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ARGENTINA E CHILE ABREM A COPA AMÉRICA DE 2020 EM BUENOS AIRES

Sorteio ocorreu na noite desta terça-feira | Foto: Juan Barreto / AFP

03/12/2019

Sorteio ocorreu na noite desta terça-feira, e colocou o Brasil no grupo B da competição

Argentina e Chile vão fazer a partida de abertura da Copa América de 2020 que será disputada no território da 'Albiceleste' e na Colômbia, segundo o sorteio realizado nesta terça-feira na cidade de Cartagena. Argentinos e chilenos vão se enfrentar no estádio Monumental de Buenos Aires no dia 12 de junho do próximo ano, como parte da Zona Sul da competição sul-americana, que pela primeira vez em um século será realizada em sede dupla.

A seleção do craque Lionel Messi voltará a se encontrar com a equipe de Arturo Vidal, depois da tensa disputa pelo terceiro lugar na última Copa América do Brasil-2019. Naquela ocasião os argentinos venceram por 2 a 1, em uma polêmica partida em que Messi foi expulso e sancionado durante três meses depois de se estranhar com o capitão da 'Roja', Gary Medel.

De acordo com o sorteio a convidada e estreante Austrália vai jogar na zona da anfitriã Argentina, enquanto que o Catar, que vai jogar pela segunda vez como convidado, cai no grupo da Colômbia e do campeão Brasil.

A Zona Sul tem, além da Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia. Já a Zona Norte terá, o Catar, eliminado na fase de grupos no Brasil-2019 e anfitrião da Copa do Mundo de 2022, Colômbia, Brasil, Equador, Peru e Venezuela. A final será disputada no estádio Metropolitano de Barranquilla.

Confira os grupos:



MESSI É EXPULSO, MAS ARGENTINA DERROTA O CHILE E FICA EM 3º NA COPA AMÉRICA

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

06/07/2019 

A Argentina parecia destinada  uma goleada na tarde deste sábado, na Arena Corinthians, mas uma combinação entre gols perdidos e a esdrúxula expulsão de Lionel Messi deu forças ao Chile. Depois de os alvicelestes abrirem 2 a 0 com gols de Aguero e Dybala, os bicampeões arrumaram um gol de pênalti de Vidal e chegaram a pressionar, mas não conseguiram evitar que o terceiro lugar da Copa América ficasse para os rivais.

As duas equipes agora têm alguns meses de descanso, com os atletas retornando aos seus clubes e só atuando outra vez por seus países em setembro. O duelo, aliás, será justamente entre Argentina e Chile, no dia 5 de setembro, nos Estados Unidos, ainda em caráter amistoso. As Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022 começam apenas no ano que vem.

Argentina domina, mas juiz estraga

O primeiro tempo da partida mostrou uma superioridade rara em grandes confrontos nesta Copa América. Com bastante espaço para Messi, a Argentina abriu o placar em lance polêmico. O juiz Mario Díaz de Vivar marcou falta inexistente em Messi e deixou o craque bater com a bola ainda rolando. Aguero pegou a zaga desprevenida, limpou Arias e empurrou para o gol vazio, fazendo 1 a 0 para a sua equipe.

O Chile ainda perdeu Alexis Sánchez, machucado, e viu a vantagem dos argentinos ser ampliada em boa jogada individual de Dybala. O canhoto recebeu na entrada da área, passou fácil por Jara e, como Arias demorou bastante para sair, conseguiu chegar antes do rival para tocar por cima dele. O mesmo Dybala quase fez outro na sequência ao chutar de primeira um lançamento de Messi, mas mandou ao lado do gol.

O jogo caminhava para o intervalo quando um princípio de discussão entre Messi e Medel escalou rapidamente, com o chileno dando três peitadas no argentino, além de uma cabeçada. O árbitro chegou atrasado ao lance e resolveu expulsar ambos, para surpresa de Messi e revolta da torcida, tanto com a injustiça da decisão quanto com a impossibilidade de ver por mais tempo o craque em campo, algo raro para quem não mora em Barcelona.


A volta para o segundo parecia mostrar a Argentina destinada a ampliar ainda mais sua vantagem, aproveitando-se do espaço deixado pelas expulsões. Uma blitz com chutes de Dybala, Aguero e Paredes deu o sinal e, um contra-ataque puxado pelo camisa 9 quase resultou em gol de Dybala. Meio que sem querer, porém, o Chile conseguiu o gol: na origem deste lance, Aránguiz foi derrubado no limite da área por Lo Celso. Pênalti visto pelo VAR e convertido por Arturo Vidal para deixar 2 a 1.

O gol reviveu um jogo que parecia decidido, com o Chile pressionando a saída de bola e ameaçando em chutes de Vidal e Vargas. Di María foi acionado para a vaga de Dybala e, após um começo tímido, quase deu a Aguero um golaço. Depois de correr 40m e se livrar da marcação de dois chilenos, serviu Aguero e viu o centroavante tentar um toque por cima de Arias, que conseguiu defender com o peito.

O embate se manteve bastante disputado, com Rueda mandando a campo todos os jogadores de ataque que tinha à disposição e Scaloni apostando em um time mais alto para evitar sofrimento no jogo aéreo. O desespero dos chilenos, porém, teve como maior resultado um chute torto de Vidal, mandando por cima após sobra na grande área. A Argentina, com justiça, entrou no pódio do torneio.

