang Ui-Jo
Técnico: Paulo Bento





BRASIL: Alisson; Danilo, Marquinhos, Éder Militão e Renan Lodi (Emerson); Arthur (Douglas Luiz), Fabinho, Philippe Coutinho e Lucas Paquetá (Roberto Firmino); Richarlison e Gabriel Jesus (Rodrygo)
Técnico: Tite



BRASIL ARRANCA VIRADA HEROICA CONTRA O MÉXICO E É TETRACAMPEÃO MUNDIAL SUB-17

O Brasil conquistou o quarto título do Mundial sub-17 (Foto: Alexandre Loureiro/CBF)

17/11/2019 

O Brasil conquistou o tetracampeonato mundial de futebol sub-17 na noite deste domingo. Jogando no Bezerrão, no Gama, a Seleção Brasileira saiu atrás do México, mas repetiu o que fez durante toda a competição, colocou a alma na ponta de chuteira e foi buscar uma virada eletrizante, com gols de Kaio Jorge e Lázaro nos últimos 10 minutos de jogo. Bryan González fez para os mexicanos.

Desta forma, o Brasil segue como o segundo maior vencedor da competição, agora com quatro títulos – 1997, 1999, 2003, além 2019 –, atrás apenas da Nigéria, dona de cinco taças. O México, por sua vez, continua com dois canecos e desperdiça a chance de igualar o time canarinho.

O herói do triunfo brasileiro foi Lázaro. Responsável pelo gol que determinou a vitória sobre a França na semifinal, o jovem do Flamengo voltou a ser o talismã do técnico Guilherme Della Dea, entrou no segundo tempo e, aos 47 minutos, marcou o gol do título.

Brasil domina o México, mas peca na finalização

Após um começo tímido, o Brasil engatou uma série de chances com cinco arremates em menos de seis minutos e inflamou a torcida. Entre os mais perigosos, Kaio Jorge fez bela jogada pela esquerda e rolou para Peglow finalizar no travessão, já Gabriel Veron ficou com a sobra e bateu por cima da meta.

Aos poucos, o México colocou a bola no chão, aproveitou o aparente nervosismo dos brasileiros, que se cobravam em campo a todo o momento, e passou a dominar a posse. Mesmo jogando boa parte do tempo no campo de ataque, os mexicanos só chegaram em cobrança de falta de Efraín Álvarez.

Na reta final, os donos da casa estabilizaram o ímpeto ofensivo dos mexicanos e voltaram a oferecer perigo à meta rival, mas Peglow e Patrick pararam em Eduardo García, enquanto Kaio Jorge, duas vezes, e Gabriel Veron exageram no preciosismo para não alterarem o placar antes do intervalo.

México sai na frente, mas Brasil arranca virada heroica

Assim como no primeiro tempo, o Brasil buscou encurralar o adversário no início da etapa final e até conseguiu, mas a falta de pontaria brecou qualquer possibilidade do ataque anfitrião, enfim, colocar a bola nas redes. Peglow e Kaio Jorge, mais uma vez, tiveram as chances em seus pés.

Como diz a máxima ‘quem não faz toma’, o México saiu na frente no único chute certo que efetuou na partida. Pizzuto cruzou da esquerda, González subiu entre dois marcadores na área e cabeceou para o chão, no canto direito do gol de Matheus Donelli, que não conseguiu fazer a defesa.

O Brasil não se abateu com o tento sofrido, foi para o ataque e, nos instantes finais da partida, em meio a um turbilhão de finalizações à meta mexicana, conseguiu um pênalti em cima de Gabriel Veron, assinalado com ajuda do VAR. Kaio Jorge bateu rasteiro, Eduardo García acertou o canto, mas a bola entrou mansamente. 

Empurrada por um Bezerrão pulsante, a Seleção Brasileira repetiu o que fez contra a França, não se deu por satisfeita e arrancou a virada novamente na estrela de Lázaro, já nos acréscimos. O garoto do Flamengo, que entrou no segundo tempo, aproveitou cruzamento de Yan, bateu de primeira para dar ao Brasil o tetracampeonato mundial e garantir a festa canarinha no Gama.

