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Copa América Centenário aponta para crescimento do 'soccer' nos EUA

Jogo entre Real Madrid e Manchester United em 2014 levou quase 110 mil 
ao amistoso disputado em Michigan - AFP

03/06/2016

País norte-americano será a sede do torneio e, ao longo dos anos, vem ganhando fãs do esporte. Um dos objetivos é conseguir ser a maior liga de futebol até 2022
  
Enquanto, em 1916, a bola rolava na primeira edição da Copa América (que contou com Argentina, Brasil, Chile e Uruguai), nos Estados Unidos eram discutidas mudanças nas regras do futebol americano, que culminaram em uma popularização do esporte e, em 1920, permitiram a profissionalização, com a criação da "American Professional Football Association", que, pouco tempo depois, viria a se tornar a National Football League (NFL). A partir daí, o país onde o 'football' era sinônimo de um esporte jogado com as mãos, passou a andar em paralelo aos lugares onde o esporte era praticado com os pés, em caminhos que pareciam que jamais iriam se cruzar. Porém, 100 anos depois, a escolha da sede da Copa América mostra que esse cenário está mudando e aponta um ganho de espaço do 'soccer' em meio a práticas já enraizadas, como beisebol.

Uma prova disso é o crescimento da Major League Soccer - liga que representa a primeira divisão do país - nos últimos anos, com a criação de times e a contratação de astros mundiais, como Kaká, David Villa, Lampard e Gerrard. Não apenas isso, mas os norte-americanos estiveram entre os estrangeiros que mais compraram ingressos para a Copa do Mundo de 2014, que foi realizada no Brasil. 

Por trás desse crescimento, há um objetivo nada modesto: ter a liga mais forte até 2022, além de receber o Mundial de 2026. A 20ª edição do campeonato, recém-iniciado, tem transmissão para países europeus e até mesmo pelo Youtube, através de parcerias, permitindo que o mundo volte os olhos ao futebol norte-americano.

Somando-se as duas emissoras detentoras dos direitos, a audiência foi de 25,2 milhões de espectadores, mais que os 15,5 milhões que acompanharam a final da NBA

O fenômeno passou a chamar atenção justamente a partir da Copa do Mundo do Brasil. Na partida entre EUA e Portugal, que aconteceu em 22 de junho, a ESPN - apenas uma das TV's com direito de transmissão da competição - teve uma audiência de 18,2 milhões de pessoas. Para se ter uma ideia, somando-se as duas emissoras detentoras dos direitos, a audiência foi de 25,2 milhões de espectadores, mais que os 15,5 milhões que acompanharam a final da NBA (liga de basquete) daquele ano, disputada entre Miami Heat e San Antonio Spurs.

Estádios com grande número de torcedores e jogos com boas médias de público já são uma realidade no país que outrora não ligava para o esporte. 

Esse caminho vem sendo trilhado há algum tempo, mas ganhou uma guinada em 1996, com a criação da MSL, com uma gestão mais profissional ‑ dois anos depois da polarização provocada pela Copa do Mundo, sediada no país em 1994 e que terminou com o tetra da Seleção Brasileira após o pênalti desperdiçado pelo italiano Baggio.

Final da Copa de 1994 aconteceu no Rose Bowl (Omar Torres / AFP)

Os Estados Unidos deixaram de lado o esporte criado pelos ex-colonizadores por muitos anos. O futebol começou a entrar no país a partir da década de 1930, mas, marginalizado, ficou praticamente restrito aos imigrantes. Durante muito tempo, houve, inclusive, um discurso político em torno do futebol. Nas rádios, durante a transmissão de esportes, narradores criticavam o 'soccer' e afirmavam que se tratava de uma invasão comunista no país. No discurso de políticos, havia até mesmo uma distinção clara: enquanto o 'football' era um esporte americano e capitalista, o 'soccer' era europeu e socialista.

Os anos se passaram e a NASL (North American Soccer League), então principal liga do país, ganhou notoriedade mundial na década de 70, quando o New York Cosmos contratou duas estrelas: o brasileiro Pelé e o alemão Franz Beckenbauer, além disso, o Los Angeles Aztecs acertou com Cruyff e George Best. A Liga, porém, não engrenou devido às dívidas dos clubes, que gastavam com remuneração aos jogadores mais do que arrecadavam.

A liga do país ganhou notoriedade na década de 70, quando o New York Cosmos contratou duas estrelas: Pelé e Franz Beckenbauer. Além disso, o Los Angeles Aztecs teve Cruyff e George Best

Nesta época, o futebol ficou muito popular entre o público feminino, uma das causas do 'boom' da liga feminina e do sucesso da seleção nacional da modalidade, uma das referências do esporte.

A reestruturação do futebol no país passou a dar frutos mais notórios a partir da década de 2000, com a chegada de nomes como Beckham, que em 2007 deixou o Real Madrid (ESP) e desembarcou na América para defender o Los Angeles Galaxy, assim como Thierry Henry, que em 2010 saiu do Barcelona (ESP) para o New York Red Bulls. De lá para cá, foram muitos os nomes que chegaram à América do Norte para a prática do futebol, como o brasileiro Kaká, que está na lista de convocados do técnico Dunga para a Copa América Centenário.

