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DESFALCADA, SELEÇÃO MANTÉM 100% COM VITÓRIA MAGRA SOBRE A VENEZUELA E LIDERA

Foto: Nelson Almeida / Pool/ AFP

 13-11-2020

A Seleção Brasileira não brilhou no Morumbi, mas fez o suficiente para manter sua campanha com 100% de aproveitamento nas Eliminatórias. Na noite desta sexta-feira, desfalcado de nomes como Neymar, Philippe Coutinho e Casemiro, o time comandado por Tite contou com gol de Firmino para vencer a frágil Venezuela por 1 a 0.

Com nove pontos em três rodadas, a Seleção Brasileira é única ainda com 100% de aproveitamento e lidera as Eliminatórias Sul-Americanas de maneira isolada. A Venezuela, por sua vez, segue zerada e figura no penúltimo lugar, à frente apenas da Bolívia, que tem saldo de gols pior.

Pela quarta rodada do torneio classificatório à Copa do Mundo 2022, a Venezuela volta a campo para enfrentar o Chile às 18 horas (de Brasília) desta terça-feira, como mandante. Já a Seleção Brasileira pega o Uruguai às 20 horas do mesmo dia, no Estádio Centenário.

O Jogo - Logo no começo da partida, Renan Lodi recebeu de Marquinhos pela esquerda e cruzou de primeira. O goleiro Fariñez espalmou para frente e Richarlison completou para as redes. O assistente, porém, assinalou impedimento do lateral canhoto, confirmado pelo VAR.

A Seleção jogou de forma burocrática diante da retranca venezuelana, mas poderia ter aberto o placar em mais uma jogada iniciada pela esquerda. Renan Lodi cruzou e Gabriel Jesus cabeceou para o meio. Livre e em posição legal, na cara do gol venezuelano, Richarlison conseguiu completar para fora.

Na única chegada da Venezuela durante o primeiro tempo, o habilidoso Soteldo fintou Danilo pela esquerda e cruzou rasteiro, mas Marquinhos afastou. Nos minutos finais, Everton cruzou da esquerda, Gabriel Jesus desviou para o meio e Richarlison cometeu falta em Osorio antes de cabecear para boa defesa de Fariñez.

Tite voltou para o segundo tempo com Lucas Paquetá no lugar de Douglas Luiz, mas a Seleção continuou jogando sem inspiração. O gol enfim saiu aos 21 minutos, quando Everton Ribeiro cruzou da direita, Machis cabeceou para o meio e Firmino completou para as redes.

Na tentativa de aumentar o poder de fogo da Seleção Brasileira, Tite trocou Gabriel Jesus e Richarlison por Everton Cebolinha e Pedro, que fez sua estreia na equipe nacional. O técnico português José Peseiro também usou os reservas para mexer na Venezuela.

Apesar das alterações promovidas pelos dois treinadores, o panorama da partida não mudou. A Seleção Brasileira foi incapaz de criar oportunidades de gol, mas também não correu maiores riscos no campo de defesa e terminou com a vitória magra no Morumbi.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 x 0 VENEZUELA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)

Data: 13 de novembro de 2020, sexta-feira

Horário: 21h30 (de Brasília)

Árbitro: Juan Benítez (PAR)

Assistentes: Eduardo Cardozo (PAR) e Milciades Saldivar (PAR)

VAR: Eber Aquino (PAR)

Cartões amarelos: Douglaz Luiz (BRA); Cásseres, Machis e Rincon (VEN)

Gol:

BRASIL: Firmino (21min do 2º Tempo)


BRASIL:
Ederson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Renan Lodi (Alex Telles); Allan, Douglas Luiz (Lucas Paquetá) e Everton Ribeiro; Gabriel Jesus (Everton Cebolinha), Roberto Firmino e Richarlison (Pedro). Técnico: Tite



VENEZUELA:
Fariñez; Feltscher (Del Pino), Osorio, Ángel e Rosales (Alex Gonzalez); Rincon, Moreno, Cásseres, Soteldo (Otero) e Machis (Savarino); Rondon. Técnico: José Peseiro


Fonte: Gazeta Esportiva

ARGENTINA BATE VENEZUELA E ENCARA O BRASIL NA SEMIFINAL DA COPA AMÉRICA

Foto: Mauro Pimentel / AFP

28/06/2019

Mesmo sem mostrar um grande futebol, a Argentina se impôs e venceu por 2 a 0 a Venezuela, nesta sexta-feira, no Maracanã, pelas quartas de final da Copa América. Com o resultado, os argentinos se classificaram para as semifinais da competição e terão pela frente o Brasil, na terça-feira, no Mineirão.

Os hermanos dominaram o primeiro tempo e marcaram no início com Lautaro Martínez, de letra. Na etapa final, a Venezuela chegou a esboçar uma pressão, mas o gol de Lo Celso, após falha de Fariñez, decretou a classificação da equipe comandada por Lionel Scaloni. Principal astro argentino, Lionel Messi teve atuação apagada no Maracanã.

