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BRASIL SUPERA EXPULSÃO DE JESUS E CONFIRMA NONO TÍTULO DA COPA AMÉRICA

Fonte: Fernando Dantas / Gazeta Press

07/07/2019 

Copa América, o Brasil ficou com o título. A edição 2019 do torneio continental não foi diferente. Com uma vitória de retoques dramáticos, mas inquestionável sobre o Peru por 3 a 1, no Maracanã, a Seleção Brasileira garantiu sua nona taça. Antes, comemorou nos anos de 1919, 1922, 1949, 1989, 1997, 1999, 2004 e 2007. Aos bicampeões peruanos (1939 e 1975) restou o orgulho pela final em uma campanha marcada pelos triunfos sobre Uruguai e Chile.



A taça coroou uma campanha irretocável. Baseado nos números, o Brasil, de fato, foi o melhor time da Copa América. Tite, conseguiu superar a perda de Neymar, até então grande estrela de seu elenco, para chegar ao seu primeiro título com a Seleção depois de três anos no cargo e a estreia no palco carioca.

A confirmação do favoritismo só não foi tão fácil quanto muitos esperavam. Longe de algo semelhante ao visto na Arena Corinthians, quando os brasileiros enfiaram 5 a 0 nos rivais.

O ímpeto dos visitantes nos minutos iniciais, no entanto, foi destruído logo no 14º minuto de jogo. O capitão Daniel Alves alçou a bola por cima da marcação para encontrar Gabriel Jesus na ponta direita. Um drible desconcertante e cruzamento na medida. Livre, Everton só empurrou para as redes para explodir o ambiente nas cadeiras.

O gol abalou os comandados de Gareca, e por outro lado deu tranquilidade aos anfitriões, que passaram a agradar seus torcedores com toques rápidos e plásticos.

A superioridade era notória e incontestável, mas a vantagem mínima. E bastou um toque de braço de Thiago Silva na bola, dentro da área, para o clima mudar rapidamente.

Três minutos depois da jogada de Cueva, Paolo Guerrero foi autorizado a cobrar a penalidade. Com classe, o camisa 9 de 35 anos deslocou Alisson e deu esperança aos seus conterrâneos. Um sentimento que não perdurou por mais de quatro minutos.

A rápida resposta do Brasil surgiu de uma bola roubada por Roberto Firmino na ponta direita. Arthur carregou até deixar Gabriel Jesus na boa para marcar e manter a Seleção à frente no placar durante o intervalo.

Inesperadamente, o panorama se alterou completamente na etapa final. Jesus levou o segundo amarelo e, consequentemente, o cartão vermelho. Gareca, então, lançou seus jogadores ao ataque. Os brasileiros passaram por apuros, momento percebido pelos torcedores, que na base do grito tentaram manter a equipe firme.

Com experiência e tranquilidade, os mandantes não chegaram a retomar o controle da disputa, mas frearam a pressão peruana.

Aos 41, Everton Cebolinha escolheu o instante ideal para chamar a responsabilidade e ir para dentro da defesa peruana. Só foi parado com falta, dentro da área. Recuperado de caxumba, Richarlison havia entrado há pouco e foi o escolhido. Sem dó, guardou a bola na rede e deu início aos gritos de “é campeão”. Daí para frente foi só esperar o tempo passar e festa

FICHA TÉCNICA:

BRASIL 3 X 1 PERU

Data: 7 de julho de 2019, domingo
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (CHI)
Assistentes: Christian Schiemann (CHI) e Claudio Rios (CHI)
VAR: Julio Bascuñan (CHI)
Cartões amarelos: Gabriel Jesus (2), Thiago Silva, Richarlison (BRA); Tapia, Zambrano, Advíncula (PER)
Cartão vermelho: Gabriel Jesus (BRA)
Público e Renda: 58.504 pagantes / 11.402 não pagantes / R$ 38.769.850,00

GOLS:
Brasil: Everton, aos 14, e Gabriel Jesus, aos 47 minutos do 1T. Richarlison, aos 44 minutos do 2T.
Peru: Guerrero, aos 43 minutos do 1T.


BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Thiago Alves, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro, Arthur e Philippe Coutinho (Militão); Gabriel Jesus, Firmino (Richarlison) e Everton Cebolinha (Allan)
Técnico: Tite



PERU: Gallese; Advíncula, Zambrano, Abram e Trauco; Tapia (González), Yotún (Díaz), Carrillo (Polo)), Cueva e Flores; Paolo Guerrero
Técnico: Ricardo Gareca




GRÊMIO SE IMPÕE NA ARGENTINA E É TRICAMPEÃO DA LIBERTADORES

Foto: JUAN MABROMATA/AFP

29/11/2017

No dialeto gaúcho, o prefixo tri é utilizado para enfatizar ou aumentar algo, e, nesta quarta-feira, o Grêmio ficou tri em toda América. Trilegal, trivencedor, tricampeão da Libertadores.

O clube gaúcho voltou a conquistar o torneio continental depois de 22 anos de espera. O título veio após a vitória por 2 a 1 contra o Lanús, no estádio La Fortaleza, na Argentina. Os gols da partida foram marcados por Fernandinho e Luan, para o Grêmio, e por Sand, para o Lanús. No agregado de resultados, o placar foi 3 a 1 para os brasileiros.

O Tricolor quebrou a zica de nunca ter derrotado um clube argentino na final da Libertadores. Além disso, diminuiu a vantagem hermana de nove vitórias contra cinco dos brasileiros em confrontos diretos nas decisões do torneio continental. A conquista ganhou ares ainda mais especiais e mitológicos com o time campeão sendo comandado pelo ídolo gremista Renato Portaluppi.

O técnico Jorge Almirón, do Lanús, teve a ausência do zagueiro Diego Braghieri, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Para a posição, o treinador grená escalou o zagueiro Marcelo Herrera. O Grêmio também teve um desfalque defensivo. O zagueiro argentino Walter Kannemann não pode atuar por estar suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Com isso, Bressan substituiu o companheiro de time.

