.

.
Mostrando postagens com marcador Copa 2018 - Eliminatórias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Copa 2018 - Eliminatórias. Mostrar todas as postagens

ÁRBITRO ADMITE ERRO QUE TIROU A IRLANDA DO NORTE DA COPA DO MUNDO DE 2018

O árbitro Ovidiu Hategan marcou um pênalti inexistente para Suíça contra a 
Irlanda do Norte - Jason Cairnduff / Reuters

14/01/2018

O árbitro Ovidiu Hategan admitiu que errou ao marcar um pênalti para Suíça, que prejudicou a Irlanda do Norte, e classificou os suíços para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Em entrevista à imprensa romena, o juiz confirmou que foi infeliz ao assinalar a penalidade.

Ovidiu Hategan considerou que o meia Corry Evans, da Irlanda do Norte, cortou um remate com o braço, mas a bola bateu no ombro dele. O duelo aconteceu no dia 9 de novembro do ano passado, pelas Eliminatórias da Europa.

“Foi um momento triste e desagradável para mim. Triste porque cometi aquele erro», disse em declarações a jornalistas romenos.

A Fifa divulgou os 36 nomes dos árbitros que vão participar da Copa do Mundo, e Ovidiu Hategan não está entre eles. O romeno afirmou que o erro pode ter pesado na decisão da entidade de deixá-lo de fora.

“Certamente que o erro teve grande influência (de ele estar fora do Mundial). Não é segredo e não vou escondê-lo. Em nosso mundo, os árbitros são os mesmos que os goleiros - todos veem o erro. Mas superei e sou um homem forte”, disse.

Ainda assim, o árbitro acredita que pode estar presente no Mundial de outra forma.

“Infelizmente eu não estou entre os 36, mas vou ver se consigo ser um árbitro de vídeo”, disse.

Fonte: Extra

Os ‘sem-Copa’: a vida de Itália, Holanda e EUA fora do Mundial

O goleiro Gianluigi Buffon lamenta eliminação da Itália da Copa da Rússia, após empate com a 
Suécia, em Milão (Marco Luzzani/Getty Images)

02/01/2018

Uma seleção tetracampeã do mundo, outra com tradição em Mundiais e uma força emergente do futebol não irão à Rússia e precisarão se reinventar

Por Marcelo Laguna 

Até 15 de julho, data da final da Copa do Mundo da Rússia 2018, o ano não trará boas lembranças para três países que foram barrados da maior festa do futebol. Se pudessem, Itália, Holanda e Estados Unidos começariam o próximo ano já em agosto, por conta da frustração de não terem conseguido vaga nas Eliminatórias para o próximo Mundial.

No caso dos italianos, trata-se de um vexame que vem abalando as estruturas de um dos gigantes do futebol.  Tetracampeã mundial – levantou a taça em 1934, 38, 82 e 2006 -, será a primeira vez, desde a Copa de 1958, que a Itália não irá a uma Copa do Mundo. E foi uma eliminação com requintes de crueldade.

Não ter conseguido superar a Suécia em duas partidas na repescagem europeia – derrota na casa do rival por 1 a 0 e um dramático empate em 0 a 0 em Milão – acabou custando o cargo do técnico Gian Piero Ventura, que já vinha sendo bastante criticado pelos torcedores e imprensa desde que assumiu o posto, no lugar de Antonio Conte.

Desclassificação da Copa do Mundo da Rússia determinou a aposentadoria do 
goleiro Gianluigi Buffon da seleção da Itália (Valerio Pennicino/Getty Images)

O fiasco também teve reflexo no homem-forte do futebol italiano. Uma semana após a eliminação diante dos suecos, Carlo Tavecchio, presidente da FIGC (Federação Italiana de Futebol) entregou o cargo. O drama de ficar fora de uma Copa do Mundo, no caso da Itália, vai além das quatro linhas. Estima-se que só a federação italiana irá amargar um prejuízo de 390 milhões de reais. O ministro de Esportes do país, Luicca Lotti, foi categórico. “É preciso refundar todo o futebol italiano, desde os jovens até a Série A”, afirmou, em uma reunião do comitê olímpico italiano.

Holanda sem rumo

A péssima campanha das Eliminatórias da Europa para a Copa da Rússia acabou custando a vaga de outra importante seleção do futebol mundial. Mesmo sem nunca ter sido campeã, a Holanda está entre as grandes da história das Copas, com três vice-campeonatos (Alemanha 1974, Argentina 1978 e África do Sul 2010), além de um terceiro lugar (Brasil 2014). Toda a tradição não bastou para que os holandeses ao menos conquistassem uma vaga na repescagem do forte Grupo A, ficando atrás de França e Suécia.

