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Chile envia pedido à Uefa para jogar amistoso contra Portugal em 2017

Campeã da Copa América, seleção chilena quer amistoso contra portugueses, 
campeões da Euro 2016 (Foto: AFP)

03/09/2016

De acordo com site da Conmebol, Federação Chilena mandou carta à entidade europeia sugerindo confronto entre campeões da Copa América e da Euro

A ideia de um confronto entre os campeões da Copa América e da Euro 2016 continua viva na cabeça da Federação Chilena de Futebol. De acordo com o site da Conmebol, o presidente da entidade chilena, Arturo Salah, enviou uma carta para a Uefa manifestando o desejo de um amistoso entre Chile e Portugal em junho de 2017.

A intenção é realizar o amistoso no dia 11 de junho de 2017, na China. Para isso, a Federação Chilena pede na carta uma ajuda da Uefa. Dois dias antes, Portugal tem um jogo marcado pelas eliminatórias da Copa de 2018, contra a Letônia, data que precisaria ser alterada. A partir de 17 de junho de 2017, chilenos e portugueses disputam a Copa das Confederações, na Rússia.

- Para nossos selecionados, comissão técnica e os torcedores de nosso país seria um orgulho poder jogar e presenciar este grande encontro esportivo diante de uma seleção como é Portugal – declarou Salah.


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Infográfico traz dados e curiosidades dos 100 anos da Copa América

Crédito: Divulgação


15/05/2016

Donos da casa, os EUA querem vencer um torneio em tese mais acessível que a Copa do Mundo

Entre 3 e 6 de junho, os olhos dos fãs do futebol estarão voltados para a disputa da Copa América. Não só porque este é o título mais importante para as seleções deste lado do Atlântico depois da Copa do Mundo, como também porque estarão em campo três quartos dos cabeças de chave que disputarão o ouro nos Jogos Olímpicos em agosto.

Além disso, disputado desde 1916 e reconhecido pela Fifa como o mais antigo do planeta, o tradicional torneio continental entre seleções está completando 100 anos. Em uma aproximação inédita, a Conmebol uniu-se à Concacaf, federação que representa a América do Norte, América Central e Caribe, e preparou uma edição especial para celebrar o marco histórico.

Participam da Copa América Centenário 16 equipes, quatro a mais que as 12 regulares, e pela primeira vez os jogos serão realizados fora da América do Sul, somando um recorde de 32 partidas em 10 cidades diferentes dos Estados Unidos.

A expectativa é que com isso a disputa fique ainda mais acirrada. De acordo com o site de apostas esportivas Betsson, o favoritismo está dividido entre seis seleções: Argentina (31% de chances), Brasil (20%), Estados Unidos (12,5%), Chile (12,5%), Colômbia (9%) e Uruguai (9%).

Donos da casa, os EUA querem vencer um torneio em tese mais acessível que a Copa do Mundo.

O Brasil quer mostrar que conseguiu formar uma equipe sólida depois do vexame frente à Alemanha. E a Argentina está faminta pela conquista após perder a final nos pênaltis na última edição. O atual campeão Chile,e os esquadrõesdo Uruguaie da Colômbia também têm tradição não podem ser subestimados.

Dos maiores campeões e artilheiros, passando pela equipe convidada com melhor desempenho, até o número máximo de jogos que o Brasil se manteve sem perder, este infográfico reúne fatos curiosos e estatísticas do tradicional torneio sul-americano.Veja abaixo todos os dados e reviva a história da Copa América:




CBF garante Dunga à frente da Seleção

Rafael Ribeiro / CBF

08/04/2016

Reunião desta terça-feira serviu apenas para debater sobre o planejamento, de acordo com Gilmar Rinaldi

Rumores sobre um possível afastamento do técnico Dunga da Seleção Olímpica surgiram nesta terça-feira. Mas após uma reunião que envolveu o treinador, a comissão técnica, e os dirigentes da CBF tal possibilidade foi rechaçada.

O coordenador de futebol da entidade, Gilmar Rinaldi, afirmou em pronunciamento que o encontro foi rotineiro e serviu apenas para debater sobre o planejamento  da Copa América Centenária e da Olimpíada. 

De acordo com o site Globo Esporte.com, porém, a presença de Dunga nos Jogos do Rio em agosto vai depender justamente da participação canarinho no torneio continental nos Estados Unidos em junho.