Foto: Douglas Magno/AFP

O jogo – A Argentina começou melhor a partida e criou a primeira boa chance logo aos dois minutos. Lautaro Martínez tocou para Aguero na área e o atacante chutou cruzado para defesa de Fariñez com os pés. Os argentinos seguiram na pressão e tiveram nova oportunidade quatro minutos depois. Após cobrança de escanteio, Lautaro Martínez desviou de cabeça, mas Pezzella dominou mal e mandou nas mãos do goleiro venezuelano.

De tanto insistir, os hermanos chegaram ao gol aos nove minutos. Messi cruzou, Aguero tentou a finalização, mas viu Lautaro Martínez mandar de letra para a rede.

A Argentina não diminuiu o ritmo após o gol e criou nova chance aos dez minutos. Em avanço rápido, Messi recebeu passe na entrada da área, mas chutou em cima da zaga venezuelana.

Aos poucos, a Venezuela conseguiu equilibrar as ações no Maracanã. No entanto, a equipe vinotinto não levava perigo ao gol de Armani. Os argentinos diminuíram o ritmo, mas continuavam tendo o controle da partida. Com isso, o duelo ficou concentrado entre as intermediárias.

Somente aos 36 minutos, os hermanos voltaram a levar perigo. Após cobrança de falta na área, Pezzella cabeceou sobre o travessão. A resposta da Venezuela veio no minuto seguinte. Chancellor aproveitou escanteio e cabeceou próximo ao gol. Mesmo com o susto, a Argentina seguiu mais organizada em campo e foi para o intervalo a frente no placar.

O segundo tempo começou parecido com o primeiro. A Argentina tinha a posse de bola e criou a primeira oportunidade de marcar aos dois minutos. Lautaro Martínez foi lançado, entrou na área e chutou na trave venezuelana.

No entanto, o que se viu depois disso foi a Venezuela buscando o ataque e a Argentina apenas esperando para aproveitar os espaços. Só que a seleção vinotinto seguia tendo problemas para criar boas chances de gol.

Somente aos 25 minutos, os venezuelanos chegaram com perigo. Hernández foi lançado na área e chutou cruzado para grande defesa de Armani. Só que a resposta argentina veio em grande estilo três minutos depois. Aguero chutou da entrada da área, Fariñez deu rebote no pé de Lo Celso, que mandou para a rede.

O revés foi sentido pelos venezuelanos, que demoraram a voltar ao ataque. Somente aos 37 minutos, Rondón cobrou falta com perigo. Em seguida, O mesmo Rondón aproveitou escanteio e cabeceou para grande defesa de Armani.

Nos minutos finais, a Argentina tratou de administrar o resultado. Mesmo assim, os hermanos ainda quase chegaram ao terceiro gol com Di Maria, mas desta vez Fariñez fez a defesa. A Venezuela não teve mais força para pressionar e só esperou o final da partida.

FICHA TÉCNICA

VENEZUELA 0 X 2 ARGENTINA

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 28 de junho de 2019 (sexta-feira)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldán (Colômbia)
Assistentes: Wilmar Navarro (Colômbia) e Jhon A. León (Colômbia)
VAR: Andrés Rojas (Colômbia)
Renda: R$ 9.198.480,00
Público: 42.495 pagantes
Cartões amarelos: Rincón, Rondón, Soteldo e Herrera (Venezeula); Lautaro Martínez e Acuña (Argentina)
GOLS: Lautaro Martínez, aos 9min do primeiro tempo; Lo Celso, aos 28min do segundo tempo


VENEZUELA: Fariñez; Rosales (Seijas), Chancellor e Hernández; Moreno, Machís (Josef Martínez), Herrera, Tomás Rincón; Del Pino (Soteldo) e Murillo; Rondón.
Técnico: Rafael Dudamel




ARGENTINA: Armani, Foyth, Pezzella, Otamendi e Tagliafico; Paredes, De Paul e Acuña (Lo Celso); Messi, Agüero (Dybala) e Laurato Martínez (Di Maria)
Técnico: Lionel Scaloni






VENEZUELA BATE BOLÍVIA E SE CLASSIFICA PARA A PRÓXIMA FASE DA COPA AMÉRICA

Foto: Luis Acosta / AFP

22/06/2019 

Com um futebol vistoso diante da Bolívia, a Venezuela venceu por 3 a 1, na tarde deste sábado, no Mineirão, em duelo válido pela terceira rodada do Grupo A da Copa América. Com dois gols de Machís e um de Martinez, a equipe avança ao lado do Brasil.

O resultado classificou o time venezuelano para a próxima fase com cinco pontos conquistados. O Brasil ficou em primeiro com a vitória por 5 a 0 sobre o Peru, que ficou pelo caminho. A Bolívia também deu adeus a competição sem sequer pontuar: três derrotas, apenas dois gols marcados.

A Venezuela volta a campo na próxima sexta-feira, no Maracanã, pelas quartas de final da Copa América. A equipe ainda espera seu adversário que será o segundo colocado do grupo B: Paraguai, Catar e Argentina brigam pela posição.