Primeiro tempo

Sob um show de fogos de artifício, as duas equipes entraram em campo no La Fortaleza. O Grêmio vestindo a camisa tricolor, calção branco e meiões brancos. O Lanús usou o clássico uniforme grená com calções e meiões pretos. Antes de iniciar o jogo, o árbitro fez um minuto de silêncio pelo um ano da tragédia com o voo da Chapecoense, que foi completado nesta quarta-feira.

O confronto começou com o Lanús cometendo muitas faltas duras. Logo aos cinco minutos, o zagueiro García Guerreño, do Lanús, recebeu um cartão amarelo por uma entrada forte no meia gremista Ramiro.

O primeiro chute a gol foi do Grêmio. Após boa troca de passes pela esquerda de ataque, aos nove minutos, Lucas Barrios tocou para Luan que passou para Fernandinho dentro da área. O extrema esquerda chute cruzado rasteiro, mas o goleiro Andrada defendeu a finalização.

Um minuto depois, o Lanús tentou responder. O atacante Sand encontrou Alejandro Silva no meio, ele passou por dois marcadores e chutou de longe. A bola subiu muito e passou sob a meta defendida por Marcelo Grohe.

Aos 14 minutos, o volante Arthur foi lançado na área e escorou para o centroavante Lucas Barrios. O gremista pegou de primeira, de fora da área, e mandou para fora, sem perigo ao gol defendido por Andrada.

O Grêmio fazia uma marcação alta tentando evitar que o goleiro Andrada jogasse com pés e a equipe do Lanús tivesse uma vantagem numérica em campo.

O Tricolor Gaúcho abriu o placar aos 27 minutos de jogo. O ataque era do Lanús, mas após a zaga afastar os jogadores do Lanús fizeram uma lambança com o rebote e deram um ótimo contra-ataque para o Grêmio. O atacante Fernandinho reparou a redonda e correu todo o campo até a área adversária, onde finalizou na saída do goleiro Andrada. A bola foi parar nos fundos da rede.

Dois minutos depois, o Lanús teve uma falta perto da grande área para cobrar. O lateral-esquerdo Velázquez bateu com perfeição e o goleiro Marcelo Grohe saltou para fazer uma bela defesa e espalmar para escanteio.

Aos 30 minutos, em contra-ataque gremista, Ramiro passou para Edílson, na direita, o lateral arriscou o chute. A bola saiu torta, mas no meio da área Arthur colocou o pé na redonda, que por pouco não entrou no ângulo esquerdo de ataque.

Os jogadores do Lanús demonstravam nervosismo e ansiedade. Com isso, erravam passes considerados simples. O Grêmio aproveitava os erros do adversário para tocar a bola e administrar o resultado.

O time grená teve boa chance aos 39 minutos. Sand tocou de calcanhar para Martínez, que arriscou de primeira, contudo a bola passou longe da meta.

O Grêmio ampliou o marcador aos 41 minutos. Contudo, o gol não foi um simples gol, foi uma pintura que as palavras pouco podem descrever. Após ser lançado pelo volante Jailson, o atacante Luan dominou a redonda com classe e foi passando pelo marcadores com uma tranquilidade inexplicável até ficar cara-a-cara com o goleiro Andrada e dar um toque encobrindo o arqueiro Andrada, balançando mais uma vez as redes.

O Lanús tentou descontar aos 43 minutos. Mais uma vez, Sand encontrou Martínez. O meia fez uma boa tabela com Gómez e concluiu para fora.

A primeira etapa terminou com um domínio gremista e muita festa da torcida do Grêmio no estádio La Fortaleza.

Segundo tempo

As duas equipes retornaram para a segunda etapa sem modificações. Contudo, o Lanús, precisando reverter o resultado, partiu para o ataque.

Aos cinco minutos, o volante Arthur deixou o jogo com dores no calcanhar. O companheiro Michel entrou no lugar. No banco de reservas, o garoto de 21 anos chorou bastante após a substituição.

Aos 10 minutos, o Lanús chegou com muito perigo. Após boa troca de passes entre os jogadores grená, Sand entrou na área e tocou para Acosta. O atacante tentou o chute que explodiu em Bressan. No rebote, na esquerda da área, novamente, Sand finalizou, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora.

Os mandantes tentavam pressionar, mas não faziam com eficiência. Os jogadores grená apostavam muito em cruzamentos para área.

Em cobrança de falta na direita de ataque gremista, o lateral Edílson ergueu a redonda na área para o centroavante Lucas Barrios, que apareceu na esquerda desviando de cabeça. Quase que pintou o terceiro gol gremista.

Quando o Lanús entrou na área tocando a bola, o atacante Sand foi derrubado na área por Jailson. O árbitro assinalou o pênalti. O próprio Sand foi para a cobrança e descontou o placar. O goleiro Marcelo Grohe pulou para um lado e a bola entrou no outro canto. Com o gol, o atacante se isolou na artilharia da Libertadores, com nove tentos.

Aos 30 minutos, após a zaga gremista afastar a bola, Marcone ficou com o rebote e arriscou de fora da área. A redonda passou perto do gol defendido por Marcelo Grohe e assustou a torcida do Grêmio.

Se o primeiro tempo estava tranquilo, a segunda etapa ganhou tons dramáticos. Após o Lanús não fazer o fair play, o meia Ramiro fez uma falta dura e recebeu cartão amarelo. Contudo, o gremista seguiu reclamando e o árbitro expulsou o jogador. O Grêmio ficava com um atleta a menos em campo faltando um pouco mais de cinco minutos para o término da partida.

Aos 44 minutos, o Luan desperdiçou a chance de matar a partida. Em contra-ataque puxado por Fernandinho, o atacante tocou para o camisa 7 que recebeu livre na área e tentou um toque por cima do goleiro Andrada. A redonda passou tirando tinta da trave.

Com um a mais, o Lanús pressionou muito o Tricolor. Mesmo com cinco de acréscimos, não adiantou e o Grêmio se sagrou tricampeão da Copa Libertadores da América.

