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Com brilho de coadjuvantes, Brasil vence amistoso pós-Copa

Foto: Pedro Matins/MoWA Press

07/09/2018 

Um amistoso nunca poderá ser comparado a um jogo de Copa do Mundo, mas a Seleção Brasileira começou a exorcizar o fracasso no Mundial da Rússia com uma vitória tranquila em cima dos Estados Unidos na noite dessa sexta-feira, por 2 a 0, em Nova Jersey.

Apesar de Tite ter começado o confronto no estádio MetLife com dez jogadores que estiverem com o grupo canarinho eliminado nas quartas de final da Copa pela Bélgica, aqueles que ainda procuram cravar seu lugar na Seleção foram os destaques do triunfo brasileiro.

Em um primeiro tempo morno, com muito toque de bola e pouca ação ofensiva, os pentacampeões souberam ser efetivos. Logo na primeira jogada mais incisiva, o Brasil abriu o placar.

Douglas Costa, reserva de Willian na Copa do Mundo, passou pela marcação com muita velocidade, pela ponta direita, e cruzou no pé de Roberto Firmino, outro que pressionou Gabriel Jesus durante todo o Mundial, mas acabou preterido da titularidade. Nessa sexta, o atacante do Liverpool voltou a mostrar seu faro de gol. Foi o oitavo de Firmino com a camisa verde e amarela.

Os comandados de Tite chegaram a deter 81% de posse de bola durante a disputa, e só viram os donos da casa crescerem após levarem o gol. Apesar de um susto ou outro, sempre por causa das jogadas aéreas, o Brasil em nenhum momento perdeu o controle do jogo.

E tudo ficou mais fácil depois que Fabinho, único titular de Tite contra os Estados Unidos que sequer figurou na convocação para ir à Rússia, resolveu apostar na jogada individual. Dentro da área, o lateral acabou derrubado por Trapp. Pênalti que Neymar, agora capitão fixo, não desperdiçou.

Na etapa final, a partida manteve o mesmo panorama, com muita troca de passes e o Brasil perigoso sempre que tentava uma jogada mais aguda. Douglas Costa, destaque do jogo, de novo conseguiu abrir o espaço na defesa norte-americana, mas dessa vez Neymar não pegou bem na bola e o zagueiro Miazga evitou o gol quase em cima da linha.

A partir dos 20 minutos, Tite começou a fazer seus experimentos. Primeiro, Willian e Arthur substituíram Douglas Costa e Fred. Pouco depois, Lucas Paquetá e Richarlison entraram nas vagas de Coutinho e Firmino. E, já mais perto do fim, Dedé e Everton foram a campo para as saídas de Thiago Silva e Neymar.

Apesar da gana dos mais jovens e principalmente daqueles que estavam recebendo a primeira oportunidade com a camisa da Seleção Brasileira, a equipe canarinho acabou sentindo a falta de entrosamento. Mesmo assim, em nenhum momento a vitória esteve ameaçada. Diante do apito final, os aplausos dos torcedores brasileiros, que comparecerem em bom número, serviram como ânimo para a retomada de um sonho, que novamente teve dado seu pontapé inicial nessa sexta.

A Seleção Brasileira agora viaja até Washington. Na terça-feira, às 21h30 (horário de Brasília), o time de Tite encara El Salvador, em um novo amistoso, esse sim, provavelmente com a participação dos novatos por mais tempo.

FICHA TÉCNICA

ESTADOS UNIDOS 0 X 2 BRASIL

Local: Estádio MetLife, em Nova Jersey (Estados Unidos)
Data: 7 de setembro de 2018, sexta-feira
Horário: 21h05 (de Brasília)
Árbitro: Fernando Guerrero (MEX)

GOLS:
Brasil: Roberto Firmino, aos 10, e Neymar, aos 43 minutos do 1T

ESTADOS UNIDOS: Steffen; DeAndre Yedlin, Matt Miazga, Brooks e Antonee Robinson; Adams, McKennie (Delgado), Trapp (Roldan) e Arriola (Acosta); Julian Green (Weah) e Bobby Wood (Zardes)
Técnico: Dave Sarachan



BRASIL: Alisson; Fabinho, Marquinhos, Thiago Silva (Dedé) e Filipe Luís; Casemiro, Fred (Arthur) e Philippe Coutinho (Paquetá); Douglas Costa (Willian), Roberto Firmino (Richarlison) e Neymar (Everton)
Técnico: Tite