Primeiro tempo

Não foi possível sequer fazer uma analise primária das equipes antes que o zero do placar fosse tirado. Nos primeiros toques na bola, a seleção da Venezuela conseguiu um ótimo ataque e no primeiro minuto balançou as redes. Fruto de uma ótima jogada pela direita com cruzamento para Marchís que se antecipou com muita qualidade ao zagueiro e mandou para o fundo das redes, sem chances para o goleiro Lampe.

Após o tento é possível, portanto, fazer uma analise. O time da Venezuela, depois de fazer frente ao Brasil no duelo dentro do grupo, agora mostra a qualidade no meio campo. Praticamente todas as bolas de ligação defesa ao ataque passavam pelos pés de Savarino e Añor, atletas que mudavam de posição e se alternavam na esquerda e direita. Importante ressaltar também a diferença que fazia Machís em campo, não apenas pelo gol, mas também pela postura em campo, dando velocidade nas pontas.

A Bolívia não conseguia se encontrar na partida. O meio campo era fraco, as bolas custava a passar pelos defensores iniciais da Venezuela e, quando isso acontecia, raramente a redonda chegava em condições para Marcelo Moreno aproveitar alguma coisa.

Em uma das chances, a Bolívia levou perigo aos 7 minutos. Em uma chegada despretensiosa, Arano chutou forte e exigiu que o goleiro Fariñez fizesse a defesa. A bola ainda pegou na trave antes de ficar com a defesa.

Apesar da chegada com qualidade da Bolívia, a equipe venezuelana seguia muito superior em campo, sem grandes problemas defensivos e com o setor criativo bastante produtivo, com boas chegadas e investidas.

Aos 28 mais uma grande chance da Venezuela. Em chegada pela esquerda, Machís passou em disparada na ponta esquerda e cruzou com qualidade, mas Añor finalizou para fora.

Em busca de dar mais firmeza para seu meio campo, Eduardo Villegas colocou Raul Castro na vaga de Leonardo Vaca. E funcionou com mais mobilidade e, aos 38, um chute forte na trave, um dos poucos sustos da defesa venezuelana.

Segundo tempo

À volta para o intervalo foi assim como no primeiro tempo. O jogo se desenhou com uma Bolívia enfrentando muitas dificuldades para chegar ao ataque e a Venezuela com facilidades e um futebol mais vistoso.

Aos 9, a Venezuela conseguiu ampliar a contagem que já era favorável. Novamente com Machís e um belo gol. O camisa 7 recebeu a bola na esquerda, carregou a redonda em direção a área e chutou para superar o arqueiro pela segunda vez na partida.

E mesmo com o tento, a Venezuela ainda era melhor. Com mais intensidade, agressividade e chegadas perigosas contra a meta boliviana. Aos 19, por exemplo, Soteldo colocou a bola na medida para Rondón, mas o centroavante perdeu o gol feito. Dois minutos além, foi a vez de Machís receber a pepita e soltar um voleio, mas novamente a sorte esteve do lado dos bolivianos.

Aos 30, o atacante Marcelo Moreno pediu para sair. Ao que parecia algo ruim para a Bolívia, virou. A equipe cresceu de rendimento na frente, tendo mais flexibilidade. Aos 36, os bolivianos chegaram ao primeiro gol, com Justiniano que chutou no cantinho.

Mas não demorou até a Venezuela conseguir ampliar. Em ótima jogada de Soteldo na esquerda, a bola chegou na medida para Josef Martínez que deu um leve toque na bola e acertou a lateral da rede e saiu para comemorar mais uma vez.

FICHA TÉCNICA

BOLÍVIA 1 X 3 VENEZUELA

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 22 de junho de 2019, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Esteban Ostojich (URU)
Assistentes: Nicolas Taran (URU) e Richard Trinidad (URU)
VAR: Nestor Pitana (ARG)
Gols: Machís, no primeiro minuto de jogo e aos 9 do segundo tempo, Josef Martínez, aos 41 do segundo tempo (Venezuela); Justiniano, aos 36 do segundo tempo (Bolívia)
Cartões: Raul Castro, Justiniano (Bolívia)

BOLÍVIA: Lampe; Diego Bejarano, Haquin, Jusino e Marvin Bejarano (Roberto Fernandez); Justiniano, Arano, Saucedo, Ramiro Vaca, Leonardo Vaca (Raul Castro), Marcelo Moreno (Gilbert Alvarez)
Técnico: Eduardo Villegas




VENEZUELA: Fariñez, Hernández, Chancellor, Mago, Rosales, Moreno, Rincón, Machís (Martinez), Savarino, Añor (Soteldo), Rondon (Murilo)
Técnico: Rafael Dudamel





COPA AMÉRICA: BRASIL TEM TRÊS GOLS ANULADOS E SÓ EMPATA COM A VENEZUELA EM SALVADOR

Foto: Juan Mabromata / AFP

18/06/2019 

O povo de Salvador é festivo, mas não a qualquer custo. A Seleção Brasileira que já havia sofrido com a pressão paulistana, nessa terça acabou vaiada pelos baianos. Pior, viu manifestações de “olé” ao toque dos adversários. Tudo porque a equipe de Tite não passou de um 0 a 0 com a Venezuela pela segunda rodada do Grupo A da Copa América.