O futuro também é nebuloso para o futebol holandês. Contratado em maio para substituir Danny Blind e tentar evitar o vexame da eliminação, o veterano treinador Dick Advocaat entregou o cargo. Sem definir o substituto, a Holanda ainda viu o grande ídolo Arjen Robben anunciar a aposentadoria da seleção, após o final das Eliminatórias.


Robben reclama de marcação da arbitragem durante partida contra a Suécia, pelas 
Eliminatórias Europeias. O ídolo holandês deu adeus à seleção holandesa após a 
eliminação (Toussaint Kluiters/Reuters)

Eliminatórias: Holanda x Suécia

Robben reclama de marcação da arbitragem durante partida contra a Suécia, pelas Eliminatórias Europeias. O ídolo holandês deu adeus à seleção holandesa após a eliminação (Toussaint Kluiters/Reuters)

Mudança geral nos Estados Unidos

Presença constante nas Copas do Mundo desde a edição de 1990, na Itália, a seleção dos Estados Unidos sempre entrava nas Eliminatórias da Concacaf na condição de favorita absoluta para ficar com uma das vagas do continente para os Mundiais. Uma realidade bem diferente foi exibida aos americanos nesta qualificação para a Rússia. Uma inacreditável derrota para Trinidad e Tobago por 2 a 1 deixou o time americano fora, enquanto o Panamá comemorava uma inédita classificação.

Eliminação para a Copa da Rússia custou o empregou de Bruce Arena na seleção 
dos EUA (Henry Romero/Reuters)

Ser barrado na próxima Copa trará sérias consequências na estrutura do próprio “soccer”, como o futebol é conhecido nos Estados Unidos. Além da esperada demissão do técnico Bruce Arena, que entregou o cargo após a derrota contra Trinidad e Tobago, o presidente da US Soccer, a federação americana, Sunil Gulati, já declarou que não pretende seguir no comando da entidade. Isso serviu para despertar o desejo de mudanças, tanto que nove candidatos já anunciaram o desejo de concorrer na próxima eleição, prevista para acontecer em fevereiro. Entre eles, até mesmo a ex-goleira Hope Solo pleiteia o desejo de comandar o futebol nos Estados Unidos, após o vexame nas últimas Eliminatórias.

Fonte: VEJA

VEJA QUAIS SÃO AS 23 SELEÇÕES GARANTIDAS NA COPA DO MUNDO DE 2018

Crédito da imagem: Alex Livesey / GettyImages / FIFA

12/10/2017

Por Bruno Barbato 

Na noite desta terça-feira (10), foram conhecidos mais algumas seleções classificadas para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Agora, o número de países confirmados chegou a 23.

Os destaques do dia ficaram por conta da vitória de Portugal sobre a Suíça, em um confronto direto pela vaga, classificando a seleção de Cristiano Ronaldo, além da confirmação da Argentina, que vinha em um mal momento, mas conseguiu derrotar o Equador e ficou com uma das quatro vagas diretas.

De surpresa a classificação do Panamá, eliminando a poderosa seleção dos Estados Unidos, que não ficavam de fora da Copa do Mundo desde 1986, no México. De 1990 até 2014 disputaram todas as 7 edições.

Com isso, restam apenas nove vagas para o Mundial da Rússia, que serão definidos em repescagens, além da última rodada das Eliminatórias da África, que vão garantir outras três seleções na Copa.

Confira quem são os 23 países classificados:

Europa: Rússia (país-sede), Bélgica, Alemanha, Espanha, Inglaterra, França, Sérvia, Portugal, Polônia e Islândia

América do Sul: Brasil, Uruguai, Argentina e Colômbia

Concacaf: México, Costa Rica e Panamá

África: Nigéria e Egito

Ásia: Japão, Irã, Coreia do Sul e Arábia Saudita

Repescagem:

São nove vagas em disputas e seis delas serão conhecidas em jogos de repescagem. No entanto, os confrontos da Europa ainda serão conhecidos após sorteio. Ao todo, quatro confrontos envolvendo oito seleções vão garantir mais quatro europeus na Copa.

Além deles, serão outras duas repescagens mas entre seleções de outros continentes. A Austrália encara Honduras, e o Peru enfrenta a Nova Zelândia.

Confira os confrontos da repescagem:

Europa: Dinamarca, Suécia, Suíça, Itália, Irlanda, Irlanda do Norte, Grécia e Croácia disputam quatro vagas. Sorteio ainda não foi realizado.

Repescagem Mundial: Peru x Nova Zelândia e Honduras x Austrália

Ainda assim restam três vagas em disputa na África, e elas serão conhecidas em novembro, na última rodada das Eliminatórias do continente. Ao todo, oito seleções lutam por três vagas.