Hoje, o futebol dos Estados Unidos ainda é considerado uma liga muito inferior a diversas outras ao redor do mundo. Um dos pontos contestados, é a idade com que os grandes jogadores chegam à MSL, muitas vezes já avançada. Apesar disso, aos poucos, o esporte vem conquistando adeptos e fãs apaixonados de Nova York a Portland e de Orlando a Seattle.

Fonte: Lance!

SÍRIOS DA SELEÇÃO VESTEM CAMISA COM ROSTO DE PRESIDENTE BASHAR AL-ASSAD

Dirigente, Fajr Ibrahim, treinador, e Osama Omari, jogador, vestem camisa do presidente 
sírio Bashar al-Assad (Foto: REUTERS/Patrick Johnston)

17/11/2015

Técnico defende chefe de estado contra o qual terroristas do Isis se rebelam e diz que não liga para França: "Eu me preocupo com meu país. Todo mundo luta contra nós"

Dirigente, treinador e jogador da seleção da Síria foram a entrevista coletiva nesta segunda-feira (16-11), véspera do confronto contra Cingapura, pelas eliminatórias asiáticas da Copa do Mundo de 2018, vestidos com camisas que estampavam o rosto do presidente do país Bashar al-Assad. Mais do que uma demonstração de culto à personalidade do político, o ato representa apoio ao chefe de estado contra quem se insurgiu o grupo terrorista Isis, responsável pelos atentados terroristas em Paris na sexta-feira passada e que estabeleceu o Estado Islâmico na fronteira com o Iraque.

- Sim, este é o nosso presidente. Temos orgulho porque o senhor Bashar al-Assad é nosso presidente. Temos orgulho porque este homem luta contra todos os grupos terroristas do mundo. Ele luta por vocês também. Ele é o melhor homem do mundo. Nosso presidente, ele nos segue a cada passo. Ele nos apoia. Estamos aqui pelo nosso país e por ele também - disse Fajr Ibrahim, treinador da seleção síria, de acordo com a agência de notícias Reuters.

Questionado sobre os ataques terroristas da última sexta, o técnico desconversou.

-  Não estou falando sobre Isis. Isso é política. Se você tem alguma questão sobre Cingapura x Síria, ok.

Depois de mais perguntas a respeito do massacre em Paris, Fajr Ibrahim foi contundente.

- Este é nosso presidente, isto é nosso. Não ligo para a França, para lugar algum. Eu me preocupo com o meu país. Todo o mundo luta contra nós. Então, lutamos contra todo mundo no futebol. Por isso, precisamos nos qualificar.

A Síria é segunda colocada no Grupo E da eliminatória asiática, com 12 pontos, um atrás de Japão e dois à frente de Cingapura. O primeiro lugar e os quatro melhores vices entre as oito chaves se classificam para a fase final, com 12 seleções divididas em dois grupos de seis, onde os dois melhores vão para a Copa de 2018 e os terceiros se enfrentando em mata-mata para disputarem a vaga restante com o quinto da América do Sul. Com um jogo a menos cada e a três rodadas do fim da etapa, sírios e japoneses têm boas chances de avançarem.

Depois, foi a vez de o treinador de Cingapura, o alemão Bernd Stange, participar da entrevista coletiva e comentar suas impressões sobre o ataque terrorista da última sexta-feira. Seus filhos estavam no estádio para assistir ao amistoso entre a seleção de seu país e a França, depois de terem dificuldades até para pegar as entradas na concentração germânica, que sofreu ameaça de bomba na manhã do jogo.

- Meus filhos pediram para ir ao jogo. Eu falei com o Olivier Bierhoff para reservas duas entradas e o hotel. Eles nem conseguiram pegar os bilhetes, o hotel estava fechado por causa da ameaça de bomba, por precaução. Às cinco da tarde, eles pegaram os bilhetes, estavam a caminho do estádio e me acordaram à noite, estavam no meio desse problema. Eles andaram 11 quilômetros depois do jogo para voltar e chegaram às 4h da manhã no hotel. Minha família, minha esposa, todos estavam muito, muito nervosos. Eu tinha tão boas memórias, no sábado, o futebol era secundário. Esqueci tudo, até o jogo contra o Japão. Estava feliz que eles estavam em segurança. Estive pessoalmente envolvido com isso. Eles já saíram da França - disse Bernd Stange.


ELIMINATÓRIAS: EQUADOR VENCE VENEZUELA FORA, MANTÉM LIDERANÇA E SEGUE 100%

Equador passa com facilidade pela Venezuela

17/11/2015

O quarto triunfo em quatro jogos levou o Equador aos 12 pontos, no embalo de vitórias sobre seleções como a Argentina e o Uruguai

O Equador segue fazendo vítimas nestas Eliminatórias da Copa do Mundo. Nesta terça-feira, o alvo foi a limitada seleção da Venezuela, derrotada por 3 a 1, em casa, na cidade de Puerto Ordaz. O resultado manteve o time equatoriano como o único com 100% de aproveitamento na competição até agora, na liderança isolada da tabela.

