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Argentinos que humilharam mulheres na Copa do Mundo estão vetados de entrar no estádio por dois anos

Quatro torcedores argentinos estão banidos de entrar no estádio durante dois anos Getty Images

16/09/2018

A Copa do Mundo na Rússia chegou ao fim, mas as consequências dos assédios sofridos por mulheres continua. Quatro novos torcedores da Argentina ficarão sem entrar em estádios do país pelos próximos dois anos. Três deles são os que gravaram jovens russas repetindo frases de conotação sexual. O quarto é um homem que gravou um vídeo com um árabe, fazendo-o repetir frases com referências ao terrorismo.

A decisão foi feita pelo Ministério de Segurança da Nação. Segundo o jornal Diário Oficial, a explicação foi: “Do Estado Nacional não é possível evitar este tipo de comportamento dentro de suas fronteiras ou quando é feito no exterior, já que implicitamente todo cidadão, como um membro desta comunidade, representa o todo de valores e princípios que regem a vida em nossa sociedade”.

Os responsáveis pelo crime são Néstor Fernando Penovi, Cláudio Daniel Fitterer, Marcelo Alberto Gênova e Juan Pablo Olguín. Os quatro não poderão participar de nada relacionado a futebol no país durante dois anos.

O ministério, que é comandado por Patricia Bullrich, afirmou que as desculpas dadas pelos protagonistas não foram satisfatórias ou adequadas para desculpá-los pelo mau comportamento. A proibição de entrar nos estádios durante dois anos deu-se para prevenir atos de agressão e violência.

O primeiro caso que se tornou viral foi o de Penovi, 47 anos, onde ele fazia uma mulher repetir frases de conotação sexual. Assim que foi identificado pelas autoridades, ele teve seu Fan ID removido pela FIFA, foi deportado e recebeu condenação social. Fitterer, foi registrado abraçando uma asiática pedindo que ela fizesse sinais e repetisse palavras relacionadas a sexo oral.

Marcelo Alberto Gênova foi gravado com uma moça nas ruas de Moscou fazendo com ela que repetisse frases obscenas. Quando o vídeo foi divulgado, ele pediu desculpas e assumiu ter ficado envergonhado, mas a empresa que ele trabalhava como gerente em Córdoba, o demitiu.

Já Olguín foi gravado com um árabe, usando turbante, e ele pediu para que ele dissesse “bomba para Naschel”, um time de futebol de San Luis, na Argentina, rival de Papagayos, onde o homem é secretário de assuntos jurídicos.

Fonte: ESPN


10 LIÇÕES DA COPA DO MUNDO 2018 PARA OS ADMINISTRADORES

Reprodução/ Instagram @equipedefrance

19/08/2018

Veja neste artigo o que podemos aprender sobre gestão, estratégia e trabalho em equipe com o que aconteceu nos jogos da Copa do Mundo na Rússia

Por *Marco Morsch

O esporte sempre serve como ótima metáfora ou história para ilustrar conceitos de gestão e liderança. Tenho utilizado com frequência muitos exemplos de futebol, atletismo, natação, vôlei e tantas outras modalidades esportivas em minhas aulas e treinamentos para clarificar de maneira didática e simples o que significa um determinado conceito, estratégia ou ferramenta de administração.

A Copa do Mundo 2018, que terminou há alguns dias na Rússia e atraiu a atenção de milhões de pessoas em todo o planeta, foi um prato cheio de histórias e situações exemplares de conceitos, técnicas e práticas da administração, entremeadas entre passes, chutes e gols.

Conversando com meu amigo Marco Antonio Bezerra Campos, advogado e apaixonado por futebol, elencamos algumas lições que a Copa do Mundo deixou como legado aos gestores para administrarem mais eficazmente seus times e organizações. Essas 10 lições são apresentadas a seguir:

1. Estratégias sob medida e táticas ágeis vencem jogos

A agilidade foi uma característica das seleções que se destacaram na Copa da Rússia. França, Croácia, Inglaterra e Bélgica jogaram por meio de contra-ataques bem articulados e com uma rapidez e precisão impressionante. Estudaram profundamente cada adversário e prepararam uma estratégia “sob medida” para cada jogo. Souberam aproveitar as oportunidades e incapacidade de reação dos adversários para se sobrepujar. Muitos gols e vitórias resultara da agilidade tática destas equipes.

Hoje, empresas que não tem gestão ágil, em adotar estratégias e táticas dinâmicas para contornar as adversidades e se antecipar às mudanças e à concorrência, perdem espaço no mercado e ficam em grande desvantagem. Empresas ágeis, ao contrário, estudam e dominam seus mercados. Tem sido assim com empresas disruptivas, como por exemplo Uber, Airbnb e Nubank.

2. Posse de bola não significa vantagem competitiva

Muitas seleções que tiveram maior tempo de posse da bola nos jogos perderam a partida. A falta de finalização, e sobretudo a incapacidade de furar o bloqueio da defesa adversária, demonstraram ineficácia e inefetividade, resultantes certamente da falta de criatividade, improvisação e inovação.

Em alguns casos, como no da seleção brasileira no jogo de sua desclassificação, essa incapacidade poderia ser solucionada por um planejamento diferente de jogo e, também, uma modificação mais rápida e ágil do esquema tático de jogo, ainda no primeiro tempo.

A Kodak foi líder suprema das máquinas fotográficas por várias décadas, utilizando o filme de película, mas não conseguiu resistir à avassaladora inovação disruptiva das câmeras digitais.

3. Estatísticas em tempo real auxiliam a estratégia

Com o avanço da tecnologia, os dados e informações dos jogos são divulgados em tempo real: tempo de posse de bola, número de faltas, chutes a gol, velocidade da bola, etc. Uma das mais importantes é a pontaria destes chutes.

Algumas seleções ganharam o jogo com apenas poucos chutes a gol, mas certeiros. Outras, tiveram dezenas de chutes, mas para fora na sua grande maioria. Ora, isso se chama ineficácia em administração. Chutar a gol é ser eficiente, mas fazer o gol é ser eficaz!

Se o time não está sendo eficaz, o técnico pode fazer substituições ou mudar o esquema tático.

Empresas que visitam milhares de clientes e vendem apenas algumas unidades são ineficazes. Estão perdendo dinheiro. A administração eficaz é aquela que reverte seus esforços em resultados efetivos. O crescimento exponencial da Netflix é um exemplo de efetividade com base em inteligência de mercado e análise de dados para converter vendas..

