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VOLUME DE NEGÓCIOS DE APOSTAS NA COPA DO MUNDO ATINGIU €136 BILHÕES



24/08/2018

Após a conclusão da 21ª edição da Copa do Mundo da FIFA, uma análise do volume de apostas foi realizada pela FIFA e pela Sportradar. Esta análise constatou que o volume total de apostas globais para o torneio foi estimado em € 136 bilhões e nenhum comportamento de manipulação de partidas foi detectado.

A FIFA, em conjunto com seus parceiros de integridade e em particular com seu provedor de serviços Sportradar, identifica e analisa o comportamento e os padrões de apostas em várias competições nacionais e internacionais de futebol em todo o mundo, incluindo a recente Copa do Mundo da FIFA na Rússia.

A média das partidas da Copa do Mundo da FIFA de 2018 na Rússia teve um faturamento global estimado de € 2,1 bilhões, com a final entre a Croácia e a França gerando um faturamento estimado de € 7,2 bilhões em todo o mundo.

A Croácia teve o maior volume médio de apostas por jogo e, com toda a probabilidade, teria sido uma equipe muito lucrativa para as casas de apostas a nível mundial com:

- Abertura de probabilidades de cerca de 34,0

- Ser o azarão em suas vitórias contra a Argentina e a Inglaterra

- As partidas dos oitavos-de-final, quartas e semifinais sendo decididas durante a prorrogação ou por pênaltis. Como as casas de apostas liquidam todas as apostas vencedoras da partida com base no resultado após 90 minutos, os três empates nessas partidas seriam os menos favorecidos pelos apostadores

Além de várias medidas tomadas pela FIFA para prevenir e enfrentar possíveis situações de risco associadas à manipulação de partidas antes e durante a Copa do Mundo de 2018 na Rússia, a competição foi monitorada de perto por qualquer suspeita de padrões de apostas suspeitas a fim de preservar a imparcialidade dos torcedores, jogadores e o próprio torneio.

O Sistema de Detecção de Fraudes da Sportradar monitorou mais de 550 operadores de apostas em todo o mundo, gerando alguns alertas durante a competição, que são facilmente explicados pelos mercados ajustando as probabilidades de abertura após a primeira ou segunda partida.

Após uma análise qualitativa detalhada do volume geral e das probabilidades de movimentação dentro do mercado de apostas, nenhuma partida na Copa do Mundo da FIFA de 2018 na Rússia foi considerada suspeita de manipulação ou fraude de apostas.

Fonte: GMB / FIFA

PRESENÇA DAS MULHERES NA COPA DO MUNDO DE 2018



24/08/2018

É evidente que as mulheres ainda têm pouca participação no esporte no Brasil e no mundo, mesmo que os números tenham aumentado nas últimas décadas. Em algumas modalidades isso fica mais evidente, como é o caso do futebol. É difícil ver mulheres participando ativamente na beira dos gramados ou na gestão esportiva de grandes ou pequenos clubes de futebol, fato este explicado pela consolidação de uma cultura machista e conservadora que se alastrou em alguns “campos” sociais.

Para deixar isso mais claro, vamos analisar os fatos que aconteceram na Copa do Mundo FIFA (2018): você viu ou ouviu dizer que alguma mulher estava à frente como treinadora, gestora ou supervisora de alguma equipe que disputou a competição? Se prestássemos atenção nesse pequeno detalhe, perceberíamos que infelizmente o futebol ainda é “coisa de macho”, conforme alguns jargões da linguagem brasileira.

Infelizmente, em pleno século XXI a mulher teve pouco espaço no espetáculo da Copa do Mundo “dos homens” (2018).  Se observássemos a fundo todas as comissões técnicas, o que poderíamos notar eram algumas mulheres agentes da FIFA trabalhando nos bastidores dos jogos. Nem árbitras de campo ou vídeo e nem bandeirinhas compunham o quadro de arbitragem da Copa do Mundo. O que nos restou foi apreciar as lindas mulheres que as mídias filmavam nos intervalos ou nos momentos de descontração dos jogos, demonstrando com clareza onde era o nosso lugar.

Quando achei que tudo estava perdido, procurei por mais informações e encontrei uma luz no fim do túnel: a croata Iva Olivari, gerente do time da Croácia, seleção que não apenas impressionou com seu futebol apresentado até a final da Copa do Mundo contra a França, mas exibiu para o mundo, jogo após jogo, uma mulher no banco de reserva, sempre bem vestida com sua saia abaixo do joelho combinada com o blazer e camisa branca.

Além de Iva, a equipe da Croácia levou à Rússia mais três mulheres, sendo Nika Bahtijarevic, assessora de imprensa; Helena Puskar, coordenadora de eventos, e Koraljka Petrinovic, gerente de marketing. O quadro total de mulheres da Croácia foi ainda maior, segundo a federação croata, ou seja, 28 mulheres formaram o quadro de funcionárias, contra 25 de funcionários homens. Em comparação com a seleção brasileira de futebol, dos 64 integrantes que foram à Rússia acompanhar os jogadores, apenas uma integrante era mulher, a médica Andreia Picanço, assistente de Rodrigo Lasmar (médico da seleção), que nunca apareceu nem nos bastidores dos jogos.

Desta forma, como brasileira, me questiono se em algum momento teremos espaço nesse mundo esportivo genuinamente masculino ou apenas iremos viver de bastidores. Quando poderemos viver sem receios os verdadeiros direitos da Constituição Federal? Será que o tal empoderamento feminino é apenas modismo das mídias?

O fato é que em 2018 não tivemos representantes femininas visíveis sentadas nos bancos de reserva, comandando as equipes na Copa do Mundo. O que resta é apenas aguardar que nas próximas competições alguma “super-heroína” surja em meio aos homens e tome posse do lugar que também é de direito das mulheres. Mas lógico, não me iludo, não falo de Brasil.

Autora: Marina Aggio Toscano de Pontes, ex-jogadora da seleção brasileira de futebol e professora de Educação Física do Centro Universitário Internacional Uninter. 

Assessoria de imprensa da Uninter
Lorena Oliva Ramos 

COPA DO MUNDO GEROU 1,7 BILHÃO DE VISUALIZAÇÕES NO TWITTER

Torcedores comemoram 1º gol do Brasil na Copa do Mundo 2018, no Rio (Tomaz Silva/Agência Brasil)

28/08/2018

Também movimentou 170 marcas

1 bilhão de horas consumidas na TV

Maioria dos telespectadores é homem

A audiência brasileira no Twitter foi responsável por 1,7 bilhão de impressões durante os jogos da Copa do Mundo da Rússia. As impressões representam o número de vezes que a publicação foi vista.