O quarto triunfo em quatro jogos levou o Equador aos 12 pontos, no embalo de vitórias sobre seleções como a Argentina e o Uruguai. Desta vez, a vítima foi a lanterna Venezuela, que segue sem pontuar, estacionada na 10ª e última colocação.

Na noite desta terça, o time venezuelano mostrou por que é a pior seleção das Eliminatórias até agora. Com falhas bizarras na defesa, praticamente entregou os dois primeiros gols do Equador, em apenas 22 minutos de jogo.

No primeiro lance, aos 14, a zaga vacilou na marcação e foi pega de surpresa por lançamento que sobrou para Fidel Martínez. Ele finalizou no canto e abriu o placar. Aos 22, o goleiro Baroja perdeu a bola em lance bobo. Jefferson Montero se aproveitou do erro e tabelou com Bolaños antes de bater para as redes. Antes do intervalo, o Equador marcou o terceiro gol, mas a arbitragem anulou, por impedimento duvidoso.

Na segunda etapa, o time equatoriano precisou se esforçar mais para chegar ao terceiro gol. Em boa jogada, Montero cruzou para Caicedo fazer belo gol de cabeça, aos 14. A Venezuela marcou seu gol de honra aos 38, em cruzamento de Rosales e gol de Josef Martínez.

FICHA TÉCNICA

Venezuela 1 x Equador

4ª rodada

Data: 17/11/2015
Horário: 19h00
Local: Estádio Cachamay - Guayana (Venezuela) 
Árbitro: Gery Vargas (BOL)

Cartões Amarelos
Venezuela: José Velásquez, Rosales, Christian Santos
Equador: Dreer

Gols
Venezuela: Martinez 39' 2T
Equador: Fidel Martínez 14' 1T, Montero 23' 1T, Caicedo 15' 2T


Venezuela

Baroja; 
Rosales, Vizcarrondo, Velásquez e Cichero; 
Rincón, Lucena (Acosta) e Otero; 
Jeffren (Josef Martínez), Christian Santos (Mario Rondón) e Rondón
Técnico: Noel Sanvicente





Equador

Dreer; 
Paredes, Guagua, Erazo e Ayovi; 
Pedro Quiñónez (Castillo), Noboa, Fidel Martínez e Montero (Juan Cazares); 
Bolaños e Caicedo (Jaime Ayovi).
Técnico: Gustavo Quinteros






ELIMINATÓRIAS: ARGENTINA FAZ 1 A 0 NA COLÔMBIA E MANDA A ZICA EMBORA

Argentina enfim vence nas Eliminatórias

17/11/2015

Mesmo sem Lionel Messi, Sérgio Agüero, Carlitos Tevez, Zabaleta e Garay, os Hermanos foram bem superiores

A Argentina, enfim, conseguiu um respiro nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, que será na Rússia. Mais uma vez cheia de desfalques, mas com um futebol sóbrio, sem muito brilho, bem compactado e com jogadores determinados a cumprir suas tarefas, foi até a cidade de Barranquilla e conquistou uma importantíssima vitória por 1 a 0 sobre a Colômbia, pela quarta rodada - última antes do final do ano.

Assim, com o primeiro triunfo na competição, os argentinos viram o ano com 5 pontos e os colombianos, com 4. Em março, quando as Eliminatórias serão retomadas, a Argentina jogará mais uma vez como visitante - desta vez contra o Chile, em Santiago, em uma reedição da final da última Copa América, em julho, vencida pelos chilenos. A Colômbia também viaja para encarar a Bolívia, em La Paz.

QUEM DIRIA, EIN!
O técnico Tata Martino mais uma vez não pôde contar com alguns de seus principais jogadores. Machucados, Lionel Messi, Sérgio Agüero, Carlitos Tevez, Zabaleta e Garay não puderam entrar em campo. No primeiro tempo, a seleção colombiana começou o jogo em ritmo forte e partiu para o ataque com tudo. Logo no primeiro minuto, o time tentou fazer uma blitz na área argentina e Palácios foi à linha de fundo e cruzou com muito perigo ao gol defendido por Sergio Romero.

Depois disso, aos poucos, o melhor toque de bola da Argentina foi prevalecendo. Mesmo com seus desfalques, o time tentou colocar a bola no chão e conseguiu ditar o ritmo do jogo. Com calma, e usando muito bem as jogadas pelas laterais do campo, conseguiu criar uma série de chances e poderia ter saído para o intervalo com um placar ainda mais favorável.

O primeiro lance de perigo da Argentina surgiu aos 12 minutos da primeira etapa. O atacante Di María, um dos astros do Paris Saint-Germain, foi até a linha de fundo pela esquerda do campo e cruzou rasteiro, nos pés do companheiro de ataque Gonzalo Higuaín. O atacante do Napoli pegou de primeira, mas mandou a bola por cima da meta do goleiro Ospina.