FICHA TÉCNICA

ARGENTINA 2 X 1 CHILE

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 6 de julho de 2019 (Sábado)
Horário: 16h(de Brasília)
Árbitro: Mario Díaz de Vivar (Paraguai)
Assistentes: Eduardo Cardozo (Paraguai) e Dario Gaona (Paraguai)
Público: 41.573 pagantes
Renda: R$ 7.180.385,00
Cartões amarelos: Pezzella, Paredes, Foyth e Tagliafico; Beausejour, Vidal, Pulgar (Chile)
Cartões vermelhos: Messi (Argentina); Medel (Chile)
Gols:
ARGENTINA: Aguero, aos 12 minutos, Dybala, aos 22 minutos do primeiro tempo
CHILE: Vidal, de pênalti, aos 14 minutos do segundo tempo



ARGENTINA: Armani, Foyth, Pezzella, Otamendi e Tagliafico; De Paul, Paredes e Lo Celso (Funes Mori);  Messi, Agüero (Suárez) e Dybala (Di María)
Técnico: Lionel Scaloni





CHILE: Arias; Medel, Paulo Díaz e Jara (Maripán); Isla, Pulgar, Aránguiz (Castillo), Vidal e Beausejour; Eduardo Vargas e Alexis Sánchez (Júnior Fernandes)
Técnico: Reinaldo Rueda



PERU VENCE O CHILE E ENFRENTA O BRASIL NA FINAL DA COPA AMÉRICA

Foto: Raúl Arboleda / AFP

03/07/2019 

O Peru venceu, nesta quarta-feira, o Chile por 3 a 0 na Arena do Grêmio, em partida válida pela semifinal da Copa América. Com um desempenho acima da média, os peruanos simplesmente fizeram uma marcação forte e pouco permitiram aos chilenos. Flores, Yótun e Guerrero marcaram para os finalistas do torneio.

Na partida, os destaques ficaram para as atuações de Gallese, Flores, Carrillo, Cueva e Guerrero. Apesar de ter criado chances de gols, o selecionado chileno parou no paredão chamado Gallese.

Assim, o Peru enfrenta o Brasil neste domingo, às 17h (de Brasília), no Maracanã, pela final da Copa América. Caso o confronto termine empatado no tempo normal, a decisão irá para a prorrogação e persistindo a igualdade o título será encaminhado nas penalidades. Por sua vez, o Chile pega no sábado a Argentina, às 16h (de Brasília), na Arena Itaquera.

O Jogo – Os peruanos começaram pressionando os chilenos. Com um minuto, Guerrero recebeu lançamento na esquerda, cortou Medel e tocou para Cueva. O meia do Santos chutou dentro da área e perdeu grande chance de abrir o placar. Já a resposta do Chile veio ao seis, quando Sánchez tocou para Beausejour, que rolou para a entrada da área, onde Aránguiz pegou de primeira, mas para fora.

Com uma postura surpreendente, o Peru chegou mais uma vez levando perigo. Aos 19, Flores recebeu de Guerrero na esquerda, invadiu a área e bateu mascado à esquerda de Arias. Aos 20, Cueva cruzou da direita, Carillo desviou de cabeça e Flores pegou de trivela mandando para o fundo da rede.

Em desvantagem, o Chile se lançou para o ataque. Aránguiz lançou na direita, Isla desviou para dentro da área, a bola atravessou toda a pequena área e ninguém chegou para tocar para dentro. A marcação dos peruanos dificultavam o setor de criação do selecionado chileno. Muito marcado Aránguiz, não conseguia ser o diferencial.

De forma afobada, o goleiro Arias saiu da meta. Carrillo fez lançamento para a área e Yótun apareceu livre para encher o pé, ampliando a vantagem. Na tentativa de descontar, o Chile se mandou ao ataque e chegou aos 43, quando Aránguiz bateu o escanteio, a defesa vacilou e Fuenzalida pegou de primeira para Gallese defender, salvando os peruanos ao final do primeiro tempo.

Para a segunda etapa, os comandados de Reinaldo Rueda avançaram as suas linhas ofensivas. Com grande atuação, o atacante Flores, do Peru sentiu dores no tornozelo direito e foi substituído por Gonzáles. Aos 05, Aránguiz cobrou falta no primeiro pau, Sánchez desviou de cabeça, e a bola carimbou a trave. No rebote, Guerrero afastou o perigo.

Precisando reverter a desvantagem, o Chile abriu espaços para o contra-ataque do Peru. Aos 14, Carrillo puxou contragolpe e abriu para Guerrero, que cruzou para Cueva. O meia tocou para Yotún, mas o jogador pegou mal na bola e chutou por cima do gol.

Bem fechado na defesa, o Peru não permitiu que o Chile penetrasse na área, restando apenas os chutes de longa distância. Aos 19, Aránguiz recebeu e pegou bonito na bola, e quase acertou o ângulo esquerdo de Gallese. Três minutos depois, Beausejour foi lançado da esquerda, pegou de primeira com efeito e o goleiro peruano fez uma defesa espetacular de mão trocada.

Aos 29, mais uma oportunidade perdida pelo Chile. Eduardo Vargas recebeu lançamento, saiu livre na área, mas Gallese operou um milagre. Aos 30, após rebote da zaga, Isla encheu o pé e a bola passou muito perto do gol do arqueiro peruano. Na sequência, Vidal finalizou e Gallese defendeu mais uma vez. Aos 36, Sánchez bateu forte da área e o arqueiro defendeu firme.

Mesmo com todo o esforço, os chilenos ainda sofreram o terceiro gol. Nos acréscimos, aos 45, Tapia lançou no meio da defesa e achou Guerrero, livre na pequena área. O camisa 9 driblou Arias e meteu para o fundo da rede. Aos 49, após consultar o VAR, Wilmar Roldan marcou penalidade para os chilenos. Vargas resolveu dar uma cavadinha e Gallese defendeu com uma mão.

FICHA TÉCNICA

CHILE 0 x 3 PERU

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Data: 03 de julho de 2019 (quarta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldan (Colômbia)
Assistentes: Alexander Guzman (Colômbia) e Wilmar Navarro (Colômbia)
VAR: Andres Rojas (Colômbia)
Renda:  R$ 8.305.120,00
Público Total: 33.058
Cartão amarelo: Advíncula (Peru), Pulgar, Sagal (Chile)

Gols: Flores (Peru), aos 20 minutos, Yótun (Peru), aos 37 minutos do primeiro tempo e Guerrero (Peru), aos 45 minutos do segundo tempo.


