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ELIMINATÓRIAS: Argentina vira sobre Chile na reedição da final da Copa América

Argentinos comemoram o gol da virada sobre o Chile, marcado por Mercado

25/03/2016

Após um início ruim, os hermanos embalaram e já estão no quarto lugar

Depois de um início ruim nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, a Argentina já se reencontrou. Nesta quinta-feira, na reedição da final da Copa América do ano passado, no Estádio Nacional de Santiago, saiu atrás no placar, mas conseguiu a virada para vencer o Chile por 2 a 1, em confronto direto por uma vaga no próximo Mundial. Antes, na decisão continental realizada no ano passado, os chilenos ficaram com o título ao baterem os argentinos nos pênaltis, no mesmo palco do confronto desta quinta.

Com o resultado, pela quinta rodada, a Argentina foi a oito pontos, em quarto, atrás do Paraguai apenas pelo saldo de gols. À frente aparecem o Uruguai, com nove, e o Equador, com 13. Brasil, Chile e Colômbia têm sete pontos, mas só os brasileiros ainda jogam nesta quinta rodada entre os que lutam pelas primeiras posições - pegam o Uruguai, em Recife.

O JOGO

Vindo de derrota para o Uruguai, o Chile precisava se recuperar jogando em casa. Logo aos 5 minutos, porém, perdeu Matias Fernandez, por lesão. Francisco Silva entrou no lugar dele e criou a primeira boa oportunidade, aos 8 minutos, num chute que saiu raspando a trave.

Messi demorou a aparecer. Quando o fez, passou por um marcador na lateral direita, correu todo o campo de ataque e abriu para Di María, que chutou por cima. No lance seguinte, o Chile abriu o placar. Orellana bateu escanteio pela direita e Felipe Gutiérrez subiu mais que a marcação para marcar.

Com Marcelo Díaz esperando para ser substituído, também machucado, o Chile vacilou na saída de bola e perdeu ela no campo de defesa. A Argentina soube aproveitar bem. Agüero falhou na tentativa de jogada individual, mas acabou ajeitando para Di Maria, que bateu com a parte de dentro do pé e tirou do alcance de Bravo.

A virada veio num lance de sorte. Após cruzamento na área, Messi dominou perto da linha de fundo e, antes que batesse de novo na bola, Isla tocou nela na tentativa de cortar. Deu para o zagueiro Mercado, do River Plate, que bateu de voleio e fez bonito gol, aos 24 minutos. Era apenas a terceira partida o defensor de 29 anos com a camisa da Argentina.

Com Messi, Di Maria e Agüero no ataque e um meio-campo de marcação no meio, a Argentina controlava o jogo e praticamente não deixou o Chile assustar, exceto em bolas aéreas.

Alexis Sánchez quase não pegava na bola e só foi ter uma chance de marcar já aos 7 do segundo tempo, quando dominou tirando da marcação e acabou errando a finalização. Beausejour também teve boa chance, aos 14, finalmente exigindo Romero.

Como havia feito duas substituições logo de início, o Chile só voltou a mexer aos 24 minutos do segundo tempo. Pinilla entrou em seguida e desperdiçou chance cara a cara com Romero. A Argentina não recuou, com as entradas de Lavezzi, Higuain e Augusto Fernandez, segurou a bola no campo de ataque sempre que pôde, e garantiu a vitória.

FICHA TÉCNICA

Chile 1 x 2 Argentina


Rodada: 5ª rodada
Data: 24/03/2016
Horário: 20h30 
Local: Estádio Nacional de Chile, em Santiago (CHI)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Brasil)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (Brasil) e Rodrigo Correa (Brasil)

Cartões amarelos
Chile: Felipe Gutiérrez e Claudio Bravo
Argentina: Sergio Romero, Otamendi, Lavezzi e Funes Mori

Gols
Chile: Felipe Gutiérrez 10' 1T
Argentina: Di Maria,19' 1T e Mercado 24' 1T


Chile

Claudio Bravo; Isla, Medel, Jara e Mena; Marcelo Díaz (Bryan Rabello) (Pinilla), Felipe Gutiérrez e Matías Fernández (Francisco Silva); Orellana, Beausejour e Alexis Sánchez. 
Técnico: Juan Antonio Pizzi








Argentina

Romero, Mercado, Otamendi, Funes Mori e Rojo; Kranevitter, Biglia e Banega (Augusto Fernández); Messi, Di María (Lavezzi) e Aguero (Higuaín). 
Técnico: Gerardo Martino







Futebol Interior

ELIMINATÓRIAS: CHILE EMPATA COM A COLÔMBIA E DEIXA A LIDERANÇA DAS ELIMINATÓRIAS COM O EQUADOR



13/11/2015

Com 100% de aproveitamento nas duas primeiras rodadas a Roja ficou no 1 a 1 com os Cafeteros

A seleção chilena perdeu nesta quinta-feira os 100% de aproveitamento nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018. Mesmo atuando em casa, apresentou um futebol pouco criativo, bem longe daquele que o sagrou campeão do continente no meio do ano, e teve que se contentar com um empate por 1 a 1 diante da Colômbia.

