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FLAMENGO VIRA COM DOIS DE GABIGOL, VENCE O RIVER E CONQUISTA O BI DA LIBERTADORES

Flamengo levanta a taça da Libertadores novamente após 38 anos.  
Foto: Martin Mejla/Associated Press/Estadão Conteúdo
23/11/2019 

Uma final emocionante no Monumental de Lima na tarde deste sábado, quando o Flamengo perdia por 1 a 0 do River Plate até os 43 minutos do segundo tempo e em três minutos virou o jogo e conquistou a segunda Libertadores de sua história após 38 anos.

O River dominou a maior parte do jogo, e saiu na frente no primeiro tempo após falha defensiva do Flamengo, com o atacante Borré. Mais calmo no segundo tempo, o Rubro-negro foi crescendo na partida e a estrela de Gabigol brilhou no final com gols aos 43 e 46 minutos.

Com o título, o Fla garantiu sua vaga para o Mundial do Catar em dezembro. A equipe de Jorge Jesus ainda pode conquistar o Brasileiro neste domingo mesmo sem entrar em campo, bastando que o Palmeiras não vença o Grêmio em confronto em São Paulo.

RIVER SAI NA FRENTE E FLAMENGO NÃO SE ENCONTRA

As equipes iniciaram a partida se estudando. O Flamengo buscava a posse be bola enquanto o River marcava em cima e não deixava o meio de campo trabalhar. No ataque, Gabigol e Bruno Henrique também eram marcados muito de perto e não tinham liberdade.

A estratégia argentina era baseada nos contra-ataques rápidos e com muita objetividade, explorando principalmente as laterais do campo e a defesa alta do Rubro-negro. Em cada retomada de bola, o River chegava próximo à área do Fla em poucos segundos.

O primeiro lance de gol do Flamengo foi aos 9, em uma tentativa de Bruno Henrique de fora da área que, apesar do chute forte, passou longe do gol de Armani.

Mais objetivo e muito aplicado taticamente, o River abriu o placar em uma falha de comunicação da dupla de volantes do Flamengo. Nacho Fernández foi à linha de fundo próximo da linha da área marcado por Felipe Luis. O argentino cruzou fraco para o meio e William Arão e Gérson pareciam com a situação dominada mas deixaram a bola passar. Ela acabou num buraco no meio da defesa perto da marca do pênalti e Rafael Borré mandou no canto de Diego Alves.

O gol abalou os brasileiros e a equipe do Flamengo passou a dar espaços para o adversário, que continuava a marcar muito bem, especialmente no meio de campo.

O River picava o jogo e não deixava o jogo do Fla fluir. Sem conseguir penetrar no forte bloqueio argentino, o Flamengo não chegava perto do gol adversário e ainda sofria com as escapadas argentinas.

Aos 20, bola recuperada pelo River no grande círculo e Suárez é acionado nas costas de Rafinha pela esquerda. O atacante avança ao fundo marcado por Rodrigo Caio, se aproxima da área e cruza rasteiro. De La Cruz fura e perde grande chance de fazer o segundo.

O River chegou perto novamente aos 36. Montiel puxou o contra-ataque em velocidade pela direita e tocou para Borré. O centroavante fez o pivô e rolou para trás para Exequiel Palacios soltar uma bomba. Diego Alves voou mas a bola passou perto da trave esquerda e saiu pela linha de fundo.

GABIGOL APARECE NO SEGUNDO TEMPO E VIRA HERÓI

As duas equipes retornaram para o segundo tempo sem alterações. O River manteve o padrão de jogo e o Flamengo tentava buscar a calma necessária para reagir. Mais ligada no jogo, a equipe brasileira começou a ameaçar mais e quase chegou ao empate aos 11.

Bruno Henrique recebeu na esquerda e avançou em direção à área. O atacante teve a chance de finalizar mas cruzou para o meio. Arrascaeta tentou a finalização mas furou. A zaga não cortou e a bola sobrou para Gabigol no segundo pau, mas ele carimbou a zaga. No rebote, Everton Ribeiro mandou no canto e Armani fez grande defesa.

O Flamengo teve uma baixa de peso aos 20 minutos, quando Gerson sentiu problema muscular e foi substituído por Diego. Tenso, o Flamengo seguia envolvido na marcação executada com perfeição pelo River, que também gastava o tempo com muita eficiência.

O River assustou em dois lances em sequência. Aos 21, Suárez recebeu livre na área e cruzou, mas Marí conseguiu afastar. No minuto seguinte, bola lançada na área pelo alto, a zaga rebate e Nacho Fernádez chuta de fora da área perto do gol de Diego Alves.