4. Tecnologia de vídeo ajuda a corrigir injustiças

A grande novidade da Copa de 2018 foi o árbitro de vídeo. Mesmo com algumas polêmicas, o avanço é indiscutível. Pode-se evitar diversas injustiças e corrigir erros que teriam prejudicados o destino de algumas seleções. É algo que veio para ficar.

No mundo corporativo, é impensável uma empresa operar sem inteligência e tecnologia da informação, big data, computação em nuvem, análise de dados, mobile marketing e tantas outras ferramentas digitais. A TI se tornou um imperativo para a vantagem competitiva. A Amazon é um exemplo claro disso.

5. Ética e fair-play desempatam na hora do vamos ver

Um dos aspectos bonitos da Copa do Mundo é a promoção do fair-play. A FIFA sempre dá destaque para a ética e o jogo limpo no futebol, educando os esportistas para o espirito esportivo como união e congraçamento como é a festa da Copa. Neste evento aconteceu algo inédito: o Japão se classificou para as oitavas de final por ter menos cartões amarelos do que o Senegal, já que estavam empatados no saldo de gols, segundo critério para desempate.

Atualmente, os consumidores preferem escolher produtos de marcas que sejam éticas quando qualidade e preço são iguais. O futebol mostrou que ética dá resultados.

6. Campeões do passado já não metem medo

As seleções com mais estrelas na camisa não assustaram. Brasil, Alemanha, Argentina, Espanha, Inglaterra foram sendo desclassificadas ou caindo para outsiders como Bélgica e Croácia, por exemplo. Em alguns jogos, os tradicionais campeões foram subjugados pelos seus adversários que assumiram o domínio do jogo logo depois dos primeiros minutos quando perceberam que eles não eram grandes o suficiente.

No ambiente competitivo globalizado de hoje, tamanho não é documento. Pequenas startups estão enfrentando empresas líderes de igual para igual e tomando a dianteira sem medo do gigantismo tradicional das empresas campeãs. A XP Investimentos, fintech com crescimento vertiginoso nos últimos anos, foi comprada recentemente pelo BTG Pactual por R$ 6, 3 bilhões.

7. Ícones e craques desalinhados de suas equipes não ganham jogo, mas o trabalho em equipe sim

Cristiano Ronaldo, Messe e Neymar não salvaram seus times como os craques do passado faziam. O perfil dos times vencedores foi o de equipes com grandes craques, mas que não eram independentes do trabalho coletivo, como a França, a Croácia e a Bélgica, por exemplo.

Estas seleções tinham uma equipe que trabalhava com um grande sentido de coletividade e claro senso de competências individuais diferenciadas aparecendo em momentos chave, a serviço do todo. Os craques, como Mbappé, da França, Modric, da Croácia e Eden Hazard, estavam perfeitamente integrados às suas equipes.

Pesquisas em empresas bem-sucedidas revelam que o sucesso se baseia na confiança mútua dos membros de suas equipes, conhecimento das competências diferenciadas de cada um, muita prática, aceitação das limitações do outro e clareza do propósito comum. E, claro, uma liderança inspiradora.

8. O sucesso está no detalhe

Todos sabem que o futebol é muito influenciado pelo imponderável, ou pelo acaso, como preferem alguns. A administração também. Muitos tiveram esta sensação no jogo em que o Brasil foi desclassificado.

Na Copa da Rússia o detalhe foi determinante em vários jogos. Nem sempre a seleção que jogou melhor venceu. Eventualmente o detalhe ou o imponderável decidiu o jogo. Isto é ao mesmo tempo o lado mágico e injusto de uma competição futebolística. E na vida dos negócios não é diferente! Acasos e imponderáveis acontecem o tempo todo, ainda mais no cenário de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade (VUCA) de hoje em dia.

Planejar, antecipar cenários e prever alternativas pode minimizar a vulnerabilidade frente as incertezas e adotar postura ágil e flexível pode remediar o imponderável.

Steve Jobs dizia “Tudo é importante – que o sucesso está nos detalhes”. Os produtos da Apple expressam bem essa noção. Ao incorporar a tela touch, o Iphone fez toda a diferença.

9. Resiliência e maturidade são a base do sucesso

Uma equipe tem que ser resiliente, sobretudo para ser capaz de virar o jogo se levar um gol. Uma seleção que não tem maturidade emocional pode se descontrolar, perder o foco, os pés no chão e se desestruturar totalmente. Sem a capacidade de manter a tranquilidade e o equilíbrio emocional e dar a volta por cima, pode tomar mais gols e degringolar o seu desempenho. No jogo que desclassificou o Brasil isso pode ter acontecido.

Empresas que não são resilientes desaparecem do mercado diante da incapacidade de se adaptar as constantes mudanças nas regras do jogo. Casos clássicos como Kodak, Blockbuster e Blackberry ilustram esta realidade.

10. A prática e o treinamento é tudo

Outro aspecto determinante para o sucesso: todas as equipes que se destacaram na Copa da Rússia tiveram muito tempo de treino, prática e convivência ao longo dos últimos anos, criando uma experiência e continuidade imprescindível para sedimentação do espírito de equipe.

Todos conhecem o ditado, “a prática leva a excelência”. Seleções como a Bélgica e a Inglaterra, por exemplo, são resultado de um trabalho planejado e executado cuidadosamente que vem sendo feito a longo prazo, com uma mesma equipe. Isso dá estabilidade, confiança mútua, desenvolvimento de competências e habilidades, e sedimenta o hábito da prática. Tite já falou em uma entrevista, quando foi campeão nacional e da Copa libertadores; “O sucesso de um time campeão é treinamento, treinamento e treinamento”.

Se você olhar as empresas extraordinárias e vencedoras nos mercados atuais, elas investem pesado em treinamento e desenvolvimento de competências de seus líderes e colaboradores e incentivam hábitos que consolidem aquelas práticas e técnicas que estão dando certo. 

E você, compartilha dessa tese: empresas campeãs jogam como as melhores seleções de futebol do mundo?