O resultado deixou os chilenos com sete pontos e os tirou da liderança do torneio, agora nas mãos do Equador, único com 100% de aproveitamento e nove pontos. Já a Colômbia chegou ao quarto ponto e subiu para a quinta posição, que lhe daria uma vaga na repescagem diante de um representante da Oceania.

As duas seleções voltam a campo na próxima terça-feira, pela quarta rodada das Eliminatórias. A Colômbia terá a dura missão de enfrentar a Argentina, em Barranquilla. Não menos complicada será a tarefa do Chile, que viaja a Montevidéu para encarar o Uruguai.

Precisando vencer para voltar à ponta, o Chile foi para cima nesta quinta e logo no primeiro minuto assustou com chute da meia-lua de Sánchez, que Ospina espalmou para escanteio. A resposta colombiana saiu aos 15, quando Muriel cruzou para Jackson Martínez, que só não marcou porque foi bloqueado na hora da finalização.

A Colômbia ganhava terreno e era melhor no primeiro tempo. Só não marcou aos 21 minutos porque Claudio Bravo fez grande defesa. Muriel novamente fez boa jogada e cruzou, a bola passou por todo mundo e sobrou para Martínez, que rolou para Daniel Torres. O volante bateu firme e o goleiro voou para espalmar.

O Chile não fazia bom jogo, tinha dificuldade para criar com Arturo Vidal e Valdivia bem marcados, mas utilizou-se da bola parada para abrir o placar já aos 45. Matias Fernández cobrou falta pela direita e Vidal subiu quase na pequena área para cabecear firme para a rede.

Matias Fernández era o responsável pelas principais chances da equipe, sempre de bola parada. Aos cinco minutos do segundo tempo, ele cobrou falta pela esquerda e exigiu grande defesa de Ospina.

Mas a Colômbia era melhor, criava bastante pelas laterais do campo e conseguiu buscar o empate aos 22 minutos. Muriel fez boa jogada pela esquerda, foi à linha de fundo e cruzou para trás. James Rodríguez ainda se atrapalhou um pouco, mas conseguiu girar e bater de direita para a rede.

O gol diminuiu o ritmo dos colombianos, enquanto o Chile tentava acordar. Aos 26, Vargas recebeu de Jara e foi travado por Ospina ao tentar driblar o goleiro. Mas quem teve a melhor chance de pular à frente foi a Colômbia, aos 41, quando Cardona bateu da entrada da área e exigiu ótima defesa de Bravo.

FICHA TÉCNICA

Chile 1 x Colômbia

3ª Rodada

Data: 12/11/2015
Horário: 21h30
Local: Estádio Nacional de Chile - Santiago 

Árbitro: Enrique Cáceres (Paraguai)
Assistentes: Rodney Aquino (Paraguai) e Carlos Cáceres (Paraguai)

Gols
Chile: Vidal 45' 1T
Colômbia: James Rodríguez 22' 2T



Chile

Claudio Bravo;
Isla, Gary Medel, Jara e Beausejour;
Francisco Silva (Bryan Rabello); Arturo Vidal, Matías Fernández e Valdivia (Orellana);
Alexis Sánchez e Vargas (Pinilla)
Técnico: Jorge Sampaoli






Colômbia

Ospina;
Santiago Arias, Jeison Murillo, Zapata e Frank Fabra;
Daniel Torres, Carlos Sánchez (Cardona), Mejía e James Rodríguez;
Muriel (Bacca) e Jackson Martínez (Pardo)
Técnico: José Pekerman







Lateral do Chile dedica título da Copa América às vítimas da ditadura militar

Parte da arquibancada fica fechada durante os jogos em lembranças às vítimas 
(Foto: Thiago Correia / LANCE!Press)

07/07/2015

Antes do início da final da Copa América, conquistada neste sábado pelo Chile, em disputa de pênaltis contra a Argentina, um grupo de professores fazia protesto nos arredores do Estádio Nacional. Além de pedir pelos seus direitos, o que vem acontecendo deste antes do torneio, muitos lembravam da história do palco da decisão, que durante a ditadura de Augusto Pinochet foi centro de detenção e tortura, como foi contado em reportagem no LANCE!. Após o troféu, o lateral-esquerdo Beausejour lembrou do episódio.

- Estamos aos poucos dimensionando o que está acontecendo... Há poucos dias um professor me chamou e disse: "Espero que neste estádio, em que tanta gente sofreu e foi torturada vocês possam dar uma alegria" - disse o atacante improvisado depois da partida:

- Pensamos muito nisso e rezamos pensando nestas pessoas. Dedico esse título a essas pessoas.

Inaugurado em 1938 para ser a referência esportiva na capital chilena, o Estádio Nacional teve momentos de glória, como a conquista brasileira da Copa do Mundo de 1962. Mas o momento negro aconteceu na década de 1970, quando Augusto Pinochet implementou a ditadura militar. O local foi utilizado como campo de concentração e tortura, e muitas pessoas que estiveram lá naquela ocasião seguem desaparecidas até hoje.