CHILE: Arias; Isla, Medel, Maripán (Castillo) e Beausejour, Pulgar, Vidal, Aránguiz e Fuenzalida (Sagal); Sánchez e Eduardo Vargas.
Técnico: Reinaldo Rueda




PERU: Gallese; Advincula, Zambrano, Abram e Trauco; Tapia, Yotún, Carrillo (Polo) e Cueva (Ballón), Flores (Gonzáles) e Guerrero. 
Técnico: Ricardo Gareca




COPA AMÉRICA: CHILE DOMINA NO TEMPO NORMAL, PARA NO VAR E VENCE A COLÔMBIA NOS PÊNALTIS


28/06/2019 

Tomás Rosolino e Bruno Ceccon - São Paulo , SP

O Chile derrotou a Colômbia nos pênaltis na noite desta sexta-feira, na Arena Corinthians, em duelo válido pelas quartas de final da Copa América. Com bom nível técnico dos dois lados, mas um Chile muito superior e gols anulados de Aránguiz e Vidal, ambos pelo VAR, mantiveram o placar em 0 a 0 no tempo normal. Nas penalidades, o único que não converteu foi o colombiano Tesillo, na quinta batida colombiana, abrindo caminho para Alexis Sánchez fechar a conta.

O vencedor agora espera a definição do seu adversário para saber quem enfrenta na semifinal, na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), na Arena do Grêmio. Postulantes à vaga, Uruguai e Peru se enfrentam neste sábado, às 16h (de Brasília), na Fonte Nova, em Salvador.

Jogo movimentado e VAR acionado

O primeiro tempo em Itaquera foi bastante movimentado. Impulsionado pela cantoria da torcida, se não maioria mais barulhenta, o time da Colômbia marcou pressão e dominou os primeiros dez minutos, sempre rondando a área adversária. A primeira chance de perigo, porém, veio na escapada dos chilenos. Rápidos, os andinos desceram pela direita e Fuenzalida cruzou para Aránguiz desviar na primeira trave, obrigando Ospina a fazer grande defesa.

Pouco depois, Vidal acionou Alexis Sánchez na esquerda, Beausejour fez a ultrapassagem, recebeu e cruzou rasteiro. Sánchez e Ospina não se entenderam, o goleiro soltou a bola e Aránguiz tocou para o gol. A bola passou da linha o bastante para a festa dos chilenos, que não durou muito. Após aviso do VAR, o árbitro Nestor Pitana marcou impedimento de Alexis no início da jogada, frustrando os atuais bicampeões.

Mesmo com o baque, o Chile continuou sendo mais perigoso que a Colômbia, sustentando seu jogo principalmente na dupla Aránguiz e Vidal. Pressionada sempre que pegava a bola, a Colômbia só conseguiu aumentar o volume da sua torcida ao pressionar a saída rival, forçando alguns chutes tortos de Medel e Arias. Chance de gol, porém, só mesmo com Vidal, chutando de esquerda após passe de Alexis rente à trave de Ospina.

Mais Chile e mais VAR

A etapa final teve um ritmo mais cadenciado a partir dos dez minutos, com os times aparentemente dosando forças para evitar que faltasse gás na parte final do jogo. Quem não entrou nesse esquema foi Cuadrado, incansável tanto na marcação quanto no ataque e responsável pela primeira chance de gol. Ao receber na direita, porém, ele chutou mal, para fora. A escapada foi um breve lampejo colombiano em meio ao domínio chileno.

Depois de mais um bom lance pela esquerda, o time de Reinaldo Rueda abriu o placar mais uma vez aos 25 minutos, quando Vidal aproveitou sobra na área e bateu cruzado. Assim como no primeiro tempo, porém, o VAR viu uma irregularidade: Maripan, que dominou a bola antes do chute, deixou a redonda bater no seu braço. O duelo seguiu 0 a 0, com os treinadores acionando o banco de reservas em busca de mudanças.

O jogo ganhou contornos mais tensos devido à falta de gols. Muito superior, o Chile tratou de não se descuidar na defesa e, mesmo com as entradas de Cardona e Zapata na Colômbia, deixou Arias com o uniforme limpo na Arena. A equipe, no entanto, só conseguiu levar perigo outra vez no que seria um golaço de Alexis Sánchez, que tentou encobrir Ospina e viu o colombiano se recuperar a tempo. A decisão, então, ficou para os pênaltis.

FICHA TÉCNICA

COLÔMBIA 0 (4) x (5) 0 CHILE

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 28 de junho de 2019, sexta-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Nestor Pitana (ARG)
Assistentes: Hernan Maidana (ARG) e Juan P. Belatti (ARG)
VAR: Fernando Rapallini (ARG)
Público: 41.692 pagantes
Renda: R$ 8.971.600,00
Cartões amarelos: Medina, Cuadrado, James Rodríguez (Colômbia); Aránguiz, Vidal (Chile)
Pênaltis:
COLÔMBIA: James Rodríguez, Cardona, Cuadrado, Mina,
CHILE: Vidal, Vargas, Pulgar, Aránguiz, Alexis Sánchez


COLÔMBIA: Ospina; Medina, Mina, Davinson Sánchez e Tesillo; Barrios, Uribe (Cardona) e Cuadrado; James Rodríguez, Falcao Garcia (Zapata) e Martínez (Luis Díaz)
Técnico: Carlos Queiroz



CHILE: Arias; Isla, Medel, Maripán e Beausejour; Pulgar, Aránguiz e Vidal; Fuenzalida (Pavez), Vargas e Alexis Sánchez
Técnico: Reinaldo Rueda

COPA AMÉRICA: URUGUAI VENCE O CHILE NO MARACANÃ E TERMINA NA LIDERANÇA DO GRUPO C

Foto: Carl de Souza / AFP

24/06/2019 

O Uruguai venceu por 1 a 0 o Chile, nesta segunda-feira, no Maracanã, pela Copa América. Com o resultado, os uruguaios terminaram a Primeira Fase como líderes do grupo C, com sete pontos, um a frente dos chilenos, que ficam com a segunda posição.

A partida teve altos e baixos e mudanças de controle durante os 90 minutos. O gol da vitória uruguaia veio somente aos 36 minutos do segundo tempo, com Cavani.

Nas quartas de final, a Celeste terá pela frente o Peru, no sábado, na Fonte Nova, em Salvador. No dia anterior, o Chile vai enfrentar a Colômbia, na Arena Corinthians, em São Paulo.

O jogo – As duas equipes iniciaram o confronto buscando o ataque, mas sofrendo com a marcação adversária. O Chile criou a primeira chance de gol aos seis minutos, em chute de Alexis Sánchez que passou sobre o travessão.

O lance animou os chilenos, que passaram a dominar a partida e quase abriram o placar aos dez minutos. Aránguiz recebeu passe na entrada da área e chutou para boa defesa de Muslera.