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Ao deixar a reunião nesta terça, Gilmar se disse "surpreso" ao ser questionado tanto sobre o seu futuro no cargo diretivo como o de Dunga na Olimpíada. Ele reiterou que o capitão do tetra será o comandante na busca pelo ouro, com Rogério Micale, que comandou o time olímpico nos últimos amistosos, como auxiliar.

"Fui almoçar com o presidente Nunes, passar um relatório, uma coisa normal, e principalmente a programação para Copa América e Olimpíadas. Não vou responder nenhuma pergunta. É quando presto contas de tudo que foi feito. Principalmente planejamento, está quase tudo concluído. Queria que o Micale ficasse no banco, conhece muito bem os jogadores. Consegui isso, pude oficializar, então ele será um dos auxiliares do Dunga, o Marquinhos também, o preparador físico. Então o resumo é isso, é uma reunião de rotina, entendo a expectativa, mas o que aconteceu foi isso", afirmou o coordenador.

Fato é que a dupla Dunga/Gilmar chega pressionada para os próximos desafios, principalmente depois do péssimo desempenho da Seleção principal na última rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 - a equipe está atualmente na sexta posição, fora da zona de classificação.

Neymar brilha, Brasil vira sobre o Peru e supera falha incrível da zaga em estreia

Crédito: Divulgação/ESPN
15/06/2015

Em sua primeira competição pós-7 a 1, o Brasil passou sufoco, foi vaiado, teve de superar falha incrível de David Luiz e Jefferson no início, mas, contando com atuação inspirada de Neymar, virou sobre o Peru nos acréscimos e venceu por 2 a 1 em sua estreia na Copa América, neste domingo, em Temuco, no Chile.

O resultado mantém a sequência de vitórias de Dunga: agora são 11 nas 11 primeiras partidas em seu retorno ao comando.

Os peruanos saíram na frente logo aos dois minutos do primeiro tempo, em lance de Guerrero, que passou por Miranda, invadiu a área, mas perdeu para David Luiz. O zagueiro se atrapalhou ao tentar afastar a bola e viu o goleiro Jefferson fazer besteira ainda maior. O rebote ficou com Christian Cueva, que nao perdoou e marcou.

Neymar tratou de deixar tudo igual rapidamente em combinação com Elias e Daniel Alves que completou de cabeça, aos quatro. A virada veio nos descontos do segundo tempo, aos 46, em assistência do craque para Douglas Costa selar o triunfo brasileiro. 

Dunga surpreendeu na escolha do substituto de Danilo, cortado, ao escolher Daniel Alves, que se apresentou somente na última sexta-feira. Fabinho, que vinha com o elenco em toda preparação, era o favorito.

Outra novidade ficou por conta ainda da manutenção de Fred, titular nos dois amistosos, assumindo o lugar de Philippe Coutinho, que sofre com lesão e tem sua situação monitorada desde a última quinta-feira. Ele realizou exame de imagem ainda em Porto Alegre, antes do embarque para a competição.

Ao todo, foram seis contratempos nos planos de Dunga.

Ele não teve entre seus titulares Diego Alves, Danilo, Marcelo, Luiz Gustavo, Oscar e Coutinho.

Guerrero e Neymar conversam em campo
GETTY

Com um time modificado, o Brasil se recuperou rapidamentre do susto e assumiu a iniciativa dentro da partida.

Foi um jogo franco que, ao mesmo tempo, desafiou qualquer lógica com Neymar, sem marcação individual, tendo liberdade para fazer o que bem entendesse e o Peru com espaço de sobra para criar, sobretudo, com Cueva, Farfán e Guerrero.

A vida da seleção poderia ter sido mais fácil.

Um pouco por falta de capricho de Tardelli, que desperdiçou duas chances incríveis - primeiro, em passe de Neymar que chutou prensado e viu o próprio atacante do Barcelona pegar a sobra; e depois em cruzamento de Daniel Alves -, e também por falta de sorte de Fred em chute à distância e preciosismo de Filipe Luis em lance individual.

Neymar, por outro lado, assegurou um show à parte.

O craque tirou da cartola um chapéu duplo em Advíncula, no meio-de-campo, e deixou o marcador desnorteado. A solução encontrada, clara, foi a falta.

Neymar reclamou delas. Reclamou demais. E acabou levando o cartão amarelo.

Douglas Costa toca para dar a vitória ao Brasil 
GETTY

Na volta do intervalo, um susto nos peruanos logo de cara: aos sete minutos, ele recebeu na entrada área e mandou no travessão.