FICHA TÉCNICA

MÉXICO 1 X 2 BRASIL

Local: Estádio Bezerrão, em Gama (DF)
Data: 17 de novembro de 2019 (Domingo)
Horário: 19h (de Brasília)
Árbitro: Andris Treimani (LET)
Público pagante: 11.858 pessoas
Público não pagante: 2.686 pessoas
Renda: R$ 189.760,00
Assistentes: Haralds Gudermanis (LET) e Aleksejs Spasjonnikovs (LET)
Árbitro de vídeo: Marco Di Bello (ITA)
Cartões amarelos: Daniel Cabral (BRA). Ali Ávila Vega, Jesús Gómez e Gómez Borquez (MEX)
Gols:
MÉXICO: Bryan González, aos 20 minutos do 2ºT.
BRASIL: Kaio Jorge, aos 38 minutos do 2°T, e Lázaro, aos 47 minutos do 2ºT.

MÉXICO: Eduardo García; Emilio Lara, Jesús Gómez, Víctor Guzmán e Rafael Martínez; Edgar Martínez, Eugenio Pizzuto, Efraín Álvarez (Ali Ávila Vega) e Bryan González; Israel Luna (Bruce El-mesmari Sangochian) e Santiago Muñoz (Gómez Borquez)
Técnico: Marco Ruíz




BRASIL: Matheus Donelli; Yan Couto (Gustavo García), Henri, Luan Patrick e Patryck; Daniel Cabral, Diego Rosa e João Peglow (Lázaro); Gabriel Veron, Kaio Jorge e Pedro Lucas (Matheus Araújo)
Técnico: Guilherme Dalla Déa



AMISTOSOS: JESUS PERDE PÊNALTI, MESSI DECIDE E BRASIL AMARGA QUINTO JOGO DE JEJUM

Foto: Fayes Nureldine / AFP


15/11/2019 

O Brasil completou sua quinta partida sem ganhar na tarde desta sexta-feira. No reencontro com a Argentina após a polêmica semifinal da Copa América, o time comandado pelo técnico Tite sofreu um gol de Lionel Messi e amargou o quinto amistoso seguido de jejum (três empates e duas derrotas).

Logo no começo da partida, Gabriel Jesus sofreu pênalti e, na cobrança, chutou para fora diante de Andrada. Pouco depois, Messi teve a chance de executar penal e também errou, mas definiu no rebote de Alisson. No segundo tempo, o Brasil foi incapaz de criar chances de gol e ainda tomou sustos na defesa.

Em jejum desde o título da Copa América, a Seleção Brasileira tem apenas mais uma chance para reencontrar a vitória nesta temporada. Às 10h30 (de Brasília) de terça-feira, em Abu Dhabi, o time dirigido por Tite encontra a Coreia do Sul no último amistoso do ano.

O Jogo – O Brasil desperdiçou uma grande chance de sair na frente logo aos 8 minutos do primeiro tempo, quando Gabriel Jesus recebeu de Roberto Firmino após vacilo de Foyth e sofreu pênalti de Pezzella. Na cobrança, o ex-jogador do Palmeiras bateu para fora.

Aos 12 minutos, Messi avançou pela direita, encarou a marcação de Alex Sandro e sofreu pênalti. Na cobrança, o camisa 10 bateu no canto direito de Alisson e viu o brasileiro espalmar. Atento, o argentino completou no rebote e inaugurou o marcador.

De frente para o gol, Messi teve nova chance ao pegar a sobra de Militão, mas bateu contra a marcação do brasileiro. Nos acréscimos, após erro de passe de Arthur, o argentino arrancou com a bola dominada e, de frente para o gol, chutou para defesa segura de Alisson.

Na tentativa de melhorar a articulação de jogadas ofensivas do Brasil, Tite colocou Philippe Coutinho no lugar do apagado Lucas Paquetá. Em uma rara chance no começo do segundo tempo, Ocampos desceu pela direita e bateu forte, por cima do gol de Alisson.