Os sustos fizeram o Uruguai melhorar no jogo. Tanto que a primeira boa chance uruguaia aconteceu aos 17 minutos. Betancur aproveitou rebote na entrada da área e chutou próximo ao gol. Depois, foi a vez de Arrascaeta tentar e levar perigo a Arias.

A partir dai, a Celeste passou a ter o controle do jogo e desperdiçou a melhor oportunidade de marcar aos 21 minutos. Luís Suárez foi lançado na área e tentou driblar Arias. O goleiro fechou bem o ângulo e impediu a finalização do atacante.

Depois disso, o duelo voltou a ficar equilibrado, com as duas equipes em busca do ataque, mas levar perigo ao adversário. Com mais posse de bola, o Uruguai viu Hernandez quase marcar para o Chile, mas respondeu aos 41 minutos. Após cobrança de escanteio, Cáceres cabeceou pela linha de fundo. O lance foi o último de mais relevante até o fim da etapa inicial.

O segundo tempo começou movimentado, com cada seleção tendo uma chance de gol antes dos dois minutos. Primeiro, Godín aproveitou escanteio, mas cabeceou em cima de Arias. No lance seguinte, o Chile assustou em chute de Alexis Sanchéz.

Só que depois dos lances iniciais, o jogo diminuiu de ritmo. Mesmo com as duas equipes voltadas ao ataque, ambas pecavam nas finalizações. Os uruguaios era mais objetivos, mas esbarraram em chutes fracos em cima de Arias.

Com o passar do tempo, o duelo ficou mais físico, com muitas trombadas e entradas mais duras. Somente aos 23 minutos, o Chile levou perigo. Após cobrança de escanteio, Diaz cabeceou, mas viu Giménez salvar de cabeça em cima da linha.

Depois de um período sem chegar próximo da área, o Uruguai chegou ao gol aos 36 minutos. Cavani aproveitou cruzamento e cabeceou no canto, sem chance para Arias.

Nos minutos finais, o Chile ainda esboçou uma pressão em busca do empate. No entanto, o Uruguai se fechou e impediu qualquer boa jogada por parte do adversário para sair do Maracanã com a vitória e a liderança do grupo C.

FICHA TÉCNICA

CHILE 0 X 1 URUGUAI

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data: Segunda-feira, dia 24 de junho de 2019
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (BRA)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (BRA) e Kleber Lúcio Gil (BRA)
VAR: Wilton Sampaio (BRA)
Renda: R$ 11.749.970,00
Público: 49.275 pagantes
Cartão amarelo: Giovanni González (Uruguai)
Gol
URUGUAI: Cavani, aos 36min do segundo tempo


CHILE: Arias; Diaz, Maripán, Medel (Lichnovsky) e Jara (Castillo); Opazo, Pulgar e Aránguiz; Hernandez, Vargas (Fernandes) e Alexis Sánchez
Técnico: Reinaldo Rueda





URUGUAI: Muslera, Cáceres, Godín, Giménez e Giovanni González; Valverde (Coates), Bentancur, Arrascaeta (Rodriguez); Lodeiro (Nández), Luis Suárez e Cavani
Técnico: Óscar Tabárez






CHILE VENCE O EQUADOR E GARANTE VAGA NAS QUARTAS DE FINAL DA COPA AMÉRICA

Foto: Juan Mabromata / AFP

21/06/2019 

A seleção chilena está nas quartas de final da Copa América. Na noite desta sexta-feira, Vidal, Alexis Sánchez e companhia enfrentaram o Equador pela segunda rodada do Grupo C, na Arena Fonte Nova, em Salvador, e fizeram prevalecer seu favoritismo, saindo de campo com a importantíssima vitória por 2 a 1. Os gols chilenos foram marcados por Fuenzalida e Sánchez. Enner Valencia, de pênalti, descontou para os equatorianos.

Com o resultado, o Chile foi a seis pontos e garantiu de forma antecipada sua classificação às quartas de final da Copa América. Na próxima segunda-feira, a Roja encara o Uruguai, no Maracanã, pela última rodada, e jogará pelo empate para avançar na primeira colocação do Grupo C.

Já o Equador tem chances mínimas de se classificar à fase eliminatória da Copa América. A seleção do são-paulino Arboleda precisaria vencer o Japão na última rodada e ainda torcer por um empate entre Argentina e Catar, algo que parece um tanto quanto improvável, apesar da má fase dos Hermanos.

O jogo – Com a confiança lá em cima depois de golear o Japão na estreia, o Chile começou a partida desta sexta-feira propondo o jogo, buscando abrir o placar desde os primeiros minutos. Embora tenha cometido alguns erros bobos de passe, o time vermelho e branco não demorou muito para fazer prevalecer sua superioridade. Aos oito minutos, Fuenzalida aproveitou a sobra do cruzamento de Aránguiz e bateu forte, de primeira, no cantinho de Domínguez, que se esticou todo, mas nada pôde fazer para evitar o gol chileno.

Mais confortável na partida, o Chile seguiu detendo a maior posse de bola, mas não parava de falhar na construção das jogadas, facilitando a vida dos rivais, que muitas vezes sequer precisavam fazer o desarme. E foi assim que, aos poucos, o Equador foi se aproximando do gol chileno até que aos 24 minutos Méndez chegou primeiro que o goleiro Arias na bola e acabou sendo derrubado dentro da área. O árbitro não pensou duas vezes e marcou pênalti para os equatorianos, que deixaram tudo igual na cobrança de Enner Valencia.

Daí em diante, pouco se viu das duas equipes na Arena Fonte Nova. O jogo passou a ficar mais truncado com o meio-campo de ambas as equipes não dando muitos espaços para que a bola chegasse aos atacantes. Ainda assim, o Equador ainda tentou ir para o intervalo com a vantagem no placar, mas teve de se contentar mesmo com o empate em 1 a 1.

Segundo tempo

E exemplo do início do primeiro tempo, no começo da etapa complementar o Chile tomou iniciativa e praticamente não deixou o Equador jogar. Assim, não demorou muito para a Roja voltar a ficar à frene no placar. Logo aos seis minutos, Aránguiz mandou na área, a bola passou por toda a defesa rival e sobrou limpa para Alexis Sánchez, que bateu de primeira e, mesmo não pegando muito bem na bola, estufou as redes do goleiro Domínguez.