O 2º jogo da seleção na fase de grupos, contra a Costa Rica, gerou quase 200 milhões de impressões. Pesquisa é da Kantar Ibope, e foi divulgada na 3ª feira (7.ago.2018).

O GOLAÇO DO MAGAZINE LUIZA NA COPA DO MUNDO: 1 MILHÃO DE TVS VENDIDAS

Televisão: os resultados do Magazine Luiza surpreenderam novamente os 
analistas (Maudib/ThinkStock/Thinkstock)

24/08/2018

Além da Copa, que já impulsionaria as vendas de televisões naturalmente, a empresa fez uma campanha de marketing chamada "Sai Zica"

Por Karin Salomão 

São Paulo – Durante a Copa do Mundo 2018 na Rússia, muitos brasileiros aproveitaram para comprar uma nova televisão para acompanhar os jogos em grande estilo. Assim como outros varejistas, o Magazine Luiza usou a ocasião para turbinar suas vendas.

A companhia marcou um golaço. Em apenas um semestre, vendeu mais de 1 milhão de aparelhos. É quase um televisor novo para cada 200 brasileiros. Em smart TVs, com acesso a internet, ela mais que dobrou sua participação de mercado na categoria, de acordo com o presidente Frederico Trajano.

Além da Copa, que já impulsionaria as vendas de televisões naturalmente, a empresa fez uma campanha de marketing chamada “Sai Zica”, em que sugeriu que os consumidores trocassem seus aparelhos mais antigos, da época da derrota por 7 a 1 contra a Alemanha, por equipamentos novos.

A empresa comprou milhares de aparelhos velhos, mas vendia outros mais modernos e, consequentemente, mais caros. “Vendemos muita televisão 4K”, afirmou Trajano em conferência com analistas.

A promoção também aumentou o fluxo de clientes nas lojas, já que levava o consumidor a trocar presencialmente seu equipamento antigo. Apesar da grande participação de televisões no crescimento das vendas, a empresa afirmou que todas as categorias viram aumento na participação de mercado.

Os resultados da companhia surpreenderam novamente os analistas. A varejista divulgou lucro líquido de 140,7 milhões de reais no segundo trimestre de 2018, alta de 94,5% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

No segundo trimestre do ano, as vendas totais, incluindo lojas físicas, e-commerce tradicional e o marketplace, cresceram 43,3% para 4,6 bilhões de reais. As vendas do e-commerce subiram 66,1% no trimestre, comparado ao crescimento do mercado de 13,2%, segundo o E-bit. Foi o maior crescimento trimestral dos últimos anos.

Depois da divulgação dos resultados ontem, 6, as ações do Magazine Luiza abriram o pregão em alta de mais de 5% na manhã desta terça-feira. Na máxima, os papéis chegaram a subir mais de 7%, sendo negociados acima dos 146 reais, cada um.

Fonte: Exame


10 LIÇÕES DA COPA DO MUNDO 2018 PARA OS ADMINISTRADORES

Reprodução/ Instagram @equipedefrance

19/08/2018

Veja neste artigo o que podemos aprender sobre gestão, estratégia e trabalho em equipe com o que aconteceu nos jogos da Copa do Mundo na Rússia

Por *Marco Morsch

O esporte sempre serve como ótima metáfora ou história para ilustrar conceitos de gestão e liderança. Tenho utilizado com frequência muitos exemplos de futebol, atletismo, natação, vôlei e tantas outras modalidades esportivas em minhas aulas e treinamentos para clarificar de maneira didática e simples o que significa um determinado conceito, estratégia ou ferramenta de administração.

A Copa do Mundo 2018, que terminou há alguns dias na Rússia e atraiu a atenção de milhões de pessoas em todo o planeta, foi um prato cheio de histórias e situações exemplares de conceitos, técnicas e práticas da administração, entremeadas entre passes, chutes e gols.

Conversando com meu amigo Marco Antonio Bezerra Campos, advogado e apaixonado por futebol, elencamos algumas lições que a Copa do Mundo deixou como legado aos gestores para administrarem mais eficazmente seus times e organizações. Essas 10 lições são apresentadas a seguir:

1. Estratégias sob medida e táticas ágeis vencem jogos

A agilidade foi uma característica das seleções que se destacaram na Copa da Rússia. França, Croácia, Inglaterra e Bélgica jogaram por meio de contra-ataques bem articulados e com uma rapidez e precisão impressionante. Estudaram profundamente cada adversário e prepararam uma estratégia “sob medida” para cada jogo. Souberam aproveitar as oportunidades e incapacidade de reação dos adversários para se sobrepujar. Muitos gols e vitórias resultara da agilidade tática destas equipes.

Hoje, empresas que não tem gestão ágil, em adotar estratégias e táticas dinâmicas para contornar as adversidades e se antecipar às mudanças e à concorrência, perdem espaço no mercado e ficam em grande desvantagem. Empresas ágeis, ao contrário, estudam e dominam seus mercados. Tem sido assim com empresas disruptivas, como por exemplo Uber, Airbnb e Nubank.

2. Posse de bola não significa vantagem competitiva

Muitas seleções que tiveram maior tempo de posse da bola nos jogos perderam a partida. A falta de finalização, e sobretudo a incapacidade de furar o bloqueio da defesa adversária, demonstraram ineficácia e inefetividade, resultantes certamente da falta de criatividade, improvisação e inovação.

Em alguns casos, como no da seleção brasileira no jogo de sua desclassificação, essa incapacidade poderia ser solucionada por um planejamento diferente de jogo e, também, uma modificação mais rápida e ágil do esquema tático de jogo, ainda no primeiro tempo.

A Kodak foi líder suprema das máquinas fotográficas por várias décadas, utilizando o filme de película, mas não conseguiu resistir à avassaladora inovação disruptiva das câmeras digitais.

3. Estatísticas em tempo real auxiliam a estratégia

Com o avanço da tecnologia, os dados e informações dos jogos são divulgados em tempo real: tempo de posse de bola, número de faltas, chutes a gol, velocidade da bola, etc. Uma das mais importantes é a pontaria destes chutes.

Algumas seleções ganharam o jogo com apenas poucos chutes a gol, mas certeiros. Outras, tiveram dezenas de chutes, mas para fora na sua grande maioria. Ora, isso se chama ineficácia em administração. Chutar a gol é ser eficiente, mas fazer o gol é ser eficaz!

Se o time não está sendo eficaz, o técnico pode fazer substituições ou mudar o esquema tático.