O ritmo do jogo acabou não sendo o mesmo no segundo tempo.

A melhor oportunidade foi parar nos pés de William aos 24 minutos. Em combinação entre Neymar e Daniel Alves, o meio-campista do Chelsea pegou sobra na área, mas, na hora de finalizar, bateu em cima de Zambrano. Douglas Costa e Neymar também tiveram chances claras.

Nos acréscimos, aos 46, Neymar encontrou Douglas Costa sozinho na área e o ex-gremista virou para o Brasil. Um passe sensacional.

Com o resultado, o Brasil divide a liderança do grupo C com a Venezuela, que ganhou da lanterna Colômbia por 1 a 0 e também tem três pontos. Peru e Colômbia ficam com nada.

Os comanados de Dunga voltam a campo na próxima quarta-feira, contra a Colômbia, às 21h (de Brasília), no Estádio Nacional, em Santiago.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL 2 x 1 PERU

Local: Estádio Germán Becker, em Temuco (CHI)
Data: 14 de junho de 2015, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Garcia (MEX)
Assistentes: Jose Luis Camargo (MEX) e Marvin Torrentera (MEX)
Público: 16.342 espectadores
Cartões amarelos: Neymar, Diego Tardelli e Filipe Luís (Brasil); Guerrero e Vargas (Peru)

GOLS:
Brasil: Neymar, aos quatro minutos do primeiro tempo, e Douglas Costa, aos 46 minutos do segundo tempo
Peru: Cueva, aos dois minutos do primeiro tempo

BRASIL: Jefferson; Daniel Alves, David Luiz, Miranda e Filipe Luís; Fernandinho, Elias, Willian (Éverton Ribeiro) e Fred (Roberto Firmino); Neymar e Diego Tardelli (Douglas Costa)
Técnico: Dunga

PERU: Gallese; Advíncula, Zambrano, Ascues e Vargas (Yotún); Ballón, Lobatón, Cueva (Reyna) e Sánchez; Farfán (Carrillo) e Guerrero
Técnico: Ricardo Gareca

Fonte: ESPN

Federação uruguaia decide apresentar suas contas após escândalo na Fifa

A AUF disse que recebeu em recursos 'devidamente documentados' US$ 3,5 milhões da Conmebol

06/06/2015

A Associação Uruguaia de Futebol (AUF) emitiu nesta quarta-feira um comunicado no qual informou os valores recebidos da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) para participar da Copa América do Chile 2015, em uma evidente repercussão do escândalo de corrupção na Fifa.

Segundo o texto, a AUF decidiu emitir essa informação "diante dos fatos de notoriedade pública que se remetem à entrega de uma suposta quantia de dinheiro proveniente de um ato supostamente ilícito no ano de 2013, que faz parte de uma investigação judicial que se desenvolve no exterior".

No total, a entidade disse que recebeu em recursos "devidamente documentados" um total de US$ 3,5 milhões da Conmebol "por conceito de sua participação na primeira fase da Copa América do Chile 2015".

"Esse montante foi recebido em três parcelas por meio de transferências bancárias", um método "habitual", como especificou o documento, e "segundo o disposto oportunamente pela Conmebol", acrescentou.

Assim, a AUF detalhou o aporte de US$ 500 mil no dia 18 de março de 2014, quando a entidade era presidida por Sebastián Bauzá; outro depósito de US$ 1 milhão no dia 28 de agosto de 2014, com Wilmar Valdez como principal dirigente do organismo; e um terceiro de US$ 2 milhões de no dia 16 de dezembro de 2014, também sob o mandato de Valdez.

"A informação detalhada é a que surge dos registros contábeis, devidamente documentados, fiscalizados e auditados, por isso não podemos, nem devemos, realizar comentários de outras informações que não sejam as que provêm de nossos registros", indicou a AUF na nota.

Nesse sentido, a entidade que regulamenta o futebol uruguaio afirmou que possui uma "área contábil" com "profissionais de longa trajetória reconhecidos por todos os Conselhos Executivos" que a dirigiram.

A AUF observou que "a fiscalização das informações" que constam em seus balanços anuais é revisada por uma "comissão fiscal" integrada por "representantes propostos pelos clubes da primeira divisão" e que, em sua maioria, são "contadores públicos".

A federação uruguaia também acrescentou que conta com uma "auditoria externa independente", que "analisa e emite opiniões sobre as informações contidas nos balanços" e que é liderada por "um prestigiado" docente da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade da República (Udelar) e da Universidade Católica.