* Marco Aurélio Morsch é professor, mestre em administração de empresas, consultor e palestrante. Formado em Direito pela UFRGS e Master em Tecnologia Educacional pela FAAP, é coautor dos livros “Comportamento do Consumidor: Conceitos e Casos” (Pearson, 2005) e “Marketing Estratégico” (DVS Editora, 2004). Atualmente é professor nos Cursos de Administração da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atuou como executivo e gestor em diversas empresas tais como Caixa, NET Serviços e Campos Advocacia Empresarial. Foi professor da FAAP por 19 anos, onde coordenou o Curso de Pós Graduação em Marketing. Com mais de 20 anos de experiência em treinamento e desenvolvimento de executivos, em 2006 fundou a Morsch Consultoria, empresa de treinamento, palestras e educação executiva.


HERÓI DA RÚSSIA NA COPA DO MUNDO, DENIS CHERYSHEV É EMPRESTADO AO VALENCIA PELA SEGUNDA VEZ



16/08/2018

Jogador que pertence ao Villarreal volta aos Morcegos em bom momento da equipe valenciana que jogará a Champions League

Denis Cheryshev surgiu como um dos personagens principais da Copa do Mundo da Rússia. Jogando em sua casa, o camisa 6 da equipe comandada por Stanislav Cherchesov anotou quatro gols, sendo que três deles foram considerados golaços. Agora, o jogador que pertence ao Villarreal foi emprestado ao rival Valencia, que disputará a Champions League.

O comunicado oficial foi feito no site do Valencia nessa terça (14). Será a segunda passagem de Cheryshev nos Morcegos, já que nos tempos de Real Madrid, também atuou por um ano na equipe.  

Dificilmente o russo de 27 anos será titular na equipe de Marcelino Toral, mas é possível que seja bastante utilizado como opção de velocidade e de chute de média e longa distância.

Fonte: Goal

CIRIO LANÇA “COPA DA RÚSSIA”, UMA RETROSPECTIVA MUSICAL DA COPA DO MUNDO 2018



05/08/2018

O cantor e compositor CIRIO acaba de lançar o seu novo single intitulado “COPA DA RÚSSIA” em seu canal do YouTube (www.youtube.com/ciriotv) e também em seu Facebook (www.facebook.com/ciriotv). Na composição, com elementos de pop, rock e rap, CIRIO faz uma retrospectiva musical da Copa do Mundo 2018, abordando tudo o que aconteceu durante o evento. Ele não deixa passar nada, indo de memes e polêmicas  a derrotas e vitórias que aconteceram dentro e fora dos gramados. Um exemplo foi a  comovente história dos garotos presos em uma caverna na Tailândia, durante o período da Copa.

O vídeo de divulgação, criado a partir de imagens  da internet, faz um apanhado de todos os assuntos abordados, misturando música com humor e entretenimento.

O vídeo faz parte do projeto Cantadas Crônicas, que tem o objetivo de misturar diferentes linguagens como entretenimento, humor, opinião e composição musical. 

Em suas Cantadas Crônicas  CIRIO já abordou inúmeras temáticas como política, racismo, machismo, homofobia, cultura do estupro, cyberbullying, terrorismo, entre outros. Para cada assunto, uma reflexão diferente em forma de música.

A música “COPA DA RÚSSIA” estará em breve disponível em todas as plataformas de streaming.

Recentemente CIRIO apresentou o EP Memórias de um 7×1 relembrando a Copa do Brasil em quatro canções. “Vai ter Copa”,  “Patrão FIFA”,  “Copa das Copas”. O material está disponível nas plataformas  digitais e no Canal CIRIOTV, no Youtube. Confira!


Fonte: Sabe Caxias


FIFA ANALISA RESULTADOS DA RÚSSIA 2018 COM ASSOCIAÇÕES MEMBROS EM LONDRES

Foto: Mladen Antonov/Getty Images

31/07/2018

Seguindo as emocionantes 64 partidas da Copa do Mundo FIFA de 2018 ™, a FIFA convidou os treinadores e diretores técnicos de todos os 211 associações-membro, bem como os técnicos de todas as seis confederações, à Conferência de Futebol FIFA a ser realizada em 23 de Setembro 2018 em Londres, o berço do jogo moderno.

O objetivo da conferência é analisar a principal competição da FIFA do ponto de vista técnico e tático, identificar tendências e comparar as principais conclusões com edições anteriores da Copa do Mundo da FIFA, com base no relatório do Grupo de Estudos Técnicos da FIFA (TSG) que deve ser apresentado na conferência. O evento também incluirá discussões sobre a implementação do VAR e seu impacto no jogo.

Ao contrário das conferências da Copa do Mundo pós-FIFA organizadas pela FIFA após o Brasil 2014 e África do Sul 2010, com base na visão FIFA 2.0 , que visa promover um diálogo reforçado com as federações e confederações em todos os níveis, um único evento para todas as federações afiliadas à FIFA está sendo organizado pela primeira vez. Além da Conferência de Futebol da FIFA, estão previstas reuniões individuais com os especialistas técnicos das confederações e associações membros.

“A Copa do Mundo de 2018 foi um grande sucesso dentro e fora do campo. Através desta conferência, pretendemos apresentar e discutir as principais descobertas identificadas em campo pelos nossos especialistas enquanto ouvimos o feedback das nossas associações membros. A Copa do Mundo deve ser vista como uma plataforma de aprendizado que pode ter um impacto positivo no desenvolvimento técnico do futebol em todo o mundo. Ao ter uma única conferência, podemos nos envolver com todas as nossas associações membros de uma só vez e desencadear um diálogo de futebol rico e diversificado ”, disse Zvonimir Boban, Vice-Secretário Geral da FIFA (Futebol).

A Conferência de Futebol da FIFA ocorrerá na véspera dos Melhores Prêmios de Futebol da FIFA ™.

Fonte: Sagres


TORCEDORES GANHAM COM A VISA NA 2018 FIFA WORLD CUP RUSSIA™



29/07/2018

Visa (NYSE: V), parceira oficial de serviços de pagamento da FIFA, anunciou os resultados finais para a FIFA World Cup™, mostrando o impacto positivo do torneio nas 64 partidas jogadas na Rússia entre 14 de junho e 15 de julho de 2018.

Em geral, a tecnologia de pagamento sem contato - inclusive os pagamentos feitos usando cartões sem contato, dispositivos móveis ou vestíveis - foram centrais, aumentando nas cidades sede durante o torneio. Durante a FIFA World Cup™, os pagamentos sem contato chegaram a 45% de todas as compras com Visa nas 11 cidades sede. Os torcedores da Polônia fizeram maior número de compras sem contato nos estádios, fazendo 74% das transações com Visa usando a tecnologia sem contato.