Sem a mesma criatividade de antes, o Chile passou a ter mais dificuldades para ameaçar o Equador, porém, aos 18 minutos voltou a assustar, novamente através de bola aérea que saiu dos pés de Charles Aránguiz. Desta vez, o volante Pulgar foi o encarregado de completar para o gol, de cabeça, mas Domínguez foi mais feliz, fazendo importante defesa.

Com a classificação às quartas de final assegurada com a vitória parcial, coube aos chilenos apenas administrarem a vantagem na reta final da partida para garantir o primeiro objetivo nesta Copa América. Contando com uma Arena Fonte Nova dominada por seus torcedores, a Roja, como é apelidada a seleção chilena, provou nessas duas primeiras rodadas que pode, sim, erguer o tricampeonato na tão sonhada final no Maracanã.

FICHA TÉCNICA

EQUADOR 1 X 2 CHILE

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 21 de junho de 2019, sexta-feira
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Patricio Loustau (ARG)
Assistentes: Juan Belatti (ARG) e Ezequiel Brailovsky (ARG)
VAR: Wilmar Roldan (COL)
Público total: 14.727
Renda: R$ 2.551.770,00
Gols: Fuenzalida, aos oito do 1ºT, e Alexis Sánchez, aos seis do 2ºT (Chile); Enner Valencia, aos 25 do 1ºT (Equador)
Cartões amarelos: Arboleda, Gruezo, Méndez, Velasco e Mena (Equador); Vidal, Beausejour, Arias e Isla (Chile)
Cartão vermelho: Achilier (Equador)

EQUADOR: Domínguez; Velasco, Achilier, Arboleda e Cristian Ramírez; Gruezo, Méndez(Antonio Valencia) e Orejuela; Ibarra (Garcés), Mena (Preciado) e Valencia
Técnico: Hernán Gomez



CHILE: Arias; Isla, Medel, Maripán e Beausejour; Pulgar, Arágnuiz e Vidal (Jara); Fuenzalida (Paulo Días), Vargas (Pablo Hernández) e Alexis Sánchez
Técnico: Reinaldo Rueda





CHILE SE ACERTA E ABRE SUA COPA AMÉRICA COM GOLEADA SOBRE O JAPÃO

Fonte: Fernando Dantas / Gazeta Press

17/06/2019 

O Chile não teve a facilidade esperada diante de um jovem time do Japão, mas mostrou a força de um bicampeão continental na noite desta segunda-feira, no estádio do Morumbi. Base consagrada e mais experiente do torneio, a equipe chilena soube se impor fisica e tecnicamente, apesar de alguns sustos, e construiu uma goleada por 4 a 0, com gols de Pulgar, Alexis Sánchez e Eduardo Vargas, duas vezes, na estreia de ambos na Copa América de 2019.

O resultado deixa a equipe com a mesma pontuação do Uruguai no Grupo C, com o mesmo saldo de gols (4), enquanto Equador e nipônicos seguem zerados. O possível terceiro colocado desta chave, se tiver uma das duas melhores campanhas entre os terceiros, será o adversário das quartas de final do primeiro colocado do Grupo A, o da Seleção Brasileira.

Na próxima rodada, os comandados de Reinaldo Rueda, que chegaram em baixa ao Brasil após ficarem fora da Copa do Mundo, viajam a Salvador para encarar o Equador, na sexta-feira, às 20h (de Brasília), podendo selar a sua classificação em caso de vitória. Os japoneses, por sua vez, enfrentam o Uruguai, líder da chave, na quinta-feira, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

Chile sofre, mas vai bem no jogo aéreo

O duelo no estádio do Morumbi começou com um Japão ousado, apostando na rapidez da garotada para surpreender um Chile bem mais experiente. A equipe ameaçou em falta cobrada pelo fenômeno Kubo, atacante de 18 anos contratado pelo Real Madrid, e depois em boa jogada de Nakajima, que cruzou rasteiro e viu Hara ficar a centímetros de desviar para o gol de Arias, uma das novidades chilenas.

Sustentado pelo ótimo Vidal e pela rapidez no lado direito, com Isla e Vargas, o Chile conseguiu sair da pressão adversária e teve um controle maior do jogo a partir dos 15 minutos de bola rolando. Sánchez ameaçou em dois chutes de fora da área, mas mandou ambos para fora. Foi aí que apareceu a surpreendente bola área, tormento da geração desde o começo da década, trunfo para sair na frente.

Já perto do intervalo, Aránguiz cobrou escanteio na segunda trave e Pulgar subiu mais alto que a zaga adversária para testar ao fundo do gol, abrindo o placar para os atuais bicampeões. Ueda ainda teve ótima chance ao sair cara a cara com Arias, limpar o goleiro e chutar para fora. Os jovens japoneses, porém, a partir dali, mostraram bastante dificuldade em lidar com o jogo mais físico dos chilenos.

Chile se acerta e goleia

O Chile voltou para a etapa final com o mesmo ritmo, logo conseguindo ampliar a sua vantagem. Depois de boa jogada do ataque, com a bola rodando da esquerda para a direita sempre pelo chão, Vargas recebeu passe rasteiro na entrada da área e bateu forte. A redonda ainda desviou em Tomiyasu e acabou indo no ângulo do goleiro Osako, que nada pôde fazer para evitar o tento do adversário.

O Japão tentou avançar as suas linhas e poderia ter diminuído o placar em duas oportunidades antes da metade da etapa final. A primeira com Ueda, que, livre, completou cruzamento da direita para fora. Pouco depois, Kubo entrou driblando na zaga chilena e chutou forte, cruzado, mas mandou na rede pelo lado de fora, arrancando suspiros da galera presente ao estádio são-paulino. Ueda, em outra boa jogada de Kubo, não conseguiu finalizar cruzamento de Miyoshi.

Depois de um momento de pressão dos asiáticos, porém, o Chile aproveitou duas raras escapada para dar números finais ao duelo. Após bola alçada na área, Aránguiz achou Alexis Sánchez, que cabeceou forte para fazer o terceiro. No minuto seguinte, após lançamento de Alexis, Vargas saiu cara a cara com o goleiro e tocou por cobertura para fazer 4 a 0, transformando a noite em goleada chilena.