Fonte: O Povo


COPA AMÉRICA: Chile supera Argentina de Messi e "cava" primeiro título

Crédito: Divulgação/FI

04/07/2015

Alexis Sanchez fez o que ninguém esperava na última e decisiva cobrança de pênalti: uma cavadinha pra lá de ousada, no meio do gol

Agora é oficial: o Chile é campeão da Copa América. Foi sofrido, em uma final com a Argentina que durou mais que duas horas, com prorrogação e decisão nos pênaltis, mas o torcedor chileno finalmente pode colocar seu nome entre os grandes clubes da América do Sul. Com uma cobrança “ousada” de Alexis Sanchez na marca da cal, o atacante que vinha sendo tão cobrado, a La Roja comemorou diante de mais de 40 mil torcedores no estádio Nacional.

O placar de 0 a 0 durante o tempo normal não parecia assim tão justo para quem acompanhou o confronto. Se no papel o time argentino era "infinitas vezes" melhor, em campo a história era outra. Aránguiz, Vidal, Valdívia... A força do Chile estava no toque de bola rápido e com velocidade, contra uma defesa celeste ainda criticada, mesmo que doutrinada por Tata Martino.

O duelo também era histórico para os argentinos, já que o último título de uma seleção profissional foi em 1993, quando a Argentina levou a Copa América, no Equador. E a geração de Messi, Di María, Tevez & cia. passou por este período todo sem nenhum título. E o grupo continua amargando um jejum de títulos com sua geração que vai passar dos 22 anos.

As cobranças de pênalti demonstraram a preparação. Assim que atacante Higuain isolou sua cobrança, muito distante da meta de Claudio Bravo, o astro argentino Lionel Messi levou as mãos ao rosto e já caiu em desespero. Pouco tempo depois, o zagueiro Banega bateu muito mal, para loucura de todos. Aí foi a vez de Sanchez, que merece um capítulo a parte nesta ilustre história chilena.

ALEXIS SANCHEZ

Sim, contra tudo e contra todos, o atacante cravou o seu nome entre os grandes chilenos. Há quem ainda lembre da sua penalidade máxima desperdiçada contra o Brasil na oitavas de final da Copa do Mundo, quando o Chile fez frente a seleção canarinho. Mas neste sábado Alexis Sanchez provou que merece sim atuar com a camisa roja.

O seu caminhar até a bola após a prorrogação era muito mais do apenas uma cobrança de penalidade: representou uma divisão. Foi ali, naquela caminhada que o Chile deixou de ser o "eterno azarão" para finalmente mostrar a sua força; mostrar seu poder diante da fanática torcida. O toque foi simples, como se a sua chuteira apenas cumprimentasse a bola, mas as consequências foram gigantescas: 17 milhões de vozes gritando a bola no barbante.

LIONEL MESSI

A expressão é simples e que demonstra a importância: "Argentina de Messi". O adjetivo que vem logo depois do país não é fácil de se tirar e poucos conseguiram fazer igual. "Brasil de Romário", "Hungria de Puskas", "Holanda de Cruyff". E sim, parece que mais uma vez estamos diante de um dos maiores craques da história do futebol. Não há mais recordes imbatíveis para o baixinho... Ou tem?

Se antes a desculpa era um elenco fraco, desta vez a Argentina vem com Lavezzi, Higuain, Tevez, Di Maria, Aguero. Mas ainda assim, o tão sonhado título não aparece para Messi. Há pouco mais de um ano, no Rio de Janeiro, Lionel também chegou a uma final, desta vez em nível mundial, mas sucumbiu diante de outro grande adversário: a Alemanha. Com a Seleção, o atacante venceu apenas uma medalha de ouro na Olimpíadas de 2008.

O JOGO

O confronto começou pegado, com as duas equipes muito atentas nas divididas e nas bolas lançadas atrás dos zagueiros. O primeiro lance de perigo foi do Chile, aos 10 minutos de jogo. Alexis Sánchez recebeu de Valdivia e arrancou pela direita. Demichelis tentou cortar, mas Vidal pegou a sobra de primeira. Romero fez grande defesa.

A Argentina reagiu aos 20, quando Messi cobrou falta em direção ao gol chileno e Agüero chegou para completar de cabeça na pequena área. No reflexo, Bravo fez linda defesa e salvou os anfitriões.

Com a forte marcação chilena, uma aula de Sampaoli para os técnicos do planeta e sobre Martino, os argentinos não conseguiam estabelecer seu ritmo de toques rápidos e jogadas ofensivas agudas, como ocorreu na goleada da semifinal contra o Paraguai. Além das jogadas ríspidas, o Chile travava as saídas argentinas marcando em cima Messi e Pastore.

A disposição chilena fez sua primeira vítima quando aos 25, logo depois da arrancada no contra-ataque, Di María sentou no gramado e reclamou de dores. Ele sentiu a coxa e foi substituído por Lavezzi.