"Ser a parceira exclusiva de serviços de pagamento na FIFA World Cup™ teve um impacto demonstrável nos negócios e na marca da Visa," disse Lynne Biggar, diretora de marketing e comunicações da Visa Inc. "No torneio, estreamos tecnologias inovadoras de pagamento que melhoraram a experiência dos torcedores e guiaram nossas prioridades globais. Enquanto isso, entre os bilhões de torcedores que assistiram nas telas em todo o mundo, pudemos conduzir a preferência da marca Visa por uma campanha de mídia multicanal diversa e de alto impacto."

Turistas estrangeiros gastam mais que os torcedores russos

Os dados da Visa ilustram o impacto econômico que a FIFA World Cup™ traz para o país sede. Durante o torneio, viajantes internacionais gastaram mais que os russos durante os jogos, especificamente os titulares de cartões Visa internacionais gastaram 15% mais no total nos estádios do que os titulares de cartões russos. O aumento dos gastos dos viajantes internacionais impactou positivamente as categorias relacionadas com o turismo, com as três maiores categorias sendo hospedagem, linhas aéreas e restaurantes.

No fim, os espectadores da partida final foram os maiores gastadores de todos: a partida entre França e Croácia no dia 15 de julho teve o maior volume de pagamentos entre as 64 partidas.

A Visa ampliou sua marca através das campanhas coordenadas com parceiros

A FIFA World Cup™ apresenta uma oportunidade incomparável para aprofundar parcerias, destacar a inovação de pagamento da Visa e conectar clientes e consumidores para a evolução do portfólio de ofertas da Visa. Na Rússia, a Visa organizou experiências inesquecíveis para mais de 250 clientes e 3.000 consumidores que viajaram de mais de cem países diferentes. Em 103 mercados de todo o mundo, a Visa formou parceria com mais de 500 emissores e 40 comerciantes em 24 línguas em várias atividades relacionadas com a FIFA, seja para executar programas de marketing customizados, hospedar parceiros no mercado ou utilizar os ativos de campanha de marketing exclusivos para impulsionar prioridades comerciais mútuas.

A Visa alcança os torcedores em casa

De acordo com os dados da FIFA, a 2018 FIFA World Cup Russia™ viu uma quebra de recorde de público global, com estimados três bilhões de torcedores sintonizando o torneio neste verão. Os dados da FIFA também mostram que 22% dos espectadores assistiram ao torneio digitalmente, em celulares ou computadores, ou fora de casa. De fato, o torneio está no rastro de ser o evento esportivo mais assistido em plataformas digitais, estabelecendo registros de streaming nos maiores mercados inclusive China, França, Reino Unido e Estados Unidos.

A Visa construiu o valor da marca entre seu público global, multicanal tendo a logomarca da Visa em painéis no campo para mais de sete horas de transmissão durante os 64 jogos da 2018 FIFA World Cup Russia™. A primeira abordagem de marketing digital da empresa foi projetada para alcançar os torcedores sem importar onde assistissem os jogo, por uma campanha multicanal global apresentando o superstar do futebol, Zlatan Ibrahimović, que ajudou os torcedores a derrotar o medo de ficar de fora (fear of missing out, FOMO) nesse verão. A campanha FIFA World Cup™ da Visa, "Visa's Ultimate FIFA World Cup™ FOMO" documentou a jornada de Zlatan para o torneio e sua volta ao palco da FIFA World Cup™, destacando a facilidade da tecnologia de pagamento sem contato durante sua aventura.

"A Visa me trouxe para a Rússia para derrotar a World Cup™ FOMO e conferir a fantástica tecnologia de pagamento", disse Zlatan Ibrahimović, astro dos esportes e lenda FIFA World Cup™. "Juntos, a Visa e Zlatan garantiram que os torcedores fossem os verdadeiros vencedores da FIFA World Cup™."

Sem uso de dinheiro em espécie do jogo de estreiaàpartida final

Na Copa do Mundo da FIFA 2018™ na Rússia, a Visa foi o serviço de pagamento exclusivo em todos os estádios onde foram aceitos cartões de pagamento. Dentro dos estádios, os torcedores puderam realizar pagamentos com cartões de crédito e débito Visa com tecnologia sem contato em mais de 3.500 terminais de ponto de venda e mil concessionárias móveis que foram equipadas com a mais recente inovação de pagamentos. A Visa também ofereceu inovações para os torcedores na Rússia para experiências de pagamento fáceis e sem dinheiro, inclusive a capacidade de comprar 6.500 anéis de pagamentos, 30.000 pulseiras de pagamento e cartões comemorativos pré-pagos sem contato. Há quatro anos, muitas dessas inovações de pagamento não existiam e a Visa espera ver como os pagamentos vão evoluir até a 2022 FIFA World Cup Qatar™.

Sobre a Visa

A Visa Inc. (NYSE: V) é líder mundial em pagamentos digitais. Nossa missão é conectar o mundo através da rede de pagamentos mais inovadora, confiável e segura, permitindo o desenvolvimento de pessoas, empresas e economias. A VisaNet, nossa rede de processamento global avançada, oferece pagamentos seguros e confiáveis em todo o mundo, e é capaz de processar mais de 65.000 mensagens de transação por segundo. O enfoque incansável da empresa em inovação é um catalisador para o rápido crescimento do comércio conectado em qualquer dispositivo e uma força de impulsão por trás do sonho de um futuro sem dinheiro para qualquer pessoa, em qualquer lugar. À medida que o mundo se afasta do analógico e se torna digital, a Visa está aplicando sua marca, produtos, pessoas, rede e escala para remodelar o futuro do comércio. Para outras informações, acesse About Visa, visacorporate.tumblr.com e @VisaNews.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Fonte: Business Wire

10 LIÇÕES DA COPA DO MUNDO 2018 PARA OS ADMINISTRADORES

Reprodução/ Instagram @equipedefrance

29/07/2018

Por Marco Morsch

Veja neste artigo o que podemos aprender sobre gestão, estratégia e trabalho em equipe com o que aconteceu nos jogos da Copa do Mundo na Rússia
  
O esporte sempre serve como ótima metáfora ou história para ilustrar conceitos de gestão e liderança. Tenho utilizado com frequência muitos exemplos de futebol, atletismo, natação, vôlei e tantas outras modalidades esportivas em minhas aulas e treinamentos para clarificar de maneira didática e simples o que significa um determinado conceito, estratégia ou ferramenta de administração.