FICHA TÉCNICA

LANÚS 1 X 2 GRÊMIO

Local: Estádio La Fortaleza, em Lanús (ARG)
Data: 29 de novembro de 2017, quarta-feira
Horário: 21h45 (horário de Brasília)
Árbitro: Enrique Cáceres (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo (PAR) e Juan Zorrilla (PAR)
Cartões amarelos: Lanús: García Guerreño, Velázquez; Grêmio: Edílson, Jailson, Bruno Cortez, Ramiro
Cartão vermelho: Grêmio: Ramiro

GOLS:
Lanús: José Sand, aos 27 minutos do 2T
Grêmio: Fernandinho, aos 27, e Luan, 41 minutos do 1T

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edílson, Pedro Geromel, Bressan (Rafael Thyere) e Bruno Cortez; Jailson, Arthur (Michel), Ramiro, Luan e Fernandinho; Lucas Barrios (Cícero).
Técnico: Renato Portaluppi






LANÚS: Andrada; José Gómez, Guerreño, Marcelo Herrera (Marcelino Moreno) e Maxi Velázquez (Denis); Marcone, Pasquini, Román Martínez, Alejandro Silva (Rojas) e Lautaro Acosta; José Sand.
Técnico: Jorge Almirón






RENATO FAZ HISTÓRIA E VIRA CAMPEÃO CONTINENTAL COMO TÉCNICO E JOGADOR

Renato Portaluppi, em 1983, logo após ser campeão da Libertadores com a 
camisa do Grêmio (Foto: Divulgação/GFBPA)

29/11/2017 

Renato Portaluppi alcançou um feito inédito nesta quarta-feira. Ao comandar o Grêmio na conquista da Copa Libertadores da América diante do Lanús, em Buenos Aires, ele se tornou o primeiro brasileiro a vencer o torneio continental como técnico e como jogador.

O primeiro título de Renato foi também o primeiro do Grêmio, em 1983. Naquela Libertadores, ele colaborou com dois gols na campanha da equipe que derrotaria o uruguaio Peñarol na decisão e viria a ser campeã mundial sobre o alemão Hamburgo. Na vitória por 2 a 1 no Japão, anotou outras duas vezes.

Em 2008, um ano após o Grêmio ser derrotado pelo argentino Boca Juniors na final da Libertadores, Renato esteve muito próximo de ser campeão continental como técnico. Dirigindo o Fluminense, ele amargou uma derrota por 4 a 2 no jogo de ida da decisão contra a LDU, no Equador. No Maracanã, comemorou uma vitória de virada por 3 a 1, que acabou frustrada pela queda nos pênaltis. Os meias Conca e Thiago Neves e o centroavante Washington desperdiçaram as suas cobranças.

Antes de Renato, sete profissionais haviam vencido a Libertadores como técnicos e atletas – os argentinos Humberto Maschio (campeão por Racing e Independiente), Roberto Ferreiro (Independiente), José Omar Pastoriza (Independiente), Ney Pumpido (River Plate e Olimpia) e Marcelo Gallardo (River Plate) e os uruguaios Luis Cubillas (Peñarol, Nacional e Olimpia) e Juan Martín Mujica (Nacional).

CORINTHIANS FAZ FESTA COM A FIEL E EMPATA POR 2 A 2 FRENTE AO GALO

(Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

27/11/2017

Em dia de celebração para os mais de 46 mil corintianos presentes ao estádio de Itaquera, o Corinthians brindou a sua torcida com uma boa atuação, despreocupada em termos defensivos, rendendo um grande jogo no empate por 2 a 2 diante do Atlético-MG, sustentado por uma excelente atuação do venezuelano Otero, autor de um gol e do passe para o outro. Jadson, o melhor corintiano, fez companhia a Marquinhos Gabriel entre os artilheiros da equipe no embate.

Com o resultado, o Timão chega a 72 pontos conquistados na liderança da competição, já campeão desde 35ª rodada, com a taça entregue após o apito final neste final de semana. O Galo, que mostrou virtudes essencialmente individuais em campo, vai para a última rodada com 51 pontos na tabela de classificação, precisando de uma vitória para seguir na briga pela Libertadores.

Na próxima rodada, a última da competição, os comandados de Fábio Carille terão pela frente o desesperado Sport, na luta para fugir do rebaixamento, às 17h (de Brasília) do domingo, dia 3 de dezembro, na Ilha do Retiro. Do outro lado, Oswaldo de Oliveira e sua trupe recebem o Grêmio, no mesmo dia e horário, sonhando com a Libertadores da América do ano que vem.

Precisão dos dois lados

O primeiro tempo teve a bola a todo momento com o Timão, bastante tranquilo com o título conquistado e apoiado incondicionalmente pela torcida. Com gritos esporádicos de “campeão”, aparentemente só para lembrar o título conquistado há dez dias, os alvinegros aproveitaram o espaço deixado na frente da área dos atleticanos para criar suas melhores jogadas com Jadson e Rodriguinho.

O camisa 10, melhor em campo na etapa inicial, deu chute perigoso antes dos dez minutos. Pouco depois, aos 19, Rodriguinho dominou na área, girou sobre a marcação de Elias e chutou de pé esquerdo, rente à trave de Victor. A mesma trave que, aos 23, chacoalhou com um forte chute de Jadson, da intermediária, pelo lado direito. A bola ainda sobrou para Clayson, mas ele chutou em cima da marcação.

Dependente de espaçados contra-ataques, o Galo viu uma oportunidade de ouro quando Otero foi derrubado por Camacho, pela direita, próximo à entrada da área. O próprio venezuelano, em alta após marcar duas vezes contra o Coritiba, na última rodada, bateu com perfeição, no ângulo de Cássio, que nem se mexeu. Mesmo pegando pouco na bola, o time mineiro chegava à vantagem devido à qualidade individual dos seus atletas ofensivos.

O melhor futebol dos donos da casa, no entanto, voltou a dar as caras na resposta do Timão, que viu Clayson acertar a rede pelo lado de fora. Aos 35, Jadson, em cobrança de falta, contou com a ajuda da movimentação na área para vencer Victor e deixar tudo igual. Ainda antes do intervalo, o meio-campista bateu outra falta na área e viu Jô desviar no canto, mas mandar um pouco mais à direita do que o necessário.

