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Espanha volta a encontrar Itália após eliminação na Euro

© Getty / Clive Rose

06/10/2016

A Espanha e Itália fazem o grande duelo desta quinta-feira na Europa, em jogo válido pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. No último encontro, a seleção italiana eliminou a Fúria na Eurocopa.

Para muitos, foi a confirmação do fim da melhor geração da história do futebol espanhol. Depois dos fracassos na Copa das Confederações e, principalmente, na Copa do Mundo, a Espanha fechou um ciclo de grandes competições com a eliminação na Euro 2016: era então bicampeã do torneio continental.

O encontro com a Itália aconteceu nas oitavas de final. Chiellini e Graziano Pellè foram responsáveis pela derrota da Espanha, por 2 a 0. Vicente del Bosque era o técnico na competição, e deu lugar a Julen Lopetegui, que espera novo jogo duro.

"A gente espera uma partida atrativa e exigente, que nos fará ir ao nosso limite para superá-los. É uma grande Itália, que vai nos exigir muito. Viemos com a esperança e a vontade de fazer uma grande partida", resumiu o novo técnico espanhol.

O duelo vale mais do que parece. Apenas uma seleção por chave avança de forma direta para a Copa e Itália e Espanha lutam pelo primeiro posto no grupo G. As duas seleções sabem que o confronto direto pode ser a diferença em um grupo onde são favoritos absolutos contra todos os outros rivais. É a primeira vez que italianos e espanhóis se encontram em eliminatórias para a Copa.

Fonte: Ogol.com

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Chile envia pedido à Uefa para jogar amistoso contra Portugal em 2017

Campeã da Copa América, seleção chilena quer amistoso contra portugueses, 
campeões da Euro 2016 (Foto: AFP)

03/09/2016

De acordo com site da Conmebol, Federação Chilena mandou carta à entidade europeia sugerindo confronto entre campeões da Copa América e da Euro

A ideia de um confronto entre os campeões da Copa América e da Euro 2016 continua viva na cabeça da Federação Chilena de Futebol. De acordo com o site da Conmebol, o presidente da entidade chilena, Arturo Salah, enviou uma carta para a Uefa manifestando o desejo de um amistoso entre Chile e Portugal em junho de 2017.

A intenção é realizar o amistoso no dia 11 de junho de 2017, na China. Para isso, a Federação Chilena pede na carta uma ajuda da Uefa. Dois dias antes, Portugal tem um jogo marcado pelas eliminatórias da Copa de 2018, contra a Letônia, data que precisaria ser alterada. A partir de 17 de junho de 2017, chilenos e portugueses disputam a Copa das Confederações, na Rússia.

- Para nossos selecionados, comissão técnica e os torcedores de nosso país seria um orgulho poder jogar e presenciar este grande encontro esportivo diante de uma seleção como é Portugal – declarou Salah.


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Campeão do mundo em 2014, Schweinsteiger anuncia aposentadoria da seleção alemã

Bastian Schweinsteiger vestiu a camisa da Alemanha pela última vez na Euro
EFE/EPA/MOHAMED MESSARA

30/07/2016

Bastian Schweinsteiger vestiu a camisa da Alemanha pela última vez na Eurocopa de 2016. Na manhã desta sexta-feira, o meio-campista do Manchester United publicou comunicado em suas redes sociais e anunciou a aposentadoria da seleção, dois anos após ter sido campeão do mundo no Brasil, em 2014.

"Queridos fãs da seleção alemã de futebol, acabou de pedir para o técnico da seleção que não me considere mais para suas futuras convocações já que gostaria de me aposentar", disse o jogador, de 31 anos, em texto publicado, em alemão, no Twitter.

Schweinsteiger foi convocado 120 vezes para a seleção da Alemanha, tendo feito sua estreia em junho de 2014. Uma década depois fez parte do elenco que fez 7 a 1 no Brasil e conquistou a Copa do Mundo de 2014. Com a aposentadoria de Philipp Lahm, assumiu também a condição de capitão.

"Ao vencer a Copa do Mundo de 2014, fizemos algo histórico e também alcançamos algo emocionante que nunca vai se repetir na minha carreira. Depois disso, é certo e sensível me despedir agora e desejar ao time todo o melhor na classificação para a Copa do Mundo de 2018 e para o próprio torneio."

Além do título mundial, o currículo de Schweinsteiger pela seleção inclui dois terceiros lugares em Mundiais, em 2006 e 2010, e o vice-campeonato da Eurocopa de 2008. Foram 24 gols pela Alemanha, com campanha de 81 vitórias, 19 empates e apenas 20 derrotas.