No grupo A, a Tunísia lidera com 13 pontos, seguido da República Democrática do Congo, com 10 pontos. Ambos jogam em casa na última rodada. A Tunísia contra a Líbia, e a RD Congo contra Guiné.

No grupo C, Marrocos lidera com nove pontos, seguido de Costa do Marfim com oito. Eles se enfrentam na última rodada na Costa do Marfim.

No grupo D, Senegal lidera com oito pontos, seguido de Burkina Faso e Cabo Verde com seis, além da África do Sul com 4. Tanto Senegal quanto África do Sul tem dois jogos a realizar, e os demais apenas uma partida. Burkina Faso recebe Cabo Verde, e Senegal e África do Sul se enfrentam em duas oportunidades.


Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais

FUTEBOL: UM ALENTO EM MEIO À GUERRA NA SÍRIA

Seleção síria resiste às mais terríveis intempéries
Foto: Atta Kenare/AFP
23/09/2018

Mesmo jogando fora do país, a seleção da Síria sobrevive e mantém chances de classificação para a Copa 2018

Por: Fernando Barros 

Desde o início de 2011 que a Síria protagoniza o noticiário internacional. Foi nesse período que eclodiu uma guerra civil responsável por deixar um rastro de quase meio milhão de mortos. Além de milhões de feridos e desalojados. Contudo, a nação asiática não vive apenas drama e derramamento de sangue. Em meio a tantas turbulências, o futebol sobrevive como um oásis de alegria. Capaz de unificar uma nação despedaçada e enfraquecida por êxodo em massa, turbulência política e devastadores conflitos internos. Na Síria, o futebol respira. E resiste às mais terríveis intempéries. 

A prova maior disso aconteceu no começo deste mês. Em jogo disputado em Teerã, a seleção da Síria encarou o Irã e conseguiu um feito inesquecível. Diante dos donos da casa, marcou um emocionante gol no último minuto, empatando o jogo e reacendendo um sonho que parecia impossível. Com o empate, os sírios vão para a repescagem e seguem com chances de disputar a Copa do Mundo da Rússia, em 2018. As cenas memoráveis não ficaram restritas às quatro linhas. A população do país ocupou as ruas de cidades em ruínas, onde, extasiada, comemorou o feito heroico.

Para se ter uma dimensão da façanha alcançada pelos sírios, é preciso mergulhar fundo nos problemas vividos pelo país. Apesar de não ter nenhuma potência como adversária nas Eliminatórias, a seleção da Síria jamais disputou uma Copa do Mundo. Só isso já seria suficiente para a festa. O que torna o acontecimento ainda mais histórico são as circunstâncias. Desde 2011 que o selecionado não atua em seu território. Suas cidades foram consideradas inseguras para sediar eventos internacionais. Ou seja, é um time nômade, que já mandou jogos em Jordânia, Omã e Irã. Hoje, a Malásia é a "casa" da Síria.

As dificuldades vão além meramente do mando de campo. Alguns jogadores se negam a vestir a camisa da seleção por considerar que possíveis conquistas seriam usadas como propaganda política do ditador Bashar al-Assad. O atacante Firas al-Khatib chegou a boicotar as convocações por cinco anos. Voltou atrás em sua decisão, mas não deu o braço a torcer quanto a posições ideológicas. O homem que marcou o decisivo gol contra o Irã, Omar Al Somah, também esteve fora da equipe por conta de seu apoio aos rebeldes do Exercito Livre da Síria. Retornou ao time e acabou virando herói.

Situação diferente da do também atacante Mohannad Ibrahim, que deixou o escrete siriano por conta do cenário econômico que atravessa o país e da insegurança em sua terra natal. Ao contrário dos colegas de profissão, Ibrahim segue exilado e distante da equipe que representa o país. Para completar, outros atletas migraram para o Líbano, onde treinam com uma espécie de seleção rebelde, batizada de Síria Livre. Em outras palavras, a seleção da Síria tinha tudo para dar errado. Não joga com a força máxima disponível, atua em campos neutros e ainda é alvo de ataques oposicionistas. Mesmo assim, sobrevive.

Embora superar obstáculos seja prática constante na vida dos atletas sírios, ainda resta uma tortuosa estrada até o Mundial. Primeiro, a seleção terá dois confrontos contra a experiente Austrália, que esteve presente nas três últimas Copas do Mundo. Se passar, ainda será preciso enfrentar o quarto colocado das Eliminatórias das Américas do Norte e Central. Diante desse cenário, o rival seguinte poderia ser Panamá, Honduras ou até o tarimbado Estados Unidos, sem dúvidas o pior oponente possível. Entretanto, para quem já sofreu inúmeras tragédias recentes, sonhar com milagres é rito constante.