Roberto Firmino foi decisivo de forma negativa. O atacante do Liverpool teve um gol anulado no primeiro tempo e por sua condição irregular a Seleção teve mais dois tentos cancelados pela arbitragem, com auxílio do VAR, na etapa final.

Ainda assim, os anfitriões são líderes com 4 pontos, à frente do Peru apenas por um gol a mais de saldo. A Venezuela tem dois pontos e a Bolívia nenhum.

Primeiro tempo

Como já era de se imaginar, o Brasil partiu para a pressão inicial. A aposta foi pelo lado esquerdo, Em 15 minutos, David Neres recebeu a bola em boa condição dentro da área três vezes. Na melhor delas, errou o alvo.

Richarlison testou o goleiro Fariñez na sequência e o gol parecia questão de tempo, mas Rondón, no contra-ataque, venceu Marquinhos pelo alto e mostrou que a Venezuela não era tão frágil ofensivamente quanto alguns poderiam imaginar.

A posse de bola brasileira chegou a alcançar 77%, Tite trocou Neres e Richarlison de lado, Firmino teve gol anulado (por cometer falta), ou seja, o Brasil tentou de todas as maneiras.

A bola, no entanto, não entrou, as vaias, mesmo que tímidas e não tão efusivas quanto as paulistanas, puderam ser ouvidas com o último apito do árbitro no primeiro tempo.

Segundo tempo

A etapa final começou com Gabriel Jesus no lugar de Richarlison. O atacante do Manchester City foi escalado aberto pela esquerda, diferente do que está acostumado a fazer na Inglaterra.

Pouco depois, Tite chamou Fernandinho e não foi poupado de protestos das arquibancadas. Casemiro, amarelado, deixou o jogo para não correr riscos.

Com o novo cenário, a Seleção seguiu na missão de furar a retranca dos visitantes. E até conseguiu com Jesus, mas pela segunda vez na partida, a frustração sucedeu a euforia por causa de um impedimento de Firmino avaliado com o auxílio do replay.

A Venezuela, sem largar mão de sua proposta, ousou com a entrada de Soteldo. Mas, a Fonte Nova vibrou mesmo foi quando Tite resolveu colocar Everton Cebolinha em campo.

Drama

Os minutos finais foram marcados por uma pressão desordenada do Brasil e atacantes entrando no lado adversário. As vaias já surgiam, a irritação também, quando Coutinho conseguiu estufar as redes e soltar o alívio da garganta dos brasileiros.

O problema é que mais uma vez o VAR entrou em ação e, pela terceira vez, foi responsável por uma frustração generalizada na Fonte Nova. Firmino, de novo, acabou sendo vilão e responsável pela anulação.

Assim, não teve jeito. O Brasil não saiu do empate e, mesmo longe de São Paulo, o placar não foi perdoado pelo público presente.

Tabela

Na próxima rodada, o Brasil recebe o Peru na Arena Corinthians, sábado, às 16h. No mesmo dia e horário, a Venezuela encara a Bolívia.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 0 X 0 VENEZUELA

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 18 de junho de 2019, terça-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Julio Bascuñan (CHI)
Assistentes: Christian Scheimann (CHI) e Claudio Ríos (CHI)
Árbitro de Vídeo: Roberto Tobar (CHI)
Cartões amarelos: Casemiro (BRA); Murillo, Figuera (VEN)
Público e Renda: 39.622 pagantes / 2.965 não pagantes / R$ 8.734.480,00

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís; Casemiro (Fernandinho), Arthur e Philippe Coutinho; Richarlison (Gabriel Jesus), Roberto Firmino e David Neres (Everton Cebolinha)
Técnico: Tite



VENEZUELA: Fariñez, Rosales, Osorio, Villanueva e Hernández; Moreno; Herrera (Soteldo), Rincón, Machis (Figuera) e Murillo; Rondón (Martínez).
Técnico: Rafael Dudamel





COPA AMÉRICA: PERU TEM DOIS GOLS ANULADOS E SÓ EMPATA COM A VENEZUELA EM PORTO ALEGRE

Foto: Jeferson Guareze/AFP

15/06/2019 

Peru e Venezuela empataram em 0 a 0 na estreia pela Copa América, neste sábado, na Arena do Grêmio. A seleção de Cueva e Guerrero teve dois gols anulados depois do auxílio do VAR, um em cada tempo.

As melhores chances foram do Peru. A pressão aumentou ainda mais quando Mago foi expulso aos 28 minutos do segundo tempo. Nos instantes finais, porém, a Venezuela suportou a pressão e contou com grande atuação de Fariñez para somar um ponto.

Cueva foi substituído no intervalo depois de uma pancada na nuca. Trauco e Guerrero jogaram todo o tempo. Soteldo, também, do Santos, entrou aos 38 minutos do segundo tempo.

Na próxima rodada, o Peru enfrentará a Bolívia, terça-feira, no Maracanã. A Venezuela “visitará” o líder Brasil, também na terça, no Estádio Fonte Nova.

O JOGO

O primeiro tempo foi movimentado. O empate pareceu justo, mas o 0 a 0 foi pouco pela movimentação e entrega das duas equipes na Arena Grêmio.