"Meus agradecimentos aos fãs, ao time, à Federação Alemã, aos técnicos e à seleção da Alemanha", seguiu o meio-campista. "Fui capaz de defender meu país 120 vezes e experimentei momento que foram indescritivelmente bonitos e bem-sucedidos."

"Joachim Low sabia o quando a Euro 2016 na França significava para mim porque eu queria desesperadamente ganhar este título, o que não fomos capazes de trazê-lo de volta à Alemanha pela primeira vez após 1996. Não era para se e aceito isso", acrescentou.

"Para finalizar, gostaria de dizer aos fãs que foi uma honra ter jogado para vocês, muito obrigado por tudo que pude vivenciar com vocês", encerrou Schweinsteiger.

Fonte: ESPN


Maior ídolo do país, Shevchenko é o novo técnico da Ucrânia

Shevchenko fez história com a camisa do Milan no início 
dos anos 2000 (Foto: Divulgação)
17/07/2016

Tendo participado da Eurocopa como membro da comissão técnica da Ucrânia, o maior astro do futebol do país, Andriy Shevchenko será o novo treinador da seleção. Com um contrato de dois anos, o ex-atacante foi confirmado na manhã desta sexta-feira. Na competição continental, a seleção da Ucrânia decepcionou. Comandados por Mykhaylo Fomenko, os ucranianos saíram da França sem um ponto sequer após derrotas para Alemanha, Irlanda do Norte e Polônia.

Para sua equipe, Shevchenko irá contar com Mauro Tassoti e Andrea Maldera, velhos conhecidos dos tempos em que jogou no Milan, da Itália, e Raul Riancho, experiente auxiliar de Sergei Rebrov no Dynamo de Kiev – maior equipe do país. No comando da Ucrânia, Shev precisará se superar para levar seu país pela segunda vez para uma Copa do Mundo (a primeira, em 2006, tinha Shevchenko liderando a equipe em campo).

Pelo Grupo I, os ucranianos terão pela frente a favorita Croácia e a Islândia, surpresa da Eurocopa, além de Turquia e Finlândia. Ídolo do Milan e do Dínamo de Kiev, Shevchenko tem 111 jogos e 48 gols pela seleção. Com o atacante na equipe, a Ucrânia chegou às quartas de final na Copa de 2006, quando perderam para a campeã Itália por 3 a 0, ficando com a oitava colocação.

Jogando pelo Dínamo, Shevchenko conquistou cinco títulos do Campeonato Ucraniano e quatro Copas da Ucrânia. No Milan, em seu auge, conquistou a Liga dos Campeões em 2002/03 e um Campeonato Italiano. Em 2004, o jogador recebeu a Bola de Ouro da revista France Football, sendo considerado o melhor jogador do mundo na temporada.

Técnico da Bélgica é demitido; República Tcheca anuncia novo comandante

Além do comando ucraniano, mais uma seleção europeia trocará de técnico. Após mais uma fraca campanha, desta vez na Eurocopa, quando foram eliminados pelo País de Gales nas quartas de final, Marc Wilmots foi demitido do cargo de treinador da Bélgica. “As metas estabelecidas para a Eurocopa não foram alcançadas”, justificou a Federação Belga.

No comando da “melhor geração belga” desde 2012, Wilmots também caiu nas quartas de final da Copa de 2014. Seu contrato iria terminar apenas no próximo mundial da Rússia, em 2018. “Temos de agradecer por tudo que ele fez nesses quatro anos. Com ele como técnico, a Bélgica foi da 54ª posição para o topo do ranking da Fifa”, declarou a entidade em comunicado oficial. Ainda sem ter anunciado um substituto, a Federação declarou que a seleção precisa de um novo impulso.

“Temos a vontade de dar um novo salto de qualidade à nossa seleção. Este grupo pode conseguir resultados melhores em grandes torneios”, afirmou o presidente François De Keesmaecker. Quem já tem um novo técnico é a República Tcheca. Após a saída de Pavel Vrba, a federação local anunciou Karel Jarolim, do Mlada Boleslav, como novo comandante. O contrato é válido por dois anos, e tem em vista a busca por uma vaga para a Copa de 2018, na Rússia.



EUROCOPA: Sem CR7, Portugal leva na raça, vence a França e é campeão pela 1ª vez



10/07/2016

Após perder seu astro no início do jogo, Portugal segurou a pressão e venceu na prorrogação com gol de Éder

Na garra, a Seleção de Portugal bateu a França por 1 a 0 na prorrogação, no Stade de France, neste domingo, e conquistou a Eurocopa 2016, primeiro grande título de sua história. Após perder Cristiano Ronaldo nos primeiros minutos, a seleção portuguesa precisou se virar sem o seu craque e conseguiu o título com gol de Éder no segundo tempo da prorrogação.