Empresas que visitam milhares de clientes e vendem apenas algumas unidades são ineficazes. Estão perdendo dinheiro. A administração eficaz é aquela que reverte seus esforços em resultados efetivos. O crescimento exponencial da Netflix é um exemplo de efetividade com base em inteligência de mercado e análise de dados para converter vendas..

4. Tecnologia de vídeo ajuda a corrigir injustiças

A grande novidade da Copa de 2018 foi o árbitro de vídeo. Mesmo com algumas polêmicas, o avanço é indiscutível. Pode-se evitar diversas injustiças e corrigir erros que teriam prejudicados o destino de algumas seleções. É algo que veio para ficar.

No mundo corporativo, é impensável uma empresa operar sem inteligência e tecnologia da informação, big data, computação em nuvem, análise de dados, mobile marketing e tantas outras ferramentas digitais. A TI se tornou um imperativo para a vantagem competitiva. A Amazon é um exemplo claro disso.

5. Ética e fair-play desempatam na hora do vamos ver

Um dos aspectos bonitos da Copa do Mundo é a promoção do fair-play. A FIFA sempre dá destaque para a ética e o jogo limpo no futebol, educando os esportistas para o espirito esportivo como união e congraçamento como é a festa da Copa. Neste evento aconteceu algo inédito: o Japão se classificou para as oitavas de final por ter menos cartões amarelos do que o Senegal, já que estavam empatados no saldo de gols, segundo critério para desempate.

Atualmente, os consumidores preferem escolher produtos de marcas que sejam éticas quando qualidade e preço são iguais. O futebol mostrou que ética dá resultados.

6. Campeões do passado já não metem medo

As seleções com mais estrelas na camisa não assustaram. Brasil, Alemanha, Argentina, Espanha, Inglaterra foram sendo desclassificadas ou caindo para outsiders como Bélgica e Croácia, por exemplo. Em alguns jogos, os tradicionais campeões foram subjugados pelos seus adversários que assumiram o domínio do jogo logo depois dos primeiros minutos quando perceberam que eles não eram grandes o suficiente.

No ambiente competitivo globalizado de hoje, tamanho não é documento. Pequenas startups estão enfrentando empresas líderes de igual para igual e tomando a dianteira sem medo do gigantismo tradicional das empresas campeãs. A XP Investimentos, fintech com crescimento vertiginoso nos últimos anos, foi comprada recentemente pelo BTG Pactual por R$ 6, 3 bilhões.

7. Ícones e craques desalinhados de suas equipes não ganham jogo, mas o trabalho em equipe sim

Cristiano Ronaldo, Messe e Neymar não salvaram seus times como os craques do passado faziam. O perfil dos times vencedores foi o de equipes com grandes craques, mas que não eram independentes do trabalho coletivo, como a França, a Croácia e a Bélgica, por exemplo.

Estas seleções tinham uma equipe que trabalhava com um grande sentido de coletividade e claro senso de competências individuais diferenciadas aparecendo em momentos chave, a serviço do todo. Os craques, como Mbappé, da França, Modric, da Croácia e Eden Hazard, estavam perfeitamente integrados às suas equipes.

Pesquisas em empresas bem-sucedidas revelam que o sucesso se baseia na confiança mútua dos membros de suas equipes, conhecimento das competências diferenciadas de cada um, muita prática, aceitação das limitações do outro e clareza do propósito comum. E, claro, uma liderança inspiradora.

8. O sucesso está no detalhe

Todos sabem que o futebol é muito influenciado pelo imponderável, ou pelo acaso, como preferem alguns. A administração também. Muitos tiveram esta sensação no jogo em que o Brasil foi desclassificado.

Na Copa da Rússia o detalhe foi determinante em vários jogos. Nem sempre a seleção que jogou melhor venceu. Eventualmente o detalhe ou o imponderável decidiu o jogo. Isto é ao mesmo tempo o lado mágico e injusto de uma competição futebolística. E na vida dos negócios não é diferente! Acasos e imponderáveis acontecem o tempo todo, ainda mais no cenário de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade (VUCA) de hoje em dia.

Planejar, antecipar cenários e prever alternativas pode minimizar a vulnerabilidade frente as incertezas e adotar postura ágil e flexível pode remediar o imponderável.

Steve Jobs dizia “Tudo é importante – que o sucesso está nos detalhes”. Os produtos da Apple expressam bem essa noção. Ao incorporar a tela touch, o Iphone fez toda a diferença.

9. Resiliência e maturidade são a base do sucesso

Uma equipe tem que ser resiliente, sobretudo para ser capaz de virar o jogo se levar um gol. Uma seleção que não tem maturidade emocional pode se descontrolar, perder o foco, os pés no chão e se desestruturar totalmente. Sem a capacidade de manter a tranquilidade e o equilíbrio emocional e dar a volta por cima, pode tomar mais gols e degringolar o seu desempenho. No jogo que desclassificou o Brasil isso pode ter acontecido.

Empresas que não são resilientes desaparecem do mercado diante da incapacidade de se adaptar as constantes mudanças nas regras do jogo. Casos clássicos como Kodak, Blockbuster e Blackberry ilustram esta realidade.

10. A prática e o treinamento é tudo

Outro aspecto determinante para o sucesso: todas as equipes que se destacaram na Copa da Rússia tiveram muito tempo de treino, prática e convivência ao longo dos últimos anos, criando uma experiência e continuidade imprescindível para sedimentação do espírito de equipe.

Todos conhecem o ditado, “a prática leva a excelência”. Seleções como a Bélgica e a Inglaterra, por exemplo, são resultado de um trabalho planejado e executado cuidadosamente que vem sendo feito a longo prazo, com uma mesma equipe. Isso dá estabilidade, confiança mútua, desenvolvimento de competências e habilidades, e sedimenta o hábito da prática. Tite já falou em uma entrevista, quando foi campeão nacional e da Copa libertadores; “O sucesso de um time campeão é treinamento, treinamento e treinamento”.

Se você olhar as empresas extraordinárias e vencedoras nos mercados atuais, elas investem pesado em treinamento e desenvolvimento de competências de seus líderes e colaboradores e incentivam hábitos que consolidem aquelas práticas e técnicas que estão dando certo. 

E você, compartilha dessa tese: empresas campeãs jogam como as melhores seleções de futebol do mundo?