Logo aos seis minutos, o Peru abriria o placar se não fosse o VAR. Após bate-rebate na área, González chutou bonito para abrir o placar. A arbitragem acionou o vídeo e viu falta no choque entre Fariñez e Tapia.

No minuto 15, o Peru teve outra grande chance. Farfán puxou o contra-ataque e acionou Cueva. O camisa 8 invadiu a área e bateu mascado de canhota, para fora.

Quando o placar marcava 21, a Venezuela chegou com perigo pela primeira vez. Savarino inverteu para Murillo e o cruzamento achou Rondón. Gallese fez grande defesa. Aos 26, Savarino bateu falta fechada e Gallesse defendeu de novo.

Aos 31, Guerrero teve a primeira boa jogada. Ele deu boa bola para Advíncula bater forte, cruzado, e Fariñez defender em dois tempos. No minuto 36, Guerrero de novo: o centroavante recebeu lançamento, dominou de peito já driblando e chutou forte, por cima. Ainda deu tempo para o jogador do Internacional cobrar falta e exigir outra defesa de Fariñez.

SEGUNDO TEMPO

Diferentemente da etapa inicial, a primeira chance foi da Venezuela, logo no primeiro minuto, em cobrança de falta perigosa de Rondón. Bola passou perto da trave de Gallese.

Aos 17, o Peru teve outro gol anulado depois do auxílio do VAR. Farfán, impedido, faria bonito gol de cabeça depois de cruzamento da esquerda. No minuto 28, Mago recebeu o segundo cartão amarelo por acertar Polo e foi expulso.

Na sequência da expulsão, aos 30, o Peru teve a melhor chance para abrir o placar. Guerrero, na pequena área, recebeu de Farfán e chutou para Fariñez fazer um milagre. O VAR foi acionado para saber se a bola passou da linha – o que não ocorreu.

Com um a mais, o Peru tentou acuar a Venezuela. Aos 35, Flores bateu forte, de fora da área, para mais uma boa defesa do goleiro Fariñez. Depois da “blitz”, porém, os peruanos cansaram e não conseguiram aproveitar a superioridade numérica.

FICHA TÉCNICA

VENEZUELA 0 x 0 PERU

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 15 de junho de 2019, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldan (COL)
Assistentes: Alexander Guzmán (COL) e Jhon A. León (COL)
VAR: Leodán Gonzalez (COL)
Público e renda: 13.370/R$ 2.400.080
Cartões amarelos: PERU: Tapia e Carrillo. VENEZUELA: Mago
Cartão vermelho: VENEZUELA: Mago.

VENEZUELA: Fariñez; Rosales, Chancellor, Villanueva e Luis Mago; Herrera, Moreno (Hernández) e Rincón; Murillo (Soteldo), Savarino (Machis) e Rondón
Técnico: Rafael Dudamel




PERU: Gallese; Advíncula, Zambrana, Abram e Trauco; Tapia e Yotún (Polo); González (Carrillo), Cueva (Flores) e Farfán; Guerrero
Técnico: Ricardo Gareca





CONFIRA TODOS OS CONVOCADOS DAS 12 SELEÇÕES DA COPA AMÉRICA

Neymar, Messi, Guerrero e Cavani estarão na Copa América
Montagem sobre fotos / Fabrice Coffrini/AFP, Juan Ruiz /AFP, Fabrice Coffrini/AFP e Odd Andersen/AFP

02/06/2019

Competição acontece no Brasil entre os dias 14 de junho e 7 de julho

A Copa América 2019, sediada no Brasil, inicia no próximo dia 14 de junho. As seleções já estão em preparação para o torneio com suas convocações definidas.

Confira abaixo, por grupos, quem são os convocados de cada seleção que disputará a competição:

Grupo A: Brasil, Bolívia, Peru e Venezuela

Brasil

Neymar é o destaque da Seleção Brasileira
Adrian DENNIS / AFP
Tite convocou o que tem de melhor à disposição, incluindo Neymar. A Copa América, que o Brasil não conquista desde 2007, será a primeira competição que a equipe principal disputará em casa desde o Mundial de 2014.

Goleiros: Alisson (Liverpool-ING), Ederson (Manchester City-ING) e Cássio (Corinthians)

Defensores: Marquinhos (PSG-FRA), Miranda (Inter de Milão-ITA), Thiago Silva (PSG-FRA), Eder Militão (Porto-POR), Daniel Alves (PSG-FRA), Fagner (Corinthians), Alex Sandro (Juventus-ITA) e Filipe Luís (Atlético de Madrid-ESP)

Meias: Casemiro (Real Madrid-ESP), Fernandinho (Manchester City-ING), Arthur (Barcelona-ESP), Allan (Napoli-ITA), Philippe Coutinho (Barcelona-ESP) e Lucas Paquetá (Milan-ITA)

Atacantes: Neymar (PSG-FRA), Richarlison (Everton-ING), Roberto Firmino (Liverpool-ING), Gabriel Jesus (Manchester City-ING), Everton (Grêmio) e David Neres (Ajax-HOL)

Bolívia

Marcelo Moreno é o destaque da seleção boliviana
TRATO.TXT / Divulgação
Sem a altitude a seu favor, os bolivianos têm à disposição Marcelo Moreno. Atualmente na China, o ex-Grêmio é o mais conhecido entre os convocados. O técnico Eduardo Villegas ainda conta com 26 jogadores, não tendo divulgado a lista final com 23.