Os ‘sem-Copa’: a vida de Itália, Holanda e EUA fora do Mundial

O goleiro Gianluigi Buffon lamenta eliminação da Itália da Copa da Rússia, após empate com a 
Suécia, em Milão (Marco Luzzani/Getty Images)

02/01/2018

Uma seleção tetracampeã do mundo, outra com tradição em Mundiais e uma força emergente do futebol não irão à Rússia e precisarão se reinventar

Por Marcelo Laguna 

Até 15 de julho, data da final da Copa do Mundo da Rússia 2018, o ano não trará boas lembranças para três países que foram barrados da maior festa do futebol. Se pudessem, Itália, Holanda e Estados Unidos começariam o próximo ano já em agosto, por conta da frustração de não terem conseguido vaga nas Eliminatórias para o próximo Mundial.

No caso dos italianos, trata-se de um vexame que vem abalando as estruturas de um dos gigantes do futebol.  Tetracampeã mundial – levantou a taça em 1934, 38, 82 e 2006 -, será a primeira vez, desde a Copa de 1958, que a Itália não irá a uma Copa do Mundo. E foi uma eliminação com requintes de crueldade.

Não ter conseguido superar a Suécia em duas partidas na repescagem europeia – derrota na casa do rival por 1 a 0 e um dramático empate em 0 a 0 em Milão – acabou custando o cargo do técnico Gian Piero Ventura, que já vinha sendo bastante criticado pelos torcedores e imprensa desde que assumiu o posto, no lugar de Antonio Conte.

Desclassificação da Copa do Mundo da Rússia determinou a aposentadoria do 
goleiro Gianluigi Buffon da seleção da Itália (Valerio Pennicino/Getty Images)

O fiasco também teve reflexo no homem-forte do futebol italiano. Uma semana após a eliminação diante dos suecos, Carlo Tavecchio, presidente da FIGC (Federação Italiana de Futebol) entregou o cargo. O drama de ficar fora de uma Copa do Mundo, no caso da Itália, vai além das quatro linhas. Estima-se que só a federação italiana irá amargar um prejuízo de 390 milhões de reais. O ministro de Esportes do país, Luicca Lotti, foi categórico. “É preciso refundar todo o futebol italiano, desde os jovens até a Série A”, afirmou, em uma reunião do comitê olímpico italiano.

Holanda sem rumo

A péssima campanha das Eliminatórias da Europa para a Copa da Rússia acabou custando a vaga de outra importante seleção do futebol mundial. Mesmo sem nunca ter sido campeã, a Holanda está entre as grandes da história das Copas, com três vice-campeonatos (Alemanha 1974, Argentina 1978 e África do Sul 2010), além de um terceiro lugar (Brasil 2014). Toda a tradição não bastou para que os holandeses ao menos conquistassem uma vaga na repescagem do forte Grupo A, ficando atrás de França e Suécia.

O futuro também é nebuloso para o futebol holandês. Contratado em maio para substituir Danny Blind e tentar evitar o vexame da eliminação, o veterano treinador Dick Advocaat entregou o cargo. Sem definir o substituto, a Holanda ainda viu o grande ídolo Arjen Robben anunciar a aposentadoria da seleção, após o final das Eliminatórias.


Robben reclama de marcação da arbitragem durante partida contra a Suécia, pelas 
Eliminatórias Europeias. O ídolo holandês deu adeus à seleção holandesa após a 
eliminação (Toussaint Kluiters/Reuters)

Eliminatórias: Holanda x Suécia

Robben reclama de marcação da arbitragem durante partida contra a Suécia, pelas Eliminatórias Europeias. O ídolo holandês deu adeus à seleção holandesa após a eliminação (Toussaint Kluiters/Reuters)

Mudança geral nos Estados Unidos

Presença constante nas Copas do Mundo desde a edição de 1990, na Itália, a seleção dos Estados Unidos sempre entrava nas Eliminatórias da Concacaf na condição de favorita absoluta para ficar com uma das vagas do continente para os Mundiais. Uma realidade bem diferente foi exibida aos americanos nesta qualificação para a Rússia. Uma inacreditável derrota para Trinidad e Tobago por 2 a 1 deixou o time americano fora, enquanto o Panamá comemorava uma inédita classificação.