Em nova chegada da Argentina, após sofrer falta de Militão, Messi cobrou direto para o gol e Alisson desviou para escanteio. Sem correr riscos no campo de defesa, a equipe celeste assustou por meio de chute de longe disparado por Paredes e espalmado por Alisson.

Na melhor chance do segundo tempo, Acuña cobrou escanteio pela esquerda, Militão desviou de cabeça e a bola sobrou limpa para Lautaro Martinez chutar por cima. A despeito das alterações de Tite, a Seleção Brasileira foi incapaz de criar chances de gol no segundo tempo.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 0 x 1 ARGENTINA

Local: Estádio King Saud University, em Riad (Arábia Saudita)
Data: 15 de novembro de 2019 (Sexta-feira)
Horário: 14h(de Brasília)
Árbitro: Matthew Conger (NZL)
Assistentes: James Rule (NZL) e Tevita Makasini (TON)
Cartões amarelos: Danilo, Militão e Casemiro (BRA); Tagliafico, De Paul e Paredes (ARG)
Gol:
ARGENTINA: Messi (12 minutos do 1º Tempo)


BRASIL: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Militão e Alex Sandro (Renan Lodi); Casemiro (Wesley), Arthur (Fabinho) e Lucas Paquetá (Philippe Coutinho); Gabriel Jesus (Richarlison), Willian (Rodrygo) e Roberto Firmino
Técnico: Tite




ARGENTINA: Andrada; Foyth, Pezzella, Otamendi e Tagliafico; Paredes (Rodriguez), De Paul (Dominguez) e Lo Celso (Acuña); Ocampos (Gonzalez), Lautaro Martinez (Alario) e Lionel Messi
Técnico: Lionel Scaloni





AMISTOSOS: BRASIL PERDE NEYMAR, EMPATA OUTRA E CHEGA AO QUARTO JOGO SEM VITÓRIA

Foto: Hoslan Rahman / AFP

13/10/2019  

A Seleção Brasileira já não vence há quatro partidas. Na manhã desse domingo (horário de Brasília), o time canarinho ficou no 1 a 1 com a Nigéria em Singapura em seu segundo amistoso contra africanos em menos de uma semana. Na quinta, o empate foi por 2 a 2 com Senegal. Antes, perdeu para o Peru e também ficou na igualdade com a Colômbia.

No Estádio Nacional, Aribo abriu o placar no primeiro tempo e Casemiro evitou a derrota com um gol no segundo tempo. Agora, o Brasil vai se preparar para amistosos contra Argentina e Coreia do Sul em novembro.

O início da Seleção Brasileira foi bastante promissor. Com pressão alta e o adversário assustado. O problema é que em pouco tempo o ímpeto caiu e jogo ficou equilibrado. A primeira chance de perigo foi dos africanos, com Osimhen, que bateu cruzado para boa defesa de Ederson.

Aos 12 minutos, Tite já ganhou o primeiro problema. Neymar sentiu o músculo posterior da coxa esquerda e não conseguiu ficar em campo. Philippe Coutinho entrou no lugar do camisa 10, que imediatamente iniciou o tratamento com gelo no banco de reservas.

A melhor chance brasileira antes do intervalo foi com Firmino, depois de tabela entre Cebolinha e Gabriel Jesus. Firmino mandou nas mãos do goleiro.

A queda de ritmo do Brasil custou caro. A Nigéria abriu o placar com Aribo, que infiltrou na área e passou fácil pro Marquinhos antes de mandar para as redes.

Para a etapa final, Richarlison voltou na vaga de Cebolinha. A resposta foi imediata. Em cobrança de escanteio, Casemiro aproveitou rebote de bola na trave de Marquinhos e empatou o jogo.

O próprio Casemiro ainda quase conseguiu a virada em nova cobrança de escanteio, mas dessa vez a bola parou no travessão.

Tite ainda apostou em Gabriel Barbosa, Fabinho e Lucas Paquetá nas vagas de Firmino, Arthur e Gabriel Jesus. O Brasil teve a melhor chance da virada nos pés de Coutinho, mas Ajayi salvou os africanos em cima da linha. Do outro lado, Ederson foi bem nos perigosos contra-ataques da Nigéria.