* Marco Aurélio Morsch é professor, mestre em administração de empresas, consultor e palestrante. Formado em Direito pela UFRGS e Master em Tecnologia Educacional pela FAAP, é coautor dos livros “Comportamento do Consumidor: Conceitos e Casos” (Pearson, 2005) e “Marketing Estratégico” (DVS Editora, 2004). Atualmente é professor nos Cursos de Administração da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atuou como executivo e gestor em diversas empresas tais como Caixa, NET Serviços e Campos Advocacia Empresarial. Foi professor da FAAP por 19 anos, onde coordenou o Curso de Pós Graduação em Marketing. Com mais de 20 anos de experiência em treinamento e desenvolvimento de executivos, em 2006 fundou a Morsch Consultoria, empresa de treinamento, palestras e educação executiva.


DATA SCIENCE NA COPA DO MUNDO DE 2018: COMO A CIÊNCIA PODE PREDIZER O FUTURO

16/08/2018

Terminada a competição, a análise dos resultados mostra dados curiosos, em especial sobre a eliminação da equipe brasileira, e também sobre a comparação entre o Ranking técnico da Fifa e o Ranking de preferência popular digital (RD), medido através de engajamento em redes sociais.



DESEMPENHO DOS RANKINGS

A se considerar o Ranking de engajamento digital (RD) como critério para indicar, antes de cada jogo, quem poderia ser o respectivo vencedor, os números são os seguintes:

1) O RD acertou o time vencedor em 57,81% dos jogos;
2) Considerando somente os jogos "líquidos" (onde houve um vencedor no tempo normal), o índice sobe para 71,15%;
3) Comparando diretamente o Ranking de Engajamento Digital X Ranking da FIFA, o RD (baseado em preferência) teve um desempenho 85,71% superior ao Ranking da Fifa (baseado em critérios técnicos);
4) O RD acertou o jogo mais importante: a final da Copa;
5) O RD acertou 100% dos jogos do grupo A;
6) O RD acertou 6 em 8 jogos das oitavas.
Ou seja, há situações nas quais a "escolha pessoal" em massa (engajamento) prevalece sobre o desempenho técnico. Na Copa essa proporção foi de 1,85:1.

PREVISÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO BRASILEIRA

No dia 28/06/2018 MrPredictions e o Instituto Mapa, que trabalham em parceria com a empresa Nexxera, divulgaram uma análise de dados e indicadores (data science) mostrando um grave problema da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Tratava-se das jogadas aéreas com bola parada, em especial nos escanteios.

Os dados foram publicados em vários sites e blogs, geralmente com o título "Data Science: bola aérea é o grande problema do Brasil em copas".

O estudo mostrava que todas as eliminações brasileiras, após a Copa de 70, foram provocadas ou influenciadas diretamente por bola aérea, em especial aquela decorrente de bola parada em escanteio - com exceção de 1978 (saldo de gols) e 1990 (jogada terrestre). Além disso, o estudo de cruzamento de dados também mostrou que nas 3 finais olímpicas nas quais o Brasil foi derrotado a bola aérea foi um fator chave. Nesse relatório de análise de risco elaborado por MrPredictions e pelo Instituto Mapa, a palavra "escanteio" aparece citada 6 vezes ao longo do texto.

No primeiro jogo da Copa de 2018, o Brasil tomou um gol na primeira bola aérea perigosa em sua área, proveniente de um escanteio. MrPredictions e o Instituto Mapa, que trabalham em parceria com a empresa Nexxera, lançaram uma advertência um dia antes do jogo, segundo a qual 8 jogadores belgas tinham altura superior ao maior defensor brasileiro (Miranda, 1,86m), e que era grande a probabilidade de que essa vantagem fosse explorada com eficiência pelo time belga nas bolas paradas, em especial nos escanteios.

Durante o jogo, o que se viu nos tiros de canto foram várias situações na qual um jogador belga percorreu livremente a área brasileira em direção ao "primeiro pau" para fazer o cabeceio. Notoriamente uma jogada ensaiada, e qual resultou no primeiro gol da Bélgica, provocado pela cabeçada de Vincent Kompany aos 13 minutos do primeiro tempo. O jogador iria repetir a mesma jogada algumas vezes durante a partida.

QUEM MAIS SUBIU QUEM MAIS CAIU - AS SELEÇÕES QUE MAIS SE DESTACARAM NAS REDES SOCIAIS DURANTE A COPA

Na primeira fase da copa Uruguai e Rússia foram as equipes que mais subiram, com 20% e 17,3% respectivamente, seguidos por Suécia (13,3%), Portugal (12,7%), Dinamarca (11,8%) e Suíça (10,5%). Entre estas seleções apenas Uruguai e Portugal estão entre as 10 seleções com maior variação positiva no período da Copa. O Uruguai obteve variação acumulada de 27,41%, enquanto Portugal 18,64%.

Irã, Nigéria e Arábia Saudita não passaram da fase de grupos, mas foram as seleções que mais subiram nas redes sociais se considerarmos a variação acumulada. Elas tiveram uma variação positiva de 134%, 90,13% e 76,64%, respectivamente. Tunísia (48,02%), Marrocos (48,02%) e Senegal (35,46%) se destacam entre as 10 seleções com variação positiva, mas que ficaram na primeira fase da copa.

Entre as finalistas o destaque vai para a Croácia que teve um aumento de 52,54% no número de seguidores, seguida por Bélgica (17,15%), França (17%) e Inglaterra com 10,24% de variação positiva.

Estes números geraram algumas mudanças no RD. A seleção do Irã subiu seis posições e ocupa o 23º lugar. A Nigéria subiu cinco posições e está na 18ª posição. Marrocos e Croácia ganharam duas posições. Argentina, Senegal e Suíça subiram uma posição. Inglaterra, Arábia Saudita, Dinamarca, Tunísia, Sérvia e Islândia caíram uma posição no RD.

A Costa Rica perdeu doze posições no RD depois da Copa. Sua página do Facebook não está mais disponível. Isso contribuiu para uma variação negativa e a queda do 15º para a 27ª posição no ranking. A Inglaterra perdeu uma posição e agora é a quarta colocada. A França ocupa o 3º lugar no RD com um total de 14.711.207 subscrições. O Brasil teve uma variação de apenas 7%, mas permanece em primeiro lugar no RD com 20.518.965 subscrições.

Entre as 32 seleções a Austrália foi a que menos subiu. Totalizou apenas 309 novas subscrições durante o período da Copa, o que corresponde a uma variação de 0,21%.

CIÊNCIA PARA O USO DE DADOS

No âmbito corporativo esse tipo de informação - análise preditiva com ferramentas inteligentes - pode ser utilizada para melhorar a eficiência das atividades produtivas, tanto no setor privado como na área pública, inclusive com aplicações militares e na área de inteligência, e também em campanhas políticas e publicitárias, trazendo muita intensidade e precisão para avaliações de cenários.