O gol do primeiro tempo saiu logo depois. Aos 19 minutos, o volante Biglia puxou rápido contra-ataque pela intermediária, passou pela marcação e tocou para Banega, que deu ótimo passe para Lavezzi. Ele cruzou rasteiro para a área, a zaga da Colômbia deixou a bola passar e Biglia, que começou a jogada, só teve o trabalho de empurrar a bola para dentro do gol.

Atrás do placar, a Colômbia tentava se articular, mas o meia James Rodríguez, seu principal jogador, não fazia uma boa partida. Os donos da casa chegaram com perigo aos 33 minutos, quando o lateral Funes Mori se atrapalhou ao recuar a bola para Romero. Bacca partiu com a bola e tentou cavar um pênalti ao invés de chutar para o gol.

Aos 39 minutos, a Argentina perdeu chance clara de marcar o segundo gol. Em rápida trama, Higuaín deixou Di María livre, de frente para o gol de Ospina. Ele caminhou com a bola e bateu de esquerda da entrada da área, tirando do goleiro. A bola passou raspando na trave esquerda da meta colombiana.

A Colômbia voltou melhor na segunda etapa. Aos cinco minutos, a Colômbia teve boa chance com Frank Fabra, que balançou na frente da marcação e arriscou de fora da área. A bola passou com perigo, à esquerda. Os colombianos perderam outro oportunidade aos 19, quando Muriel recebeu dentro da área e bateu firme. A bola passou com perigo sobre a meta de Romero.

Depois disso, a Argentina travou o jogo e esperou o tempo passar. Aos 45 minutos, ainda perdeu boa chance de ampliar com Dybala, que ficou na trave. A última chance da Colômbia surgiu aos 47, quando a defesa argentina se atrapalhou, Romero saiu mal do gol e Murillo, com o gol livre, mandou para fora.

FICHA TÉCNICA

Colômbia 0 x Argentina

4ª rodada

Data: 17/11/2015
Horário: 18h30
Local: Estádio Metropolitano Barranquilla - Barranquilla (Colômbia) 
Árbitro: Antonio Arias (PAR)

Cartões Amarelos
Colômbia: Zapata, Palacios
Argentina: Mascherano, Lavezzi, Dybala

Gols
Argentina: Biglia 20' 1T

Colômbia

Ospina;
Palacios, Zapata, Murillo e Frank Fabra;
Daniel Torres, Mejía (Adrián Ramos), James Rodríguez e Macnelly Torres (Luis Muriel);
Teo Gutiérrez (Cardona) e Bacca
Técnico: José Pekerman





Argentina

Sergio Romero;
Mercado (Peruzzi), Otamendi, Funes Mori e Rojo;
Mascherano, Biglia, Banega e Di María;
Higuaím (Dybala) e Lavezzi (Enzo Pérez) 
Técnico: Gerardo Martino



ELIMINATÓRIAS: EM JOGO TENSO, URUGUAI FAZ 3 A 0 NO CHILE E SOBE PARA 2º COLOCADO

Crédito: Divulgação

17/11/2015

Godín, Cáceres e Álvaro Pereira marcaram os gols do triunfo uruguaio

No reencontro entre Uruguai e Chile, depois do tenso jogo que fizeram na Copa América, a seleção uruguaia não tomou conhecimento do campeão daquela competição e aplicou 3 a 0, na noite desta terça-feira, no estádio Centenário, em Montevidéu. O triunfo levou o time da casa à vice-liderança das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo, desbancando justamente o rival chileno.

O Uruguai chegou aos nove pontos, atrás apenas do líder Equador, que tem 12 após vencer a Venezuela, também nesta terça. Já o Chile estacionou nos sete pontos e pode terminar a rodada em quinto lugar, posição que dá vaga na repescagem para brigar por vaga no Mundial da Rússia, em 2018.

Uruguai e Chile fizeram mais um duelo tenso, depois da partida polêmica nas quartas de final na Copa América. Aquele jogo foi marcado pela dedada que Jara acertou no ânus de Cavani, que acabou expulso de campo. Houve troca de hostilidades entre jogadores das duas seleções no intervalo e no fim da partida.

O clima hostil se repetiu nesta terça, com entradas mais fortes e carrinhos violentos. No intervalo, até o técnico Jorge Sampaoli foi ao gramado para discutir com Godín e Cavani. Antes disso, o zagueiro uruguaio abriu o placar aos 22 minutos do primeiro tempo. Após finalização de Corujo, de longe, a bola sobrou na área e Godín mandou para as redes, aos 22.

Sem exibir o mesmo rendimento da Copa América, os visitantes não conseguiram reagir. O meio-campo formado por Valdivia, Vidal e Vargas esteve inoperante na etapa inicial. E, no segundo tempo, atuou mais recuado, deixando Alexis Sanchez isolado no ataque.

Para piorar, o Uruguai aumentou a vantagem no placar aos 16 minutos, em lance inesperado. Muslera bateu forte da área, Cavani escorou de cabeça, de costas, e Alvaro Pereira, também de costas, cabeceou para as redes, já dentro da área.