Segundo a AUF, todos esses serviços contábeis informam, com as devidas documentações correspondentes, todas as verbas recebidas pela entidade, entre elas as provenientes da Conmebol pela disputa da Copa América no Chile.

Na semana passada, sete dirigentes do alto escalão da Fifa, entre eles o ex-presidente da CBF José Maria Marin, foram detidos na Suíça por acusações de corrupção, a pedido da Justiça americana, que os acusa de associação criminosa, fraude, lavagem de dinheiro e outros crimes.

A empresa Datisa, que possui os direitos de televisão das edições da Copa América de 2015, 2016 (Centenário), 2019 e 2023, é uma das firmas investigadas pela Justiça dos Estados Unidos.

Segundo a procuradoria americana, a Datisa concordou em pagar US$ 100 milhões de propina em cinco parcelas de US$ 20 milhões cada uma e as duas primeiras foram pagas entre junho e setembro de 2013.

Cada parcela de 20 milhões foi dividida da seguinte maneira: três milhões para o presidente da Conmebol e uma soma similar para os presidentes da federação argentina (AFA) e da CBF; US$ 1,5 milhão para cada presidente das outras sete federações e 500 mil para outro dirigente da entidade.

Fonte: ESPN


Elías Figueroa integra a Seleção Histórica da Copa América



27/05/2015

O zagueiro chileno Elías Figueroa, ídolo do Internacional na década de 1970, está entre os 11 jogadores que integram a Seleção Histórica da Copa América. O site oficial da competição - que terá sua próxima edição justamente no Chile, a partir de junho deste ano - promoveu uma votação popular para eleger a 'Equipe Ideal'. E o xerife da zaga colorada nos títulos brasileiros de 1975 e 1976 garantiu presença na seleta equipe que tem craques como Pelé e Diego Maradona. Confira os '11 ideais':

Goleiro: Ubaldo (Argentina)
Zagueiros: Figueroa (Chile) e H. Chumpitaz (Peru)
Laterais: Cafu (Brasil) e Roberto Carlos (Brasil)
Meias: Diego Maradona (Argentina), Teófilo Cubillas (Peru), Pelé (Brasil) e Ronaldo (Brasil)
Atacantes: Messi (Argentina) e Batistuta (Argentina)
Treinador: Marcos Calderón (Peru)


D'Ale lembra Copa América de 2004 e diz que tempo de seleção passou

09/04/2015

Meia do Inter fala ao site do torneio e também comenta outros assuntos, como os 7 a 1 da Alemanha sobre o Brasil e sua reverência ao técnico Marcelo Bielsa

Em entrevista ao site da Copa América deste ano, que será disputada no Chile, D'Alessandro comentou sobre diversos assuntos, passando pela derrota da Argentina para o Brasil na edição de 2004 do torneio até admitir que o tempo de defender a seleção de seu país "passou". No Inter desde 2008 e com contrato renovado recentemente até 2017, o meia de 33 anos disse que ainda não conseguiu entender como a equipe deixou escapar o resultado para os brasileiros 11 anos atrás.

- Não consigo entender. A partida era nossa, não poderia escapar do jeito que escapou. O elenco era incrível, com nomes como Saviola, Tevez e Lucho González. Estávamos em grande nível, nem os brasileiros acreditavam. Até o Edu, quando já era da diretoria do Corinthians, veio me perguntar sobre essa final - contou o camisa 10 colorado, que, apesar da derrota, sente-se grato por ter trabalhado com "o melhor técnico": - Ele me ensinou muito.

D'Alessandro concede entrevista ao site da Copa América do Chile (Foto: Diego Guichard)

Gostaria de jogar mais tempo pela seleção. Não me queixo sobre nada na carreira e sei que agora já passou o meu tempo, mas creio que poderia estar na Copa do Mundo de 2010. Essa é a única coisa que lamento.
D'Alessandro

Naquela Copa América, a Argentina, com D'Alessandro, vencia o Brasil por 2 a 1 na final. Mas aos 49 minutos do segundo tempo, o centroavante Adriano empatou e levou a decisão para os pênaltis. E ali a Seleção sagrou-se campeã pelo placar de 4 a 2 nas cobranças. D'Ale foi um dos argentinos que erraram.

Os anos se passaram, e hoje o meia não se vê mais apto a vestir as cores do seu país. Tinha o desejo de participar da Copa do Mundo de 2010, algo que não ocorreu.