Eliminação para a Copa da Rússia custou o empregou de Bruce Arena na seleção 
dos EUA (Henry Romero/Reuters)

Ser barrado na próxima Copa trará sérias consequências na estrutura do próprio “soccer”, como o futebol é conhecido nos Estados Unidos. Além da esperada demissão do técnico Bruce Arena, que entregou o cargo após a derrota contra Trinidad e Tobago, o presidente da US Soccer, a federação americana, Sunil Gulati, já declarou que não pretende seguir no comando da entidade. Isso serviu para despertar o desejo de mudanças, tanto que nove candidatos já anunciaram o desejo de concorrer na próxima eleição, prevista para acontecer em fevereiro. Entre eles, até mesmo a ex-goleira Hope Solo pleiteia o desejo de comandar o futebol nos Estados Unidos, após o vexame nas últimas Eliminatórias.

Fonte: VEJA

EUA PRETENDEM REALIZAR “TORNEIO DE CONSOLAÇÃO” A PAÍSES QUE NÃO VÃO À COPA

Derrotada pela Suécia, a Itália é uma das seleções que não irão a Rússia 
em 2018 (Foto: Miguel Medina/AFP)

17/11/2017

A Federação de Futebol dos Estados Unidos estuda elaborar um torneio amistoso paralelo à Copa do Mundo 2018, reunindo as seleções que ficaram de fora do mundial do ano que vem. Segundo a informação veiculada pela emissora Fox e pelo jornal USA Today, os países convidados à competição seriam: Itália, Holanda, Chile, Gana, entre outras, além da própria equipe norte-americana, que seria a anfitriã do campeonato..

Membros da federação confirmaram a possibilidade de realização deste “torneio de consolação”, contudo, afirmaram que tudo não passa de uma ideia, que nem sequer foi levada à Fifa ou às outras federações envolvidas. O fato de ocorrer durante a Copa do Mundo da Rússia poderia ser um empecilho, já que o mundial é o principal produto da entidade maior do futebol.

O ‘mundialito’ seria uma oportunidade para recuperar o alto investimento das emissoras norte-americanas na compra dos direitos comerciais da Copa. Apostando que os EUA estariam classificados, foram desembolsados cerca de 200 milhões de dólares na compra destes. Com a grande diferença de fuso para a Rússia, as emissoras poderiam transmitir ambos os torneios.

PELA PRIMEIRA VEZ DESDE 1986, ESTADOS UNIDOS FICAM DE FORA DA COPA DO MUNDO

© Reuters/ Russia Picture Service

16/10/2017

A seleção de futebol dos Estados Unidos não irá à Rússia.

Após perder para o selecionado de Trinidade e Tobago por 2 a 1, a equipe estadunidense ficou de fora da zona de classificação das eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia de 2018.

A equipe de Trinidade e Tobago fez seus dois gols no primeiro tempo e os Estados Unidos descontaram na segunda parte da partida, com Christian Pulisic, mas o resultado não foi suficiente para garantir a classificação. Um empate bastaria para classificar os Estados Unidos.

A última vez que os Estados Unidos ficaram de fora da competição foi em 1986, quando a Copa foi realizada no México. 


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CANDIDATURA DE CANADÁ, EUA E MÉXICO DIVULGA LISTA DE 44 POTENCIAIS SEDES À COPA DE 2026



19/08/2017

Por: Leandro Stein

Cada vez mais, a Copa do Mundo de 2026 começa a ganhar forma. Se o Marrocos oficializou sua candidatura na última semana, o projeto em conjunto da América do Norte está um passo à frente. Canadá, Estados Unidos e México divulgaram nesta semana uma lista de 44 cidades (e 49 estádios) que poderão ser selecionados ao Mundial. O Comitê Organizador enviou requerimentos a cada uma delas, pedindo informações e a manifestação de interesse em receber o torneio. Espera, assim, fechar a lista de cidades-sede para a proposta oficial que será enviada à Fifa até março do próximo ano.

Segundo o Comitê, a ideia é selecionar entre 20 e 25 cidades. Ao menos 12 dessas serão escolhidas posteriormente para receber os jogos, enquanto as demais participariam como bases de treinamentos ou como pontos de apoio à organização da Copa do Mundo. Vale lembrar que o Mundial de 2026 será o primeiro a ser realizado com 48 seleções, o que demanda principalmente um alto número de municípios capazes de recepcionarem as equipes. Não à toa, os líderes municipais foram questionados sobre diferentes informações infraestruturais.