Se Lionel Messi falhou nas duas finais de Copa América que chegou com a seleção argentina, Cristiano Ronaldo colocou um ponto a mais na rivalidade individual com o atleta do Barcelona e aproveitou a sua segunda chance para garantir o título inédito para Portugal, que já havia perdido a final de 2004 em casa para a Grécia.
Mesmo com um curativo na coxa esquerda, atingida com violência pelo francês Payet, o atacante do Real Madrid não saiu da beira do campo até o final do jogo e foi o mais abraçado na comemoração do gol. Ao apito final, Cristiano Ronaldo foi às lágrimas mais uma vez, mas trocou o sentimento de dor pela felicidade do título.

Antes dos atletas entrarem em campo, o show de encerramento contou com David Guetta comandando a música, enquanto que a palavra "Merci" (obrigado, em francês) apareceu no gramado. O espanhol Xavi, campeão nas duas edições anteriores, foi o responsável por levar a taça da Eurocopa de 2016 ao gramado.

Ao final de um mês de competição, os temores de ataques terroristas não foram confirmados e os maiores problemas extracampo apareceram por conta da ação de hooligans nas primeiras rodadas, anuladas na sequência.

O JOGO

Com a bola rolando, Portugal conseguiu levar perigo logo no início, aos quatro minutos, quando Nani recebeu lançamento por trás da zaga, matou no peito, mas chutou por cima. No entanto, a França respondeu com uma verdadeira blitz. Aos seis, Griezmann aproveitou sobra e bateu para fora. Em seguida, aos nove, o artilheiro da competição teve nova chance, tentou cabeceio por cobertura e obrigou Rui Patrício a mandar para escanteio. Na cobrança, Giroud subiu sozinho, mas mandou nas mãos do goleiro.

Portugal se segurou e conseguiu equilibrar, mas uma jogada violenta aos sete minutos foi determinante para a partida. Payet acertou com força o joelho de Cristiano Ronaldo. O português tentou se manter em campo, mas desabou aos 16, com lágrimas nos olhos, pediu atendimento médico e voltou a campo.

SEM O CRAQUE

No entanto, aos 24 minutos, o atacante pediu para sair e foi levado de maca para os vestiários, dando lugar a Quaresma. Assim, sem balançar as redes na final, o atacante do Real Madrid finalizou a sua quarta participação em Eurocopa com três gols e ficou empatado com o francês Michel Platini como maior artilheiro da competição na história, com nove tentos no total.

Após Cristiano Ronaldo sair de campo aos prantos e aplaudido por torcedores portugueses e franceses, a partida perdeu em intensidade. Aos 33 minutos, Sissoko fez boa jogada e bateu forte, mas Rui Patrício espalmou. Nos minutos finais da primeira etapa, José Fonte e Pepe tentaram aparecer na jogada aérea, mas sem sucesso.

Os atletas voltaram do intervalo para um jogo de mais vigor físico. Sissoko, inspirado, deu trabalho para a zaga lusitana e, aos oito minutos, Pogba conseguiu a primeira finalização, mas bateu por cima. Aos 11, o atacante Coman foi ao jogo no lugar de Payet e, no primeiro lance com a bola, exigiu nova defesa de Rui Patrício.

Melhor em campo, a França começou a rondar a área portuguesa e passou a criar boas chances. Aos 20 minutos, Griezmann subiu sozinho na marca do pênalti, mas cabeceou para fora. Nove minutos depois, Coman driblou dois, rolou para Giroud, que bateu forte, mas novamente o goleiro de Portugal conseguiu evitar que o placar fosse alterado.

Pouco depois dos 30 minutos, os técnicos dos dois times resolveram mudar. Didier Deschamps mandou Gignac para o lugar de Giroud, enquanto que Fernando Santos trocou Renato Sanches para a entrada de Éder. Com as mudanças, as duas equipes se abriram. Aos 34, Quaresma acertou um bonito voleio, mas mandou em cima do goleiro. Em seguida, Nani bateu de fora da área por cima do gol. Já aos 38, Sissoko soltou uma bomba e, para variar, Rui Patrício apareceu para fazer a defesa.