Cursos Online na área de Ciências Agrárias e da Terra

ALEMANHA ULTRAPASSA BRASIL E VOLTA A LIDERAR RANKING DA FIFA

A Alemanha, de Draxler (PSG) e Muller (Bayern de Munique), ultrapassou 
o Brasil no ranking da Fifa. (Foto: Getty Images)

15/09/2017

A atual campeã mundial Alemanha empurrou o Brasil para o segundo lugar e reassumiu a primeira posição do ranking mensal da Fifa, divulgado nesta quinta-feira.

A vitória de 2 x 1 dos alemães sobre a República Tcheca fora de casa e a goleada de 6 x 0 na Noruega nas eliminatórias da Copa do Mundo os colocaram à frente do Brasil, já classificado para o Mundial e que obteve menos pontos devido a um empate com a Colômbia.

A seleção de Portugal, atual campeã da Europa, subiu três posições e ficou em terceiro, embora esteja em segundo em seu grupo nas eliminatórias para o Mundial de 2018, atrás da Suíça.

Outra surpresa foi a Argentina ficar em quarto no ranking mesmo sofrendo para se classificar para a Copa, tendo empatado seus dois últimos jogos, contra Uruguai e Venezuela.

A Síria, que chegou à fase de repescagem das eliminatórias asiáticas para a Copa mesmo estando em guerra e tendo jogado suas partidas "em casa" na Malásia devido a temores com a segurança em seu país, ficou na 75ª posição, sua melhor até hoje.

Três outras seleções conseguiram a melhor colocação de sua história: Peru (12º), Irlanda do Norte (20º) e Luxemburgo (101º) depois de obter um empate sem gols com a França

A lista causou decepção na Ásia, onde só três times ficaram entre os 50 melhores -- Irã, Japão e Austrália.

O próximo ranking da Fifa será anunciado em 16 de outubro e será usado para determinar os potes do sorteio dos quatro confrontos das eliminatórias européias para o Mundial da Rússia do ano que vem.


As 10 seleção mais bem colocadas são (posições anteriores entre parênteses):

1. Alemanha (2)

2. Brasil (1)

3. Portugal (6)

4. Argentina (3)

5. Bélgica (9)

6. Polônia (5)

7. Suíça (4)

8. França (10)

9. Chile (7)

10. Colômbia (8)

Fonte: Terra

Cursos Online na área de Ciências Agrárias e da Terra

SÍRIA, PERU E ISLÂNDIA SONHAM PARA VALER COM A COPA; ARGENTINA E CHILE PERIGAM

Os oito países classificados para a copa (Foto: Arte)

06/09/2017

Oito países estão garantidos na Copa do Mundo, mas quem está quase lá? Contamos tudo para você

Por GloboEsporte.com, Rio de Janeiro

Com mais quatro rodadas pela frente, duas delas pelas repescagens, as eliminatórias se encaminham para o desfecho, e aumenta a expectativa na disputa por um lugar no Mundial da Rússia. Oito seleções garantiram matematicamente seus lugares na Copa de 2018 (Brasil, México, Bélgica, Coreia do Sul, Japão, Irã, Arábia Saudita e a anfitriã Rússia), mas a briga segue intensa e muita gente segue sonhando. São 24 vagas ainda em jogo.

Abaixo, segue o panorama das disputas qualificatórias em todos os continentes. Seleções tradicionais, casos de Argentina e, principalmente, a Holanda, perigam assistir à Copa apenas da televisão no ano que vem. Bicampeão da América, Chile está em situação ainda pior. Por outro lado, algumas surpresas, como Islândia, Peru, Burkina Faso e até a Síria, chegam forte na reta final da competição que definirá os participantes da mais importante competição do futebol mundial.

Europa

Com os nove grupos na reta final, a briga está totalmente indefinida aqui. Apenas a Bélgica está oficialmente classificada, ainda que Alemanha, Sérvia, Inglaterra e Espanha estejam bem encaminhadas. Polônia e França estariam em situação semelhante caso não tropeçassem diante de Dinamarca e Luxemburgo, respectivamente, mas ainda estão em condição favorável. Agora, a briga nos Grupos B e I promete agitar os dias de suíços, portugueses, croatas e islandeses. Veja abaixo as disputas nas três chaves mais indefinidas da Europa.

Grupo A das eliminatórias da Europa (Foto: Reprodução / GloboEsporte.com)



Grupo B das eliminatórias da Europa (Foto: Reprodução / GloboEsporte.com)

Grupo I das eliminatórias da Europa tem dois confrontos diretos nas 
rodadas finais (Foto: Reprodução / GloboEsporte.com)


Quem está classificado: Bélgica.

Quem estaria classificado hoje: França, Suíça, Alemanha, Sérvia, Polônia, Inglaterra, Espanha e Croácia.