Cada uma das sedes previamente escolhidas possui estádios com capacidade para ao menos 40 mil espectadores. Além disso, não foram limitados apenas praças esportivas ligadas ao futebol, mas também outras que geralmente abrigam eventos de futebol americano. O Comitê ainda enfatiza que as “aspirações para desenvolver o futebol” serão consideradas para a seleção, assim como uma estrutura sustentável ao evento e o impacto social positivo que as melhorias podem trazer à comunidade local.

“As cidades-sede incluídas na nossa proposta serão vitais ao nosso sucesso – não apenas por causa da estrutura e da habilidade para organizar grandes eventos, mas porque elas estarão comprometidas em desenvolver o futebol, aproveitando o impacto de receber uma Copa do Mundo, e olhando além do jogo para trazer uma contribuição positiva às nossas comunidades e ao mundo. Nós tivemos ótimas respostas até agora e esperamos trabalhar de maneira estreita com cada cidade”, declarou John Kristick, diretor do Comitê Executivo.

Vale ressaltar, no entanto, como o projeto acaba se concentrando nos Estados Unidos. O Canadá possui apenas sete cidades pré-selecionadas, enquanto o México (do qual poderia se esperar muito mais, por sua enorme base de torcedores e até pelo investimento em sua estrutura nos últimos anos) teve míseras três sedes apontadas. Confira a lista completa:

Estados Unidos (34 cidades, 37 estádios)

Atlanta, GA Mercedes-Benz Stadium 75,000
Baltimore, MD M&T Bank Stadium 71,008
Birmingham, AL Legion Field 71,594
Boston, MA (Foxborough, MA) Gillette Stadium 65,892
Charlotte, NC Bank of America Stadium 75,400
Chicago, IL Soldier Field 61,500
Cincinnati, OH Paul Brown Stadium 65,515
Cleveland, OH FirstEnergy Stadium 68,710
Dallas, TX Cotton Bowl 92,100
Dallas, TX (Arlington, TX) AT&T Stadium 105,000
Denver, CO Mile High 76,125
Detroit, MI Ford Field 65,000
Green Bay, WI Lambeau Field 81,441
Houston, TX NRG Stadium 71,500
Indianapolis, IN Lucas Oil Stadium 65,700
Jacksonville, FL EverBank Field 64,000
Kansas City, MO Arrowhead Stadium 76,416
Las Vegas, NV Raiders Stadium 72,000
Los Angeles, CA Los Angeles Memorial Coliseum 78,500
Los Angeles, CA (Inglewood, CA) LA Stadium at Hollywood Park TBD
Los Angeles, CA (Pasadena, CA) Rose Bowl 87,527
Miami, FL Hard Rock Stadium 65,767
Minneapolis, MN U.S. Bank Stadium 63,000
Nashville, TN Nissan Stadium 69,143
Nova Orleans, LA Mercedes-Benz Superdome 72,000
Nova York/Nova Jersey MetLife Stadium 82,500
Orlando, FL Camping World Stadium 65,000
Philadelphia, PA Lincoln Financial Field 69,328
Phoenix, AZ (Glendale, AZ) University of Phoenix Stadium 73,000
Pittsburgh, PA Heinz Field 68,400
Salt Lake City, UT Rice-Eccles Stadium 45,807
San Antonio, TX Alamodome 72,000
San Diego, CA Qualcomm Stadium 71,500
San Francisco/San Jose, CA Levi’s Stadium 75,000
Seattle, WA CenturyLink Field 69,000
Tampa, FL Raymond James Stadium 73,309
Washington, DC (Landover, MD) FedEx Field 82,000

Canadá (7 cidades, 9 estádios)

Calgary, Alberta McMahon Stadium 35,650
Edmonton, Alberta Commonwealth Stadium 56,335
Montréal, Québec Stade Olympique 61,004
Montréal, Québec Stade Saputo 20,801
Ottawa, Ontario TD Place Stadium 24,341
Regina, Saskatchewan Mosaic Stadium 30,048
Toronto, Ontario Rogers Centre 53,506
Toronto, Ontario BMO Field 28,026
Vancouver, British Columbia BC Place 55,165

México (3 cidades, 3 estádios)

Guadalajara, Jalisco Estádio Chivas 45,364
Cidade do México Estádio Azteca 87,000
Monterrey, Nuevo León Estádio Rayados 52,237

Fonte: Trivela

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EUA SOFREM DERROTA POLÍTICA, E FIFA VAI ACEITAR OUTRAS CANDIDATURAS PARA A COPA DE 2026