No fim, apesar do jogo aberto, não teve mais gols, e o Brasil teve de amargar mais um empate.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 X 1 NIGÉRIA

Local: Estádio Nacional de Kallang, em Singapura
Data: 13 de setembro de 2019, domingo
Horário: 9 horas (de Brasília) 20 horas (Local)
Árbitro: Foo Chuan Hui (SIN)
Assistentes: Abdul Hannan Bin Abdul Hasim (SIN) e Ong Chai Lee (SIN)Thiago Silva.385 pagantes
Público: 20.385 pagantes

GOLS
Brasil: Casemiro, aos 2 minutos do 2T
Nigéria: Aribo, aos 34 minutos do 1T

BRASIL: Ederson; Daniel Alves, Thiago Silva, Marquinhos, Renan Lodi; Casemiro e Arthur (Fabinho); Gabriel Jesus (Lucas Paquetá), Neymar (Philippe Coutinho), Everton Cebolinha (Richarlison) e Firmino (Gabigol).
Técnico: Tite



NIGÉRIA: Uzoho (Okoye); Awaziem, Ekong, Ajayi e Collins; Aribo (Shehu), Ndidi e Iwobi (Azzez); Chukwueze (Olayinka), Simon (Dennis) e Osimhen (Onuachu)
Técnico: Gernot Rohr




AMISTOSOS: COM NEYMAR APAGADO, BRASIL EMPATA COM SENEGAL

Foto: Pedro Martins / Mowa Press

10/10/2019 

Na manhã desta quinta-feira, em partida de caráter amistoso, a Seleção Brasileira enfrentou Senegal no Estádio Nacional de Singapura e a partida acabou empatada por 1 a 1.

Realizando sua centésima partida com a Amarelinha, Neymar teve atuação apagada – sobretudo no primeiro tempo – e não conseguiu desenvolver o futebol que se esperava dele. Firmino abriu o placar aos oito minutos de jogo, após boa jogada de Gabriel Jesus. Aos 45, Diédhiou, de pênalti, empatou para Senegal.

Com isso, o Brasil chega a três jogos consecutivos sem vitória – antes, havia empatado em 2 a 2 com a Colômbia e perdido por 1 a 0 para o Peru – sequência essa que não ocorria desde 2013.

A equipe comandada pelo técnico Tite volta a entrar em campo já neste domingo, no mesmo estádio, novamente às 9h (horário de Brasilia), desta vez diante da seleção da Nigéria.

Brasil começa com ritmo forte e não demora para abrir o placar

A equipe comandada por Tite começou com uma marcação alta, pressionando a saída de bola de Senegal e forçando os erros do adversário. Quando tinha a bola nos pés, as jogadas eram sempre pelo lado direito, onde apareciam Gabriel Jesus e Daniel Alves.

Aos oito minutos de jogo, foi justamente por esse lado do campo que saiu o gol brasileiro. Jesus recebeu na ponta, fez boa jogada individual derivando pelo meio e descolou uma grande bola enfiada para Firmino, que entrou fazendo o facão. Frente a frente com o goleiro, o atacante do Liverpool teve calma para dar uma cavadinha e abrir o placar.



Após o tento, a Seleção continuou com um ritmo parecido, mas acabava esbarrando no bloqueio defensivo senegalês e não conseguia finalizar. A equipe africana, por sua vez, aos poucos ia se soltando em busca de um contra-ataque promissor. Aos 18 minutos, em uma das primeiras chances, Gueye arriscou de fora da área e mandou por cima do gol.

Senegal cresce na partida e busca o empate

Realizando sua centésima partida com a Amarelinha, Neymar estava muito apagado e chegou inclusive a errar alguns passes. Com isso, o desempenho ofensivo do Brasil caiu, e Senegal começou a gostar do jogo, chegando a ter maior posse de bola já a partir da metade do primeiro tempo. Aos 25, Mané parou na defesa de Ederson, e aos 38, foi a vez do goleiro brasileiro segurar a tentativa de Diédhiou. Os africanos eram superiores no jogo, e o gol parecia questão de tempo.