A Copa do Mundo 2018, que terminou há alguns dias na Rússia e atraiu a atenção de milhões de pessoas em todo o planeta, foi um prato cheio de histórias e situações exemplares de conceitos, técnicas e práticas da administração, entremeadas entre passes, chutes e gols.

Conversando com meu amigo Marco Antonio Bezerra Campos, advogado e apaixonado por futebol, elencamos algumas lições que a Copa do Mundo deixou como legado aos gestores para administrarem mais eficazmente seus times e organizações. Essas 10 lições são apresentadas a seguir:

1. Estratégias sob medida e táticas ágeis vencem jogos

A agilidade foi uma característica das seleções que se destacaram na Copa da Rússia. França, Croácia e Bélgica jogaram por meio de contra-ataques bem articulados e com uma rapidez e precisão impressionante. Estudaram profundamente cada adversário e prepararam uma estratégia “sob medida” para cada jogo. Souberam aproveitar as oportunidades e incapacidade de reação dos adversários para se sobrepujar. Muitos gols e vitórias resultara da agilidade tática destas equipes.

Hoje, empresas que não tem gestão ágil, em adotar estratégias e táticas dinâmicas para contornar as adversidades e se antecipar às mudanças e à concorrência, perdem espaço no mercado e ficam em grande desvantagem. Empresas ágeis, ao contrário, estudam e dominam seus mercados. Tem sido assim com empresas disruptivas, como por exemplo Uber, Airbnb e Nubank.

2. Posse de bola não significa vantagem competitiva

Muitas seleções que tiveram maior tempo de posse da bola nos jogos perderam a partida. A falta de finalização, e sobretudo a incapacidade de furar o bloqueio da defesa adversária, demonstraram ineficácia e inefetividade, resultantes certamente da falta de criatividade, improvisação e inovação.

Em alguns casos, como no da seleção brasileira no jogo de sua desclassificação, essa incapacidade poderia ser solucionada por um planejamento diferente de jogo e, também, uma modificação mais rápida e ágil do esquema tático de jogo, ainda no primeiro tempo.

A Kodak foi líder suprema das máquinas fotográficas por várias décadas, utilizando o filme de película, mas não conseguiu resistir à avassaladora inovação disruptiva das câmeras digitais.

3. Estatísticas em tempo real auxiliam a estratégia

Com o avanço da tecnologia, os dados e informações dos jogos são divulgados em tempo real: tempo de posse de bola, número de faltas, chutes a gol, velocidade da bola, etc. Uma das mais importantes é a pontaria destes chutes.

Algumas seleções ganharam o jogo com apenas poucos chutes a gol, mas certeiros. Outras, tiveram dezenas de chutes, mas para fora na sua grande maioria. Ora, isso se chama ineficácia em administração. Chutar a gol é ser eficiente, mas fazer o gol é ser eficaz!

Se o time não está sendo eficaz, o técnico pode fazer substituições ou mudar o esquema tático.

Empresas que visitam milhares de clientes e vendem apenas algumas unidades são ineficazes. Estão perdendo dinheiro. A administração eficaz é aquela que reverte seus esforços em resultados efetivos. O crescimento exponencial da Netflix é um exemplo de efetividade com base em inteligência de mercado e análise de dados para converter vendas..

4. Tecnologia de vídeo ajuda a corrigir injustiças

A grande novidade da Copa de 2018 foi o árbitro de vídeo. Mesmo com algumas polêmicas, o avanço é indiscutível. Pode-se evitar diversas injustiças e corrigir erros que teriam prejudicados o destino de algumas seleções. É algo que veio para ficar.

No mundo corporativo, é impensável uma empresa operar sem inteligência e tecnologia da informação, big data, computação em nuvem, análise de dados, mobile marketing e tantas outras ferramentas digitais. A TI se tornou um imperativo para a vantagem competitiva. A Amazon é um exemplo claro disso.

5. Ética e fair-play desempatam na hora do vamos ver

Um dos aspectos bonitos da Copa do Mundo é a promoção do fair-play. A FIFA sempre dá destaque para a ética e o jogo limpo no futebol, educando os esportistas para o espirito esportivo como união e congraçamento como é a festa da Copa. Neste evento aconteceu algo inédito: o Japão se classificou para as oitavas de final por ter menos cartões amarelos do que o Senegal, já que estavam empatados no saldo de gols, segundo critério para desempate.

Atualmente, os consumidores preferem escolher produtos de marcas que sejam éticas quando qualidade e preço são iguais. O futebol mostrou que ética dá resultados.

6. Campeões do passado já não metem medo

As seleções com mais estrelas na camisa não assustaram. Brasil, Alemanha, Argentina, Espanha, Inglaterra foram sendo desclassificadas ou caindo para outsiders como Bélgica e Croácia, por exemplo. Em alguns jogos, os tradicionais campeões foram subjugados pelos seus adversários que assumiram o domínio do jogo logo depois dos primeiros minutos quando perceberam que eles não eram grandes o suficiente.

No ambiente competitivo globalizado de hoje, tamanho não é documento. Pequenas startups estão enfrentando empresas líderes de igual para igual e tomando a dianteira sem medo do gigantismo tradicional das empresas campeãs. A XP Investimentos, fintech com crescimento vertiginoso nos últimos anos, foi comprada recentemente pelo BTG Pactual por R$ 6, 3 bilhões.

7. Ícones e craques desalinhados de suas equipes não ganham jogo, mas o trabalho em equipe sim

Cristiano Ronaldo, Messe e Neymar não salvaram seus times como os craques do passado faziam. O perfil dos times vencedores foi o de equipes com grandes craques, mas que não eram independentes do trabalho coletivo, como a França, a Croácia e a Bélgica, por exemplo.

Estas seleções tinham uma equipe que trabalhava com um grande sentido de coletividade e claro senso de competências individuais diferenciadas aparecendo em momentos chave, a serviço do todo. Os craques, como Mbappé, da França, Modric, da Croácia e Eden Hazard, estavam perfeitamente integrados às suas equipes.

Pesquisas em empresas bem-sucedidas revelam que o sucesso se baseia na confiança mútua dos membros de suas equipes, conhecimento das competências diferenciadas de cada um, muita prática, aceitação das limitações do outro e clareza do propósito comum. E, claro, uma liderança inspiradora.

8. O sucesso está no detalhe

Todos sabem que o futebol é muito influenciado pelo imponderável, ou pelo acaso, como preferem alguns. A administração também. Muitos tiveram esta sensação no jogo em que o Brasil foi desclassificado.