FICHA TÉCNICA

JAPÃO 0 X 4 CHILE 

Local: Estádio do Morumbi, São Paulo (SP)
Data: 17 de junho de 2019 (segunda-feira)
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Mario Díaz de Vivar (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo e Dario Gaona (PAR)
Árbitro de vídeo: Jesus Valenzuela (VEN)
Público: 23.253 pagantes
Renda: R$ 4.705.020,00
Cartões amarelos: Hara, Nakayama (Japão); Opazo (Chile)
Gols: Erick Pulgar (40'/1ºT, 0-1), Eduardo Vargas (8'/2ºT, 0-2 e 37'/2ºT, 0-4), Alexis Sánchez (36'/2ºT, 0-3)
CHILE: Pulgar, aos 41 minutos do primeiro, Vargas, aos nove e aos 38, e Sánchez, aos 37 minutos do segundo tempo

JAPÃO: Osako; Hara, Ueda, Tomiyasu e Sugioka; Shibasaki, Nakayama, Kubo e Nakajima (Miyoshi); A. Ueda (Okazaki) e Maeda (Abe)
TécnicoHajime Moriyasu





CHILE: Arias; Isla, Medel, Maripán e Beausejour; Pulgar, Aránguiz e Vidal (Hernández); Fuenzalida (Opazo), Vargas e Sánchez. (Fernández)
Técnico: Reinaldo Rueda

CONFIRA TODOS OS CONVOCADOS DAS 12 SELEÇÕES DA COPA AMÉRICA

Neymar, Messi, Guerrero e Cavani estarão na Copa América
Montagem sobre fotos / Fabrice Coffrini/AFP, Juan Ruiz /AFP, Fabrice Coffrini/AFP e Odd Andersen/AFP

02/06/2019

Competição acontece no Brasil entre os dias 14 de junho e 7 de julho

A Copa América 2019, sediada no Brasil, inicia no próximo dia 14 de junho. As seleções já estão em preparação para o torneio com suas convocações definidas.

Confira abaixo, por grupos, quem são os convocados de cada seleção que disputará a competição:

Grupo A: Brasil, Bolívia, Peru e Venezuela

Brasil

Neymar é o destaque da Seleção Brasileira
Adrian DENNIS / AFP
Tite convocou o que tem de melhor à disposição, incluindo Neymar. A Copa América, que o Brasil não conquista desde 2007, será a primeira competição que a equipe principal disputará em casa desde o Mundial de 2014.

Goleiros: Alisson (Liverpool-ING), Ederson (Manchester City-ING) e Cássio (Corinthians)

Defensores: Marquinhos (PSG-FRA), Miranda (Inter de Milão-ITA), Thiago Silva (PSG-FRA), Eder Militão (Porto-POR), Daniel Alves (PSG-FRA), Fagner (Corinthians), Alex Sandro (Juventus-ITA) e Filipe Luís (Atlético de Madrid-ESP)

Meias: Casemiro (Real Madrid-ESP), Fernandinho (Manchester City-ING), Arthur (Barcelona-ESP), Allan (Napoli-ITA), Philippe Coutinho (Barcelona-ESP) e Lucas Paquetá (Milan-ITA)

Atacantes: Neymar (PSG-FRA), Richarlison (Everton-ING), Roberto Firmino (Liverpool-ING), Gabriel Jesus (Manchester City-ING), Everton (Grêmio) e David Neres (Ajax-HOL)

Bolívia

Marcelo Moreno é o destaque da seleção boliviana
TRATO.TXT / Divulgação
Sem a altitude a seu favor, os bolivianos têm à disposição Marcelo Moreno. Atualmente na China, o ex-Grêmio é o mais conhecido entre os convocados. O técnico Eduardo Villegas ainda conta com 26 jogadores, não tendo divulgado a lista final com 23.

Goleiros: Carlos Lampe (San José), Rubén Cordano (Blooming) e Javier Rojas (Nacional Potosí)

Defensores: Saúl Torres (Nacional Potosí), Diego Bejarano (Bolívar), Marvin Bejarano (The Strongest), Roberto Fernández (Blooming), Luis Haquin (Puebla FC), Adrián Jusino (Bolívar), Mario Cuéllar (Oriente Petrolero), Ronny Montero (Wilstermann) e José María Carrasco (Blooming)

Meias: Leonel Justiniano (Bolívar), Erwin Saavedra (Bolívar), José Vargas (Blooming), Alejandro Chumacero (Puebla FC), Ramiro Vaca (The Strongest), Diego Wayar (The Strongest), Paul Arano (Blooming), Fernando Saucedo (Wilstermann), Henry Vaca (The Strongest) e Samuel Galindo (Always Ready)

Atacantes: Leonardo Vaca (Blooming), Gílbert Álvarez (Wilstermann), Marcelo Moreno (Shijiazhuang-CHI) e Rodrigo Ramallo (San José)

Peru

Paolo Guerrero é o destaque da seleção peruana
Fabrice COFFRINI / AFP
Após disputar uma Copa do Mundo depois de 36 anos, os peruanos tem em Paolo Guerrero a grande esperança de uma boa participação na Copa América. O atacante do Inter é o maior artilheiro da história da seleção. 

Goleiros: Pedro Gallese (Alianza Lima), Carlos Cáceda (Melgar) e Patricio Álvarez (Sporting Cristal).

Defensores: Aldo Corzo (Universitario), Miguel Araujo (Talleres de Córdoba), Luis Advíncula (Rayo Vallecano), Anderson Santamaría (Atlas), Luis Abram (Vélez Sarsfield), Miguel Trauco (Flamengo), Carlos Zambrano (Basilea) e Alexander Callens (New York City).

Meias: Renato Tapia (Willem II), Yoshimar Yotún (Cruz Azul), Jesús Pretell (Sporting Cristal), Christofer Gonzáles (Sporting Cristal), Edison Flores (Morelia), Christian Cueva (Santos) e Paolo Hurtado (Konyaspor)

Atacantes: Paolo Guerrero (Inter), Jefferson Farfán (Lokomotiv), André Carillo (Al-Hilal), Andy Polo (Portland Timbers) e Raúl Ruidíaz (Seattle Sounders)

Venezuela 

Seijas é o mais velho da seleção venezuelana
RHONA WISE / AFP
Sem o baixinho Soteldo, do Santos, a seleção vinotinto mescla jovens jogadores com outros mais experientes. O mais velho é Seijas, ex-Inter, de 32 anos. 