Já aos 44 minutos, Mané recebeu pela esquerda, ainda no campo de defesa, e avançou. Após passar por Daniel Alves, o camisa 10 derivou para o meio da área, deu uma caneta em Marquinhos e, na sequência, foi derrubado. O árbitro marcou pênalti, e na cobrança, Diédhiou bateu rasteiro, no canto esquerdo, sem chances para Ederson. Logo na sequência, o Brasil ainda teve a chance de ir para o intervalo em vantagem, mas de dentro da área, Neymar parou no goleiro Gomis.



Na etapa complementar, a Seleção Brasileira continuava no mesmo marasmo, e aos 15 minutos, Tite promoveu a entrada de Everton Cebolinha na vaga de Roberto Firmino. Aos 22, foi a vez de Matheus Henrique entrar no lugar de Arthur, e logo na sequência, em uma das poucas participações que fez no jogo, Neymar cobrou falta com muito perigo.

Em busca de novas alternativas de jogo, Tite começou a mexer mais na equipe, colocando Richarlison no lugar de Coutinho e Renan Lodi na vaga de Alex Sandro. As mudanças, contudo, não surtiram efeito, pois quem criou as melhores chances foi a seleção de Senegal. Aos 39, após boa troca de passes, Sidy Sarr chegou batendo da entrada da área e fez o goleiro Ederson trabalhar bem. Na sequência, foi a vez de Mané finalizar e carimbar a trave brasileira.

Aos 41, o Brasil respondeu com Neymar, que recebeu dentro da área, mas teve o chute bloqueado pela defesa adversária. Logo na sequência, o camisa 10 acionou Richarlison, que da entrada da área, bateu bem, mas a bola saiu à direita do gol. Dai para frente, a Seleção nada criou, e após cinco minutos de acréscimos, a partida acabou mesmo empatada em Singapura.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 X 1 SENEGAL

Local: Estádio Nacional, em Kallang (Singapura)
Data: 10 de outubro de 2019 (Quinta-feira)
Horário: 9h (de Brasília)
Árbitro: Muhammad Taqi Alliaffari (Singapura)
Público: 20.621 torcedores
Renda: Não divulgado
Cartões amarelos: Marquinhos e Alex Sandro (Brasil); Kouyaté e Koulibaly (Senegal)
Gols: Brasil: Roberto Firmino, aos oito minutos do primeiro tempo. Senegal: Diédhiou, aos 45 minutos do primeiro tempo.

BRASIL: Ederson, Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro (Renan Lodi); Casemiro, Arthur (Matheus Henrique), Phillipe Coutinho (Richarlison); Gabriel Jesus, Neymar e Roberto Firmino (Everton)
Técnico: Tite




SENEGAL: Gomis, Gassama, Koulibaly, Sané e Coly; Kouyate (Sidy Sarr), Gueye (Ndiaye) e Diatta; Sarr (Thioub), Mané e Diédhiou (Diallo)
Técnico: Aliou Cissé




Fonte: Gazeta Esportiva


APÓS 40 ANOS, MULHERES RETORNAM A ESTÁDIO DE FUTEBOL NO IRÃ


10/10/2019 

Iranianas veem vitória da seleção masculina sobre Camboja

O Irã goleou o Camboja por 14 a 0 nesta quinta (10) em jogo válido pelas eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo de 2022. Mas, apesar do placar elástico, as atenções se concentravam nas arquibancadas no estádio Azadi, onde cerca de 4 mil mulheres acompanharam a partida.

Estas foram as primeiras mulheres em mais de 40 anos que viram um evento esportivo protagonizado por homens. Isto acontece porque desde a Revolução Iraniana, que aconteceu em 1979, as autoridades locais passaram a reprimir este tipo de iniciativa. O movimento tinha como uma de suas principais bandeiras afastar, e suprimir, as influências ocidentais na cultura local.