Quem estaria na repescagem hoje: Portugal, Irlanda do Norte, Itália, Islândia, Eslováquia, Suécia, Montenegro e Bósnia (o País de Gales seria o pior segundo colocado).


24 seleções não tem mais chance nenhuma de classificação na Europa, entre elas Hungria, República Tcheca, Noruega e Romênia.

Cinco seleções podem chegar, no máximo, até as repescagens: Áustria, Albânia, Bósnia, Grécia e Chipre (essas três últimas disputam a vaga de vice no grupo da Bélgica).

A Irlanda do Norte está garantida, ao menos, na repescagem. Mas sonha, ainda que de forma improvável, com a liderança do Grupo C, hoje nas mãos da Alemanha.

Vice três vezes, a Holanda chegou ao mata-mata em seis das últimas sete Copas (a exceção foi 2002, quando não se classificou). Agora, precisa vencer seus dois jogos restantes para não ficar fora da Rússia (o que não a garante necessariamente no Mundial).

Longe de uma grande competição desde o Mundial de 2010, a Sérvia fez feio nas últimas três eliminatórias e foi penúltima de seu grupo na campanha para a Euro. Só que agora está nadando de braçadas rumo à Rússia, com quatro pontos de vantagem na ponta com seis em disputa.

O sorteio dos confrontos da repescagem foi marcado para 17 de outubro, em Zurique, uma semana após a última rodada da fase de grupos. O ranking da Fifa do mês que vem servirá como base para definir os cabeças de chave (os quatro melhores no pote 1, e os piores no 2).

América do Sul

Abaixo do Brasil, a briga está feia - o que nos dá um baita de um alívio pela classificação tão antecipada. O Uruguai tem está em melhor condição, mas a distância para a Argentina (quinta colocada), por exemplo, é de apenas três pontos. Do Equador para cima, todo mundo tem chance de chegar à Copa do Mundo, ou seja, há um universo de possibilidades em jogo nas duas rodadas para o fim das eliminatórias. Façam as suas apostas!


Tabela

Quem está classificado: Brasil.

Quem estaria classificado hoje: Uruguai, Colômbia e Peru.

Quem estaria na repescagem hoje (enfrenta a Nova Zelândia, campeã da Oceania): Argentina

Venezuela e Bolívia são as únicas matematicamente eliminadas.

Bicampeã da Copa América, a geração de ouro do Chile estaria fora da Copa se as eliminatórias terminassem hoje. Com duas derrotas consecutivas, para Paraguai e Bolívia (!!!), a seleção chilena caiu para a sexta colocação e vai ter que jogar muita bola nas duas últimas rodadas para virar o jogo.

Essa é a melhor campanha da seleção brasileira no atual formato das eliminatórias - se vencer os dois jogos restantes, iguala a Argentina que foi para a Copa de 2002 como a melhor da história. O Brasil de Tite também foi o primeiro país a conquistar nove vitórias consecutivas. Seriam 10 não fosse o empate nesta terça.

O Equador venceu as quatro primeiras partidas e liderou as eliminatórias. Desde então, jogou 12 rodadas, obteve apenas dois triunfos e despencou. Assim, só vai à Rússia por um milagre.


América do Norte e Central

Líder e invicto, o México já fez o serviço e se garantiu na rodada anterior. Com o empate em casa terça-feira diante do time asteca, a Costa Rica ficou a um passo de também se qualificar antecipadamente (somente uma improvável combinação tirará Los Ticos da Copa), o que deixaria restando apenas mais uma vaga para a classificação direta. Panamá, EUA e Honduras brigam pelo terceiro posto, enquanto o quarto colocado vai para o duelo da morte com o vencedor da repescagem asiática.

Tabela

Próxima rodada

Quem está classificado: México

Quem estaria classificado hoje: Costa Rica e Panamá

Quem estaria na repescagem hoje (enfrenta o vencedor de Síria x Austrália): Estados Unidos

Trinidad e Tobago é o único já eliminado

Sempre uma força na Concacaf, os americanos correm risco de sequer disputar a repescagem e ficar fora de um Mundial, fato que não ocorre desde 1986, no México. Naquela oportunidade, além dos anfitriões, o continente teve o Canadá como representante.

Comandada por Juan Carlos Osório, a seleção mexicana se qualificou de forma soberana, sem perder um jogo sequer até o momento. Além das oito partidas realizadas no hexagonal final (com cinco vitórias e três empates), El Tri disputou outros seis duelos na fase de grupos (cinco triunfos e um empate)


Ásia

Que nos perdoem os classificados Irã, Coreia do Sul, Japão e Arábia Saudita, mas aqui a protagonista é a Síria. Um país em guerra, longe de ser uma das forças do continente no futebol, que em 2014 ocupava a 151ª posição no ranking da Fifa (hoje, com a boa campanha, é a 80ª), merece todo o destaque quando consegue uma classificação para a repescagem continental (a rival em jogos de ida e volta em outubro será a Austrália). Se passar, encara EUA, Panamá ou Honduras num mata-mata por uma antes inimaginável vaga na Copa.

