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Coca-Cola usa WhatsApp para falar com condutores da Tocha Olímpica



17/05/2016

Com o objetivo de engajar e motivar seus 2400 condutores da Tocha Olímpica, a Coca-Cola uma das empresas patrocinadoras do Revezamento do símbolo dos Jogos Olímpicos que serão realizados este ano no Rio de Janeiro. 

Apostou no WhatsApp como ferramenta de conexão entre a marca e os escolhidos para carregar a Tocha.

É a primeira vez que a Coca-Cola faz uma ação de relacionamento baseada no aplicativo e para coordenar o projeto a empresa contou com a Outra Coisa, que desenvolve produtos mobile com foco na experiência do usuário. 

“A nossa intenção é fazer com que os condutores se sintam especiais e que tenham uma experiência inesquecível, mas também queremos oferecer a eles segurança e acolhimento neste grande momento. É algo muito exclusivo, cheio de detalhes, e que tem que ser valorizado e vivenciado diariamente”, conta Flavia Gama, gerente de marketing da Coca-Cola.

Pensando nisso, a estratégia de comunicação com os 2400 participantes que carregarão a Tocha entre 03 de maio e 05 de agosto começou a ser colocada em prática em janeiro deste ano. Mas como deixar o público envolvido por tanto tempo? “A resposta dessa pergunta está no conteúdo e principalmente e na escolha da ferramenta. 

Poderíamos criar um app, mas percebemos que com o WhatsApp conseguiríamos estabelecer uma conversa personalizada entre a marca e cada um dos condutores”, explica Fernando Tchê Gouvêa, sócio e diretor de negócios da Outra Coisa. Um dos maiores desafios da empresa foi driblar algumas limitações do aplicativo, que não permite, por exemplo, o uso de robôs e nem uma comunicação direta com um grupo tão grande.  

A opção pelo WhatsApp também proporcionou ao projeto duas características que hoje são muito valiosas para qualquer comunicação entre marca e pessoas: agilidade e compartilhamento fácil de conteúdo. “Minutos depois que o Comitê Rio 2016 anunciou, no início desta semana, a possibilidade de cada marca patrocinadora do revezamento da Tocha vendê-la aos seus condutores, a Coca-Cola já comunicou aos participantes que eles ganhariam o símbolo”, conta Flavia.

Pelo aplicativo, a Coca-Cola envia aos 2400 integrantes desde mensagens com conteúdo de incentivo até informações e solicitações de dados mais operacionais, já que a condução da Tocha exige uma logística complexa com informações de vôos, numeração de calçado e outras particularidades.

Até agora, o resultado da ação tem superado as expectativas. “Pela grande quantidade e pela qualidade das respostas às mensagens enviadas, dá para perceber que o WhatsApp está funcionando como uma relação one-to-one do Condutor da Tocha com a marca”, acrescenta Tchê.

Fonte:: Promoview

Grupo de médicos no WhatsApp é um dos legados da Copa do Mundo

11/08/2014

Após troca de experiências nos 64 jogos, serviço será mantido e ampliado.
Profissionais destacam atendimento a Neymar e desabamento em BH.

Com milhões de usuários pelo mundo, o mensageiro WhatsApp é um dos legados da Copa do Mundo após se transformar em uma nova ferramenta de trabalho de médicos da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (Sbait). Durante os 64 jogos, os associados do grupo de medicina trocaram informações de atendimentos em dois grupos nas cidades sedes, mas as experiências serão mantidas para possíveis urgências de grandes proporções.

“O grupo é formado por profissionais experientes em atendimentos de traumas e casos graves. Hoje somos médicos de 73 cidades do país, mas podemos aumentar”, explica o presidente da Sbait, Gustavo Fraga, médico que coordena ainda a Disciplina Cirurgia do Trauma na Universidade Estadual de Campinas(Unicamp). Campinas não sediou jogos da Copa, mas recebeu as seleções de Portugal e da Nigéria. A Costa do Marfim ficou em Águas de Lindóia (SP). Campinas foi a cidade que teve hospitais e clínicas credenciadas para receber atletas.  Os jogadores marfinenses Boka e Ya Konan precisaram de ressonâncias magnéticas no Centro Médico, um dos hospitais credenciados pela Fifa.

Criação do grupo

O grupo foi criado pensando em possíveis casos de acidentes com turistas, ações terroristas e conflitos entre ativistas e forças públicas como os ocorridos na Copa das Confederações, evento teste realizado em estádios da Copa em 2013. Entre os meses de fevereiro e maio ocorreram treinamentos com teleconferências.

No mundial, os médicos trocaram fotos e informações sigilosas para atender melhor e mais rápido os pacientes. Os destaques foram à lesão do atacante Neymar Junior no jogo contra a Colômbia e o desabamento do viaduto em Belo Horizonte (MG).

Trabalho de demolição parcial do viaduto que caiu
(Foto: Denilton Dias/O Tempo/Estadão Conteúdo)
Profissionais que trabalharam no Órgão de Ligação da Saúde para Casa Civil da Presidência da República (Olig), no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), disseram que este tipo de aplicativo funciona bem quando há um moderador ativo.”Com isso conseguimos também ajuda mais rápido e otimizamos recursos”, ressalta Gustavo Fraga.

Médicos que tiverem interesse em participar do grupo devem procurar o Sbait, mas é necessário ter experiência em atendimento de traumas, uma das maiores causas de morte no Brasil como acidentes de trânsito e homicídios.

Fonte: G1


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