Goleiros: Wuilker Fariñez (Millonarios-COL), Rafael Romo (Apoel-CYP) e Joel Graterol (Zamora)

Defensores: Ronald Hernández (Stabaek-NOR), Rolf Feltscher (Los Angeles Galaxy-EUA), Yordan Osorio (Vitória de Guimaraes-POR), Mikel Villanueva (Gimnástic de Tarragona-ESP), Jhon Chancellor (Al Ahli-CAT), Roberto Rosales (Espanyol-ESP) e Luis Mago (Palestino-CHI)

Meias: Tomás Rincón (Torino-ITA), Júnior Moreno (DC United-EUA), Arquímedes Figuera (Deportivo La Guaira), Yangel Herrera (SD Huesca-ESP), Luis Manuel Seijas (Independiente Santa Fe-COL), Juan Pablo Añor (SD Huesca-ESP), Jhon Murillo (CD Tondela-POR), Adalberto Peñaranda (Watford-ING), Jefferson Savarino (Real Salt Lake-EUA) e Darwin Machís (Cádiz-ESP)

Atacantes: Salomón Rondón (Newcastle-ING), Josef Martínez (Atlanta United-EUA) e Fernando Aristeguieta (América de Cali-COL)

Grupo B: Argentina, Catar, Colômbia e Paraguai

Argentina

Messi é o destaque da Argentina
OLGA MALTSEVA / AFP
Vivendo uma seca de quase 26 anos sem títulos, os hermanos contam com a volta de Lionel Messi para tentarem ser campeões no Brasil. O camisa 10 havia se afastado da seleção após a Copa da Rússia, mas retornou para buscar a conquista que jamais conseguiu com o time principal de seu país.

Goleiros: Esteban Andrada (Boca Juniors), Franco Armani (River Plate) e Agustín Marchesín (América-MEX)

Defensores: Renzo Saravia (Racing), Nicolás Otamendi (Manchester City), Juan Foyth (Tottenham), Germán Pezzella (Fiorentina), Ramiro Funes Mori (Villarreal), Nicolás Tagliafico (Ajax), Marcos Acuña (Sporting) e Milton Casco (River Plate)

Meias: Rodrigo De Paul (Udinese), Leandro Paredes (PSG), Roberto Pereyra (Watford), Giovani Lo Celso (Betis), Ángel Di María (PSG), Guido Rodríguez (América-MEX) e Exequiel Palacios (River Plate)

Atacantes: Lionel Messi (Barcelona), Sergio Agüero (Manchester City), Paulo Dybala (Juventus), Matías Suárez (River Plate) e Lautaro Martínez (Inter de Milão)

Catar


Almoez Ali é o destaque da seleção catari
Yasser Al-Zayyat / AFP
A seleção dona da casa na Copa de 2022 é uma das convidadas para o torneio sul-americano. O país vem em uma crescente no esporte, tendo conquistado a Copa da Ásia no início deste ano.

Goleiros: Saad Al Sheeb (Al-Sadd), Yousef Hassan (Al-Gharafa) e Mohammed Al-Bakri (Al-Khor)

Defensores: Bassam Al-Rawi (Al-Duhail), Abdelkarim Hassan (Al-Sadd), Hamid Ismail (Al-Sadd), Pedro Correia (Al-Sadd), Tarek Salman (Al-Sadd), Tameem Al-Muhaza (Al-Gharafa) e Assim Madibo (Al-Duhail)

Meias: Boualem Khoukhi (Al-Sadd), Salem Al-Hajri (Al-Sadd), Karim Boudiaf (Al-Duhail), Ali Afif (Al-Duhail), Abdullah Al-Ahrak (Al-Duhail), Abdulaziz Hatem (Al-Gharafa), Al Mahdi Ali (Al-Gharafa) e Ahmed Fathy (Al-Arabi)

Atacantes: Hassan Al-Haydos (Al-Sadd), Akram Afif (Al-Sadd), Almoez Ali (Al-Duhail), Ahmed Alaa (Al-Gharafa) e Ahmed Moein (Qatar SC)

Colômbia 


James Rodriguez é o destaque da seleção colombiana
JOSE JORDAN / AFP
Os craques James Rodriguez e Falcao García estão confirmados, além do volante Cuéllar, do Flamengo. Os colombianos conquistaram a América pela última vez em 2001.

Goleiros: David Ospina (Napoli), Álvaro Montero (Tolima) e Camilo Vargas (Deportivo Cali)

Defensores: Dávinson Sánchez (Tottenham), Yerry Mina (Everton), Zapata (Milan), Lucumí (Genk), Santiago Arias (Atlético de Madrid), Cristian Borja (Sporting), William Tesillo (León) e Stefan Medina (Pachuca)

Meias: James Rodríguez (Bayern de Munique), Gustavo Cuéllar (Flamengo), Wílmar Barrios (Zenit), Jéfferson Lerma (Bournemouth), Edwin Cardona (Pachuca), Juan Guillermo Cuadrado (Juventus), Luis Díaz (Junior Barranquilla) e Mateus Uribe (América do México)

Atacantes: Falcao García (Monaco), Duván Zapata (Atalanta), Roger Martínez (América do México) e Luis Muriel (Fiorentina)

Paraguai


Balbuena é o destaque da seleção paraguaia
Reprodução / Instagram
Destaque para três jogadores que atuam no Brasil: Gatito Fernandez, do Botafogo, Gustavo Gómez, do Palmeiras, Derlis Gonzalez, do Santos.