O destaque aqui acontece sobretudo em razão das circunstâncias. Afinal, a Síria estava sendo eliminada até os acréscimos, quando Omar Al Somah marcou o gol que garantiu o empate em 2 a 2 com o Irã - e consequentemente a terceira posição do grupo. Dispensável falar que o resultado foi comemorado como um título no país.

Quem está classificado: Irã, Coreia do Sul, Japão e Arábia Saudita.

Quem está na repescagem (o vencedor encara o quarto colocado da Concacaf): Síria e Austrália.


A Arábia Saudita, que jogou as quatro Copas entre 1994 e 2006, volta ao seu primeiro Mundial desde que foi à Alemanha há 11 anos.

A Coreia do Sul joga uma Copa interruptamente desde 1986 e vai para o seu nono Mundial seguido. O Japão está presente as todas as edições desde 1998. Já o Irã foi a 1998, 2006 e 2014, mas ficou fora de 2002 e 2010.

A China ganhou 10 pontos de 15 possíveis no returno, mas não se classificou em razão do péssimo início (com dois empates e três derrotas em cinco jogos). Por isso, ficou a um ponto da repescagem e a três da vaga na Rússia.

Sede da próxima Copa, o Catar passou longe de se classificar pela primeira vez para o torneio. Com quatro derrotas nos últimos cinco jogos, só não foi pior que a Tailândia nessa fase de grupos.

África

Nigéria e Tunísia são as seleções em situação mais favorável na corrida africana, sobretudo a primeira delas. Afinal, as Super-Águias recebem a vice Zâmbia na próxima rodada e se garantem na Rússia com uma vitória simples. Os outros três grupos (que valem uma vaga, cada) estão bem mais embolados (veja nas tabelas abaixo).

No E, o Egito pode carimbar vaga na próxima rodada, mas, além de vencer o lanterna Congo em casa, precisa torcer por um tropeço da vice Uganda diante de Gana. Nas demais chaves, tudo embolado. Em uma delas, a líder Costa do Marfim vem de derrota em casa e tem só dois pontos de vantagem para o terceiro Gabão. Em outro, Burkina Faso e Cabo Verde dividem a liderança, e ambos estão apenas dois pontos à frente da lanterna África do Sul.

Quem está classificado: ninguém.

Quem estaria classificado hoje: Tunísia, Nigéria, Costa do Marfim, Burkina Faso e Egito.


Após disputar seis das sete Copas desde 1990, Camarões não estará na Rússia. Com três pontos, não pode mais chegar na líder Nigéria, com dez.

Outra seleção que esteve na última Copa - e quase eliminou a então campeã Alemanha -, a Argélia também está sem chances de classificação, na lanterna da mesma chave, com um ponto.

Oceania

Competição de tiro curto, com apenas seis países na disputa, a eliminatória da Oceania é a única que já acabou. A Nova Zelândia foi a grande campeã ao vencer as Ilhas Salomão na final: vitória por 6 a 1 no jogo de ida e empate em 2 a 2 no da volta. Para chegar até a Copa do Mundo, no entanto, os All Whites vão precisar enfrentar o quinto colocado da América do Sul, hoje ninguém menos que a Argentina.

Campeão (vai enfrentar o quinto colocado da América do Sul): Nova Zelândia.

Quem seria o adversário hoje: Argentina.

A Oceania é o único continente que não possui vaga direta na Copa do Mundo.

Geograficamente localizada na Oceania, a Austrália disputa as eliminatórias da Ásia desde 2010.


Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais

ELIMINATÓRIAS: COM GOLAÇO DE BRADLEY, ESTADOS UNIDOS EMPATAM COM MÉXICO NO ESTÁDIO AZTECA



13/06/2017 

Capitão norte-americano faz gol de cobertura de quase do meio-campo em empate por 1 a 1 com mexicanos, que lideram o hexagonal final das eliminatórias

Por GloboEsporte.com, Cidade do México

Um clássico de golaços. Em um estádio Azteca lotado, México e Estados Unidos empataram por 1 a 1 pela sexta rodada do hexagonal final das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. E com dois lindos gols, especialmente o dos norte-americanos.

O capitão dos Estados Unidos, Michael Bradley, foi responsável pela pintura. Logo aos seis minutos da primeira etapa, ele roubou bola do meio-campo, avançou e, da intermediária, deu um toque com classe para encobrir o goleiro Ochoa: 1 a 0.