Em apenas três minutos, o time da casa "matou" o jogo ao anotar o terceiro gol, aos 19. Após cobrança de escanteio na área, Cáceres foi rápido para se desvencilhar da marcação e escorou de cabeça para as redes, diante do lento deslocamento da zaga chilena.

Na próxima rodada das Eliminatórias, a ser disputada somente em março de 2016, o Uruguai terá pela frente a seleção brasileira, fora de casa. A CBF ainda não confirmou o local da partida.

FICHA TÉCNICA

Uruguai 3 x Chile

4ª rodada

Data: 17/11/2015
Horário: 21h00
Local: Estádio Centenário - Montevideu (Uruguai) 
Árbitro: Wilmar Roldán (Colômbia)
Assistentes: Alexander Guzmán e Cristian de la Cruz (ambos da Colômbia)

Gols
Uruguai: Godín 22' 1T, Álvaro Pereira 18' 2T, Cáceres 20' 2T


Uruguai

Muslera;
Maxi Pereira, Coates, Godín e Martín Cáceres (Gastón Silva);
Arévalo Ríos, Carlos Sánchez, Lodeiro (Álvaro Pereira) e Corujo;
Diego Rolán (Nahitan Nández) e Cavani
Técnico: Óscar Tabárez






Chile

Claudio Bravo;
Isla, Gary Medel, Gonzalo Jara e Mena (Beausejour);
Marcelo Díaz, Arturo Vidal e Valdivia;
Vargas (Orellana), Mark González (Matías Fernández) e Alexis Sánchez
Técnico: Jorge Sampaoli





ARGENTINA 1 X 1 BRASIL - LUCAS LIMA SALVA SELEÇÃO DE DUNGA DE MAIS UM FIASCO

Argentina x Brasil - Eliminatorias - 13/11/2015 / cbf.com.br

13/11/2015

A seleção brasileira foi dominada no primeiro tempo, mas contou com o oportunismo do santista para afundar ainda mais os hermanos

A Seleção Brasileira fez mais uma partida longe do futebol que o consagrou em toda a história. Isso, porém, foi amenizado com um empate, por 1 a 1, diante da Argentina, em pleno Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, pela 3ª rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, pois nossos hermanos seguem sem vencer na competição e estariam eliminados se a competição terminasse nesta sexta-feira. O jogo aconteceria na quinta, mas foi adiado pelas fortes chuvas que castigaram o país.

Sem um triunfo sequer, a Argentina apareceu apenas na oitava colocação, com meros dois pontos, apenas na frente de Venezuela e Peru. O Brasil, por sua vez, tem quatro pontos - vitória contra Venezuela e derrota para o Chile -, e fica na quinta posição, assim estaria na repescagem. A liderança fica por conta do Equador, único com 100% de aproveitamento, seguido pelos chilenos, com sete, Uruguai, com seis, e Paraguai, com quatro.

Os números fazem com que a equipe de Dunga tenha o pior início na história das Eliminatórias. Curiosamente, o treinador nunca perdeu para a Argentina sob o comando da Seleção. Foram cinco jogos, quatro vitórias e um empate.

NEYMAR DEPENDÊNCIA!
O Brasil é hoje uma seleção extremamente dependente de Neymar. Com o craque pouco inspirado, a seleção passou aperto ontem diante de uma Argentina esfacelada no ataque, sem Messi, Agüero, Tevez e Pastore, todos machucados. Na defesa, o time ainda não contou com o lateral Zabaleta e o zagueiro Garay, também cortados por lesão.

A partida foi duríssima para o Brasil. A Argentina começou o jogo em um ritmo alucinante. Pelo lado esquerdo da defesa brasileira, Di María partiu para cima de Filipe Luís e David e, com apenas cinco minutos, já havia criado duas boas chances de abrir o placar. Acuado, o Brasil mal conseguia passar do meio de campo.

Lucas Lima marcou seu primeiro gol com a camisa da Seleção

Depois de dez minutos de muita pressão, a seleção conseguiu deixar o jogo um pouco mais equilibrado, mas não o suficiente para levar perigo à Argentina. Para piorar, Ricardo Oliveira praticamente não participava do jogo. O atacante ficou “encaixotado” entre os zagueiros e mal encostava na bola.

Outra novidade na escalação de Dunga, o meia Lucas Lima atuava muito mais como um defensor do que como armador das jogadas de ataque, função para qual foi colocado em campo na vaga de Oscar.

O Brasil era um time sem repertório. A equipe parecia jogar à espera de algum lance genial de Neymar. Mas quem acabou fazendo uma jogada brilhante foi Di María. Aos 33 minutos, o argentino passou a bola entre as pernas de Lucas Lima e deu ótimo passe em profundidade para Higuaín nas costas da defesa brasileira. O atacante rolou para o meio da área e Lavezzi só teve o trabalho de empurrar para o gol.

ACORDOU?
O Brasil só não sofreu o segundo gol logo com um minuto no segundo tempo porque foi salvo pela trave após o chute de Benega. Com dez minutos, Dunga resolveu dar mais velocidade ao ataque e trocou Ricardo Oliveira por Douglas Costa. O time melhorou e, três minutos depois, saiu o gol. Daniel Alves fez o cruzamento pela direita, Douglas Costa cabeceou na trave e, no rebote, Lucas Lima bateu de primeira para o funda rede.