Aos 46 minutos parecia que o goleiro de Portugal seria, enfim, vencido. Gignac recebeu na área pelo lado direito, aplicou um drible desconcertante deixando Pepe no chão e bateu na saída do goleiro, que não alcançou. Mas Rui Patrício contou com a ajuda da trave direita, onde a bola foi bater antes de cruzar a pequena área sem que um atacante pudesse empurrá-la para o gol. Após 90 minutos, o placar seguia inalterado.

PRORROGAÇÃO

Antes do apito para os 30 minutos complementares, Cristiano Ronaldo apareceu no gramado para apoiar os seus companheiros. Com o início da prorrogação, muito nervosismo resultou em três cartões amarelos seguidos - para Raphaël Guerreiro, Matuidi e William Carvalho.

A oportunidade de gol mais evidente do primeiro tempo aconteceu aos 13 minutos. O português Quaresma cobrou escanteio na cabeça de Éder, que cabeceou no chão com perigo, mas Lloris saltou bem e fez a defesa.

Na segunda etapa, Portugal resolveu ir para o ataque e conseguiu levar perigo aos dois minutos. Em uma falta mal marcada pela arbitragem, que penalizou a França em um lance que o português Éder tocou a bola com a mão, Raphaël Guerreiro chutou no travessão e assustou.

Em seguida, entretanto, foi a hora do grito português explodir em Saint-Denis. Éder avançou pela intermediária pelo lado esquerdo, cortou para o meio e, no mano a mano com o zagueiro, chutou forte no cantinho esquerdo de Lloris para balançar as redes. Na comemoração, todos os jogadores se abraçaram em volta de Cristiano Ronaldo, em festa pelo título inédito.

FICHA TÉCNICA

PORTUGAL 1 x 0 FRANÇA

PORTUGAL - Rui Patrício; Cédric, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; William Carvalho, Adrien Silva (João Moutinho), Renato Sanches (Éder) e João Mário; Nani e Cristiano Ronaldo (Quaresma). Técnico: Fernando Santos.

FRANÇA - Lloris; Sagna, Koscielny, Umtiti e Evra; Pogba, Matuidi, Moussa Sissoko e Payet (Coman); Griezmann e Giroud (Gignac). Técnico: Didier Deschamps.

GOL - Éder, aos três minutos do segundo tempo da prorrogação.

CARTÕES AMARELOS - Rui Patrício, Cédric, Raphaël Guerreiro, João Mário e William Carvalho (Portugal); Umiti, Matuidi, Koscielny e Pogba (França).

ÁRBITRO - Mark Clattenburg (Fifa/Inglaterra).

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

LOCAL - Stade de France, em Saint-Denis (França).



Conmebol espera resposta da Uefa após propôr duelo entre campeões continentais



28/06/2016

A Conmebol propôs à Uefa que o campeão da Copa América Centenário, o Chile, enfrente o campeão da Eurocopa, provavelmente ainda este ano. A ideia do tira-teima foi do presidente da entidade sul-americana, Alejandro Domínguez. “Desafiamos a Uefa para um duelo entre o campeão da Copa América e da Euro-2016. Estamos esperando a resposta oficial da Uefa”, disse o dirigente.

Até a noite de domingo, a entidade europeia não havia respondido à proposta da Conmebol. O campeão da Eurocopa será conhecido em 10 de julho e tem automaticamente lugar na Copa das Confederações de 2017. A Fifa, organizadora do torneio preparatório para a Copa do Mundo de 2018, também não se pronunciou sobre a ideia anunciada por Domínguez.

O presidente da Conmebol também confirmou que o Chile, campeão da Copa América do ano passado, que os próprios chilenos sediaram, vai ser o representante sul-americano na Copa das Confederações, antes mesmo da definição do campeão desta edição da Copa América encerrada neste domingo, quando a seleção chilena voltou a ficar com a taça, nos Estados Unidos, ao bater a Argentina nas cobranças por pênaltis após empate por 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação.

Os chilenos adquiriram o direito de participar do torneio ao vencerem pela primeira vez a competição continental, no ano passado. É isso que consta nas regras da Fifa.

No entanto, como este ano ocorreu a Copa América Centenário, algumas federações tentaram manobra para que o seu campeão fosse designado para a Copa das Confederações do próximo ano.

A Conmebol, porém, confirmou a participação do Chile. E então surgiu a ideia do desafio com o campeão europeu. Além do Chile e da Rússia, país-sede, já estão assegurados na Copa das Confederações as seleções de México, representante da Concacaf, da Nova Zelândia (Oceania) e da Austrália (Ásia) – este último país passou a ser filiado à Confederação Asiática de Futebol, embora faça parte da Oceania.

Fonte: ISTOÉ

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