EUA tem a expectativa de sediar mais uma Copa do Mundo, depois do 
sucesso em 1994 (Foto: Getty Images)

10/05/2017

Entidade antecipa prazo de escolha de 2020 para 2018 e mantém regra que impede mundiais seguidos no mesmo continente

Por Martín Fernandez, Manama, Bahrein

Os Estados Unidos sofreram uma grande e inesperada derrota política na Fifa nesta terça-feira. Junto com o Canadá e o México, os EUA tentaram uma manobra para evitar que a Fifa aceitasse outras candidaturas a sede da Copa de 2026. O movimento foi derrubado pelo do Conselho da Fifa – o órgão que toma as decisões mais importantes na entidade – que considerou a proposta pouco transparente e decidiu pelo veto.

A Fifa então estabeleceu um prazo de três meses para que novas candidaturas sejam apresentadas. Essas candidaturas serão analisadas no Congresso anual da entidade em 2018, pouco antes da Copa da Rússia. Dirigentes dos EUA ficaram bastante contrariados com a decisão do Conselho. Ainda assim, é muito provável que a candidatura tripla apresentada por México, EUA e Canadá seja a única apresentada.

A Copa de 2026 será a primeira disputada por 48 seleções, e a primeira cuja sede será escolhida no voto das 210 associações nacionais que compõem a Fifa. Até então, a decisão era tomada pelo antigo Comitê Executivo (hoje nomeado Conselho Fifa). Nesta terça-feira, o Conselho da Fifa também decidiu manter a regra que impede a realização de uma Copa do Mundo no mesmo continente que sediou a última ou a penúltima edição do torneio.

Na prática, isso impede que a Europa e a Ásia concorram por 2026 e 2030, já que os mundiais de 2018 e 2022 serão realizados nesses continentes (Rússia e Catar). A consequência da manutenção desta regra é que fica mais difícil o caminho para a China se candidatar em 2030, o que abre espaço para uma tentativa da Conmebol de levar a Copa do Mundo de volta para o Uruguai (junto com a Argentina) 100 anos depois do primeiro mundial.

Fonte: Globo Esporte


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TÉCNICO DOS EUA SONHA COM TÍTULO DA COPA DO MUNDO EM 2026

Foto: Divulgação / US Soccer
14/04/2017

Técnico da seleção dos Estados Unidos, Bruce Arena se mostrou esperançoso com a candidatura do país, juntamente com México e Canadá, para sediar a Copa do Mundo de 2026. Segundo ele, sua equipe tem grandes chances de ser campeã mundial caso o torneio seja disputado na América do Norte.

"Em 1994 acho que os Estados Unidos eram vistos como um país emergente no jogo, e a Fifa queria levar o país para o jogo. Acho que em 2026 nós estaremos totalmente integrados ao jogo e teremos peso. Então acho que 2026 será quando nós vamos começar a falar sobre ganhar a Copa do Mundo, para ser honesto. Isso não era possível em 1994, não seria em 2010, mas em 2026 pode ser a nossa hora. Acho que essa vai ser a diferença", afirmou Arena. Ele foi o comandante americano na melhor campanha da equipe em Copas do Mundo, quando foi eliminado em 2002 nas quartas de final pela Alemanha. Ele espera que consiga permanecer na equipe até a possível campanha como anfitrião.

"Isso é uma vantagem. E pense sobre onde vamos estar em nove anos. Pense onde estávamos em 1994, 1998, continue e pense onde nós estaremos daqui oito, nove anos na nossa liga, oito, nove anos com o desenvolvimento de jogadores ao redor do mundo e jogando a Copa do Mundo no nosso país. Acho que nós estaremos posicionados como um grande time em 2026", avaliou.

Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, que será realizada na Rússia, os Estados Unidos estão na quarta posição e terão que disputar a repescagem caso mantenham a colocação.

Após mau desempenho, Klinsmann é demitido da seleção dos EUA

Técnico dos EUA desde de 2011, Klinsmann fez grande campanha na 

Copa de 2014 (Foto: Jamie Sabau/Getty Images/AFP)
21/11/2016 

Jurgen Klinsmann não é mais técnico da seleção dos Estados Unidos. No fim da tarde desta segunda-feira, o presidente da US Soccer, federação de futebol do país, Sunil Gulati, anunciou a decisão e que mais detalhes serão dados no futuro. Os EUA estão com um desempenho muito ruim nas Eliminatórias da Concacaf para a Copa de 2018, amargando a última colocação sem nenhum ponto ganho.