O Fla respondeu aos 30 em boa trama do ataque. Bruno Henrique avançou na diagonal da esquerda e, mesmo desequilibrado, achou Diego. O dez tocou para Gabigol na direita e este rolou para Everton Ribeiro, que levantou na área. Arrascaeta tentou a bicicleta mas mandou na zaga. No rebote, Diego arriscou de longe e isolou.

Se por um lado o volume ofensivo do Flamengo crescia, o River seguia perigoso nos contra-ataques. Aos 35, Suárez fez grande jogada na linha de fundo pela direita, deixou Marí pra trás e rolou para a chegada de Palacios. O meia bateu rasteiro mas errou o alvo.


GABIGOL ENTRA EM CENA

Apagado no jogo, Gabigol não tinha acertado uma boa jogada sequer até os 43 minutos. Foi quando Bruno Henrique dominou na frente da área e tocou para Arrascaeta. O uruguaio se esticou e cruzou do outro lado para Gabigol, livre estufar a rede.

Três minutos depois, Gabigol foi lançado de longe e, no meio de dois zagueiros, dominou a bola e bateu no canto de Armani para fazer o gol do título.

Antes do apito final, Palacios e Gabigol foram expulsos, mas nada mais tiraria o título da equipe brasileira.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO-BRA 2 X 1 RIVER PLATE-ARG

Local: Estádio Monumental, em Lima (Peru)
Data: 23 de novembro de 2019 (Sábado)
Horário: 17h(de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (Chile)
Assistentes: Christian Schiemann (Chile) e Claudio Rios (Chile)
Cartões Amarelos: Pablo Marí, Rafinha (Fla); Milton Casco, Matías Suárez, Enzo Pérez (River)
Cartões Vermelhos: Gabigol (Fla); Palacios (River)
Gols:
FLAMENGO: Gabigol, aos 43 e aos 46 min do 2º tempo
RIVER PLATE: Rafael Borré, aos 14 min do 1º tempo

FLAMENGO: Diego Alves, Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Mari e Filipe Luís; Willian Arão (Vitinho), Gerson (Diego), De Arrascaeta (Piris da Motta) e Everton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabigol
Técnico: Jorge Jesus





RIVER PLATE: Franco Armani, Gonzalo Montiel, Martínez Quarta, Javier Pinola e Milton Casco (Paulo Díaz); Enzo Pérez, Nacho Fernández (Julián Álvarez), Exequiel Palacios e De la Cruz; Rafael Borré (Lucas Pratto) e Matías Suárez
Técnico: Marcelo Gallardo

ELIMINATÓRIAS: CHILE VENCE EQUADOR NO FIM E VOLTA AO GRUPO DE CLASSIFICAÇÃO PARA A COPA

Vitória do Chile foi conquistada nos minutos finais (Foto: Martin Bernetti/AFP)

05/10/2017 
  
O Chile sofreu, mas conseguiu a vitória que precisava para seguir lutando por uma vaga na Copa do Mundo. Nesta quinta-feira, os chilenos receberam o Equador, no Estádio Monumental de Santiago, em jogo válido pela penúltima rodada das Eliminatórias Sul-Americanas, e conseguiram a vitória por 2 a 1, com o gol do triunfo marcado aos 40 minutos do segundo tempo.

Com a vitória, o Chile chegou aos 26 pontos na tabela das Eliminatórias Sul-Americanas e assumiu a terceira posição, voltando ao grupo de classificação direta para a Copa do Mundo. Os chilenos têm um ponto a mais que Peru e Argentina, quinto e sexto colocados, respectivamente. Já o Equador estacionou nos 20 pontos e está matematicamente sem chances de ir ao Mundial.

O Chile irá decidir sua classificação para a Copa do Mundo em um duríssimo duelo de encerramento das Eliminatórias Sul-Americanas. Na última e decisiva rodada, os chilenos visitam o Brasil, no Palestra Itália, às 20h30(de Brasília) da próxima terça-feira. Na mesma data e horário, o Equador recebe a Argentina, no Estádio Olímpico Atahualpa.

O jogo – Rodeado de tensão, o jogo começou com poucas chances de ambos os lados. No entanto, o Chile foi preciso para logo sair na frente e jogar a pressão para o outro lado do confronto. Aos 21 minutos, Alexis Sánchez roubou a bola no campo de ataque e deu para Valdivia, que cruzou rasteiro para a área. Lá estava Eduardo Vargas, que dominou a bola e chutou forte no alto para abrir o placar em Santiago.

Logo após sofrer o gol, o Equador deu um susto nos chilenos. Aos 26 minutos, Arroyo cobrou uma falta com efeito de muito longe e obrigou o goleiro Claudio Bravo a fazer a defesa em dois tempos para evitar o gol.