Antes do fim da etapa inicial, a Argentina quase abriu o marcador ao chegar na área chilena em boa troca de passes na esquerda. Pastore recebeu a bola, foi até a linha de fundo, já na área, e rolou para Lavezzi atrás. O jogador do PSG chutou de primeira e forçou Bravo a fazer outra grande defesa.

Com o zero no placar, as duas equipes voltaram do intervalo com a mesma disposição. Em lance bobo, logo a 1 minuto, o Chile quase marca com Vidal. Otamendi se complicou e perdeu a bola para Sánchez. O jogador do Arsenal cruzou para Vidal, que cabeceou firme para a defesa segura de Romero.

Aos 28, em cena polêmica, Valdivia foi substituído e a leitura labial do jogador, além de sua mexida negativa com a cabeça, comprovavam a insatisfação do jogador com a alteração do técnico Sampaoli. Já no banco, o jogador tirou as meias e as jogou longe, reforçando sua revolta com a substituição.

O Chile aproveitou a falta de opções da Argentina e cresceu na partida. A equipe da casa pressionava o adversário, trocando passes ao redor da área e chegando ao gol em cruzamentos. A Argentina resistia bravamente na defesa.

Mas a resistência quase desmoronou aos 37, quando em lance agudo Sánchez, na melhor jogada da partida, recebeu passe preciso de Aránguiz na área. O atacante girou batendo de primeira. A bola passou raspando a trave, com Romero fazendo apenas golpe de vista.

No último lance da partida, a Argentina quase acabou com o tabu de 22 anos sem títulos. O Chile abriu a defesa para o contra-ataque e Messi recebeu no meio, passou pelo marcador e abriu para Lavezzi na direita. Com espaço, o jogador não chutou nem cruzou para Higuaín, que quase sem ângulo chutou na rede pelo lado de fora.

Na prorrogação, o Chile voltou a mostrar a disposição que segurou a Argentina durante toda a final. Bem postado em campo, a equipe de Sampaoli parou o expresso argentino de Messi e criava algumas chances de perigo. Numa delas, Díaz concluiu por cima da meta de Romero.
O Chile respondeu e equilibrou as ações no duelo. No fim do primeiro tempo, Bravo saiu jogando rapidamente, na direção de Sánchez. Mascherano furou feio ao tentar cortar e deixou o atacante chileno livre. O jogador do Arsenal correu até a área e chutou por cima, na melhor chance da prorrogação.

Com o zero persistindo no placar, a tensão crescia cada vez mais nos minutos finais. Os chilenos se defendiam, enquanto a Argentina buscava o gol a todo custo. Mas a final histórica seria decidida nos pênaltis.

Nas cobranças, apenas Messi marcou pela Argentina. Higuaín voltou a mostrar sua falta total de competência e isolou a bola na segunda cobrança. Banega bateu no canto de Bravo na terceira. Matias Fernández, Vidal, Aránguiz e Sánchez conferiram para os chilenos. O atacante Arsenal teve a ousadia de cobrar no estilo da famosa "cavadinha", para garantir a vitória chilena.

Com o título, o Chile levou o primeiro troféu importante de sua história e garantiu, ao mesmo tempo, a presença na Copa das Confederações de 2017, ao lado de Rússia e Alemanha, campeã mundial.


FICHA TÉCNICA

CHILE (4) 0 x 0 (1) ARGENTINA

Data: 04/07/2015
Horário: 17h00
Local: Estádio Nacional - Santiago 
Árbitro: Wilmar Roldán (Fifa/Colômbia)
Público: 45.693 pessoas

Cartões Amarelos
Chile: Díaz, Medel, Francisco Silva, Aránguiz
Argentina: Banega , Rojo, Mascherano


Chile

Bravo; 
Isla, Medel, Francisco Silva e Beausejour; 
Díaz, Aránguiz, Vidal e Valdivia (Matías Fernández); 
Vargas (Angelo Henríquez) e Alexis Sánchez.
Técnico: Jorge Sampaoli







Argentina

Romero; 
Zabaleta, Demichelis, Otamendi e Marcos Rojo;
Mascherano, Biglia e Pastore (Banega); 
Di María (Lavezzi), Messi e Agüero (Higuaín).
Técnico: Gerardo Martino








COPA AMÉRICA: Ex-atacante do Grêmio Vargas dá show, Chile bate Peru e vai à decisão após 28 anos

Crédito: Divulgação/FI

29/06/2015

Peruanos jogaram com um a menos desde os 19 minutos do primeiro tempo, mas foram guerreiros até o final

Depois de 28 anos, o Chile está de volta a uma decisão de Copa América. Diante do adversário mais duro que encontrou, até o momento, a seleção chilena precisou de uma noite inspirada do ex-atacante do Grêmio Vargas. Ele marcou os dois gols da vitória sobre o Peru, por 2 a 1, na noite desta segunda-feira, no Estádio Nacional, em Santiago. A “Roja” segue firme na luta para acabar com o rótulo de nunca ter conquistado um título importante com a seleção principal.