Goleiros: Alfredo Aguilar (Olimpia), Junior Fernández (Botafogo) e Antony Silva (Huracán) 

Defesas: Juan Escobar (Cerro Porteño), Fabián Balbuena (West Ham), Gustavo Gómez (Palmeiras), Iván Torres (Olimpia), Iván Piris (Libertad), Bruno Valdez (América), Junior Alonso (Boca Juniors) e Santiago Arzamendia (Cerro Porteño) 

Volantes: Rodrigo Rojas (Olimpia), Matías Rojas (Defensa y Justicia), Celso Ortiz (Monterrey), Hernán Pérez (Espanyol), Miguel Almirón (Newcastle) e Richard Ortiz (Olimpia) 

Atacantes: Derlis González (Santos), Federico Santander (Bologna), Cecilio Domínguez (Independiente), Juan Iturbe (Pumas), Óscar Romero (Shanghai Shenhua) e Óscar Cardozo (Libertad)

Grupo C: Chile, Equador, Japão e Uruguai

Chile


Vidal é o destaque do Chile
Martin Bernetti / AFP
Atuais bicampeões, os chilenos não terão o goleiro Claudio Bravo, mas apostam suas fichas em Arturo Vidal e Alexis Sánchez.

Goleiros: Gabriel Arias (Racing Club-ARG), Brayan Cortés (Colo Colo) e Yerko Urra (Huachipato)

Defensores: Mauricio Isla (Fenerbahçe-TUR), Paulo Díaz (Al-Ahli-EMI), Guillermo Maripán (Alavés-ESP), Gonzalo Jara (Estudiantes de La Plata-ARG), Gary Medel (Besiktas-TUR), Igor Lichnovsky (Cruz Azul-MEX), Óscar Opazo (Colo Colo) e Jean Beausejour (Universidad de Chile)

Meias: Arturo Vidal (Barcelona-ESP), Charles Aránguiz (Bayer Leverkusen-ALE), Esteban Pavez (Colo Colo), Erick Pulgar (Bolonia-ITA), Pedro Pablo Hernández (Independiente-ARG), Diego Valdés (Santos Laguna-MEX)

Atacantes: Alexis Sánchez (Manchester United-ING), Eduardo Vargas (Tigres-MEX), Nicolás Castillo (América-MEX), Junior Fernándes (Alanyaspor-TUR), Ángelo Sagal (Pachuca-MEX) e José Pedro Fuenzalida (Universidad Católica)

Equador

Antonio Valencia é o destaque do Equador
ALEJANDRO PAGNI / AFP
O grande nome segue sendo Antonio Valencia. Aos 33 anos, o jogador do Manchester United pode atuar como lateral-direito e volante.

Goleiros: Alexander Domínguez (Vélez Sarsfield), Máximo Banguera (Barcelona de Guayaquil) e Pedro Ortiz (Delfín)

Defensores: Robert Arboleda (São Paulo), Gabriel Achilier (Morelia-MEX), Arturo Mina (Yeni Malatyaspor-TUR), Xavier Arreaga (Seattle Sounders-EUA), Pedro Pablo Velasco (Barcelona de Guayaquil), José Quintero (LDU Quito), Cristian Ramírez (Krasnodar-RUS) e Beder Caicedo (Barcelona de Guayaquil).

Meias: Antonio Valencia (Manchester United), Jefferson Intriago (LDU Quito), Jefferson Orejuela (LDU Quito), Jhegson Méndez (Orlando City-EUA), Carlos Gruezo (FC Dallas-EUA), Andrés Chicaiza (LDU Quito), Renato Ibarra (América-MEX) e Romario Ibarra (Minnesota United-EUA)

Atacantes: Enner Valencia (Tigres-MEX), Ángel Mena (León-MEX), Ayrton Preciado (Santos Laguna-MEX) e Carlos Garcés (Delfín)

Japão 

O camisa 10 Nakajima é o destaque do Japão
JOSE MANUEL RIBEIRO / AFP
Outro convidado, o time nipônico virá ao Brasil com a maioria dos jogadores sub-23. A intenção é se preparar para as Olimpíadas de Tóquio em 2020.

Goleiros: Eiji Kawashima (Strasbourg-FRA), Ryosuke Kojima (Oita Trinita-JAP), Keisuke Osako (Sanfrecce Hiroshima-JAP)

Defensores: Tomoki Iwata (Oita Trinita-JAP), Teruki Hara (Sagan Tosu-JAP), Daiki Sugioka (Shonan Bellmare-JAP), Daiki Suga (Hokkaido Consadole Sapporo-JAP), Naomichi Ueda (Cercle Brugge-BEL); Ko Itakura (Groningen-HOL), Yugo Tatsuta (Shimizu S-Pulse-JAP), Takehiro Tomiyasu (Sint-Truiden-BEL), Yuta Nakayama (Zwolle-HOL)

Meias: Gaku Shibasaki (Getafe-ESP), Taishi Matsumoto (Sanfrecce Hiroshima-JAP), Kota Watanabe (Verdy Tokyo-JAP), Koji Miyoshi (Yokohama F. Marinos-JAP), Shoya Nakajima (Al Duhail-CAT), Tatsuya Ito (Hamburgo-ALE), Hiroki Abe (Kashima Antlers-JAP)

Atacantes: Takefusa Kubo (FC Tokyo-JAP), Shinji Okazaki (Leicester-ING), Daizen Maeda (Matsumoto Yamaga-JAP), Ayase Ueda (Hosei University-JAP)

Uruguai

Cavani é um dos destaques da seleção uruguaia
Odd ANDERSEN / AFP
Campeão em 2011, os charruas contam com a dupla de ataque estrelar formada por Cavani e Suárez para tentar o título em terras brasileiras.

Goleiros: Fernando Muslera (Galatasaray), Martín Campaña (Independiente) e Martín Silva (Libertad)

Defensores: Diego Godín (Atlético de Madrid), José María Giménez (Atlético de Madrid), Sebastián Coates (Sporting), Martín Cáceres (Juventus), Marcelo Saracchi (RB Leipzig), Diego Laxalt (Milan) e Giovanni González (Peñarol)

Meias: Matías Vecino (Internazionale), Lucas Torreira (Arsenal), Rodrigo Bentancur (Juventus), Federico Valverde (Real Madrid), Nahitan Nández (Boca Juniors), Nicolás Lodeiro (Seattle Sounders), Giorgian De Arrascaeta (Flamengo) e Gastón Pereiro (PSV)

Atacantes: Luis Suárez (Barcelona), Edinson Cavani (PSG), Cristhian Stuani (Girona), Maxi Gómez (Celta de Vigo) e Jonathan Rodríguez (Cruz Azul)

Fonte: GaúchaZH

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