O gol recolocou o Brasil no jogo. A Argentina, porém, continuava perigosa. Aos 32, por exemplo, Filipe Luís quase marcou contra depois do cruzamento de Rojo. O Brasil passou aperto nos minutos finais. A situação ficou ainda mais delicada com expulsão de David Luiz, mas o time conseguiu se segurar até o apito final

PRÓXIMOS JOGOS
Na próxima rodada, a Argentina encara a Colômbia na terça-feira, às 18h30, no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, em Barranquilla. No mesmo dia, às 22h, o Brasil enfrenta o Peru, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

FICHA TÉCNICA

Argentina 1 x Brasil

3ª rodada

Data: 13/11/2015
Horário: 22h00
Local: Monumental de Nuñez - Buenos Aires 
Árbitro: Antonio Arias (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo (PAR) e Milciades Saldívar (PAR)

Cartões Amarelos
Argentina: Roncaglia, Mascherano, Otamendi
Brasil: Lucas Lima, Felipe Luis, David Luiz

Cartões Vermelhos
Brasil: David Luiz

Gols
Argentina: Lavezzi 33' 1T
Brasil: Lucas Lima 13' 2T


Argentina

Romero; 
Roncaglia, Funes Mori, Otamendi e Rojo; 
Mascherano, Biglia e Banega (Lamela); 
Di Maria, Lavezzi (Nico Gaitan) e Higuain (Dybala).
Técnico: Tata Martino






Brasil

Alisson; 
Daniel Alves, Miranda, David Luiz e Filipe Luiz; 
Luiz Gustavo, Elias e Lucas Lima (Renato Augusto); 
Willian (Gil), Neymar Jr. e Ricardo Oliveira (Douglas Costa).
Técnico: Dunga







ELIMINATÓRIAS: EQUADOR BATE O URUGUAI EM CASA E MANTÉM OS 100%

Equador confirma boa fase contra o Uruguai

13/11/2015

O clube equatoriano vem fazendo sua melhor campanha na história da competição

O Equador definitivamente é a grande surpresa deste início de Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018. Depois de duas vitórias nas duas primeiras partidas, inclusive diante da Argentina em Buenos Aires, a seleção passou nesta quinta-feira por outro tradicional time do continente, o Uruguai, e manteve a campanha perfeita. Em Quito, mostrou um ótimo futebol para fazer 2 a 1 e levar a torcida ao delírio.

De quebra, os anfitriões quebraram a sequência de 100% de aproveitamento do Uruguai, que ficou com seis pontos. O Equador é o único a somar nove e lidera as Eliminatórias de forma isolada, pelo menos momentaneamente, já que o Chile também tem seis pontos e ainda atua nesta quarta. Trata-se do melhor início do país na história do torneio.

Agora, a ordem da seleção é manter a sequência perfeita na terça-feira, quando duela fora de casa com o pior time das Eliminatórias até o momento, a Venezuela, que ainda não pontuou. Os uruguaios, por sua vez, terão outra tarefa duríssima, também na terça, já que recebem o Chile em Montevidéu.

TEVE SURPRESA POR AÍ!
Quem esperava que os uruguaios mostrassem a superioridade técnica nesta quinta, foi surpreendido com um início já arrasador do Equador, que abriu o placar aos 23 minutos. Noboa recebeu na intermediária e mostrou muita visão de jogo para dar enfiada perfeita para Paredes pela direita. O lateral cruzou rasteiro para Caicedo, que bateu de primeira para a rede e marcou seu terceiro nestas Eliminatórias.

O gol não mudou o panorama e o Equador seguiu pressionando. Aos 26, Noboa bateu, a bola desviou e sobrou limpa para Martínez, que cabeceou muito mal. A resposta uruguaia só veio aos 38, quando Carlos Sánchez aproveitou sobra na área e bateu cruzado, mas Domínguez fez grande defesa.
Somente no segundo tempo os visitantes reagiram e Cavani, que até então fazia péssima partida, não demorou a mostrar seu faro de artilheiro. Aos três minutos, Lodeiro cobrou falta pela esquerda, o goleiro ficou no meio do caminho e o atacante se antecipou para cabecear para o gol vazio.

O gol acordou os uruguaios e o confronto ficou equilibrado, com ambas as seleções testando os goleiros adversários. Aos sete, Sánchez avançou pela direita e cruzou para Cavani, que chegou batendo. Domínguez espalmou à queima-roupa e ela ainda tocou no travessão. No minuto seguinte, o Equador respondeu. Após escanteio e ajeitada para o meio, Noboa cabeceou firme, no canto esquerdo. Muslera voou para espalmar e fazer uma defesa dificílima.