Agora, os chilenos ficam na expectativa de quem será o adversário da grande decisão que acontecerá no sábado, às 17 horas (de Brasília), no mesmo Estádio Nacional. Será a Argentina de Messi, Tévez, Agüero e Cia.? Ou será o surpreendente Paraguai? As duas seleções se enfrentam, nesta terça-feira, às 20h30, em Concenpción.

Para o Chile, o momento é histórico. Afinal, a geração que conta com Valdívia, Vidal e Alexis Sánchez é considerada a melhor de sua história. E ela pode garantir em casa o título inédito da Copa América. Embora a “Roja” seja uma espécie de quarta força do continente, fica atrás de países menores que já foram campeões. Casos de Paraguai e Peru (duas vezes campeões), além de Colômbia e Bolívia, que têm uma taça cada.

O Chile não chegava a uma decisão desde 1987, quando amargou o vice contra o Uruguai, na Argentina. A seleção ainda foi vice em 1955, 56 e 79. Outro tabu quebrado é que o país-sede não chegava à final desde 2001, quando a Colômbia fora campeã em casa. Após isso, houve edições em Peru, Venezuela e Argentina.

SURPRESA DO PERU
Quando a “Maré Roja” bradou em alto e bom som o hino do Chile, a expectativa era de que os donos da casa amassassem o Peru, assim como fez com o Uruguai. Ledo engano. Quando a bola rolou, a seleção peruana marcou a saída de bola e quase surpreendeu aos oito minutos. O atacante Guerrero cruzou na área e o meia Farfán cabeceou na trave.

A seleção inca continuou surpreendendo e mais perigosa nos minutos seguintes. Tanto que chegou mais duas vezes com Farfán e Lobatón, sempre com passes de Guerrero. O cenário do jogo só começou a mudar aos 19 minutos. O zagueiro Zambrano deu entrada dura em Aránguiz, recebeu o segundo amarelo e foi expulso.

MUDOU O JOGO
Com um jogador a mais, o Chile obrigou Ricardo Gareca mudar a tática que vinha dando certo. Até então, Guerrero se deslocava para as laterais e carregava um defensor. O espaço no meio era preenchido pelos meia-atacantes Lobatón e Farfán. Com a expulso, o atacante do Flamengo ficou centralizado e isolado.

O novo panorama favoreceu aos anfitriões passaram a chegar com constância ao ataque. Aos 33 minutos, o time perdeu uma chance incrível de marcar. O lateral Isla cruzou pela direita, o meia Valdívia deu um leve toque de calcanhar e a bola sobrou limpa para Vargas. Na pequena área, ele bateu em cima do lateral peruano Advíncula, ex-Ponte Preta, que salvou.

Empurrado pela torcida, que cantava enlouquecidamente, os chilenos finalmente chegaram ao primeiro gol aos 41 minutos. Alexis Sánchez passou por Guerrero e cruzou para Aránguiz. O volante do Internacional não alcançou a bola, que sobrou para Vargas marcar, após duas tentativas.

HAJA CORAÇÃO
No segundo tempo, o jogo mudou novamente. Além de Gareca anular as principais armas de Jorge Sampaoli, os jogadores peruanos lutaram bravamente. Aos oito minutos, os incas novamente perderam uma grande chance. Após cruzamento, Farfán subiu mais que a zaga, mas errou a cabeçada.
A brava atuação peruana acabou premiada aos 15 minutos. O ex-pontepretano Advíncula disparou pela direita e cruzou para a área. O zagueiro Medel tentou cortar e mandou contra o próprio gol. A festa, porém, durou pouco. Aos 18, o ex-atacante do Grêmio Vargas fez seu segundo gol. Aliás, um golaço. Ele percebeu o goleiro Gallese adiantado e mandou uma bomba, da intermediária, no ângulo direito do arqueiro.

Após conseguir o segundo gol, a seleção chilena fugiu um pouco às suas características e adotou uma postura mais cautelosa. Os minutos finais da partida foram dramáticos. O Peru foi para o tudo ou nada, e os chilenos tentaram controlar o jogo. Somente após o apito final, o tenso Estádio Nacional pôde explodir em alegria.

FICHA TÉCNICA

CHILE 2 x 1 PERU

Data: 29/06/2015
Horário: 20h30
Local: Estádio Nacional - Santiago (Chile) 
Árbitro: José Argote-VEN
Assistentes: Jorge Urrego-VEN e Byron Romero-EQU

Cartões Amarelos
Peru: Zambrano

Cartões Vermelhos
Peru: Zambrano

Gols
Chile: Vargas 41' 1T, Vargas 18' 2T
Peru: Medel 15' 2T (contra)


Chile

Bravo;
Isla, Rojas, Medel e Albornóz (Mena);
Díaz (Pizarro), Aránguiz, Vidal e Valdívia (Gutiérrez);
Vargas e Alexis Sánchez.
Técnico: Jorge Sampaoli