Anexos:
Estudo completo com dados estatísticos:
http://mrpredictions.com/articles/worldcup2018-war-of-rankings/index-pt.php
http://mrpredictions.com/articles/worldcup2018-war-of-rankings-II/index-pt.php
http://mrpredictions.com/articles/who-rose%20-and-who-fell-at-the-cup/

Publicações anteriores:

"BOLA AÉREA: ESTUDO SOBRE UM DOS MAIORES PROBLEMAS DO BRASIL EM COPAS"

https://www.megacurioso.com.br/ciencia/107943-bola-aerea-veja-uma-analise-de-um-dos-maiores-problemas-do-brasil-em-copas.htm

TECNOLOGIA

"Análise conclui que bola aérea é o problema do Brasil em Copas do Mundo"
https://www.itforum365.com.br/tecnologia/bola-aerea-o-problema-do-brasil-em-copas-do-mundo/

Website: http://www.mrpredictions.com/

Fonte: Terra

FIFA ANALISA RESULTADOS DA RÚSSIA 2018 COM ASSOCIAÇÕES MEMBROS EM LONDRES

Foto: Mladen Antonov/Getty Images

31/07/2018

Seguindo as emocionantes 64 partidas da Copa do Mundo FIFA de 2018 ™, a FIFA convidou os treinadores e diretores técnicos de todos os 211 associações-membro, bem como os técnicos de todas as seis confederações, à Conferência de Futebol FIFA a ser realizada em 23 de Setembro 2018 em Londres, o berço do jogo moderno.

O objetivo da conferência é analisar a principal competição da FIFA do ponto de vista técnico e tático, identificar tendências e comparar as principais conclusões com edições anteriores da Copa do Mundo da FIFA, com base no relatório do Grupo de Estudos Técnicos da FIFA (TSG) que deve ser apresentado na conferência. O evento também incluirá discussões sobre a implementação do VAR e seu impacto no jogo.

Ao contrário das conferências da Copa do Mundo pós-FIFA organizadas pela FIFA após o Brasil 2014 e África do Sul 2010, com base na visão FIFA 2.0 , que visa promover um diálogo reforçado com as federações e confederações em todos os níveis, um único evento para todas as federações afiliadas à FIFA está sendo organizado pela primeira vez. Além da Conferência de Futebol da FIFA, estão previstas reuniões individuais com os especialistas técnicos das confederações e associações membros.

“A Copa do Mundo de 2018 foi um grande sucesso dentro e fora do campo. Através desta conferência, pretendemos apresentar e discutir as principais descobertas identificadas em campo pelos nossos especialistas enquanto ouvimos o feedback das nossas associações membros. A Copa do Mundo deve ser vista como uma plataforma de aprendizado que pode ter um impacto positivo no desenvolvimento técnico do futebol em todo o mundo. Ao ter uma única conferência, podemos nos envolver com todas as nossas associações membros de uma só vez e desencadear um diálogo de futebol rico e diversificado ”, disse Zvonimir Boban, Vice-Secretário Geral da FIFA (Futebol).

A Conferência de Futebol da FIFA ocorrerá na véspera dos Melhores Prêmios de Futebol da FIFA ™.

Fonte: Sagres


GUOJIAO 1573 DA LUZHOU LAOJIAO – O GOSTO CHINÊS NA COPA DO MUNDO DE 2018 NA RÚSSIA

Fan Zhiyi, Álvaro Alexánder Recoba Rivero, Bora Milutinović e Wang Hongbo no 
banquete. (PRNewsfoto/Luzhou Laojiao)

30/07/2018

Guojiao 1573 é a marca Baijiu premium da fabricante e distribuidora chinesa de bebidas Luzhou Laojiao Co., Ltd. (Luzhou Laojiao). A MATCH Hospitality confirmou que o Guojiao 1573 foi a marca de Baijiu exclusiva, fornecida em áreas de hospitalidade selecionadas, assinalando um grande marco para a internacionalização da distintiva bebida chinesa, bem como da jornada da Luzhou Laojiao para se tornar uma gigante do setor global de bebidas alcoólicas.

O banquete, realizado em 13 de junho no Four Seasons Hotel na Praça Vermelha de Moscou, foi um espetáculo surrealista de Baijiu, orquestrado pelo famoso designer Charles Kaisin para brindar o mundo com o “Guojiao 1573”, com o tema “deixe o mundo experimentar o refinado gosto da China“.

O Guojiao 1573 e um coquetel especial, o ‘Panda 1573’, foram criados para a Copa do Mundo de 2018 e ambos foram apresentados no evento. O ‘Panda 1573’ estava disponível no Tsarsky Lounge, Business Seat e no Match Pavilion. Os amantes locais de bebidas experimentaram o coquetel com entusiasmo e o Baijiu rapidamente se tornou moda entre os fãs e também entre os famosos, incluindo o ex-jogador uruguaio Álvaro Recoba, o ex-técnico da seleção chinesa de futebol Bora Milutinovic e o astro do futebol chinês, Fan Zhiyi.

“A atratividade da Copa do Mundo para as empresas chinesas reflete, na verdade, a crescente autoconfiança e a abertura das empresas chinesas. No passado, prestávamos muita atenção na vitória e na derrota das equipes na Copa do Mundo. Na verdade, o esporte é apenas um meio e o palco da Copa do Mundo pode mostrar de melhor forma todos os aspectos da China“, disse Wang Hongbo. “Nesta Copa do Mundo, os chineses participaram, juntamente com produtos chineses e com a cultura chinesa. A autoconfiança dos chineses está ficando cada vez mais forte e o ritmo de sua globalização está cada vez mais firme”, comentou Wang Hongbo em sua entrevista com a imprensa durante o banquete.

O lançamento da Luzhou Laojiao durante a Copa do Mundo reflete o reconhecimento da FIFA do status da empresa como uma das principais destiladoras e do Guojiao 1573 como a principal marca de Baijiu da China. Os visitantes da Copa do Mundo nas áreas oficiais de hospitalidade puderam experimentar o Guojiao 1573 ou o Panda 1573 e unirem o sabor tradicional do Baijiu chinês ao inebriante jogo de futebol.