“Tomamos hoje a difícil decisão de nos separarmos de Jurgem Klinsmann, o treinador e diretor técnico da seleção dos Estados Unidos. Queremos agradecer Jurgen pelo seu trabalho duro e comprometimento durante esses cinco anos. Ele tinha orgulho da responsabilidade de conduzir o nosso planejamento e houveram avanços significativos no caminho”, disse a US Soccer em nota emitida em seu site.

Klinsmann assumiu a seleção dos EUA em julho de 2011, depois de um bom trabalho na frente da Alemanha, conquistando o terceiro lugar da Copa do Mundo de 2010. No país norte-americano, o treinador tinha a missão de popularizar o futebol no país e desenvolver uma nova geração na seleção nacional. Nos seus mais de cinco anos de trabalho, o técnico contabilizou 55 vitórias, 27 empates e 16 derrotas e o título da Copa Ouro de 2013.



O auge do seu trabalho foi na Copa de 2014, disputada no Brasil. Os EUA caíram no grupo G, considerado o grupo da morte, ao lado de Alemanha, Portugal e Gana. Ainda assim, Klinsmann conseguiu a classificação. Na fase final, o time foi eliminado na prorrogação das oitavas de final pela Bélgica.

Durante as Eliminatórias para 2018, no entanto, o time não conseguiu manter o mesmo desempenho. Apesar de ter se classificado em primeiro do grupo C, os EUA fazem uma campanha sofrível no hexagonal final. Nos dois jogos disputados até aqui, a seleção perdeu para o México em casa e foi goleada pela Costa Rica, amargando a lanterna da competição. Para garantir vaga no torneio mundial, o time tem que estar entre os três primeiros colocados.


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ELIMINATÓRIAS: Estados Unidos são goleados por Costa Rica e se complicam na Concacaf

Americanos foram superados com sobras por uma inspirada Costa Rica  
Foto: AFP/EZEQUIEL BECERRA

16/11/2016 

A seleção estadunidense não começou bem no hexagonal final das Eliminatórias da Concacaf para a Copa do Mundo de 2018. Jogando pela segunda rodada desta fase, os americanos sofreram dura goleada para a Costa Rica na madrugada desta quarta-feira, no Estádio Nacional, em San José, por 4 a 0, em atuação de gala dos anfitriões. Joel Campbell (duas vezes), Bolaños e Venegas foram os autores do gol do triunfo.

Os Estados Unidos ficam em situação complicada na tabela do hexagonal, na sexta e última posição e sem nenhum ponto ganho após a duas derrotas nos dois jogos já disputados. A Costa Rica, 100% nos compromissos iniciais, lidera com 6 pontos.

Ainda há tempo para os comandados de Klinsmann se recuperarem nas oito rodadas restantes que definirão os participantes da América Central e do Norte na Copa da Rússia, no entanto, a distância já começa a se projetar como longa, já que são 3 pontos de diferença para o quarto colocado, hoje Honduras, que ocupa a vaga de repescagem.

Em campo, os donos da casa impuseram superioridade sobre o time estadunidense, que não conseguiu resistir ao bom futebol da equipe caribenha. Como resultado, o primeiro tempo terminou com o placar positivo para os anfitriões, graças ao gol de Johan Venegas aos 44 minutos.

Foi na segunda etapa, no entanto, que a Costa Rica embalou, e liquidou o duelo graças a eficiência de seus homens de frente e a passividade da defesa americana. Bolaños aproveitou assistência de Bryan Ruiz para ampliar aos 23, enquanto Joel Campbell foi oportunista e rapidamente anotou duas vezes aos 29 e 33 minutos para fechar a goleada.

Panamá segura México em casa – O Panamá conseguiu resultado importante contra o embalado México de Juan Carlos Osório, dentro de casa, no estádio Rommel Fernandez. Após terem batido os Estados Unidos na primeira rodada do hexagonal, os mexicanos não saíram do empate sem gols com os anfitriões, que também ostentam bom começo na fase de definição das Eliminatórias da Concacaf. Ambas as equipes somam quatro pontos e ocupam a segunda e terceira posições do grupo – com o México a frente – que dão vagas diretas para a Copa.