Segundo a agência oficial de notícias do Irã (Irna), a partida de hoje contou com um público de 6 mil pessoas, sendo 4 mil delas mulheres.

Posição da Fifa

Após a partida, o presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), o italiano Gianni Infantino, divulgou uma mensagem na qual afirmou que a entidade “continuará trabalhando (...) para ajudar a garantir que a coisa certa seja feita, que é permitir que todos os torcedores, independentemente do sexo, tenham a chance de ir aos estádios e desfrutar de uma partida de futebol”.

Essa mudança do governo do Irã em relação à presença feminina em eventos esportivos masculinos ocorre após pressão da Fifa, que enviou uma delegação a Teerã no mês de setembro para buscar formas de viabilizar o acesso de mulheres ao jogo contra o Camboja.

Críticas

Em setembro, o Irã se tornou alvo de críticas internacionais após uma mulher ter morrido ao colocar fogo em si mesma depois de ser condenada à prisão pela tentativa de assistir a um jogo de futebol.

A mulher teria tentado entrar no estádio vestida como homem.

Edição: Fábio Lisboa


DESFILE FARROUPILHA REÚNE 15 MIL PESSOAS EM PORTO ALEGRE; VEJA FOTOS

Desfile foi dividido em duas etapas: cívico-militar, às 9h30, e tradicionalista, às 11h 

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

20/09/2019

O Desfile Farroupilha de Porto Alegre contou com a presença de 15 mil gaúchos na manhã desta sexta-feira (20), feriado de Revolução Farroupilha. O evento faz parte da Semana Farroupilha, que se encerra na noite de hoje, com a extinção da Chama Crioula.

O desfile foi dividido em duas partes. A etapa cívico-militar começou por volta das 9h30. Servidores, viaturas e cavalos da Brigada Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Susepe e IGP passaram pela avenida Edvaldo Pereira Paiva (Beira-Rio). Às 11h, foi a vez dos tradicionalistas entrarem em cena. Cerca de 70 piquetes e 1,5 mil cavalarianos cumpriram o trajeto.

O governador Eduardo Leite marcou presença no desfile e falou sobre a importância da tradição no Rio Grande do Sul. “O desfile expressa o apreço e o carinho que o gaúcho tem pela sua história e tradição. É um reconhecimento importante dos nossos heróis farroupilhas e ao valor e sentimento que une nosso povo”, destacou.

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

Leite, que já participou do movimento tradicionalista quando mais jovem, fez questão de ir pilchado e citou seu apreço a Paixão Côrtes, que faleceu no ano passado, aos 91 anos. “Ele é um símbolo concretamente estabelecido, na medida que nosso laçador tem aspiração no Paixão Côrtes, mas não apenas isso. No trabalho que desenvolveu pela valorização da cultura gaúcha, da preservação da memória, da tradição, uma homenagem que é importante e um simbolo e ícone do nosso Rio Grande”, disse. A Semana Farroupilha deste ano teve como tema “Vida e Obra de Paixão Côrtes”.

Nairo Callegaro é presidente do MTG (Foto: O Sul)
O presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) Nairo Callegaro, elogiou o governo do Estado pela participação na organização do desfile. “O Governo do Estado foi muito participativo . A comissão estadual do festejo farroupilha está de parabéns porque foi atuante e decisiva na construção desse espaço”, comentou o tradicionalista.

Veja mais fotos:


(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)
(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)
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(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

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(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)
Fonte: O Sul

SELEÇÃO BRASILEIRA CONVOCADA PARA AMISTOSOS CONTRA SENEGAL E NIGÉRIA

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

20/09/2019

Técnico Tite divulgou a lista com os nomes que estarão nos amistosos de outubro da Seleção Brasileira. Jogos serão em Singapura, no dias 10 e 13

O técnico Tite convocou a Seleção Brasileira para os dois próximos compromissos da equipe, marcados para os dias 10 e 13 de outubro, contra Senegal e Nigéria, respectivamente. Os dois amistosos serão disputados em Singapura. 