Sobre a Luzhou Laojiao

A Luzhou Laojiao é uma fabricante estatal de Baijiu, listada na bolsa de Shenzhen (00568.SZ) com capitalização total no mercado de aproximadamente 100 bilhões de yuans. Em 2017, a Luzhou Laojiao estava entre as mais valorosas marcas da China, com um valor estimado de marca de 32 bilhões de yuans. A Luzhou Laojiao, a centenária fabricante de Baijiu chinesa, é uma das mais antigas e mais conhecidas marcas de Baijiu. Localizada na província de Sichuan – conhecida como o berço do Baijiu chinês – a Luzhou Laojiao é um grande grupo de fabricação de bebidas alcoólicas, desenvolvido a partir de 36 antigas oficinas que começaram a trabalhar durante as dinastias Ming e Qing, há centenas de anos. Ostentando refinadas técnicas de fabricação através de 23 gerações de operações contínuas, a Luzhou Laojiao é guardiã da herança cultural que foi identificada como “tesouros duplos’ pelo governo chinês, fazendo da empresa uma pioneira incontestável da cultura do Baijiu chinês.

Para mais informações, visite o endereço: http://www.lzlj.com/en

Fonte: EXAME.com

TORCEDORES GANHAM COM A VISA NA 2018 FIFA WORLD CUP RUSSIA™



29/07/2018

Visa (NYSE: V), parceira oficial de serviços de pagamento da FIFA, anunciou os resultados finais para a FIFA World Cup™, mostrando o impacto positivo do torneio nas 64 partidas jogadas na Rússia entre 14 de junho e 15 de julho de 2018.

Em geral, a tecnologia de pagamento sem contato - inclusive os pagamentos feitos usando cartões sem contato, dispositivos móveis ou vestíveis - foram centrais, aumentando nas cidades sede durante o torneio. Durante a FIFA World Cup™, os pagamentos sem contato chegaram a 45% de todas as compras com Visa nas 11 cidades sede. Os torcedores da Polônia fizeram maior número de compras sem contato nos estádios, fazendo 74% das transações com Visa usando a tecnologia sem contato.


"Ser a parceira exclusiva de serviços de pagamento na FIFA World Cup™ teve um impacto demonstrável nos negócios e na marca da Visa," disse Lynne Biggar, diretora de marketing e comunicações da Visa Inc. "No torneio, estreamos tecnologias inovadoras de pagamento que melhoraram a experiência dos torcedores e guiaram nossas prioridades globais. Enquanto isso, entre os bilhões de torcedores que assistiram nas telas em todo o mundo, pudemos conduzir a preferência da marca Visa por uma campanha de mídia multicanal diversa e de alto impacto."

Turistas estrangeiros gastam mais que os torcedores russos

Os dados da Visa ilustram o impacto econômico que a FIFA World Cup™ traz para o país sede. Durante o torneio, viajantes internacionais gastaram mais que os russos durante os jogos, especificamente os titulares de cartões Visa internacionais gastaram 15% mais no total nos estádios do que os titulares de cartões russos. O aumento dos gastos dos viajantes internacionais impactou positivamente as categorias relacionadas com o turismo, com as três maiores categorias sendo hospedagem, linhas aéreas e restaurantes.

No fim, os espectadores da partida final foram os maiores gastadores de todos: a partida entre França e Croácia no dia 15 de julho teve o maior volume de pagamentos entre as 64 partidas.

A Visa ampliou sua marca através das campanhas coordenadas com parceiros

A FIFA World Cup™ apresenta uma oportunidade incomparável para aprofundar parcerias, destacar a inovação de pagamento da Visa e conectar clientes e consumidores para a evolução do portfólio de ofertas da Visa. Na Rússia, a Visa organizou experiências inesquecíveis para mais de 250 clientes e 3.000 consumidores que viajaram de mais de cem países diferentes. Em 103 mercados de todo o mundo, a Visa formou parceria com mais de 500 emissores e 40 comerciantes em 24 línguas em várias atividades relacionadas com a FIFA, seja para executar programas de marketing customizados, hospedar parceiros no mercado ou utilizar os ativos de campanha de marketing exclusivos para impulsionar prioridades comerciais mútuas.

A Visa alcança os torcedores em casa

De acordo com os dados da FIFA, a 2018 FIFA World Cup Russia™ viu uma quebra de recorde de público global, com estimados três bilhões de torcedores sintonizando o torneio neste verão. Os dados da FIFA também mostram que 22% dos espectadores assistiram ao torneio digitalmente, em celulares ou computadores, ou fora de casa. De fato, o torneio está no rastro de ser o evento esportivo mais assistido em plataformas digitais, estabelecendo registros de streaming nos maiores mercados inclusive China, França, Reino Unido e Estados Unidos.

A Visa construiu o valor da marca entre seu público global, multicanal tendo a logomarca da Visa em painéis no campo para mais de sete horas de transmissão durante os 64 jogos da 2018 FIFA World Cup Russia™. A primeira abordagem de marketing digital da empresa foi projetada para alcançar os torcedores sem importar onde assistissem os jogo, por uma campanha multicanal global apresentando o superstar do futebol, Zlatan Ibrahimović, que ajudou os torcedores a derrotar o medo de ficar de fora (fear of missing out, FOMO) nesse verão. A campanha FIFA World Cup™ da Visa, "Visa's Ultimate FIFA World Cup™ FOMO" documentou a jornada de Zlatan para o torneio e sua volta ao palco da FIFA World Cup™, destacando a facilidade da tecnologia de pagamento sem contato durante sua aventura.

"A Visa me trouxe para a Rússia para derrotar a World Cup™ FOMO e conferir a fantástica tecnologia de pagamento", disse Zlatan Ibrahimović, astro dos esportes e lenda FIFA World Cup™. "Juntos, a Visa e Zlatan garantiram que os torcedores fossem os verdadeiros vencedores da FIFA World Cup™."

Sem uso de dinheiro em espécie do jogo de estreiaàpartida final

Na Copa do Mundo da FIFA 2018™ na Rússia, a Visa foi o serviço de pagamento exclusivo em todos os estádios onde foram aceitos cartões de pagamento. Dentro dos estádios, os torcedores puderam realizar pagamentos com cartões de crédito e débito Visa com tecnologia sem contato em mais de 3.500 terminais de ponto de venda e mil concessionárias móveis que foram equipadas com a mais recente inovação de pagamentos. A Visa também ofereceu inovações para os torcedores na Rússia para experiências de pagamento fáceis e sem dinheiro, inclusive a capacidade de comprar 6.500 anéis de pagamentos, 30.000 pulseiras de pagamento e cartões comemorativos pré-pagos sem contato. Há quatro anos, muitas dessas inovações de pagamento não existiam e a Visa espera ver como os pagamentos vão evoluir até a 2022 FIFA World Cup Qatar™.