- Gostaria de jogar mais tempo pela seleção. Não me queixo sobre nada na carreira e sei que agora já passou o meu tempo, mas creio que poderia estar na Copa do Mundo de 2010. Essa é a única coisa que lamento.

Ambientado ao Brasil, onde vive há sete anos em Porto Alegre, D'Alessandro acompanhou de perto as reações do país após a derrota para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014. A goleada de 7 a 1 mexeu com todos, até com o argentino do Inter.

- Foi bastante duro, sobretudo pelo resultado. Obviamente, acabou com toda a expectativa que tinha se gerado pela seleção brasileira. Creio, no entanto, que o Brasil está virando a página com Dunga, um técnico que fará muito bem à equipe - disse.

Dunga que, aliás, comandou D'Alessandro no Inter. Para o argentino, o treinador foi a melhor opção para reerguer a Seleção após o baque.

- É uma grande pessoa, acima de tudo. Ficamos amigos no Internacional. Nessa época jantamos juntos muitas vezes e conheci um homem com grande interesse social, com vontade de fazer coisas pelas pessoas. Como técnico, ele é muito trabalhador e sabe manejar a pressão. Na seleção brasileira, Dunga foi muito bem, ganhou uma Copa América. É o ideal para este momento.

Com os passos acompanhados sempre por clubes argentinos, como River Plate e agora também o Racing - o vice-presidente disse que quer contar com o jogador em 2016 -, D'Ale segue sua vida no Inter. Na noite desta quarta-feira, estará em campo para enfrentar o Cruzeiro pelas quartas de final do Gauchão. O jogo começa às 22h, no Beira-Rio. A equipe colorada também disputa a Libertadores, maior objetivo na temporada. 

D'Alessandro admite que seu tempo de seleção "passou" (Foto: Getty Images)

Fonte: Globo.com


Brasileirão-15 vai parar durante as Eliminatórias, mas ignora Copa América

07/08/2014

A CBF divulgou nesta quarta-feira o calendário para o futebol brasileiro em 2015. O modelo é bastante parecido com o deste ano, com algumas alterações, como a paralisação do Brasileirão durante a disputa das Eliminatórias para a Copa de 2018, além de mudanças na pré-temporada. O que chama mais a atenção é que, apesar de parar nas partidas válidas por uma vaga na Rússia em 2018, o calendário ignora a Copa América, que acontecerá no mês de junho.

A Série A do Brasileiro terá três rodadas durante a competição continental, e uma no dia seguinte à final. Má notícia para os clubes brasileiros, ainda mais após a informação de que, ao longo do ano, a seleção olímpica disputará o mesmo número de amistosos do que a principal. Veja as principais mudanças no calendário:

1) Paralisação do Brasileirão durante a disputa das Eliminatórias – cumprindo uma promessa de seu presidente eleito para o próximo ano, Marco Polo Del Nero, o Campeonato Brasileiro (Série A) não terá rodada quando a seleção jogar pelas eliminatórias para a Copa de 2018, na Rússia. A disputa por uma vaga no Mundial começa em 2015, ano no qual o Brasil também disputará a Copa América.

2) Pré-temporada estendida e estaduais atrasados – os estaduais vão começar em fevereiro, ao invés de janeiro. Com isso, os clubes terão 25 dias destinados à pré-temporada: de 07.01 a 31.01. Os estaduais, porém, terão o mesmo número de datas de 2014, 19. A exceção são os campeonatos do Nordeste, que terão 15 datas, devido à Copa do Nordeste, e os das regiões Centro-Oeste e Norte, que terão 12, devido à Copa Verde.

3) Férias dos jogadores – os jogadores terão garantidos 30 dias de férias: de 08.12 deste ano até 06.01 de 2015. As férias terminam um dia antes do início do período destinado a pré-temporada.

Fora essas mudanças, os modelos atuais devem se manter – Brasileirão de pontos corridos, com 38 rodadas. Além disso, por força do estatuto do torcedor, os regulamentos dos estaduais devem ser os mesmos – mesmo os polêmicos, como o Paulistão 2014, dividido em grupos.