Na Copa da Rússia o detalhe foi determinante em vários jogos. Nem sempre a seleção que jogou melhor venceu. Eventualmente o detalhe ou o imponderável decidiu o jogo. Isto é ao mesmo tempo o lado mágico e injusto de uma competição futebolística. E na vida dos negócios não é diferente! Acasos e imponderáveis acontecem o tempo todo, ainda mais no cenário de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade (VUCA) de hoje em dia.

Planejar, antecipar cenários e prever alternativas pode minimizar a vulnerabilidade frente as incertezas e adotar postura ágil e flexível pode remediar o imponderável.

Steve Jobs dizia “Tudo é importante – que o sucesso está nos detalhes”. Os produtos da Apple expressam bem essa noção. Ao incorporar a tela touch, o Iphone fez toda a diferença.

9. Resiliência e maturidade são a base do sucesso

Uma equipe tem que ser resiliente, sobretudo para ser capaz de virar o jogo se levar um gol. Uma seleção que não tem maturidade emocional pode se descontrolar, perder o foco, os pés no chão e se desestruturar totalmente. Sem a capacidade de manter a tranquilidade e o equilíbrio emocional e dar a volta por cima, pode tomar mais gols e degringolar o seu desempenho. No jogo que desclassificou o Brasil isso pode ter acontecido.

Empresas que não são resilientes desaparecem do mercado diante da incapacidade de se adaptar as constantes mudanças nas regras do jogo. Casos clássicos como Kodak, Blockbuster e Sharp ilustram esta realidade.

10. A prática e o treinamento é tudo

Outro aspecto determinante para o sucesso: todas as equipes que se destacaram na Copa da Rússia tiveram muito tempo de treino, prática e convivência ao longo dos últimos anos, criando uma experiência e continuidade imprescindível para sedimentação do espírito de equipe.

Todos conhecem o ditado, “a prática leva a excelência”. Seleções como a Bélgica e a Inglaterra, por exemplo, são resultado de um trabalho planejado e executado cuidadosamente que vem sendo feito a longo prazo, com uma mesma equipe. Isso dá estabilidade, confiança mútua, desenvolvimento de competências e habilidades, e sedimenta o hábito da prática. Tite já falou em uma entrevista, quando foi campeão nacional e da Copa libertadores; “O sucesso de um time campeão é treinamento, treinamento e treinamento”.

Se você olhar as empresas extraordinárias e vencedoras nos mercados atuais, elas investem pesado em treinamento e desenvolvimento de competências de seus líderes e colaboradores e incentivam hábitos que consolidem aquelas práticas e técnicas que estão dando certo. 

E você, compartilha dessa tese: empresas campeãs jogam como as melhores seleções de futebol do mundo?

Marco Morsch

Marco Aurélio Morsch é professor, mestre em administração de empresas, consultor e palestrante. Formado em Direito pela UFRGS e Master em Tecnologia Educacional pela FAAP, é coautor dos livros “Comportamento do Consumidor: Conceitos e Casos” (Pearson, 2005) e “Marketing Estratégico” (DVS Editora, 2004). Atualmente é professor nos Cursos de Administração da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atuou como executivo e gestor em diversas empresas tais como Caixa, NET Serviços e Campos Advocacia Empresarial. Foi professor da FAAP por 19 anos, onde coordenou o Curso de Pós Graduação em Marketing. Com mais de 20 anos de experiência em treinamento e desenvolvimento de executivos, em 2006 fundou a Morsch Consultoria, empresa de treinamento, palestras e educação executiva.


COPA 2018: PARA FINAL DA COPA, MCDONALD’S LANÇA INÉDITO MCCROÁCIA

McCroácia: último lançamento do McDonald's para a final surpreendente da Copa 
(McDonald's/Divulgação)

14/07/2018

Novidade estará disponível no domingo, em restaurante de São Paulo; McFrança também retorna para a grande final

Por Guilherme Dearo 

São Paulo – A final inédita e surpreendente da Copa do Mundo, entre França e Croácia, fez o McDonald’s correr para colocar os seus famosos lanches da Copa em dia.

Antes com oito representantes (os oito países que já levantaram a taça da competição), como McBrasil, McItália e McArgentina, a marca no Brasil lança, agora, o inédito McCroácia.

A surpresa foi divulgada com exclusividade ao site EXAME.

O McCroácia será um lanche com frango crispy, cogumelos caramelizados, tomate, bacon, parmesão, cebola crispy e mostarda rústica, no pão com gergelim preto e branco.

A novidade, contudo, será difícil de experimentar: o McCroácia estará disponível somente no domingo (15), dia da final, e em um restaurante McDonald’s: na loja conceito que fica na esquina da Avenida Henrique Schaumann com a Avenida Rebouças, em São Paulo. Você viu? Entidade lança campanha de denúncia contra o Mc Lanche Feliz 

O McFrança também estará disponível nesse dia (cogumelos caramelizados, dois hambúrgueres, queijo emental, mix de folhas, cebola crispy e Melt Brie no pão com gergelim).

Segundo a marca, o lanche foi criada com ajuda de um chef croata.

Será a última chance de consumidores e fãs provarem os lanches da Copa desse ano, já que a promoção com os oito lanches acabou no último dia 3.

Uma campanha da DPZ&T, a ser divulgada no fim de semana nas redes sociais do McDonald’s, vai avisar os consumidores da chegada da Croácia ao rol de lanches especiais.

Fonte: Exame

NOVA COPA DAS COPAS. FIFA VÊ RÚSSIA 2018 COMO MELHOR DOS MUNDIAIS

Infantino também agradeceu hospitalidade do povo russo na Copa do Mundo
Maxim Shemetov/Reuters

15/07/2018 

Presidente Giani Infantino fugiu de uma nota final para torneio e só destacou coisas boas até aqui; segundo ele, VAR acabou com gol em impedimento

Se o Brasil 2014 foi a “Copa das Copas”, o que dizer da Rússia 2018 na opinião do presidente da Fifa? Gianni Infantino classificou nesta sexta-feira (13) o Mundial como o melhor que já viu até aqui.

A grande final entre França x Croácia acontece no domingo, a partir das 12 horas, em Moscou. Um dia antes, às 11 horas (também de Brasília), Bélgica x Inglaterra decidem o terceiro lugar, em São Petersburgo.