Sobre a Visa

A Visa Inc. (NYSE: V) é líder mundial em pagamentos digitais. Nossa missão é conectar o mundo através da rede de pagamentos mais inovadora, confiável e segura, permitindo o desenvolvimento de pessoas, empresas e economias. A VisaNet, nossa rede de processamento global avançada, oferece pagamentos seguros e confiáveis em todo o mundo, e é capaz de processar mais de 65.000 mensagens de transação por segundo. O enfoque incansável da empresa em inovação é um catalisador para o rápido crescimento do comércio conectado em qualquer dispositivo e uma força de impulsão por trás do sonho de um futuro sem dinheiro para qualquer pessoa, em qualquer lugar. À medida que o mundo se afasta do analógico e se torna digital, a Visa está aplicando sua marca, produtos, pessoas, rede e escala para remodelar o futuro do comércio. Para outras informações, acesse About Visa, visacorporate.tumblr.com e @VisaNews.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Fonte: Business Wire

10 LIÇÕES DA COPA DO MUNDO 2018 PARA OS ADMINISTRADORES

Reprodução/ Instagram @equipedefrance

29/07/2018

Por Marco Morsch

Veja neste artigo o que podemos aprender sobre gestão, estratégia e trabalho em equipe com o que aconteceu nos jogos da Copa do Mundo na Rússia
  
O esporte sempre serve como ótima metáfora ou história para ilustrar conceitos de gestão e liderança. Tenho utilizado com frequência muitos exemplos de futebol, atletismo, natação, vôlei e tantas outras modalidades esportivas em minhas aulas e treinamentos para clarificar de maneira didática e simples o que significa um determinado conceito, estratégia ou ferramenta de administração.

A Copa do Mundo 2018, que terminou há alguns dias na Rússia e atraiu a atenção de milhões de pessoas em todo o planeta, foi um prato cheio de histórias e situações exemplares de conceitos, técnicas e práticas da administração, entremeadas entre passes, chutes e gols.

Conversando com meu amigo Marco Antonio Bezerra Campos, advogado e apaixonado por futebol, elencamos algumas lições que a Copa do Mundo deixou como legado aos gestores para administrarem mais eficazmente seus times e organizações. Essas 10 lições são apresentadas a seguir:

1. Estratégias sob medida e táticas ágeis vencem jogos

A agilidade foi uma característica das seleções que se destacaram na Copa da Rússia. França, Croácia e Bélgica jogaram por meio de contra-ataques bem articulados e com uma rapidez e precisão impressionante. Estudaram profundamente cada adversário e prepararam uma estratégia “sob medida” para cada jogo. Souberam aproveitar as oportunidades e incapacidade de reação dos adversários para se sobrepujar. Muitos gols e vitórias resultara da agilidade tática destas equipes.

Hoje, empresas que não tem gestão ágil, em adotar estratégias e táticas dinâmicas para contornar as adversidades e se antecipar às mudanças e à concorrência, perdem espaço no mercado e ficam em grande desvantagem. Empresas ágeis, ao contrário, estudam e dominam seus mercados. Tem sido assim com empresas disruptivas, como por exemplo Uber, Airbnb e Nubank.

2. Posse de bola não significa vantagem competitiva

Muitas seleções que tiveram maior tempo de posse da bola nos jogos perderam a partida. A falta de finalização, e sobretudo a incapacidade de furar o bloqueio da defesa adversária, demonstraram ineficácia e inefetividade, resultantes certamente da falta de criatividade, improvisação e inovação.

Em alguns casos, como no da seleção brasileira no jogo de sua desclassificação, essa incapacidade poderia ser solucionada por um planejamento diferente de jogo e, também, uma modificação mais rápida e ágil do esquema tático de jogo, ainda no primeiro tempo.

A Kodak foi líder suprema das máquinas fotográficas por várias décadas, utilizando o filme de película, mas não conseguiu resistir à avassaladora inovação disruptiva das câmeras digitais.

3. Estatísticas em tempo real auxiliam a estratégia

Com o avanço da tecnologia, os dados e informações dos jogos são divulgados em tempo real: tempo de posse de bola, número de faltas, chutes a gol, velocidade da bola, etc. Uma das mais importantes é a pontaria destes chutes.

Algumas seleções ganharam o jogo com apenas poucos chutes a gol, mas certeiros. Outras, tiveram dezenas de chutes, mas para fora na sua grande maioria. Ora, isso se chama ineficácia em administração. Chutar a gol é ser eficiente, mas fazer o gol é ser eficaz!

Se o time não está sendo eficaz, o técnico pode fazer substituições ou mudar o esquema tático.

Empresas que visitam milhares de clientes e vendem apenas algumas unidades são ineficazes. Estão perdendo dinheiro. A administração eficaz é aquela que reverte seus esforços em resultados efetivos. O crescimento exponencial da Netflix é um exemplo de efetividade com base em inteligência de mercado e análise de dados para converter vendas..

4. Tecnologia de vídeo ajuda a corrigir injustiças

A grande novidade da Copa de 2018 foi o árbitro de vídeo. Mesmo com algumas polêmicas, o avanço é indiscutível. Pode-se evitar diversas injustiças e corrigir erros que teriam prejudicados o destino de algumas seleções. É algo que veio para ficar.

No mundo corporativo, é impensável uma empresa operar sem inteligência e tecnologia da informação, big data, computação em nuvem, análise de dados, mobile marketing e tantas outras ferramentas digitais. A TI se tornou um imperativo para a vantagem competitiva. A Amazon é um exemplo claro disso.

5. Ética e fair-play desempatam na hora do vamos ver

Um dos aspectos bonitos da Copa do Mundo é a promoção do fair-play. A FIFA sempre dá destaque para a ética e o jogo limpo no futebol, educando os esportistas para o espirito esportivo como união e congraçamento como é a festa da Copa. Neste evento aconteceu algo inédito: o Japão se classificou para as oitavas de final por ter menos cartões amarelos do que o Senegal, já que estavam empatados no saldo de gols, segundo critério para desempate.

Atualmente, os consumidores preferem escolher produtos de marcas que sejam éticas quando qualidade e preço são iguais. O futebol mostrou que ética dá resultados.

6. Campeões do passado já não metem medo

As seleções com mais estrelas na camisa não assustaram. Brasil, Alemanha, Argentina, Espanha, Inglaterra foram sendo desclassificadas ou caindo para outsiders como Bélgica e Croácia, por exemplo. Em alguns jogos, os tradicionais campeões foram subjugados pelos seus adversários que assumiram o domínio do jogo logo depois dos primeiros minutos quando perceberam que eles não eram grandes o suficiente.