Confira as principais data do calendário brasileiro para 2015:

Estaduais: De 01.02 a 03.05 (19 datas)
Brasileirão Série A: De 10.05 a 06.12 (38 datas)
Brasileirão Série B: De 09.05 a 28.12 (38 datas)
Brasileirão Série C: De 17.05 a 22.11 (24 datas)
Copa do Brasil: de 25.02 a 27.05 (11 datas), e de 15.07 a 25.11 (10 datas) Total de 21 datas
Libertadores: de 11.02 a 27.05 (12 datas). Fase final: 15.07 a 05.08 (4 datas) Total de 16 datas
Copa do Nordeste: de 04.02 a 29.04 (12 datas)
Sul-Americana: 19.08 a 09.12 (10 datas)
Mundial de Clubes: 09.12 a 19.12 (uma ou duas datas)
Copa América (seleção): 11.06 a 4.07
Eliminatórias (seleção): 4 datas
Datas Fifa: 5 datas

Fonte: BOL


Seleção de Dunga inicia ciclo com overdose de rivais sul-americanos

Colômbia de James Rodríguez deu bastante trabalho ao Brasil na Copa do 
Mundo (Foto: Getty Images)

06/08/2014

Com duas edições da Copa América e volta às eliminatórias, Brasil terá frequentes duelos contra os vizinhos. Colômbia, Equador e Argentina abrem o caminho

Colômbia, Equador e Argentina. Os três primeiros adversários da seleção brasileira sob o comando da nova comissão técnica, encabeçada por Dunga, serão sul-americanos. E isso é apenas um esboço do que deverá ser frequente nos próximos quatro anos. Os clássicos continentais vão marcar a segunda passagem do treinador à frente da equipe. Com duas Copas Américas e eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 pela frente, a Seleção terá, provavelmente, mais do que o dobro de jogos contra países vizinhos em relação ao ciclo anterior.

Entre o fim das Copas de 2010 e 2014, o Brasil disputou 17 partidas diante de rivais da América do Sul. Daqui até 2018, só em competições, esse número pode dobrar. Excepcionalmente, serão realizadas duas Copas Américas em anos consecutivos. Em 2015, a edição convencional no Chile, e, em 2016, outra em comemoração ao centenário do torneio será organizada nos Estados Unidos, uma parceria entre Conmebol e Concacaf.

Seleções de outras regiões do continente americano costumam participar da Copa América. Para 2015, já estão confirmadas México e Jamaica. Na competição comemorativa do ano seguinte, os norte-americanos, anfitriões, têm presença garantida. Se o Brasil for pelo menos semifinalista nos dois torneios, vai entrar em campo 12 vezes.

Nas eliminatórias serão mais 18 jogos, esses obrigatórios. A Seleção vai enfrentar todos os demais países sul-americanos em turno e returno para tentar garantir uma vaga na Copa da Rússia, daqui a quatro anos. Isso não ocorreu na última edição, já que, por ter sediado o Mundial, o Brasil se classificou automaticamente, sem necessidade de disputa.

Só aí já seriam 30 partidas asseguradas, e o Superclássico das Américas pode turbinar ainda mais esse número. Em 2014, o duelo com a Argentina está marcado para 11 de outubro, em Pequim, capital chinesa.

- Isso vai significar conhecimento. Tanto de nossa parte quanto da deles. Ao longo desses anos, as seleções vão se conhecer muito melhor. Vamos ver quem poderá aproveitar da melhor forma. Começar com sul-americanos já indicará o que teremos pela frente - afirmou o diretor de seleções da CBF, Gilmar Rinaldi.

Neymar contra a Argentina em 2012: amistoso diante dos hermanos está marcado 
para outubro (Foto: Getty Images)

Nos dias 5 e 9 de setembro, o Brasil terá os primeiros desafios da nova “era Dunga” contra Colômbia e Equador. Em seguida, virá o Superclássico. Há também uma tendência de muitos amistosos diante de vizinhos nos próximos anos.

A explicação é simples: o nível do futebol sul-americano evoluiu. Além de Argentina e Uruguai, rivais tradicionais, Chile e Colômbia deram muito trabalho ao Brasil na última Copa do Mundo. O primeiro levou a decisão para os pênaltis e o segundo sufocou até o minuto final em busca do empate. Isso as tornou escolhas potenciais para jogos preparatórios.

- Melhorou demais. Hoje são seleções tão fortes quanto as europeias, muito diferente da época em que eu jogava. Não há dúvida de que farão jogos muito difíceis contra nós, há muitas seleções boas - concluiu Rinaldi.

No ciclo anterior, em que Mano Menezes e Luiz Felipe Scolari atuaram como treinadores, o Brasil acumulou sete vitórias, sete empates e três derrotas contra equipes do mesmo continente.

Fonte: Globo Esporte


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