Peru

Gallese;
Advíncula, Zambrano, Ascues e Vargas;
Ballón, Cueva (Ramos), Lobatón (Yotún) e Farfán;
Carrillo (Pizarro) e Guerrero.
Técnico: Ricardo Gareca








COPA AMÉRICA: Chile fura bloqueio do Uruguai no fim e se garante na semifinal

Isla marcou o gol da vitória chilena contra o Uruguai - Crédito: Divulgação/FI


24/06/2015

Isla marcou o gol da vitória da seleção chilena que não chegava até esta fase da competição há 16 anos

O Uruguai fez uma partida defensivamente perfeito, com exceção de um único lance, que acabou sendo falta. Na noite desta quarta-feira, a equipe celeste tentou segurar o Chile de todas as formas, mas acabou sofrendo o gol de Isla aos 35 minutos da etapa complementar e saiu do Estádio Nacional, em Santiago, derrotado pelo placar de 1 a 0, resultado que colocou os chilenos na semifinal de final da Copa América, após 16 de ausência nesta fase da competição.

Após o gol, o desequilíbrio emocional do Uruguai, que já era ruim, foi abaixo. Cavani já havia sido expulso - o jogador sofreu na semana com o acidente do seu pai, que envolveu a morte de um motociclista -, depois foi a vez de Fucile se meter em confusão com Alexis Sánchez e levar o vermelho, deixando a missão da equipe celeste te buscar o empate praticamente impossível.

O Estádio entrou em festa na vitória dos anfitriões, que seguem como fortes candidatos ao título. A seleção chilena aguarda agora a partida entre Bolívia e Peru para conhecer o seu adversário na semifinal de final da Copa América, que acontecerá na próxima segunda-feira no próprio Estádio Nacional.

CHILE COM 80% DE POSSE DE BOLA!

Como era esperado, o Chile começou o duelo disposto a sufocar a defesa do Uruguai. Empurrado pela torcida, o time da casa partiu para o ataque e não deu sossego a Godín e Giménez. Preocupados com trio formado por Vidal, Vargas e Alexis Sánchez, os zagueiros uruguaios esqueceram de Valdivia, que movimentava o ataque chileno, com direito a uma bela "caneta" em Fucile nos primeiros minutos.

Chile e Uruguai fizeram uma partida muito disputada nesta quarta - Crédito: Divulgação/FI

O Chile exibia sua força ofensiva com posse de bola incrível - de até 80% nos primeiros 15 minutos - e ataques com até seis homens. Com franca pressão, apostava na rápida troca de passes para achar um buraco na defesa rival e abrir o placar. Mas as chances efetivas de gol eram raras. Afora uma finalização de Aránguiz, aos 25, e uma cabeçada de Sanchez, aos 32, os chilenos não causavam maior ameaça ao goleiro Muslera.

Do outro lado, os uruguaios mostravam cada vez mais confiança na defesa. Neutralizavam as investidas do Chile, as seguidas inversões, e causavam apreensão na torcida local. O time anfitrião não furava a sólida defesa rival nem mesmo quando atacava com dez homens no campo ofensivo.

SEGUROU, SEGUROU, MAS...

O Uruguai, que jogava por um contra-ataque na etapa inicial, passou a arriscar mais na segunda etapa. Foram duas boas chances em menos de dez minutos. Aos 5, Cavani acertou uma pancada de fora da área e deu trabalho para Bravo, ainda que o árbitro Sandro Meira Ricci já tivesse assinalado falta. Na sequência, Rolán desperdiçou grande chance dentro da área ao bater fraco e parar no goleiro chileno.

A seleção anfitriã, no entanto, não demorou para retomar o domínio. E, para tanto, contou com uma ajuda de Cavani. Justamente quando o Uruguai tentava levar maior perigo no ataque, com a entrada de Abel Hernández, Cavani acertou um tapa no rosto de Jara, levou o segundo amarelo no jogo e foi expulso, aos 18 minutos. Sem marcar na Copa América, o atacante encerrou semana difícil, na qual seu pai foi detido por atropelar e matar um motociclista no Uruguai.

Se para o Uruguai a situação ficava mais difícil, para o Chile a falta de chances reais de gol aumentava a ansiedade do técnico Jorge Sampaoli. Ele trocou Vargas por Pinilla e reforçou o meio-campo com a entrada de Matías Fernández. Mas o panorama seguia o mesmo. Posse de bola de até 80% e raros lances que davam trabalho para Muslera.

Para piorar, o Uruguai eram quem criava as melhores oportunidades. E esteve muito perto de abrir o placar aos 31, em bela finalização de Carlos Sánchez, e aos 35, com Cristian Rodríguez. Assustada, a defesa chilena demonstrava nervosismo.

O alívio para o time, e a torcida, só veio aos 35 minutos. O suado gol veio após longa troca de passes na área uruguaia. Até que Valdivia rolou para o lateral Isla encher o pé e mandar rasteiro para o fundo das redes. A festa da torcida tomava conta do Estádio Nacional.