Mas o jogo era mesmo dos equatorianos, que chegariam ao gol da vitória aos 13. Montero recebeu com muito espaço pela esquerda, foi avançando e bateu firme assim que entrou na área. Muslera espalmou, mas Martínez apareceu para tocar para a rede. O time da casa seguiu melhor e ainda perdeu chances com Bolaños e Montero. O Uruguai, mostrando bastante cansaço na altitude, sequer ameaçou o gol adversário até o apito final.


FICHA TÉCNICA

Equador 2 x Uruguai

3ª Rodada

Data: 12/11/2015
Horário: 19h00
Local: Estádio Olímpico Atahualpa - Quito 
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Brasil)
Assistentes: Fabricio Da Silva (BRA) e Rodrigo Correa (BRA)

Cartões Amarelos
Equador: Paredes, Achilier, Quinónez
Uruguai: Maxi Pereira , Godín

Gols
Equador: Caicedo 23' 1T, Fidel Martínez 15' 2T
Uruguai: Cavani 3' 2T



Equador

Domínguez; 
Paredes, Achilier, Erazo e Ayoví; 
Noboa, Pedro Quiñónez (Alex Bolaños), Jefferson Montero (Ángel Mena) e Fidel Martínez; 
Caicedo e Miller Bolaños (Juan Cazares)
Técnico: Gustavo Quinteros





Uruguai

Muslera; 
Maxi Pereira, Coates, Godín e Martín Cáceres; 
Arévalo Ríos, Álvaro González (Álvaro Pereira), Carlos Sánchez e Lodeiro (Diego Rolán); 
Abel Hernández (Michael Santos) e Cavani

Técnico: Óscar Tabárez





Fonte: Futebol Interior


ELIMINATÓRIAS: CHILE EMPATA COM A COLÔMBIA E DEIXA A LIDERANÇA DAS ELIMINATÓRIAS COM O EQUADOR



13/11/2015

Com 100% de aproveitamento nas duas primeiras rodadas a Roja ficou no 1 a 1 com os Cafeteros

A seleção chilena perdeu nesta quinta-feira os 100% de aproveitamento nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018. Mesmo atuando em casa, apresentou um futebol pouco criativo, bem longe daquele que o sagrou campeão do continente no meio do ano, e teve que se contentar com um empate por 1 a 1 diante da Colômbia.

O resultado deixou os chilenos com sete pontos e os tirou da liderança do torneio, agora nas mãos do Equador, único com 100% de aproveitamento e nove pontos. Já a Colômbia chegou ao quarto ponto e subiu para a quinta posição, que lhe daria uma vaga na repescagem diante de um representante da Oceania.

As duas seleções voltam a campo na próxima terça-feira, pela quarta rodada das Eliminatórias. A Colômbia terá a dura missão de enfrentar a Argentina, em Barranquilla. Não menos complicada será a tarefa do Chile, que viaja a Montevidéu para encarar o Uruguai.

Precisando vencer para voltar à ponta, o Chile foi para cima nesta quinta e logo no primeiro minuto assustou com chute da meia-lua de Sánchez, que Ospina espalmou para escanteio. A resposta colombiana saiu aos 15, quando Muriel cruzou para Jackson Martínez, que só não marcou porque foi bloqueado na hora da finalização.

A Colômbia ganhava terreno e era melhor no primeiro tempo. Só não marcou aos 21 minutos porque Claudio Bravo fez grande defesa. Muriel novamente fez boa jogada e cruzou, a bola passou por todo mundo e sobrou para Martínez, que rolou para Daniel Torres. O volante bateu firme e o goleiro voou para espalmar.

O Chile não fazia bom jogo, tinha dificuldade para criar com Arturo Vidal e Valdivia bem marcados, mas utilizou-se da bola parada para abrir o placar já aos 45. Matias Fernández cobrou falta pela direita e Vidal subiu quase na pequena área para cabecear firme para a rede.

Matias Fernández era o responsável pelas principais chances da equipe, sempre de bola parada. Aos cinco minutos do segundo tempo, ele cobrou falta pela esquerda e exigiu grande defesa de Ospina.

Mas a Colômbia era melhor, criava bastante pelas laterais do campo e conseguiu buscar o empate aos 22 minutos. Muriel fez boa jogada pela esquerda, foi à linha de fundo e cruzou para trás. James Rodríguez ainda se atrapalhou um pouco, mas conseguiu girar e bater de direita para a rede.

O gol diminuiu o ritmo dos colombianos, enquanto o Chile tentava acordar. Aos 26, Vargas recebeu de Jara e foi travado por Ospina ao tentar driblar o goleiro. Mas quem teve a melhor chance de pular à frente foi a Colômbia, aos 41, quando Cardona bateu da entrada da área e exigiu ótima defesa de Bravo.