Golaço vira, mas Otero salva o Galo

Mesmo com a boa partida executada pela sua equipe, Carille fez questão de testar uma nova alternativa de jogo, colocando Marquinhos Gabriel na vaga de Camacho e deixando Jadson mais centralizado, ao lado de Rodriguinho. A mudança logo deu resultado, quando Rodriguinho achou Marquinhos Gabriel na ponta direita. Diante da frágil marcação de Fábio Santos, o canhoto entrou na área com espaço para cortar para dentro e acertar um lindo chute, no ângulo de Victor, imóvel.

Superior, o Timão parecia rumar para um jogo controlado quando um recuo de Balbuena para Cássio passou pelo goleiro, em furada espetacular do ídolo corintiano, fez com que a bola desviasse na trave e quase entrasse. A partir dali, aparentemente assustado com o lance, o camisa 12 perdeu a confiança para sair do gol nas bolas cruzadas, trunfo muito bem utilizado pelo venezuelano Otero.

Em uma sequência de três escanteios, ele viu Léo Silva cabecear com perigo, depois quase marcou gol olímpico de trivela, ao melhor estilo Marcelinho Carioca, exigindo linda defesa de Cássio, fechando com uma batida seca na pequena área, perfeita para Fred, livre de marcação, desviar para empatar o jogo. O próprio camisa 9 atleticano poderia ter virado o placar logo na sequência. Em contra-ataque puxado por Elias, Otero achou o centroavante livre na área. Ele teve a calma para limpar Cássio, mas, sem goleiro, conseguiu mandar por cima do travessão, incrivelmente.

Depois, o jogo ficou cada vez mais aberto, com ambos os times buscando o gol. Carille lançou Maycon e Pedrinho, dando mais mobilidade ao ataque corintiano. O volante chegou a ameaçar em duas oportunidades de chute de longa distância, mas mandou ambas apenas rente à trave de Victor. Na última oportunidade, um cruzamento de Fagner achou Jô na área, mas o centroavante testou para fora.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 2 x 2 ATLÉTICO-MG

Local: estádio de Itaquera, em São Paulo (SP)
Data: 26 de novembro de 2017, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Thiago Henrique Farinha e Diogo Carvalho Silva (ambos do RJ)
Público: 46.030 pagantes
Renda: R$ 2.892.594,20
Cartões amarelos: Camacho, Clayson, Marquinhos Gabriel, Maycon (Corinthians); Marcos Rocha (Atlético-MG)
Gols:
CORINTHIANS: Jadson, aos 35 minutos do primeiro, Marquinhos Gabriel, aos 13 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO-MG: Otero, aos 29 minutos do primeiro, e Fred, aos 20 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pedro Henrique e Guilherme Arana; Gabriel, Camacho (Marquinhos Gabriel), Jadson (Pedrinho), Rodriguinho (Maycon) e Clayson; Jô
Técnico: Fábio Carille

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Léo Silva, Gabriel, Fabio Santos; Yago, Elias, Otero (Rafael Moura), Robinho e Valdivia (Luan); Fred (Cazares)
Técnico: Oswaldo de Oliveira

BAHIA CONQUISTA COPA DO NORDESTE E LEVA R$ 6 MILHÕES PARA CASA

Esquadrão de Aço garantiu o título e uma bela 'bolada' com a conquista 

Foto: Beto Júnior / Correio da Bahia

27/052017

Além do título, o time recebeu um cheque pela organização do Regional, bonificação do patrocinador master e caixa das bilheterias dos jogos realizados na Arena Fonte Nova

Além do título de campeão da Copa do Nordeste, o Bahia recebeu o tão esperado cheque de R$ 1,25 milhão enquanto erguia a taça, após vencer o Sport por 1 a 0, na Arena Fonte Nova. Com esta conquista, o Esquadrão de Aço assume a posição de tricampeão regional e garante vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. 

De acordo com o Bahia Notícias, o clube levou mais R$ 2,8 milhões pela participação no campeonato. Além do valor, a Caixa Econômica Federal, que patrocina o Bahia, deu ao campeão, como bônus, R$ 300 mil. Para encerrar, o Tricolor ainda leva a quantia faturada nas bilheterias durante os seis jogos realizados na Arena Fonte Nova, chegando a R$ 6 milhões. 

A verba recebida na Copa do Nordeste deste ano continuam em 2018. Nesta temporada, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) paga R$ 1,05 milhão para os times que entram nas oitavas de final da Copa do Brasil e o valor deve aumentar na próxima edição.

Fonte: LANCE!

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CEARÁ VENCE FERROVIÁRIO E CONQUISTA TÍTULO DO ESTADUAL PELA 44ª VEZ



07/05/2017

Na noite desta quarta-feira, o Ceará garantiu o título do Campeonato Cearense de 2017. Após vencer a primeira partida fora de casa, a equipe voltou triunfar sobre o Ferroviário. Na Arena Castelão, o Vozão venceu por 2 a 0 e não precisou da terceira partida para assegurar a 44ª conquista do Estadual.

Logo aos quatro minutos de partida, o Ceará teve uma ótima chance para abrir o placar. Após passe de Magno Alves, Tiago Cametá bateu cruzado e arrancou tinta da trave de Mauro. O Ferroviário trocava passes, mas não conseguia chegar com perigo ao ataque, e pouco assustava a defesa do Vozão.

Aos 21 minutos, Romário cruzou rasteiro para Magno Alves, que recebeu na marca do pênalti e teve a chance de abrir o placar. Porém, o atacante acabou furando o chute e desperdiçou a chance. Os visitantes responderam com Jonathas, cinco minutos mais tarde, que chutou do meio da rua, mas acabou parando no goleiro do Vozão.

Aos 40, o Ceará abriu o placar. Na linha da grande área, Magno Alves chutou colocado e a bola bateu no travessão, voltando para a dentro da área. Sorte de Wallace, que aproveitou a sobra e mandou para o fundo das redes.

O segundo tempo começou morno, com as duas equipes criando poucas chances. Porém, quem continuava mais perigoso era o Ceará, que teve a chance de ampliar a vantagem com Magno Alves, mas o atacante parou nas mãos do goleiro Mauro.

O Vozão seguiu em busca do segundo gol, e quem teve a oportunidade foi Pedro Ken, que entrou no lugar de Wallace Pernambucano, autor do tento do primeiro jogo do confronto. Porém, os donos da casa não ampliaram.