Com 23 nomes, a lista conta com alguns retornos e também três estreantes. Rodrigo Caio e Gabriel Barbosa, que conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, estão de volta. Gabriel Jesus retorna após suspensão, assim como Danilo também foi chamado novamente . Já os convocados pela primeira vez são o goleiro Santos, o lateral-esquerdo Renan Lodi e o meia Matheus Henrique. 

- É desafiador ter bom senso. Eu procuro na minha vida profissional olhar os diferentes lados das situações para que todos possam ganhar. Nesse momento está a Seleção, estão clubes e estão atletas. O presidente Landim nos conhece muito bem, conhece o trabalho e nos acompanha. E sabe o quanto que a gente tem de cuidado quanto isso. Conciliar todos os fatores nesse ganha-ganha não dá, é impossível. Eu vi manifestação do Gabriel Barbosa de quanto teria de orgulho estar na seleção brasileira. Agora é o período de preparação, agora vai chegar período de Eliminatórias, Copa do Mundo e Copa América. Para formar essa equipe final, tenho que oportunizar - destacou o técnico Tite.

Desejo antigo da comissão técnica, enfrentar duas fortes seleções africanas será um excelente teste para a Seleção Brasileira. É o que garante o técnico Tite, que teve a oportunidade de enfrentar apenas Camarões até aqui. Na ocasião, Richarlison marcou o gol da vitória por 1 a 0.

Confira a lista de convocados:

GOLEIROS

Ederson - Manchester City (ING)
Santos - Athletico 
Weverton - Palmeiras

LATERAL DIREITA

Daniel Alves - São Paulo
Danilo - Juventus (ITA)

LATERAL ESQUERDA

Alex Sandro - Juventus (ITA)
Renan Lodi - Atlético de Madri (ESP)

ZAGUEIROS

Rodrigo Caio - Flamengo
Marquinhos - Paris Saint Germain (FRA)
Thiago Silva - Paris Saint Germain (FRA)
Eder Militão - Real Madrid (ESP)

MEIAS

Casemiro - Real Madrid (ESP)
Fabinho - Liverpool (ING)
Arthur - Barcelona (ESP)
Matheus Henrique - Grêmio 
Lucas Paquetá - Milan (ITA)
Philippe Coutinho - Bayern Munique (ALE)

ATACANTES

Richarlison - Everton (ING)
Gabriel Barbosa - Flamengo
Gabriel Jesus - Manchester City (ING)
Roberto Firmino - Liverpool (ING)
Neymar - Paris Saint Germain (FRA)
Everton - Grêmio 

Fonte: CBF

AMISTOSOS: PERU VENCE O BRASIL NOS EUA, E TITE CHEGA À 3ª DERROTA À FRENTE DA SELEÇÃO

Foto: Pedro Martins / Mowa Press

11/09/2019

A Seleção Brasileira somou sua terceira derrota sob o comando do técnico Tite na madrugada desta quarta-feira. Enfrentando o Peru no Los Angeles Memorial Coliseum, nos EUA, o time canarinho voltou a exibir problemas e novamente não conseguiu sair de campo com um resultado positivo. Graças ao gol de Abram, aos 39 minutos do segundo tempo, a seleção peruana vingou a derrota na final da Copa América e conquistou sua quinta vitória sobre o Brasil na história.

Nesta quarta-feira, Tite colocou em campo uma Seleção Brasileira com algumas mudanças. David Neres, Allan, Militão e Fagner começaram o jogo como titulares. No decorrer do duelo, Neymar, Fabinho, Lucas Paquetá, Bruno Henrique e Vinícius Jr, que estrou pelo time principal do Brasil, foram acionados, mas não conseguiram fazer a diferença.

O Peru, por sua vez, jogou sem seu principal atleta: Paolo Guerrero. O atacante pediu dispensa por estar prestes a disputar a final da Copa do Brasil com o Internacional. Desta forma, Ricardo Gareca teve de fazer algumas adaptações em sua equipe, mas provou que os dois confrontos com o Brasil na Copa América serviram de lição para o time andino, enfim, vencer o seu algoz.