Goleiros: Carlos Lampe (San José), Rubén Cordano (Blooming) e Javier Rojas (Nacional Potosí)

Defensores: Saúl Torres (Nacional Potosí), Diego Bejarano (Bolívar), Marvin Bejarano (The Strongest), Roberto Fernández (Blooming), Luis Haquin (Puebla FC), Adrián Jusino (Bolívar), Mario Cuéllar (Oriente Petrolero), Ronny Montero (Wilstermann) e José María Carrasco (Blooming)

Meias: Leonel Justiniano (Bolívar), Erwin Saavedra (Bolívar), José Vargas (Blooming), Alejandro Chumacero (Puebla FC), Ramiro Vaca (The Strongest), Diego Wayar (The Strongest), Paul Arano (Blooming), Fernando Saucedo (Wilstermann), Henry Vaca (The Strongest) e Samuel Galindo (Always Ready)

Atacantes: Leonardo Vaca (Blooming), Gílbert Álvarez (Wilstermann), Marcelo Moreno (Shijiazhuang-CHI) e Rodrigo Ramallo (San José)

Peru

Paolo Guerrero é o destaque da seleção peruana
Fabrice COFFRINI / AFP
Após disputar uma Copa do Mundo depois de 36 anos, os peruanos tem em Paolo Guerrero a grande esperança de uma boa participação na Copa América. O atacante do Inter é o maior artilheiro da história da seleção. 

Goleiros: Pedro Gallese (Alianza Lima), Carlos Cáceda (Melgar) e Patricio Álvarez (Sporting Cristal).

Defensores: Aldo Corzo (Universitario), Miguel Araujo (Talleres de Córdoba), Luis Advíncula (Rayo Vallecano), Anderson Santamaría (Atlas), Luis Abram (Vélez Sarsfield), Miguel Trauco (Flamengo), Carlos Zambrano (Basilea) e Alexander Callens (New York City).

Meias: Renato Tapia (Willem II), Yoshimar Yotún (Cruz Azul), Jesús Pretell (Sporting Cristal), Christofer Gonzáles (Sporting Cristal), Edison Flores (Morelia), Christian Cueva (Santos) e Paolo Hurtado (Konyaspor)

Atacantes: Paolo Guerrero (Inter), Jefferson Farfán (Lokomotiv), André Carillo (Al-Hilal), Andy Polo (Portland Timbers) e Raúl Ruidíaz (Seattle Sounders)

Venezuela 

Seijas é o mais velho da seleção venezuelana
RHONA WISE / AFP
Sem o baixinho Soteldo, do Santos, a seleção vinotinto mescla jovens jogadores com outros mais experientes. O mais velho é Seijas, ex-Inter, de 32 anos. 

Goleiros: Wuilker Fariñez (Millonarios-COL), Rafael Romo (Apoel-CYP) e Joel Graterol (Zamora)

Defensores: Ronald Hernández (Stabaek-NOR), Rolf Feltscher (Los Angeles Galaxy-EUA), Yordan Osorio (Vitória de Guimaraes-POR), Mikel Villanueva (Gimnástic de Tarragona-ESP), Jhon Chancellor (Al Ahli-CAT), Roberto Rosales (Espanyol-ESP) e Luis Mago (Palestino-CHI)

Meias: Tomás Rincón (Torino-ITA), Júnior Moreno (DC United-EUA), Arquímedes Figuera (Deportivo La Guaira), Yangel Herrera (SD Huesca-ESP), Luis Manuel Seijas (Independiente Santa Fe-COL), Juan Pablo Añor (SD Huesca-ESP), Jhon Murillo (CD Tondela-POR), Adalberto Peñaranda (Watford-ING), Jefferson Savarino (Real Salt Lake-EUA) e Darwin Machís (Cádiz-ESP)

Atacantes: Salomón Rondón (Newcastle-ING), Josef Martínez (Atlanta United-EUA) e Fernando Aristeguieta (América de Cali-COL)

Grupo B: Argentina, Catar, Colômbia e Paraguai

Argentina

Messi é o destaque da Argentina
OLGA MALTSEVA / AFP
Vivendo uma seca de quase 26 anos sem títulos, os hermanos contam com a volta de Lionel Messi para tentarem ser campeões no Brasil. O camisa 10 havia se afastado da seleção após a Copa da Rússia, mas retornou para buscar a conquista que jamais conseguiu com o time principal de seu país.