O empate dos donos da casa não demorou a sair. Aos 23 minutos, o atacante Carlos Vela recebeu pelo lado direito, puxou para o meio, levou a bola até a meia-lua e chutou rasteiro, de perna esquerda: 1 a 1. O México quase virou na segunda etapa, em linda cobrança de falta de Herrera, que acertou o travessão de Guzan.

Com o resultado, o time de Juan Carlos Osorio se mantém com folga na liderança. Tem 14 pontos, seis à frente da Costa Rica, segunda colocada e que enfrenta Trinidad Tobago na próxima terça-feira. Os Estados Unidos podem sair da zona de classificação para o Mundial. Os norte-americanos estão com oito pontos, em terceiro, e podem ver o Panamá ultrapassá-los. Nesta terça, os panamenhos encaram Honduras e podem chegar aos nove pontos.

Na próxima rodada, os Estados Unidos recebem a Costa Rica, e o México encara o Panamá. As partidas serão no início de setembro. Faltam quatro jogos para o fim do hexagonal final. Os três primeiros colocados garantem vaga direta na Copa do Mundo. O quarto vai para repescagem com um representante da Ásia.

Michael Bradley comemora golaço pelos Estados Unidos no Azteca 
Foto: Edgard Garrido/Reuters

Carlos Vela celebra o empate do México (Foto: Henry Romero/Reuters)


Cursos Online na área de Ciências Agrárias e da Terra

EM GOLEADA PROTOCOLAR, SANDRO WAGNER E KIMMICH PEDIRAM PASSAGEM NA SELEÇÃO ALEMÃ



13/06/2017

Por: Leandro Stein

A vitória da Alemanha sobre San Marino neste sábado, em Nuremberg, era óbvia. E os germânicos não fugiram do protocolo, enfiando 7 a 0 sobre os visitantes. Encontro importante mais para quem estava em campo do que para a situação geral das Eliminatórias em si. Alguns jogadores aproveitaram para mostrar serviço, uma semana antes do início da Copa das Confederações. Neste sentido, Sandro Wagner e Joshua Kimmich deixaram impressões positivas em Joachim Löw. Enquanto o centroavante contribuiu com três gols, o hoje “zagueiro” ofereceu três assistências, protagonistas no massacre do Nationalelf.

Aos 29 anos, Sandro Wagner ganha suas primeiras oportunidades na seleção principal. Homem de referência da geração de ouro no Campeonato Europeu Sub-21 de 2009, o atacante não teve o mesmo sucesso que a maioria de seus companheiros. Rodou por equipes médias do país, até viver seu melhor momento nesta temporada, com o Hoffenheim. O suficiente para ganhar uma chance com Löw. Vencendo a corrida com Timo Werner, o camisa 9 compôs a linha de frente ao lado de Lars Stindl. Demonstrou fome de bola e oportunismo.

Depois que o capitão Julian Draxler abriu o placar, Wagner encaminhou a situação para a Alemanha. Balançou as redes mais duas vezes antes dos 30 minutos. Além disso, também anotou o sétimo, que fechou a conta no Estádio Max Morlock. Não é exatamente um nome da alto nível para os atuais campeões do mundo, mas, diante da carência de homens de área, vai se colocando como uma alternativa factível. Pode ajudar o Nationalelf neste momento, embora deixe a desejar em diversos fundamentos.

Kimmich, por sua vez, foi peça-chave no esquema ofensivo da Alemanha. Polivalente, atuou como zagueiro pela direita, dentro do 3-5-2 utilizado por Löw. Entretanto, quando os germânicos partiam ao ataque, o camisa 18 se transformava em um lateral, abrindo para os passes e subindo à linha de fundo. Assim, teve participação ativa na construção dos gols de sua equipe. Foram três assistências, sendo duas para Wagner e outra para Julian Brandt, além de iniciar o lance do tento de Amin Younes. O jogador do Ajax, aliás, também se sobressaiu. Como ala pela esquerda, incomodou bastante a frágil defesa de San Marino. Além dos citados, Shkodran Mustafi foi o outro a balançar as redes na noite.

No fim das contas, o duelo contra uma das seleções mais impotentes da Europa valeu mesmo pelos testes. A formação ofensiva deste sábado dificilmente iniciará outra partida, mas pode servir para momentos de maior pressão. Ao mesmo tempo, as peças tentam se encaixar. Neste sentido, Löw certamente tirou conclusões importantes para a estreia na Copa das Confederações, em 19 de junho, contra a Austrália. Nadando de braçada nas Eliminatórias, o Nationalelf permanece com 100% de aproveitamento, somando cinco pontos de vantagem na liderança do Grupo C.