Infantino listou uma série de pontos positivos que fizeram da competição a melhor das 21ª edições até aqui. Segundo o cartola, a ocupação de 99% dos estádios e os mais de um milhão de turistas vieram para a Rússia foram os pontos de maior sucesso. Além disso, a paixão do povo russo também mereceu destaque.

“A paixão que podemos sentir nesse país desde o começo desta Copa do Mundo foi especial. Gostaria de salientar que essa é a melhor Copa do Mundo”, disse Infantino. “Esse país, a Rússia, mudou. A Rússia se tornou um verdadeiro país do futebol. Um país em que o futebol se tornou parte do DNA.”

Quatro anos atrás, o então presidente da Fifa, Joseph Blatter, havia dado 9,25 para o Brasil. O cartola da ocasião explicou que os problemas de infraestrutura e os protestos ao redor do país prejudicaram a preparação e, por isso, algumas imperfeições.

Depois da 1h10 de entrevista, Infantino também foi questionado em uma conversa com jornalistas por uma nota final. O presidente ouviu a pergunta com a educação que lhe é peculiar, mas sorriu e preferiu não responder. 

Copa com VAR

Outro fator determinante para o sucesso desta Copa do Mundo foi a implementação do VAR (a assistência pelo árbitro de vídeo, na sigla em inglês). A utilização da tecnologia, segundo ele, superou as desconfianças iniciais e hoje já não é mais possível pensar em uma Copa sem o uso do VAR. Além disso, acabou com o gol em impedimento.

“O VAR agora está sendo aceito. Tem funcionado bem. Fomos fortes de colocar em um jogo. Se não testarmos, não poderíamos saber se funcionaria ou não”, disse Infantino. “Estamos muito felizes com o VAR e hoje já é difícil pensar a Copa do Mundo sem o VAR. Vocês se lembram como era antes, hoje não tem mais discussão sobre gol em impedimento.”

Nas 62 partidas até aqui, o VAR foi utilizado em 440 oportunidades. De acordo, com os dados da Fifa, foram 19 revisões, 16 decisões alteradas e 99,32% das ações acertadas.

Fonte: R7 na Copa


COPA 2018: 'NÃO É UM GRANDE PROBLEMA', DIZ CHEFE DA COPA NA RÚSSIA SOBRE EPISÓDIOS DE ASSÉDIO

Foto: Divulgação/ Fifa

29/06/2018

O chefe do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo da Rússia, Alexey Sorokin disse que os episódios de assédio às mulheres não representam um grande problema. A entrevista coletiva aconteceu nesta sexta-feira (29), em Moscou.

"Os incidentes não são conhecidos por mim. Só vi as estatísticas. O que eu vejo aqui não representa um grande problema. Claro que nós pedimos a todos os fãs que mostrem respeito, não importa se a homens, mulheres, crianças. É um padrão que precisa ser exercido por todos. Essa é a mensagem: se há casos, se há crimes envolvidos, as autoridades vão agir. Essa é a mensagem que queremos passar. Se a lei for quebrada, não importa se estamos na Copa do Mundo", declarou.

Além dos casos de assédio, Sorokin também minimizou os episódios de violência ocorridos durante a Copa. Um grupo de argentinos espancou um croata em Moscou, enquanto brasileiros e sérvios trocaram socos e tiveram que ser contidos por seguranças.

"Não houve problemas. Houve incidentes nos jogos, incidentes pequenos entre fãs. Várias pessoas foram detidas, e a decisão de proibir o acesso dessas pessoas aos estádios é das autoridades, não do COL", afirmou.

A Associação de  Futebol da Argentina (AFA) foi multada pela Fifa em 105 mil francos, o que equivale a R$ 400 mil, por causa do comportamento dos seus torcedores.


PORTO ALEGRE CONTARÁ COM EVENTOS PARA COPA DO MUNDO

Atrações serão promovidas por empresas de cervejaria no Largo Glênio Peres
Foto: Brayan Martins/ PMPA

18/06/2018 

Para celebrar a Copa do Mundo, Porto Alegre terá duas atrações promovidas por marcas de cerveja. Os eventos “Rua Nº 1 Brahma” e o “Budweiser Basement Poa”, licenciados pelo Escritório de Eventos da Prefeitura de Porto Alegre, terão espaços temáticos com transmissões ao vivo dos jogos da copa.

Rua Nº 1 Brahma - os eventos serão gratuitos ao público e ocorrerão apenas nos jogos do Brasil, no Largo Glênio Peres (durante a semana) e na avenida Edvaldo Pereira Paiva (finais de semana). O espaço terá estrutura de comercialização de bebidas e contará com banheiros químicos, segurança, bombeiro civil, ambulância, além de equipes de limpeza.

Budweiser Basement Poa: espaço localizado no Armazém 7 do Cais Mauá, no Centro Histórico, funcionará até 15 de julho. Os ingressos custam entre R$ 40 e R$ 90 reais. O local terá transmissões ao vivo de todos os jogos da copa, além de diversas atividades como shows, estúdio de tatuagem, barbearia, mesas para campeonatos de pebolim, futebol de botão, futebol de quadra, troca de figurinhas do álbum da copa e um espaço de coworking.  

Mais informações sobre as atrações diretamente com os organizadores do evento. 

Escritório de Eventos – foi criado para simplificar e dar celeridade aos processos, sendo um ponto unificado entre proponentes e os diversos órgãos da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. É um departamento vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE). Mais informações para licenciamento de eventos, entre em contato por meio do fone (51) 3289 7321.  


COPA DO MUNDO 2018: ESTÁDIO DA ABERTURA, LUZHINIKI É HERANÇA SOVIÉTICA

Interior do Estádio Luzhiniki (Foto: Wikimedia Commons)

14/06/2018

Batizada inicialmente de Estádio Central Lenin, arena foi palco de momentos emblemáticos do esporte mundial

A máxima é verdadeira: o futebol é mesmo uma caixinha de surpresas. Quem diria, afinal, que nesta quinta-feira,ao meio-dia (horário de Brasília), o planeta voltará seus olhos para uma partida entre Arábia Saudita e Rússia? Se o jogo inaugural do maior torneio de futebol do planeta não prima pela qualidade técnica, o palco dessa disputa é dos mais icônicos. Situado às margens do Rio Moscou, o complexo esportivo que abriga o Estádio Luzhiniki é um museu a céu aberto da história russa — e testemunha de acontecimentos que marcaram o século 20 em todo o mundo. 