Goleiros: Esteban Andrada (Boca Juniors), Franco Armani (River Plate) e Agustín Marchesín (América-MEX)

Defensores: Renzo Saravia (Racing), Nicolás Otamendi (Manchester City), Juan Foyth (Tottenham), Germán Pezzella (Fiorentina), Ramiro Funes Mori (Villarreal), Nicolás Tagliafico (Ajax), Marcos Acuña (Sporting) e Milton Casco (River Plate)

Meias: Rodrigo De Paul (Udinese), Leandro Paredes (PSG), Roberto Pereyra (Watford), Giovani Lo Celso (Betis), Ángel Di María (PSG), Guido Rodríguez (América-MEX) e Exequiel Palacios (River Plate)

Atacantes: Lionel Messi (Barcelona), Sergio Agüero (Manchester City), Paulo Dybala (Juventus), Matías Suárez (River Plate) e Lautaro Martínez (Inter de Milão)

Catar


Almoez Ali é o destaque da seleção catari
Yasser Al-Zayyat / AFP
A seleção dona da casa na Copa de 2022 é uma das convidadas para o torneio sul-americano. O país vem em uma crescente no esporte, tendo conquistado a Copa da Ásia no início deste ano.

Goleiros: Saad Al Sheeb (Al-Sadd), Yousef Hassan (Al-Gharafa) e Mohammed Al-Bakri (Al-Khor)

Defensores: Bassam Al-Rawi (Al-Duhail), Abdelkarim Hassan (Al-Sadd), Hamid Ismail (Al-Sadd), Pedro Correia (Al-Sadd), Tarek Salman (Al-Sadd), Tameem Al-Muhaza (Al-Gharafa) e Assim Madibo (Al-Duhail)

Meias: Boualem Khoukhi (Al-Sadd), Salem Al-Hajri (Al-Sadd), Karim Boudiaf (Al-Duhail), Ali Afif (Al-Duhail), Abdullah Al-Ahrak (Al-Duhail), Abdulaziz Hatem (Al-Gharafa), Al Mahdi Ali (Al-Gharafa) e Ahmed Fathy (Al-Arabi)

Atacantes: Hassan Al-Haydos (Al-Sadd), Akram Afif (Al-Sadd), Almoez Ali (Al-Duhail), Ahmed Alaa (Al-Gharafa) e Ahmed Moein (Qatar SC)

Colômbia 


James Rodriguez é o destaque da seleção colombiana
JOSE JORDAN / AFP
Os craques James Rodriguez e Falcao García estão confirmados, além do volante Cuéllar, do Flamengo. Os colombianos conquistaram a América pela última vez em 2001.

Goleiros: David Ospina (Napoli), Álvaro Montero (Tolima) e Camilo Vargas (Deportivo Cali)

Defensores: Dávinson Sánchez (Tottenham), Yerry Mina (Everton), Zapata (Milan), Lucumí (Genk), Santiago Arias (Atlético de Madrid), Cristian Borja (Sporting), William Tesillo (León) e Stefan Medina (Pachuca)

Meias: James Rodríguez (Bayern de Munique), Gustavo Cuéllar (Flamengo), Wílmar Barrios (Zenit), Jéfferson Lerma (Bournemouth), Edwin Cardona (Pachuca), Juan Guillermo Cuadrado (Juventus), Luis Díaz (Junior Barranquilla) e Mateus Uribe (América do México)

Atacantes: Falcao García (Monaco), Duván Zapata (Atalanta), Roger Martínez (América do México) e Luis Muriel (Fiorentina)

Paraguai


Balbuena é o destaque da seleção paraguaia
Reprodução / Instagram
Destaque para três jogadores que atuam no Brasil: Gatito Fernandez, do Botafogo, Gustavo Gómez, do Palmeiras, Derlis Gonzalez, do Santos.

Goleiros: Alfredo Aguilar (Olimpia), Junior Fernández (Botafogo) e Antony Silva (Huracán) 

Defesas: Juan Escobar (Cerro Porteño), Fabián Balbuena (West Ham), Gustavo Gómez (Palmeiras), Iván Torres (Olimpia), Iván Piris (Libertad), Bruno Valdez (América), Junior Alonso (Boca Juniors) e Santiago Arzamendia (Cerro Porteño) 

Volantes: Rodrigo Rojas (Olimpia), Matías Rojas (Defensa y Justicia), Celso Ortiz (Monterrey), Hernán Pérez (Espanyol), Miguel Almirón (Newcastle) e Richard Ortiz (Olimpia) 

Atacantes: Derlis González (Santos), Federico Santander (Bologna), Cecilio Domínguez (Independiente), Juan Iturbe (Pumas), Óscar Romero (Shanghai Shenhua) e Óscar Cardozo (Libertad)

Grupo C: Chile, Equador, Japão e Uruguai

Chile


Vidal é o destaque do Chile
Martin Bernetti / AFP
Atuais bicampeões, os chilenos não terão o goleiro Claudio Bravo, mas apostam suas fichas em Arturo Vidal e Alexis Sánchez.