FICHA TÉCNICA

Chile 1 x Colômbia

3ª Rodada

Data: 12/11/2015
Horário: 21h30
Local: Estádio Nacional de Chile - Santiago 

Árbitro: Enrique Cáceres (Paraguai)
Assistentes: Rodney Aquino (Paraguai) e Carlos Cáceres (Paraguai)

Gols
Chile: Vidal 45' 1T
Colômbia: James Rodríguez 22' 2T



Chile

Claudio Bravo;
Isla, Gary Medel, Jara e Beausejour;
Francisco Silva (Bryan Rabello); Arturo Vidal, Matías Fernández e Valdivia (Orellana);
Alexis Sánchez e Vargas (Pinilla)
Técnico: Jorge Sampaoli






Colômbia

Ospina;
Santiago Arias, Jeison Murillo, Zapata e Frank Fabra;
Daniel Torres, Carlos Sánchez (Cardona), Mejía e James Rodríguez;
Muriel (Bacca) e Jackson Martínez (Pardo)
Técnico: José Pekerman







ELIMINATÓRIAS: BOLÍVIA FAZ 4 A 2 NA VENEZUELA EM CASA E GANHA A PRIMEIRA

Bolívia vence a 1ª nas Eliminatórias Sul-Americana

13/11/2015

Já a equipe venezuelana segue sem pontuar - perdeu antes para Paraguai, como mandante, e para o Brasil, em Fortaleza

No duelo entre as duas piores seleções deste início das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, que será na Rússia, Bolívia e Venezuela tinham tudo para fazer uma partida fraca, sem grandes emoções em campo. Mas o que se viu no estádio Hernando Siles, em La Paz, nesta quinta-feira, foi o contrário. Pela terceira rodada da competição, bolivianos e venezuelanos fizeram um jogo cheio de alternativas e gols, com placar favorável aos donos da casa por 4 a 2.

O resultado positivo fez com a Bolívia conseguisse os seus três primeiros pontos nas Eliminatórias - em outubro, havia sido derrotada em casa pelo Uruguai e como visitante pelo Equador. Já a Venezuela segue sem pontuar - perdeu antes para Paraguai, como mandante, e para o Brasil, em Fortaleza.

Nesta terça-feira, as duas seleções entram em campo pela quarta rodada. Às 21 horas (de Brasília), a Bolívia terá pela frente o Paraguai, no estádio Defensores del Chaco, em Assunção. Um pouco mais cedo, às 19 horas, a Venezuela joga em casa, na cidade de Guayana, contra o Equador.

BOLÍVIA MASSACROU! 
Em campo, o que prevaleceu foram as jogadas de ataque dos dois times e, como consequência das falhas defensivas de ambos, muitos gols. Logo aos cinco minutos de jogo, a Bolívia quase abriu o placar com Chumacero. Aos 18, ele saiu quando a defesa da Venezuela saiu jogando errado, Cardozo roubou a bola e tocou para Ramallo, que deu uma cavadinha e colocou os donos da casa na frente.

Arrasadora, a Bolívia fez o segundo três minutos depois. Lizio foi derrubado por Angel dentro da área e o árbitro marcou pênalti. O atacante Juan Carlos Arce, ex-Corinthians, cobrou o pênalti com força, no meio do gol, e ampliou.

Sem se abalar com a força boliviana, a Venezuela foi ao ataque e conseguiu diminuir aos 31 minutos, quando Rondón aproveitou uma sobra dentro da área e marcou o gol. Só que pouco antes do intervalo, aos 45, a Bolívia fez 3 a 1 em uma cabeçada de Ramallo.

Na segunda etapa, a Bolívia manteve a sua postura ofensiva e logo marcou o quarto gol. Aos 3 minutos, Chumacero fez boa jogada pela direita do ataque e tocou para Ramallo. O atacante tentou marcar seu terceiro na partida, mas o goleiro Baroja impediu. No rebote, porém, Rudy Cardozo encheu o pé.

Pouco tempo depois, a Venezuela diminuiu novamente e marcou o segundo gol aos 10 minutos. Richard Blanco recebeu dentro da área, fez bela finta na marcação e bateu com força, sem chances para o goleiro Vaca. Daí até o final, os visitantes ainda tiveram um gol anulado por impedimento e não tiveram forças para evitar a derrota por 4 a 2.

FICHA TÉCNICA

Bolívia 4 x 2 Venezuela

3ª rodada

Data: 12/11/2015
Horário: 18h00
Local: Estádio Hernando Siles - La Paz 
Árbitro: Victor Carrillo

Cartões Amarelos
Bolívia: Saavedra, Arrascaita
Venezuela: Wilker, Figuera, Falcón

Cartões Vermelhos
Venezuela: Seijas

Gols
Bolívia: Ramallo 18' 1T, Arce 22' 1T, Ramallo 46' 1T, Cardozo 4' 2T
Venezuela: Rondon 30' 1T, Blanco 10' 2T


Bolívia

Daniel Vaca;
Saavedra, Zenteno, Marteli e Morales;
Chumacero, Lizio (Yasmani Duk), Rudy Cardozo e Veizaga;
Arce (Eguino) e Ramallo (Arrascaita)
Técnico: Julio César Baldivieso





Venezuela

Baroja;
Jefre Vargas (Falcón), Wilker Ángel (José Velásquez), Franklin Lucena e Alexander González;
Figuera (Carabalí), Tomáz Rincón, Luis Seijas, Rafael Acosta e Mario Rondón;
Blanco
Técnico: Noel Sanvicente






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