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Em meio à tensão política, México vence EUA fora de casa nas Eliminatórias

Com gols de Miguel Layun e Rafael Marquez, mexicanos levaram a melhor em Ohio
Jamie Sabau/Getty Images/AFP
14/11/2016

Os últimos dias foram particularmente turbulentos na já turbulenta relação entre Estados Unidos e México. Diante da eleição do republicano Donald Trump à presidência norte-americana para os próximos quatro anos (2017 a 2020), os mexicanos passaram a conviver com possibilidades nada agradáveis – desde a deportação pouco criteriosa de imigrantes sem documentos até a construção de um muro na fronteira entre os dois países.

Nesta sexta-feira, porém, a tensão ficou em segundo plano na cidade de Columbus, em Ohio, palco da partida entre as seleções dos dois países pela terceira fase das Eliminatórias da Concacaf para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. O jogo encerrou a primeira das dez rodadas do minitorneio que define os classificados de Américas Central e do Norte (mais Caribe) ao próximo Mundial de seleções da Fifa.

Em campo, porém, foi o México que levou a melhor, vencendo por 2 a 1 com direito a um gol no fim da partida. Miguel Layun e Rafael Marquez fizeram para os visitantes, enquanto Bobby Wood anotou para os mandantes. Assim, os mexicanos largaram na frente por uma vaga na Copa 2018.

Palco polêmico?

A realização do jogo poucos dias após a eleição de Trump à presidência dos EUA foi cercada de polêmicas. Entre elas, a escolha do palco do jogo: o Mapfre Stadium, em Columbus. Embora o estado de Ohio seja considerado um "swing state" nas eleições (ou seja, sem predominância histórica de Republicanos ou Democratas), os mexicanos não gostaram da escolha por dois motivos: a torcida norte-americana, mais fiel ali do que em outras regiões, e a pouca presença de imigrantes. Diante da esperada minoria nas arquibancadas, os dirigentes mexicanos reclamaram de poucos ingressos para sua torcida.

O Mapfre Stadium, em Columbus (Ohio), antes do jogo EUA x México
US Soccer/Divulgação

Palco histórico - culpa do 'Dos a Cero'

A seleção dos Estados Unidos, entretanto, tem muito carinho com a cidade de Columbus, em especial como local de jogos contra o México. Foi lá que, em 2001, a equipe derrotou a adversária por 2 a 0, com gols de Josh Wolff e Earnie Stewart, e quebrou um tabu histórico: foi a primeira vitória dos norte-americanos contra os vizinhos do sul em Eliminatórias para Copas do Mundo desde 1980. Foi, de quebra, a terceira vitória por 2 a 0 placar em pouco tempo - os EUA bateram o México na Copa Ouro de 1991 e em amistoso em 2000 pelo mesmo placar. A torcida dos Estados Unidos se refere com frequência àquele jogo de 2001 como o Dos a Cero, apelido que acabou 'batizando' o dérbi.

Fonte: UOL

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Amistosos: Seleção dos Estados Unidos volta a Havana e vence Cuba

Primeiro jogo realizado entre as duas equipes na ilha em 69 anos terminou 2 a 0 
para os americanos | Foto: Kevin C. Cox / Getty Images North America / AFP / CP

08/10/2016

A quase inexistente relação entre os Estados Unidos e Cuba desde que Fidel Castro assumiu o poder na ilha caribenha, em 1959, fez com que as seleções de futebol dos dois países ficassem longos 69 anos sem disputar amistosos. O tabu chegou ao fim nesta sexta-feira, quando os norte-americanos visitaram Havana e venceram por 2 a 0, em um jogo histórico.

Com a recente aproximação e a gradual retomada das relações entre Cuba e Estados Unidos, o amistoso jogado nesta sexta-feira foi mais um ato diplomático/esportivo. Em maio do ano passado, o New York Cosmos, mais icônico clube de futebol dos EUA, fez a primeira viagem a Cuba de um time profissional norte-americano – de qualquer modalidade – em 16 anos.

Depois, em março deste ano, o Tampa Bay Rays jogou em Havana contra a seleção de Cuba de beisebol, em partida assistida pessoalmente pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e pelo líder cubano Raúl Castro, em meio à primeira visita de um presidente norte-americano a Cuba em 88 anos.

O resultado do amistoso desta sexta-feira, assim, era o menos importante. O jogo valia como teste para os Estados Unidos, que, em novembro, enfrentam o México pela primeira rodada da última fase das Eliminatórias da Concacaf para a Copa de 2018. Cuba, que até jogou a Copa Ouro do ano passado, não vence pelas Eliminatórias desde 2008 e já foi eliminada da corrida para a Rússia faz tempo. Wondolowski e Green fizeram os gols da partida.