Aos 39 minutos da etapa final, o Ceará definiu o resultado. Com um chute de fora da área, Raul marcou o segundo do Vozão, gol que garantiu definitivamente o título do Campeonato Cearense de 2017. O Ferroviário tentou reagir, mas não teve forças para reverter o resultado.

FICHA TÉCNICA

CEARÁ 2 x 0 FERROVIÁRIO

Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 03 de maio de 2017, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: César Magalhães (CE)
Assistentes: Nailton Oliveira (CE) e Mardônio Ribeiro (CE)
Cartões amarelos: Richardson, Victor Rangel, Romário, Raul (Ceará); Jonathas, Glauber, Máxuell (Ferroviário)
Gols: CEARÁ: Wallace, aos 40 minutos do primeiro tempo, e Raul, aos 39 do segundo tempo

CEARÁ: Éverson; Tiago Cametá, Luiz Otávio, Rafael Pereira e Romário; Raul, Richardson e Wallace Pernambucano (Pedro Ken); Lelê (Rafael Carioca), Victor Rangel (Alex Amado) e Magno Alves
Técnico: Ginavildo Oliveira



FERROVIÁRIO: Mauro; Gustavo (Batata), Tony Belém, Túlio e Jeanderson; Glauber, Vitinho e Jonathas; Mimi (Máxuell), Vitinho e Valdeci (Leandro)
Técnico: Vladimir de Jesus



CHAPECOENSE PERDE CLÁSSICO PARA O AVAÍ, MAS CONQUISTA O TÍTULO CATARINENSE



07/05/2017

A Chapecoense perdeu na Arena Condá neste domingo, mas conquistou o título catarinense neste momento de reconstrução de sua história. Depois de ter vencido o Avaí fora de casa por 1 a 0 no primeiro jogo, a Chape travou um difícil embate como mandante nesta decisão. O Leão venceu o jogo de volta por 1 a 0, com gol do lateral Leandro Silva, mas não aumentou a diferença e perdeu o título para a Alviverde, que festejou o hexacampeonato catarinense.

O Estadual foi o primeiro título da Chapecoense desde a tragédia do ano passado, em que a equipe de Chapecó perdeu seus jogadores, comissão técnica e funcionários do clube num acidente de avião. Coroada campeã da Sul-Americana após o episódio, a Chape teve que se reerguer neste ano e conseguiu montar um elenco vitorioso, que trouxe o sexto troféu do Estadual para a história do clube.

O jogo foi bastante apertado. Durante o primeiro tempo, a Chape conseguiu impor seu ritmo e chegou mais vezes ao gol do que os visitantes, porém, o lateral do Avaí Leandro Silva soube aproveitar uma boa oportunidade e abriu o placar com o único gol da partida.

O jogo – O início da partida estava bem equilibrado, e foi somente aos 17 minutos de jogo que a primeira oportunidade de gol apareceu. A equipe da Chape avançou num contra-ataque e criou uma boa chance de marcar com o volante Luiz Antonio. O meio-campista furou a zaga do Avaí e arriscou do começo da pequena área adversária, mas o goleiro Kozlinski conseguiu salvar e evitar que a Alviverde abrisse o placar.

Por muito pouco, mais uma vez, a Chapecoense quase fez o primeiro aos 24 minutos, quando Reinaldo cobrou lateral para dentro da área e Wellington Paulista cabeceou com força. O arqueiro do Avaí estava bem atento ao lance e salvou novamente. No rebote, Arthur Caike tentou assinalar, mas errou a mira e chutou para fora.

Diferentemente da Chape, o Avaí praticamente não criou oportunidades nesta primeira metade da etapa, mas aproveitou uma ótima chance aos 27 minutos. O lateral Leandro Silva saiu da defesa para tabelar com o atacante Romulo e, de longe, mandou forte para o gol chapecoense. O goleiro Artur Moraes não conseguiu defender e deixou o Leão abrir o placar.

Apesar do gol sofrido, os donos da casa fizeram um bom primeiro tempo e chutaram ao gol seis vezes, contra duas investidas do Avaí. Porém, na volta do intervalo, a Chape diminuiu seu ritmo de jogo e deu espaço para a equipe adversária infiltrar, chegando a exigir boas defesas do goleiro Artur Moraes.

Pressionada, a Alviverde voltou a criar somente aos 39 minutos da última etapa, quando o lateral João Pedro arrancou na área adversária e chutou a bola na trave. Na sequência, o atacante Rossi tentou ajeitar, mas chutou para fora, sem goleiro.

A temperatura esquentou nos minutos finais da partida e o árbitro teve que levantar o cartão vermelho para um jogador no banco de reservas. Nenén reclamou de uma falta sofrida por Reinaldo, pedindo cartão ao jogador do Avaí e foi expulso da partida.

O juiz deu cinco minutos de acréscimo, mas o Leão não conseguiu ampliar a diferença no placar e o título ficou com a Alviverde, que conquistou seu hexacampeonato catarinense na Arena Condá.

FICHA TÉCNICA

CHAPECOENSE 1 x 1 AVAÍ

Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 07 de maio, domingo
Horário: 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil e Carlos Berkenbrock (SC)
Cartões amarelos: Douglas Grolli, Moisés Ribeiro, Túlio de Melo e Artur Moraes (Chapecoense); Luan, Marquinhos e Caio César (Avaí)
Cartão Vermelho: Nenén, no banco (Chapecoense)
Gol:
AVAÍ: Leandro Silva, aos 27 minutos do primeiro tempo.