Fonte: Trivela

Cursos Online na área de Ciências Exatas e Tecnologia

ELIMINATÓRIAS: FORA DA BRIGA, IRAQUE EMPATA COM JAPÃO, E AUSTRÁLIA E ARÁBIA SAUDITA AGRADECEM

Japão de Wataru Endo fica no empate com o eliminado Iraque (Foto: Reuters) 

13/06/2017

Tailândia arranca empate com Emirados Árabes e também ajuda dupla, que folgou nesta terça-feira

Por GloboEsporte.com, Teerã, Irã

O Iraque já não tem mais chances de ir à Copa do Mundo da Rússia. Ainda assim, embolou a briga pela classificação no Grupo 2 das eliminatórias asiáticas ao arrancar um empate em 1 a 1 com o Japão, em Teerã, nesta terça-feira. Yuya Osako deixou os japoneses em vantagem no início, mas Mahdi Kamil igualou o marcador na etapa final.

A seleção nipônica assume a liderança da chave, mas desperdiça a chance de abrir boa vantagem para Arábia Saudita e Austrália ao ver a vitória escapar no fim diante de um rival que apenas cumpria tabela.


Agora, o Japão chega aos 17 pontos e tem um a mais que Arábia Saudita e Austrália, seus rivais diretos na briga. Só que agora pegará justamente os dois adversários diretos nas duas rodadas restantes e, com o empate desta terça, não tem margem de erro para tropeçar.

Os dois primeiros da chave se classificam direto para a Copa, enquanto o terceiro colocado vai jogar um mata-mata extra com o terceiro do Grupo A para decidir qual quem jogará a repescagem intercontinental contra o quinto colocado da Concacaf (América do Norte e Central).

Lanterna Tailândia também ajuda

No outro jogo do grupo, a lanterna Tailândia empatou com Emirados Árabes e praticamente tirou o adversário da briga para festa do trio de líderes. Tossakai deixou o time tailandês na frente, mas Ali Ahmed Mabkhout deixou tudo igual para os visitantes nos acréscimos. Ainda assim, os Emirados Árabes chegaram aos 10 pontos e precisam vencer todos os seus jogos restantes para chegarem em Austrália e Arábia Saudita.

Tailândia soma segundo ponto em empate com os Emirados Árabes (Foto: Reuters)

Síria empata nos acréscimos e mantém esperança

Com um gol de falta aos 49 minutos de segundo tempo, a Síria manteve as chances de conseguir uma vaga na Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Mahmoud Al Mawas e Ahmad Al Salih marcaram para os sírios, enquanto Gao Lin e Wu Xi fizeram para os chineses. Por conta das guerras no país, a partida foi disputada na Malásia.

A duas rodadas do fim da terceira fase das Eliminatórias da Ásia, a Síria está em quarto lugar do Grupo A, com nove pontos. O Usbequistão, que estaria classificado para o jogo decisivo para enfrentar um representante da América do Norte, está com 12 pontos.

Síria e China empataram em 2 a 2 pelas Eliminatórias da Copa do Mundo (Foto: Reuters) 

Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais

HOLANDA CONFIRMA ADVOCAAT COMO TÉCNICO E QUER RESULTADO LOGO PARA IR À COPA DE 2018

O técnico Dick Advocaat vai assumir o Fenerbahce
GETTY IMAGES

10/05/2017     

Dick Advocaat vai assumir a seleção holandesa pela terceira vez na carreira

A Federação Holandesa de Futebol (KNVB) confirmou nesta terça-feira o novo treinador da seleção, Dick Advocaat, que assume o posto pela terceira vez em um momento complicado para a Laranja Mecânica pela má situação nas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2018.

Apenas quarta colocada no grupo A, a Holanda corre o risco de ficar fora do Mundial pela primeira vez desde 2002. Por isso, a federação já deixou um recado para o treinador de 69 anos: nada de trabalho a longo prazo.

"Temos dois cenários para o futuro. Ou o escolheríamos o trabalho a longo prazo ou fazemos todo o possível para nos classificar para a Copa de 2018. Optamos pelo segundo cenário", admitiu o diretor técnico da seleção, Hans van Breukelen, em entrevista coletiva.

"Precisamos de um treinador com experiência e com autoridade", falou o dirigente.

Advocaat, que será o treinador mais velho da história da seleção, teve boas passagens à frente da Laranja Mecânica: foi até as quartas de final da Copa de 1994 - perdeu o campeão Brasil - e alcançou a semifinal da Eurocopa de 2004.

Hoje, Advocaat comanda o Fenerbahce e havia anunciado aposentadoria no final desta temporada. Sua estreia pela Holanda será em 9 de junho contra Luxemburgo.

Fonte: ESPN


Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais
 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...