E nem mesmo uma breve confusão envolvendo jogadores de ambos os times, quando Fucile foi expulso de campo, atrapalhou a festa chilena. O lateral levou o segundo amarelo, após falta dura, e fez com que a seleção uruguaia se despedisse da Copa América com apenas nove jogadores em campo.

FICHA TÉCNICA

CHILE 1 x 0 URUGUAI

Data: 24/06/2015
Horário: 20h30
Local: Estádio Nacional de Chile - Santiago 
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Brasil).
Público: 45.304 pagantes.

Cartões Amarelos
Chile: Mauricio Isla , Valdivia, Pinilla
Uruguai: Maxi Pereira , Fucile

Cartões Vermelhos
Uruguai: Cavani, Fucile

Gols
Chile: Mauricio Isla 35' 2T


Chile

Claudio Bravo; 
Isla, Gary Medel, Gonzalo Jara, Mena; 
Marcelo Díaz (Matías Fernández), Aránguiz, Vidal e Valdivia (David Pizarro); Vargas (Pinilla) e Alexis Sánchez
Técnico: Jorge Sampaoli







Uruguai

Muslera; 
Maxi Pereira, Godín, José Giménez e Fucile;
Arévalo Ríos, Álvaro González, Carlos Sánchez (Jonathan Rodríguez) e Cristian Rodríguez; 
Cavani e Diego Rolán (Abel Hernández)
Técnico: Óscar Tabárez







COPA AMÉRICA: Meia do Inter faz dois, Chile goleia a Bolívia por 5 a 0 e fecha grupo na liderança

Chile goleia a Bolívia e se garante na primeira colocação - Crédito: Divulgação/FI

19/06/2015

Nas quartas de final, a equipe chilena enfrentará o melhor dos dois terceiros colocados que avançarem

Na primeira goleada da atual edição da Copa América, o Chile deu um show para sua torcida nesta sexta-feira. No lotado estádio Nacional, em Santiago, a seleção chilena fez a festa para seu povo ao golear a Bolívia por 5 a 0 e encerrando a fase de grupos na liderança da Chave A com 7 pontos. Já os bolivianos não têm muito do que reclamar, pois também avançaram em segundo, com 4 pontos.

Nas quartas de final, o Chile enfrentará o melhor dos dois terceiros colocados que avançarem. O jogo será na próxima quarta-feira, às 20h30 (de Brasília), no mesmo estádio Nacional, em Santiago. Já a Bolívia jogará no dia seguinte, no mesmo horário, contra o segundo colocado do Grupo C, que é composto por Brasil, Peru, Venezuela e Colômbia (todos com três pontos em duas rodadas).

Em campo, o Chile não teve o menor trabalho para golear. Talvez pelo fato de as duas seleções terem entrado em campo já classificadas às quartas de final graças à vitória do Equador sobre o México um pouco antes, a Bolívia não se preocupou tanto com o setor defensivo e pagou caro por isso.

Logo aos dois minutos, a seleção da casa abriu o placar com o volante Aránguiz, do Internacional, que recebeu um passe de Vargas e chutou forte e cruzado no canto direito do goleiro Quiñonez. Na sequência, o Chile continuou mandando no jogo e foi premiado com o gol de Alexis Sánchez, aos 36, de cabeça após cruzamento de Valdivia.

Na segunda etapa, o panorama não mudou. A Bolívia não oferecia qualquer perigo ao gol de Claudio Bravo e sofria com o rápido toque de bola dos chilenos. O resultado disso foi um show dos donos da casa, mesmo sem os astros Vidal e Sánchez, que já haviam saído para se pouparem para as quartas de final.

O terceiro gol, aos 20 minutos, foi uma bela jogada ofensiva com toques rápidos e muito objetividade. Na área, Angelo Henríquez cruzou rasteiro para a pequena área e Aránguiz teve tempo de dominar e tocar na saída de Quiñonez. Aos 34, o volante Medel marcou um belo gol por cobertura após lançamento de Valdivia. E, aos 40, o zagueiro Raldés teve azar e marcou contra para fechar a goleada chilena por 5 a 0.

Só deu Chile! No fechamento da primeira fase, o Chile não tomou conhecimento 
da Bolivia e aplicou a maior goleada da Copa América até aqui: 5 a 0. 
(Crédito: Divulgação/FI)

FICHA TÉCNICA

CHILE 5 x 0 BOLÍVIA

Data: 19/06/2015
Horário: 20h30
Local: Estádio Nacional de Chile - Santiago (Chile) 
Árbitro: Andrés Cunha (Fifa/Uruguai)

Gols
Chile: Aránguiz 2' 1T, Alexis Sánchez 36' 1T, Aránguiz 30' 2T, Gary Medel 34' 2T, Ronald Raldés 40' 2T (contra)


Chile

Claudio Bravo; 
Isla, Medel, Jara (Pizarro) e Beausejour; 
Marcelo Díaz, Aránguiz, Vidal (Matías Fernández) e Valdivia; 
Vargas e Alexis Sánchez (Angelo Henríquez)
Técnico: Jorge Sampaoli