CHAPECOENSE: Artur Moraes; João Pedro, Luiz Otávio, Douglas Grolli e Reinaldo; Nathan (Apodi), Moisés Ribeiro e Luiz Antonio (Osman); Arthur Caike, Rossi e Wellington Paulista (Túlio de Melo).
Técnico: Vagner Mancini

AVAÍ: Kozlinski; Leandro Silva, Alemão, Betão e João Paulo; Luan (Caio César), Judson e Marquinhos (Lourenço); Romulo, Denilson (Diego Jardel) e Júnior Dutra.
Técnico: Claudinei Oliveira




NOVO HAMBURGO VENCE INTER NOS PÊNALTIS E FICA COM O TÍTULO DO GAUCHÃO

Foto: Diogo Salaberry/Agência RBS

07/05/2017 

O Novo Hamburgo é o campeão do Campeonato Gaúcho de 2017. Neste domingo, o Anilado enfrentou o Internacional, no Estádio Centenário, no jogo de volta da final do Estadual, e conseguiu passar pelo Colorado ao vencer por 3 a 1 nos pênaltis após empate em 1 a 1 no tempo normal.

Com o resultado, o Novo Hamburgo, que surpreendeu a todos e foi a grande sensação do torneio, conquistou o primeiro Campeonato Gaúcho de sua história.

Com o encerramento do Campeonato Gaúcho, o Inter agora foca suas atenções para a disputa da Série B na tentativa de retornar à elite do futebol nacional. A estreia colorada será no próximo sábado, às 16h30(de Brasília), quando visita o Londrina, no Estádio do Café.

Já o Novo Hamburgo disputará a Série D do Campeonato Brasileiro. O Anilado estreia em confronto diante do São Bernardo, em casa, no próximo dia 21 de maio.

O jogo – A partida começou movimentada e o Novo Hamburgo teve boa oportunidade logo aos dois minutos, em cabeçada de João Paulo para fora na entrada da pequena área.

Logo na sequência, aos seis, o Inter reclamou de um lance polêmico. Nico López escapou pela esquerda e cruzou para a área. O lateral direito Léo e o atacante Brenner se enroscaram dentro da área e os jogadores colorados ficaram pedindo o pênalti. O árbitro, porém, mandou o jogo seguir.

Após o lance, o jogo ficou lá e cá. Aos sete, D’Alessandro cobrou falta em direção ao gol e obrigou Matheus a se esticar para salvar. Já aos 11 foi a vez de Preto assustar na bola parada pelo lado do Novo Hamburgo.

Apesar do equilíbrio, o Noia aproveitou de uma infelicidade do zagueiro Ernando para sair na frente. Aos 21 minutos, Assis cruzou a bola para a área e o zagueiro, que foi escalado improvisado na lateral esquerda, acabou mandando contra a própria rede na tentativa de afastar, dando a vantagem ao Novo Hamburgo no placar.

Nos minutos seguintes, o Inter passou a pressionar em busca do empate, mas conseguiu criar poucas chances efetivas. Aos 29 minutos, Brenner recebeu cara a cara com o goleiro, mas o árbitro marcou posição de impedimento. Já aos 36, foi a vez de Nico López tentar finalização, mas mandar longe do gol. Ainda deu tempo para um última oportunidade, aos 45, mas novamente Brenner recebeu em condição irregular. Com isso, o duelo foi para o intervalo com vantagem de 1 a 0 para o Novo Hamburgo.

Se não marcou durante o primeiro tempo, o Inter não demorou para balançar a rede na segunda etapa. Aos três minutos, D’Alessandro cruzou a bola para a área, Brenner e Léo se enroscaram na disputa e a bola ficou com Rodrigo Dourado. O volante finalizou para o gol e deixou tudo igual no Estádio Centenário.

Após marcar, o Inter passou a tomar conta do jogo em busca da virada. Aos 10 minutos, D’Alessandro bateu falta direto para o gol e quase fez o goleiro Matheus de complicar. Já aos 16, foi a vez de Carlos mandar uma bomba por cima e assustar os jogadores do Anilado.

Na sequência, aos 19 e 21, o Inter assustou em oportunidades de D’Alessandro e Uendel. No entanto, a principal chance veio aos 23. Brenner aproveitou passe de Nico López e rolou para D’Alessandro. O meia argentino recebeu livre dentro da área, mas chutou para fora.

Nos minutos seguintes, o Novo Hamburgo equilibrou o jogo e teve chances para marcar. Aos 26, Lucas Santos aproveitou cruzamento e mandou de cabeça, porém, a bola foi para fora. Já aos 27, novamente o atacante teve a oportunidade, mas finalizou pela linha de fundo.

Nos instantes finais, as equipes atacaram com menos força para evitar surpresas. O Inter ainda teve as melhores chances para sair com a vitória, mas não foi efetivo para balançar as redes.

O Colorado ainda teve uma última chance aos 46 minutos. D’Alessandro dominou pelo meio e acionou William. O lateral recebeu livre dentro da área, mas se enroscou com a bola. Com isso, o goleiro Matheus se recuperou e fez a defesa, em incrível chance perdida pelo Inter. Após este lance, não houveram mais oportunidades e o árbitro apitou para o título ser decidido na disputa por pênaltis.

Na disputa por pênaltis, o Internacional perdeu três cobranças com D’Alessandro, Nico López e Víctor Cuesta, e o Novo Hamburgo conseguiu ser mais efetivo para vencer por 3 a 1 e se sagrar campeão do Campeonato Gaúcho.

FICHA TÉCNICA

NOVO HAMBURGO (3)1X1(1) INTERNACIONAL

Local: Estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS)
Data: 07 de maio de 2017, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (RS)
Assistentes: Rafael Da Silva Alves e Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (RS)
Público: Não Divulgado
Renda: Não Divulgado
Cartões Amarelos: Pablo e Júlio Santos (Novo Hamburgo); D’Alessandro(Internacional)
Cartões Vermelhos: Nenhum

GOLS:
NOVO HAMBURGO – Ernando(contra), aos 21 minutos do primeiro tempo
INTERNACIONAL – Rodrigo Dourado, aos três minutos do segundo tempo


NOVO HAMBURGO: Matheus; Léo, Júlio Santos, Pablo e Assis(Léo Carioca); Amaral, Jardel, Preto e Juninho Silva; Branquinho(Lucas Santos) e João Paulo
Técnico: Beto Campos





INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; William, Léo Ortiz, Victor Cuesta e Ernando(Carlos)(Diego); Rodrigo Dourado, Uendel, Edenílson(Valdívia), D’Alessandro e Nico López; Brenner
Técnico: Antônio Carlos Zago



Grêmio: Vídeo especial sobre a final da Copa do Brasil

10/12/2016

O Grêmio campeão da Copa do Brasil 2016 todo mundo já viu. Mas o que este vídeo traz de novo são os detalhes que rolaram dentro e fora de campo, em Porto Alegre (RS). Da movimentação da torcida à festa do título, com um olhar especial para mostrar a emoção na chegada do time ao estádio, o respeito entre os torcedores e noite épica para o Imortal Tricolor. Confira:


Fonte: CBF

Brasil 1 (5) x (4) 1 Alemanha - Agora temos a nossa geração de Ouro!