Inaugurado em 1956 e batizado inicialmente como Estádio Central Lenin, o Luzhiniki tinha capacidade para abrigar quase 85 mil pessoas, sendo o maior estádio da capital Moscou. Construído para ser um símbolo do esporte soviético, o estádio que homenageava o líder da Revolução Russa de 1917 fazia parte de um conjunto esportivo idealizado para sediar treinamentos e competições de diferentes modalidades, como atletismo e hóquei no gelo. 

O plano de estabelecer uma hegemonia esportiva refletia o momento de poderio da União Soviética e sua intenção de disputar o papel de superpotência global com os Estados Unidos. Com papel decisivo na derrota da Alemanha nazista, em 1945, os soviéticos emergiram ao lado dos norte-americanos como grandes vencedores da Segunda Guerra Mundial. Aliados temporários na luta contra os nazistas, os dois países logo retornariam à política de inimizade por conta de suas diferenças ideológicas irreconciliáveis: não seria lá muito fácil a convivência entre a maior potência capitalista do mundo e um Estado inspirado no pensamento marxista, que colocava justamente a superação do capitalismo como condição para o desenvolvimento da humanidade.

Após libertar territórios ocupados pelos nazistas durante a guerra, a União Soviética estabeleceu influência política no Leste Europeu e em parte da Alemanha, incentivando o desenvolvimento de governos socialistas. Para recuperar-se das perdas humanas e materiais — estima-se que mais de 20 milhões de soviéticos morreram durante o conflito — o governo estimulou um rápido desenvolvimento econômico, com a reconstrução de cidades, indústrias, fazendas coletivas e demais unidades produtivas. 

Se não contavam com as mesmas tecnologias de países capitalistas avançados, como os Estados Unidos, os soviéticos compensavam essa desvantagem com o desenvolvimento de recursos militares: para o estarrecimento norte-americano, o Exército Vermelho detonaria sua primeira bomba nuclear em 1949, apenas quatro anos depois de os Estados Unidos atacarem as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Em posse de armas de destruição em massa, os dois países antagônicos tomaram ciência que um novo conflito militar poderia resultar na destruição efetiva dessas nações — e, de quebra, do resto do planeta. 

Josef Stalin, que liderou a União Soviética de 1924 a 1953 (Foto: Reprodução)

Discurso secreto e "abertura"

No plano político, a União Soviética também passava por um momento de mudanças no início da década de 1950. Josef Stalin, que mantinha-se no poder desde 1924, jamais havia alcançado tanto prestígio. Após destruir qualquer traço de oposição interna durante a década de 1930 (o que incluía a prisão e execução de antigos correligionários do Partido Comunista), o líder também exercia influência na geopolítica mundial: em 1949, a Revolução Chinesa colocaria o país mais populoso do mundo no rumo de uma transição socialista. 

Depois do período mais duro de coletivização da agricultura, na década de 1930, que resultaria em fome e morte em larga escala, a União Soviética gozava de certa estabilidade. Em 1953, no entanto, a morte do líder abriu a brecha para a disputa interna dos antigos aliados de Stalin. Venceu Nikita Kruschev, um ucraniano que se destacou como comissário político durante a Batalha de Stalingrado — episódio da Segunda Guerra Mundial que marcou a virada dos aliados contra a Alemanha nazista. 

Menos afeito à centralização extrema e ao expediente de perseguição interna, Kruschev iniciou um processo de "desestalinização" da sociedade. Em 1956, ano de inauguração do Estádio Luzhiniki, o líder soviético realizaria um "discurso secreto" durante o 20º Congresso do Partido Comunista. Fazendo algo impensável nos tempos stalinistas, Kruschev denunciou o culto à personalidade das lideranças e repudiou os crimes cometidos pelo regime. O ato rachou o movimento comunista mundial: a China e outros movimentos acusariam Kruschev de "revisionismo", afastando-se das táticas marxistas-leninistas. 

O choro de Misha

Desgastado politicamente e acusado de cometer erros na economia, Nikita Kruschev foi destituído da liderança soviética em 1964, sendo substituído pelo compatriota ucraniano Leonid Brejnev. Com estilo centralizador, o secretário-geral do Partido Comunista governaria os territórios da União Soviética durante um período de "estagnação": o país vivia certa estabilidade econômica, mas não alcançava o crescimento pretendido para atingir os patamares tecnológicos e produtivos (sobretudo de bens de consumo não duráveis) dos países capitalistas. 

Em 1979, a União Soviética auxiliaria os aliados do governo afegão, enviando tropas contra insurgentes de inspiração islâmica. A medida seria repudiada pelos Estados Unidos, que promoveria um boicote aos Jogos Olímpicos que seriam sedidados em Moscou no ano de 1980.

Mesmo sem a participação de parte dos países ocidentais (o Brasil não atendeu aos pedidos norte-americanos e enviou sua delegação à competição), o evento esportivo seria marcado por uma cena que aconteceu justamente no Estádio Luzhinik: considerado um dos mascotes mais populares da história dos Jogos, o ursinho Misha foi retratado em um mosaico e "chorava" durante a cerimônia de encerramento. Durante alguns segundos, a tensão entre soviéticos e norte-americanos foi aliviada por conta do esporte. 

O ursinho Misha, mascote dos Jogos Olímpicos de 1980 (Foto: Reprodução)

Com a chegada de Mikhail Gorbachev ao poder, em 1985, mudanças na estrutura do Estado começaram a acontecer, com políticas conhecidas como glasnost ("transparência", em russo) e perestroika ("reestruturação", em russo). A estagnação da década de 1970 e a dificuldade em alcançar a tecnologia dos países capitalistas, no entanto, feriram de morte o núcleo da economia soviética. No final de 1991, a União Soviética oficialmente acabaria e a Rússia se transformaria em um país capitalista. 

Nomeada país-sede da Copa do Mundo em 2010, a Rússia iniciou a construção e modernização de seu complexo esportivo. Após uma reforma que durou cinco anos e custou cerca de quase R$ 1,7 bilhão, o Estádio Luzhiniki converteu-se em uma arena moderna capaz de abrigar 81 mil torcedores. A modernidade não foi capaz de apagar as lembranças soviéticas, entretanto: quando Arábia Saudita e Rússia derem o pontapé inicial do início do torneio mundial, uma imponente estátua de Vladimir Lenin situada em frente ao estádio acompanhará a partida. O futebol também tem muitas histórias para contar. 



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