Goleiros: Gabriel Arias (Racing Club-ARG), Brayan Cortés (Colo Colo) e Yerko Urra (Huachipato)

Defensores: Mauricio Isla (Fenerbahçe-TUR), Paulo Díaz (Al-Ahli-EMI), Guillermo Maripán (Alavés-ESP), Gonzalo Jara (Estudiantes de La Plata-ARG), Gary Medel (Besiktas-TUR), Igor Lichnovsky (Cruz Azul-MEX), Óscar Opazo (Colo Colo) e Jean Beausejour (Universidad de Chile)

Meias: Arturo Vidal (Barcelona-ESP), Charles Aránguiz (Bayer Leverkusen-ALE), Esteban Pavez (Colo Colo), Erick Pulgar (Bolonia-ITA), Pedro Pablo Hernández (Independiente-ARG), Diego Valdés (Santos Laguna-MEX)

Atacantes: Alexis Sánchez (Manchester United-ING), Eduardo Vargas (Tigres-MEX), Nicolás Castillo (América-MEX), Junior Fernándes (Alanyaspor-TUR), Ángelo Sagal (Pachuca-MEX) e José Pedro Fuenzalida (Universidad Católica)

Equador

Antonio Valencia é o destaque do Equador
ALEJANDRO PAGNI / AFP
O grande nome segue sendo Antonio Valencia. Aos 33 anos, o jogador do Manchester United pode atuar como lateral-direito e volante.

Goleiros: Alexander Domínguez (Vélez Sarsfield), Máximo Banguera (Barcelona de Guayaquil) e Pedro Ortiz (Delfín)

Defensores: Robert Arboleda (São Paulo), Gabriel Achilier (Morelia-MEX), Arturo Mina (Yeni Malatyaspor-TUR), Xavier Arreaga (Seattle Sounders-EUA), Pedro Pablo Velasco (Barcelona de Guayaquil), José Quintero (LDU Quito), Cristian Ramírez (Krasnodar-RUS) e Beder Caicedo (Barcelona de Guayaquil).

Meias: Antonio Valencia (Manchester United), Jefferson Intriago (LDU Quito), Jefferson Orejuela (LDU Quito), Jhegson Méndez (Orlando City-EUA), Carlos Gruezo (FC Dallas-EUA), Andrés Chicaiza (LDU Quito), Renato Ibarra (América-MEX) e Romario Ibarra (Minnesota United-EUA)

Atacantes: Enner Valencia (Tigres-MEX), Ángel Mena (León-MEX), Ayrton Preciado (Santos Laguna-MEX) e Carlos Garcés (Delfín)

Japão 

O camisa 10 Nakajima é o destaque do Japão
JOSE MANUEL RIBEIRO / AFP
Outro convidado, o time nipônico virá ao Brasil com a maioria dos jogadores sub-23. A intenção é se preparar para as Olimpíadas de Tóquio em 2020.

Goleiros: Eiji Kawashima (Strasbourg-FRA), Ryosuke Kojima (Oita Trinita-JAP), Keisuke Osako (Sanfrecce Hiroshima-JAP)

Defensores: Tomoki Iwata (Oita Trinita-JAP), Teruki Hara (Sagan Tosu-JAP), Daiki Sugioka (Shonan Bellmare-JAP), Daiki Suga (Hokkaido Consadole Sapporo-JAP), Naomichi Ueda (Cercle Brugge-BEL); Ko Itakura (Groningen-HOL), Yugo Tatsuta (Shimizu S-Pulse-JAP), Takehiro Tomiyasu (Sint-Truiden-BEL), Yuta Nakayama (Zwolle-HOL)

Meias: Gaku Shibasaki (Getafe-ESP), Taishi Matsumoto (Sanfrecce Hiroshima-JAP), Kota Watanabe (Verdy Tokyo-JAP), Koji Miyoshi (Yokohama F. Marinos-JAP), Shoya Nakajima (Al Duhail-CAT), Tatsuya Ito (Hamburgo-ALE), Hiroki Abe (Kashima Antlers-JAP)

Atacantes: Takefusa Kubo (FC Tokyo-JAP), Shinji Okazaki (Leicester-ING), Daizen Maeda (Matsumoto Yamaga-JAP), Ayase Ueda (Hosei University-JAP)

Uruguai

Cavani é um dos destaques da seleção uruguaia
Odd ANDERSEN / AFP
Campeão em 2011, os charruas contam com a dupla de ataque estrelar formada por Cavani e Suárez para tentar o título em terras brasileiras.

Goleiros: Fernando Muslera (Galatasaray), Martín Campaña (Independiente) e Martín Silva (Libertad)

Defensores: Diego Godín (Atlético de Madrid), José María Giménez (Atlético de Madrid), Sebastián Coates (Sporting), Martín Cáceres (Juventus), Marcelo Saracchi (RB Leipzig), Diego Laxalt (Milan) e Giovanni González (Peñarol)

Meias: Matías Vecino (Internazionale), Lucas Torreira (Arsenal), Rodrigo Bentancur (Juventus), Federico Valverde (Real Madrid), Nahitan Nández (Boca Juniors), Nicolás Lodeiro (Seattle Sounders), Giorgian De Arrascaeta (Flamengo) e Gastón Pereiro (PSV)

Atacantes: Luis Suárez (Barcelona), Edinson Cavani (PSG), Cristhian Stuani (Girona), Maxi Gómez (Celta de Vigo) e Jonathan Rodríguez (Cruz Azul)

Fonte: GaúchaZH

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