20/08/2016

Neymar marcou de falta no primeiro tempo e ainda consagrou na última cobrança de pênalti

Foi exatamente como tinha que ser. Nas cobranças de pênalti após um empate por 1 a 1 no tempo normal, o Brasil bateu a Alemanha dentro do Maracanã e levou a primeira medalha de ouro na história dos Jogos Olímpicos. Neymar, mesmo após todas as críticas da imprensa, marcou de falta no primeiro tempo e ainda consagrou na última cobrança de pênalti, após erro de Petersen. A festa no estádio durou até mesmo após o apito final. Na disputa pela medalha de bronze, Nigéria venceu Honduras, por 3 a 2.

Na saída do gramado, o mesmo Neymar finalmente falou com os jornalistas, mas apenas para dizer: "vocês agora vão ter que me engolir". E sim, ele tem razão! Capitão e líder do grupo dentro de campo - ao lado de Renato Augusto -, o camisa 10 foi fundamental para a classificação do Brasil. Além da nossa geração de ouro, agora nós também somos a seleção mais vencedora na história da Olimpíadas, com seis medalhas: duas de bronze e três de prata.

SAI DAQUI, ALEMÃO!

Abusando da velocidade, a Alemanha cresceu nos primeiros minutos de jogo. Logo aos 10 minutos de bola rolando os estrangeiros já explodiram a trave do Brasil, com o atacante Brandt, que arriscou de fora da área e calou o Maracanã. Em todo o primeiro tempo foram mais duas carimbadas no travessão de Weverton, em momentos de pressão dos europeus.

Renato Augusto era o brasileiro que mais se movimentava no gramado, tentando organizar a Seleção Brasileira. Micale deixou o jogador mais solto no meio campo, trabalhando as jogadas pelas duas pontas e buscando a posse com os zagueiros. Conforme o tempo foi passando, o Brasil acabou acertando a marcação e passou a explorar o contra-ataque em velocidade.

Com 25 minutos, Neymar disparou pela esquerda, deixou a marcação para trás e acabou derrubado por Ginter na entrada da grande área, pela esquerda. Na cobrança, o próprio camisa 10 ajeitou a bola, aguardou a sinalização do árbitro e mandou para o fundo das redes. Ela ainda tocou o travessão e quicou na linha antes de explodir as arquibancadas do Maracanã.

A desvantagem no placar não desanimou a Alemanha, que cresceu ainda mais em busca do empate. O Brasil tentou administrar a posse de bola e ficou girando a marcação em busca de um espaço, principalmente pelas laterais com Luan e Gabriel Jesus. Neymar também apareceu mais na frente, servindo os companheiros e se movimentando para puxar a marcação.

VAMO MEU BRASIL

Para a segunda etapa os germânicos vieram ainda mais pilhados em busca do empate. Tanto que, aos 13 minutos de jogo, Brandt rolo para Toljan na frente, que abriu na lateral e cruzou a meia altura para Meyer. O camisa sete se antecipou a marcação e bateu de primeira para o fundo das redes de Wéverton, decretando mais uma vez a igualdade no placar olímpico.

Com espaço no contra-ataque, o Brasil passou a explorar a movimentação para se livrar da marcação adversária. Os europeus tentavam acelerar no campo ofensivo, mas Micale acertou a marcação e passou a ganhar a primeira bola no meio campo, desarmando os meias criativos da Alemanha. Ainda assim a Seleção pecou muito nas finalizações e não conseguiu vencer o goleiro Timo Horn.



Vindo no banco de reservas, Felipe Anderson era o jogador mais agudo do time brasileiro, mas pecava na hora de tomar as decisões. Com a saída de Gabriel Barbosa, Jesus foi deslocado para mais próximo da grande área, entre os zagueiros alemães e procurando o pivô com Neymar. Ainda assim o relógio cumpriu seu tempo regulamentar e a decisão ficou para a prorrogação.

HORA DA EXPERIÊNCIA

E a partir daí só deu Brasil. Mostrando experiência, a Seleção trabalhava nas costas da marcação, aparecendo pelo menos quatro vezes frente a frente com Horn, mas pecando demais na hora de finalizar. A Alemanha passou a sentir a pressão adversária e segurou a posse de bola em busca de acalmar o ímpeto verde e amarelo. Os dois tempos da prorrogação foram de completa pressão do time da casa.

Nas cobranças de pênalti o coração brasileiro subiu tanto que foi até a boca. Ginter, Gnabry, Brandt e Süle colocaram a bola no fundo das redes, mas Peterson desperdiçou na última cobrança. Do lado brasileiro, Renato Augusto, Marquinhos, Rafinha e Luan acertaram e deixaram toda a decisão para os pés de Neymar. O craque ajeitou o jogou a bola no canto esquerdo, consagrando o primeiro ouro da Seleção.


FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 x 1  ALEMANHA

Fase: Final
Rodada1ª rodada
Data20/08/2016
Horário17h30
LocalMaracanã - Rio de Janeiro 
ÁrbitroAlireza Faghani (Irã)
AssistentesReza Sokhandan (Irã) e Mohammadreza Mansouri (Irã)

Cartões Amarelos
Brasil: Gabriel, Zeca
Alemanha: Selke, Sven Bender, Prömel

Gols
Brasil: Neymar 26' 1T
Alemanha: Meyer 13' 2T


Brasil

Weverton;
Zeca, Marquinhos, Rodrigo Caio e Douglas Santos;
Wallace, Renato Augusto e Luan;
Gabriel (Felipe Anderson), Gabriel Jesus e Neymar.
Técnico: Rogério Micale






Alemanha

Timo Horn;
Jéremy Toljan, Matthias Ginter, Niklas Süle e Lukas Klostermann;
Lars Bender (Prömel), Sven Bender, Serge Gnabry, Max Meyer e Julian Brandt;
Davie Selke (Petersen).
Técnico: Horst Hrubesch







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COPA AMÉRICA CENTENÁRIO: Chile vence nos pênaltis, é campeão e mantém tabu da Argentina



27/06/2016

Messi foi discreto a maior parte do tempo e ainda desperdiçou sua cobrança de pênalti

Após um jogo muito tenso no tempo normal, com muitas faltas, cartões e nenhum gol, o Chile sagrou-se bicampeão da Copa América Centenário, após vencer a Argentina nos pênaltis, por 4 a 2. Os "hermanos" continuam amargando o jejum de títulos desde 1993, quando levaram o torneio continental. Mais de 80 mil torcedores - a ampla maioria de argentinos - acompanharam a grande final no moderníssimo Metlife Stadium, em Nova Jérsei, nos Estados Unidos.

Ainda não foi desta vez que Lionel Messi conquistou um título pela Argentina. E neste domingo, na derrota nos pênaltis para o Chile, na decisão da Copa América Centenário, após empate por 0 a 0 nos 90 minutos e na prorrogação, ele teve participação decisiva em mais uma frustração própria, e de todo o seu país. Perdeu uma penalidade, isolando a bola como um jogador comum. O craque de 29 anos falhou de novo num momento decisivo por sua seleção.

O Chile repetiu o feito da Copa América do ano passado, quando após empate sem gols no tempo normal e na prorrogação venceu a disputa por pênaltis por 4 a 1 e conquistou o título continental pela primeira vez na história. Agora, comemora o bicampeonato.



A expressão de espanto e desespero de Messi após ver Silva converter a penalidade que garantiu o bicampeonato do Chile diante de 82.026 pessoas no estádio MetLife, em Nova Jersey, deram a dimensão da decepção do craque argentino. Após fazer uma excelente Copa América, foi discreto neste domingo e, para piorar, ainda vai ficar marcado pela perda do pênalti.

A Argentina continua na fila de 23 anos sem títulos com a seleção principal. Desde 1993, quando conquistou a Copa América disputada no Equador, não sabe o que é ser campeã.

O Chile, por seu lado, se firma como uma potência do futebol sul-americano. E consolida a geração considerada a melhor da história do futebol do país, onde se destacam Arturo Vidal, Alexis Sanchez, Vargas e até jogadores que se destacam pela raça, como Medel.

TENSO!

Neste domingo, o primeiro tempo foi marcado por um domínio argentino, mas, sobretudo, por muitas jogadas ríspidas e algumas violentas, de ambos os lados. A Argentina, liderada por Messi e com time melhor tecnicamente, criou as melhores chances. O Chile pouco incomodou.

A grande chance da Argentina na etapa caiu nos pés de Higuaín. E ele voltou a perder um "gol feito", como ocorreu nas duas finais anteriores que sua seleção disputou.

Neste domingo, o atacante ficou na cara de Claudio Bravo após um vacilo de Mendel, que falhou no domínio de uma boa recuada em sua direção. Higuaín penetrou livre, tentou tirar do goleiro, mas acabou tocando para fora, à direita da trave.

Na final da Copa do Mundo de 2014, que a Argentina perdeu para a Alemanha por 1 a 0 no Maracanã, Higuaín perdeu um gol na frente de Neuer - chutou para fora -, após erro de Kroos. No ano passado, na decisão da Copa América do Chile, desperdiçou chance incrível ao chutar no lado de fora da rede, sem goleiro, após passe de Lavezzi.

Na decisão deste domingo, as duas seleções terminaram o primeiro tempo com 10 jogadores. O brasileiro Heber Roberto Lopes expulsou o chileno Diáz aos 28 minutos, pelo segundo cartão amarelo, após falta em Messi; aos 42, deu cartão vermelho direto para o lateral-esquerdo Rojo, por falta dura em Arturo Vidal.

O Chile, que não havia concluído uma vez sequer contra o gol argentino na primeira etapa, voltou mais atrevido para o segundo tempo. Criou algumas chances, mas, ainda assim, a Argentina levava mais perigo.

CHORO NO FINAL!

A partir da metade da etapa, porém, o jogo ficou mais equilibrado, com as duas equipes mais precavidas. A Argentina, porém, começou a dar sinais de desgaste físico. O Chile, então, passou a atacar com maior intensidade. A prorrogação foi emocionante, com uma chance clara de gol para cada equipe.

Na disputa de pênaltis, cada seleção falhou na sua primeira cobrança: Vidal parou em Romero e Messi isolou a bola. O Chile acertou os três pênaltis seguintes e a Argentina converteu dois. No terceiro, Bravo defendeu a cobrança de Biglia. Silva, então converteu o quinto pênalti chileno, para desespero da Argentina do Chile e de Messi, e nova festa do Chile.



FICHA TÉCNICA

ARGENTINA 0 x 0 CHILE

FaseFinal
Rodada1ª rodada
Data26/06/2016
Horário21h00
LocalMetlife Stadium - Nova Jersey (EUA) 
ÁrbitroHeber Roberto Lopes (BRA)
AssistentesKleber Gil (BRA) e Bruno Boschilia (BRA)
Público82.026 pagantes

Cartões Amarelos
Argentina: Mascherano, Messi, Kranevitter
Chile: Beausejour, Vidal, Aránguiz, Díaz

Cartões Vermelhos
Argentina: Rojo
Chile: Díaz

Argentina

Sergio Romero;
Mercado, Otamendi, Funes Mori e Marcos Rojo;
Mascherano, Banega (Lamela), Biglia e Di Maria (Kranevitter);
Messi e Higuaín (Aguero)
Técnico: Gerardo Martino





Chile

Claudio Bravo;
Isla, Medel, Gonzalo Jara e Beausejour;
Aránguiz, Marcelo Diaz, Vidal e Fuenzalida (Edson Puch);
Vargas (Nicolás Castillo) e Alexis Sánchez (Francisco Silva)
Técnico: Juan Antonio Pizzi






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