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EUA e Honduras obtêm últimas vagas no hexagonal da Concacaf para a Copa de 2018



08/09/2016

As seleções de Estados Unidos e Honduras conseguiram nesta terça-feira as últimas vagas no hexagonal decisivo das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, que será na Rússia. A partir de outubro, seis seleções – as outras são México, Costa Rica, Panamá e Trinidad & Tobago – jogarão entre si em dois turnos e, aos final de 10 rodadas, os três primeiros se classificarão direto ao Mundial e o quarto colocado jogará uma repescagem contra um representantes da Ásia.

Pelo Grupo C, os Estados Unidos precisavam só de um empate em casa contra a já classificada seleção de Trinidad & Tobago, mas fez melhor e goleou por 4 a 0 – gols de Altidore (duas vezes), Sacha Kljestan e Paul Arriola. Assim, o time comandado pelo técnico alemão Jurgen Klinsmann avançou como o líder da chave com 13 pontos, contra 11 dos trinitinos.

Quem ainda tinha chances era a Guatemala, que precisava de uma goleada em casa sobre a já eliminada seleção de São Vicente e Granadinas, uma ilha do Caribe, e de uma derrota dos Estados Unidos. O tropeço norte-americano não aconteceu, mas o placar elástico sim. E de uma forma pouco comum no futebol: 9 a 3. Carlos Ruiz foi o grande destaque com cinco gols marcados. Gerson Tinoco, Jairo Arreola, Rafael Morales e Jean Marquez fizeram os outros dos guatemaltecos, que terminaram o grupo com 10 pontos.

No Grupo A, a classificação de Honduras veio com o empate sem gols com o México, fora de casa. Assim, os hondurenhos ficaram na segunda colocação com oito pontos – contra sete do Canadá, que como mandante derrotou El Salvador por 3 a 1. Os mexicanos terminaram na liderança com 16 pontos.

GRUPO B – Na única chave já definida antes da rodada final desta terceira fase das Eliminatórias da Concacaf, Costa Rica e Panamá fizeram um duelo de classificados em San José. E os donos da casa confirmaram a liderança com a vitória por 3 a 1. Os costarriquenhos chegaram a 16 pontos, contra 10 dos panamenhos.

No outro jogo da chave, o Haiti derrotou a Jamaica por 2 a 0, em Kingston, e obteve o primeiro triunfo nesta fase. No entanto, ambos terminaram eliminados com quatro pontos cada.

Fonte: Istoé

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EUA vencem fácil e assume liderança do Grupo C das Eliminatórias

Altidore foi o autor do terceiro gol da temporada (Foto: Divulgação/ USS)

02/09/2016

Os EUA seguem como esperado o caminho rumo à classificação para a Copa do Mundo de 2018. Visitando a modesta seleção de São Vicente e Granadinas, no estádio Arnos Vale, pelas Eliminatórias da América do Norte e Central, o time norte-americano foi arrasador e goleou por 6 a 0. Bobby Wood, Matt Besler, Jozy Altidore, Chirstian Pulisic, duas vezes e Kjestan selaram a goleada da tarde desta sexta-feira.

Contando com peças que figuram, inclusive, em clubes de expressão da Europa, como o lateral Yedlin e o goleiro Guzan, ambos titulares em equipes da Primeira Divisão Inglesa, os visitantes apresentaram um futebol dominante, prezando pela posse de bola e chegando com muita criatividade ao ataque. Eles trataram de aplicar 3 a 0 ainda na primeira etapa e só fecharam a conta nos 45 minutos finais.

Com o resultado, os EUA garantiram temporariamente a liderança do Grupo C das Eliminatórias, chegando aos mesmo 10 pontos de Trinindad e Tobago, que tem um jogo a menos e leva desvantagem nos critérios de desempate.

Buscando garantir definitivamente o primeiro lugar da chave, os norte-americanos voltam a campo na próxima terça-feira, para enfrentar Trinindad e Tobago, em Jacksonville.

Confira os principais jogos desta sexta-feira, pelas Eliminatórias para a Copa de 2018 (horários de Brasília):

16h30 São Vicente e Granadinas 0 x 6 EUA
18h Honduras x Canadá
20h Trinindad e Tobago x Guatemala
21h Haiti x Costa Rica
22h30 Panamá x Jamaica
23h El Salvador x México


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