No ambiente competitivo globalizado de hoje, tamanho não é documento. Pequenas startups estão enfrentando empresas líderes de igual para igual e tomando a dianteira sem medo do gigantismo tradicional das empresas campeãs. A XP Investimentos, fintech com crescimento vertiginoso nos últimos anos, foi comprada recentemente pelo BTG Pactual por R$ 6, 3 bilhões.

7. Ícones e craques desalinhados de suas equipes não ganham jogo, mas o trabalho em equipe sim

Cristiano Ronaldo, Messe e Neymar não salvaram seus times como os craques do passado faziam. O perfil dos times vencedores foi o de equipes com grandes craques, mas que não eram independentes do trabalho coletivo, como a França, a Croácia e a Bélgica, por exemplo.

Estas seleções tinham uma equipe que trabalhava com um grande sentido de coletividade e claro senso de competências individuais diferenciadas aparecendo em momentos chave, a serviço do todo. Os craques, como Mbappé, da França, Modric, da Croácia e Eden Hazard, estavam perfeitamente integrados às suas equipes.

Pesquisas em empresas bem-sucedidas revelam que o sucesso se baseia na confiança mútua dos membros de suas equipes, conhecimento das competências diferenciadas de cada um, muita prática, aceitação das limitações do outro e clareza do propósito comum. E, claro, uma liderança inspiradora.

8. O sucesso está no detalhe

Todos sabem que o futebol é muito influenciado pelo imponderável, ou pelo acaso, como preferem alguns. A administração também. Muitos tiveram esta sensação no jogo em que o Brasil foi desclassificado.

Na Copa da Rússia o detalhe foi determinante em vários jogos. Nem sempre a seleção que jogou melhor venceu. Eventualmente o detalhe ou o imponderável decidiu o jogo. Isto é ao mesmo tempo o lado mágico e injusto de uma competição futebolística. E na vida dos negócios não é diferente! Acasos e imponderáveis acontecem o tempo todo, ainda mais no cenário de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade (VUCA) de hoje em dia.

Planejar, antecipar cenários e prever alternativas pode minimizar a vulnerabilidade frente as incertezas e adotar postura ágil e flexível pode remediar o imponderável.

Steve Jobs dizia “Tudo é importante – que o sucesso está nos detalhes”. Os produtos da Apple expressam bem essa noção. Ao incorporar a tela touch, o Iphone fez toda a diferença.

9. Resiliência e maturidade são a base do sucesso

Uma equipe tem que ser resiliente, sobretudo para ser capaz de virar o jogo se levar um gol. Uma seleção que não tem maturidade emocional pode se descontrolar, perder o foco, os pés no chão e se desestruturar totalmente. Sem a capacidade de manter a tranquilidade e o equilíbrio emocional e dar a volta por cima, pode tomar mais gols e degringolar o seu desempenho. No jogo que desclassificou o Brasil isso pode ter acontecido.

Empresas que não são resilientes desaparecem do mercado diante da incapacidade de se adaptar as constantes mudanças nas regras do jogo. Casos clássicos como Kodak, Blockbuster e Sharp ilustram esta realidade.

10. A prática e o treinamento é tudo

Outro aspecto determinante para o sucesso: todas as equipes que se destacaram na Copa da Rússia tiveram muito tempo de treino, prática e convivência ao longo dos últimos anos, criando uma experiência e continuidade imprescindível para sedimentação do espírito de equipe.

Todos conhecem o ditado, “a prática leva a excelência”. Seleções como a Bélgica e a Inglaterra, por exemplo, são resultado de um trabalho planejado e executado cuidadosamente que vem sendo feito a longo prazo, com uma mesma equipe. Isso dá estabilidade, confiança mútua, desenvolvimento de competências e habilidades, e sedimenta o hábito da prática. Tite já falou em uma entrevista, quando foi campeão nacional e da Copa libertadores; “O sucesso de um time campeão é treinamento, treinamento e treinamento”.

Se você olhar as empresas extraordinárias e vencedoras nos mercados atuais, elas investem pesado em treinamento e desenvolvimento de competências de seus líderes e colaboradores e incentivam hábitos que consolidem aquelas práticas e técnicas que estão dando certo. 

E você, compartilha dessa tese: empresas campeãs jogam como as melhores seleções de futebol do mundo?

Marco Morsch

Marco Aurélio Morsch é professor, mestre em administração de empresas, consultor e palestrante. Formado em Direito pela UFRGS e Master em Tecnologia Educacional pela FAAP, é coautor dos livros “Comportamento do Consumidor: Conceitos e Casos” (Pearson, 2005) e “Marketing Estratégico” (DVS Editora, 2004). Atualmente é professor nos Cursos de Administração da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atuou como executivo e gestor em diversas empresas tais como Caixa, NET Serviços e Campos Advocacia Empresarial. Foi professor da FAAP por 19 anos, onde coordenou o Curso de Pós Graduação em Marketing. Com mais de 20 anos de experiência em treinamento e desenvolvimento de executivos, em 2006 fundou a Morsch Consultoria, empresa de treinamento, palestras e educação executiva.


COPA 2018: 'NÃO É UM GRANDE PROBLEMA', DIZ CHEFE DA COPA NA RÚSSIA SOBRE EPISÓDIOS DE ASSÉDIO

Foto: Divulgação/ Fifa

29/06/2018

O chefe do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo da Rússia, Alexey Sorokin disse que os episódios de assédio às mulheres não representam um grande problema. A entrevista coletiva aconteceu nesta sexta-feira (29), em Moscou.

"Os incidentes não são conhecidos por mim. Só vi as estatísticas. O que eu vejo aqui não representa um grande problema. Claro que nós pedimos a todos os fãs que mostrem respeito, não importa se a homens, mulheres, crianças. É um padrão que precisa ser exercido por todos. Essa é a mensagem: se há casos, se há crimes envolvidos, as autoridades vão agir. Essa é a mensagem que queremos passar. Se a lei for quebrada, não importa se estamos na Copa do Mundo", declarou.

Além dos casos de assédio, Sorokin também minimizou os episódios de violência ocorridos durante a Copa. Um grupo de argentinos espancou um croata em Moscou, enquanto brasileiros e sérvios trocaram socos e tiveram que ser contidos por seguranças.

"Não houve problemas. Houve incidentes nos jogos, incidentes pequenos entre fãs. Várias pessoas foram detidas, e a decisão de proibir o acesso dessas pessoas aos estádios é das autoridades, não do COL", afirmou.

A Associação de  Futebol da Argentina (AFA) foi multada pela Fifa em 105 mil francos, o que equivale a R$ 400 mil, por causa do comportamento dos seus torcedores.


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