O jogo – A primeira grande oportunidade da partida aconteceu aos 13 minutos e foi da seleção peruana. O time comandado pelo técnico Ricardo Gareca cobrou escanteio no primeiro pau, e Tapia se antecipou para cabecear com veneno, mandando rente à meta defendida por Ederson. Já aos 19 o Brasil respondeu com David Neres, que desperdiçou uma excelente oportunidade, talvez a mais clara do primeiro tempo, driblando o goleiro após receber de Firmino dentro da área, mas sendo travado por Advíncula na hora “h”.

Aos 22, o Peru voltou a assustar com Flores. Marquinhos cortou de cabeça o cruzamento vindo da direita, e a bola sobrou nos pés de Flores, que chutou de primeira, sem deixá-la pingar no gramado, e tirou tinta da trave direita de Ederson. Três minutos depois, a Seleção Brasileira mais uma vez respondeu ao ímpeto adversário, agora com Richarlison, que tabela com Firmino, aproveita o corte da defesa para continuar com a bola e bater cruzado, mandando muito próximo do cantinho direito de Gallese.

Antes de as equipes irem para o intervalo, o Brasil ainda teve uma última chance de assegurar a vantagem no placar, mas a sorte realmente não estava do lado do time verde e amarelo. Aos 43 minutos, Richarlison finalizou da entrada da área e forçou grande defesa do goleiro peruano, que se esticou todo para manter o 0 a 0 no marcador.

Segundo tempo

No segundo tempo o Brasil voltou mais ligado para o gramado e aos quatro minutos quase abriu o placar. Richarlison fez boa jogada individual, levou para o meio e tocou em profundidade para Allan, que saiu cara a cara com Gallese, mas chutou em cima do goleiro peruano. Aos oito, nova boa oportunidade para a Seleção. Firmino disputou bola no ataque, e ela sobrou para Coutinho, que chegou batendo de primeira, soltando uma bomba, mas o arqueiro rival fez outra importante defesa.

A blitz verde e amarela não parou por aí. Aos 17, Philippe Coutinho bateu no canto de Gallese, a bola desviou no meio do caminho e foi no cantinho, mas o goleiro peruano ficou com ela para frear novamente o ímpeto adversário. Sem conseguir estufar as redes, o Brasil sofreu algumas alterações no decorrer do duelo. Neymar, Paquetá e Fabinho entraram nas vagas de Firmino, David Neres e Casemiro, respectivamente, e a equipe melhorou.

Pouco depois, foi a vez de Vinícius Jr entrar em campo e fazer sua estreia pela Seleção Brasileira principal. Bruno Henrique também foi acionado pelo técnico TIte, mas, mesmo subindo de produção, a equipe canarinho acabou castigada já na reta final do jogo, mais precisamente aos 39 minutos, quando Abram completou de cabeça o cruzamento da direita, subindo mais alto que Militão, e garantindo o triunfo peruano por 1 a 0 que teve gosto de vingança depois de o país perder a final da Copa América para o Brasil.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 0 X 1 PERU

Local: Los Angeles Memorial Coliseum, em Los Angeles (EUA)
Data: 11 de setembro de 2019, quarta-feira
Horário: 00h (de Brasília)
Árbitro: Jair Marrufo (EUA)
Assistentes: Franck Anderson (EUA) e Corey Rockwell (EUA)
Gol: Abram, aos 39 do 2ºT (Peru)
Cartões amarelos: Alex Sandro (Brasil); Aquino (Peru)

BRASIL: Ederson; Fagner, Marquinhos, Militão e Alex Sandro; Casemiro (Fabinho), Allan e Philippe Coutinho (Bruno Henrique); Richarlison (Vinícius Jr), Firmino (Neymar) e David Neres (Paquetá)
Técnico: Tite



PERU: Gallese; Advíncula, Zambrano (Santamaría), Abram e Trauco; Tapia, Aquino (Christofer González), Yotún, Gabriel Costa e Flores; Ruidíaz (Reyna).
Técnico: Ricardo Gareca





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