Bolívia

Quiñonez; 
Edemir Rodríguez (Danny Bejarano), Raldés, Cristian Coimbra e Leonel Morales; 
Veizaga (Damir Miranda), Chumacero, Smedberg e Pablo Escobar (Damián Lizio); 
Pedriel e Marcelo Moreno
Técnico: Mauricio Soria






COPA AMÉRICA: Vidal marca duas vezes, mas Chile só empata com o México por 3 a 3

Jogadores do Chile comemoram gol de Vidal - Crédito Divulgação/FI

16/06/2015

Os chilenos marcaram outros dois gols, com Valdivia e Alexis Sánchez, anulados pela arbitragem

O Estádio Nacional de Santiago viu, nesta segunda-feira, a melhor partida da Copa América até aqui. Mesmo com um time B, porque o elenco principal vai jogar a Copa Ouro, o México deu trabalho para os donos da casa e conseguiu um bom empate em 3 a 3 contra o Chile. Vidal, com dois gols e uma assistência, foi o melhor da partida. Argentino naturalizado mexicano, o veterano Matías Vuoso, de 33 anos, também marcou duas vezes.

Os chilenos marcaram outros dois gols, com Valdivia e Alexis Sánchez, anulados pela arbitragem. Com o empate, estão com quatro pontos no Grupo A, empatados com a Bolívia. O México soma dois e o Equador, um. Mais cedo, os bolivianos fizeram 3 a 2 nos equatorianos, encerrando um jejum de 18 anos sem vitórias. Na sexta tem México x Equador e Chile x Bolívia.

O JOGO 

Foram 20 minutos relativamente frios até que o jogo começou a pegar fogo. Na primeira chegada incisiva ao ataque, o México marcou. Vargas perdeu a bola no meio-campo, Flores puxou o contra-ataque, a bola passou por Medina e chegou até Vuoso para marcar. Albornóz ainda colocou a mão na bola, na tentativa de fazer pênalti, mas o árbitro corretamente mandou seguir.

O gol assustou a torcida por alguns instantes, mas no minuto seguinte Vidal já acalmou a massa. Aránguiz bateu escanteio, Vidal se deslocou até a marca do pênalti e cabeceou perfeitamente, no canto direito baixo.

A torcida se animou, mas o México não se abalou. Aos 27, Flores cabeceou e Bravo fez belíssima defesa. A bola ainda bateu no travessão, na linha, e não entrou. A zaga cortou para escanteio e, na cobrança, os mexicanos fizeram o segundo. Raúl Jiménez, do Atlético de Madrid, cabeceou sozinho, desta vez sem defesa para o goleiro do Barcelona.

O Chile não queria deixar a zebra atacar de novo na Copa América e foi em busca do empate. Conseguiu aos 41 minutos. Vidal tabelou com Isla e, da direita, cruzou na cabeça de Vargas, que testou com estilo para fazer 2 a 2.

O segundo tempo começou aberto, com chances para os dois lados, mas o Chile marcou primeiro. Vidal foi atropelado na área por Flores e o árbitro marcou pênalti. O volante mesmo bateu para virar a partida.

Sumido do jogo, Valdivia chegou a balançar as redes, num golaço - chute de longe, no ângulo -, mas a partida estava paralisada porque Alexis Sánchez estava impedido quando escorou a bola para o palmeirense. O gol fez falta porque o México empatou no minuto seguinte, aos 20. A zaga deu bobeira, Vuoso recebeu lançamento longo, nas costas da defesa chilena, e bateu na saída atrasada de Bravo.

Valdívia não teve grande destaque e passou em branco no Chile - Crédito Divulgação/FI

A partir daí foram 25 minutos praticamente de ataque contra defesa. Enquanto Jorge Sampaoli colocava o Chile para frente, o México se fechava atrás. Valdivia perdeu boa chance, após passe de calcanhar de Vidal, e Alexis Sánchez teve gol anulado após cruzamento rasteiro de Jara. O atacante estava, aparentemente, na mesma linha do penúltimo defensor.

FICHA TÉCNICA
CHILE 3 x 3 MÉXICO

Data: 15/06/2015
Horário: 20h30
Local: Estádio Nacional de Chile - Santiago (Chile) 
Árbitro: Victor Carrillo (Peru)

Cartões Amarelos
Chile: Pinilla, Vidal

Gols
Chile: Vidal 22' 1T, Vargas 41' 1T, Vidal 9' 2T
México: Vuoso 21' 1T, Jimenez 29' 1T, Vuoso 21' 2T


Chile
Bravo; 
Isla, Medel, Jara e Albornóz (Beausejour); 
Marcelo Díaz (Mena), Aránguiz, Vidal e Valdivia; 
Vargas (Pinilla) e Alexis Sánchez.
Técnico: Jorge Sampaoli








México
Corona; 
Hugo Ayala, Julio Domínguez e Valenzuela; 
Aldrete (Carlos Salcedo), Medina, Güemez, Corona (Osuna) e Flores; 
Raúl Jiménez e Vuoso.
Técnico: Miguel Herrera






Fonte: Futebol Interior
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