Antes do intervalo, o Chile ainda teve uma grande chance para ampliar. Aos 40 minutos, Alexis Sánchez deu grande passe na entrada da área, Valdivia deixou a bola na esquerda e Mena chegou batendo. O lateral esquerdo pegou forte na bola e ela passou raspando a trave, em lance que o goleiro Banguera já estava vendido.

Após esta oportunidade, o jogo esfriou. Com isso, o duelo foi para o intervalo com vantagem parcial de 1 a 0 para o Chile.

O duelo voltou para o segundo tempo com o Chile melhor e perdendo nova grande chance. Aos quatro minutos, Vidal cruzou a bola na cabeça de Valdivia que, de frente para o gol, testou por cima, desperdiçando oportunidade incrível.

Após esta oportunidade, o ritmo de jogo esfriou, mas os chilenos mantiveram o controle da partida. Aos 24, Hernández cabeceou bola cruzada por Valdivia e obrigou Banguera a fazer uma defesa em dois tempos.

Nos minutos finais, o jogo ganhou em dramaticidade. Aos 38 minutos, em uma de suas poucas oportunidades, o Equador chegou pela direita com Ordoñez. Ele cruzou rasteiro para a área e Ibarra completou de primeira para deixar tudo igual.

Apesar da expectativa de desespero, os chilenos foram fortes emocionalmente para voltar a frente do placar logo na sequência e conquistar a importantíssima vitória. Aos 40, na pressão, Vidal roubou a bola e tocou na área para Felipe Gutiérrez, que soltou a pancada em bola defendida por Banguera. O goleiro espalmou, mas a bola sobrou para Alexis Sánchez, que empurrou para o gol aberto e decretou a emocionante vitória do time da casa.

FICHA TÉCNICA

CHILE 2 X 1 EQUADOR

Local: Estádio Monumental, em Santiago (Chile)
Data: 5 de outubro de 2017 (Quinta-feira)
Horário: 20h30(de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Brasil)
Assistentes: Emerson de Carvalho (Brasil) e Marcelo Van Gasse (Brasil)
Cartões Amarelos: Valdivia, Vidal e Francisco Silva(Chile); Antonio Valencia e Ibarra(Equador)
Cartões Vermelhos: Nenhum

GOLS:
CHILE – Eduardo Vargas, aos 21 minutos do primeiro tempo, e Alexis Sánchez, aos 40 minutos do segundo tempo
EQUADOR – Ibarra, aos 38 minutos do segundo tempo

CHILE: Claudio Bravo, Isla, Gonzalo Jara, Medel e Mena; Vidal, Francisco Silva(Pulgar), Pablo Hernández e Valdivia(Felipe Gutiérrez); Alexis Sánchez e Eduardo Vargas(Martín Rodriguez)
Técnico: Juan Antonio Pizzi

EQUADOR: Banguera, Antonio Valencia, Aimar, Arboleda e Cristian Ramírez(Ibarra); Orejuela, Intriago(Jacob Murillo), Ibarra e Arroyo; Preciado(Garcés) e Roberto Ordóñez
Técnico: Jorge Célico


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ELIMINATÓRIAS: PARAGUAI SURPREENDE CHILE FORA DE CASA E EMBOLA LUTA POR VAGA NA COPA

(Foto: Claudio Reyes/AFP)

02/09/2017 

Na noite desta quinta-feira, o Paraguai conquistou uma importante vitória na luta para se garantir na Copa do Mundo de 2018. Em partida válida pela 15ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas, a equipe de Francisco Arce surpreendeu e venceu o Chile, fora de casa, por 3 a 0.

O Paraguai abriu o placar aos 24 minutos do primeiro tempo, quando Vidal, um dos principais jogadores da seleção chilena, marcou contra. Os visitantes aumentaram a vantagem aos nove da segunda etapa, com Cáceres. Aos 47, Ortiz deu números finais ao duelo.

Com o resultado, o Paraguai sobe para a sexta colocação, com 21 pontos. Por sua vez, o Chile segue em quarto, com 23. Contudo, a classificação pode mudar, dependendo dos outros resultados da rodada.

Os times voltam a campo na próxima terça-feira, pela 16ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas. Às 17 horas (de Brasília), o Chile viaja para encarar a Bolívia. Por sua vez, o Paraguai joga às 21 horas, em casa, contra o Uruguai.

O Jogo – Atuando ao lado da torcida, o Chile começou tendo o controle da partida. Contudo, o duelo estava truncado, e poucas chances de gols eram criadas por ambas equipes.

A primeira boa chance da partida aconteceu aos 17 minutos do primeiro tempo. Pela direita, Isla recebeu e bateu no gol, mandando a bola na trave. Contudo, o auxiliar anulou o lance acusando impedimento.

A rede balançou aos 24. Após cobrança de falta de Óscar Romero, Vidal cabeceou sozinho e mandou contra o próprio gol, colocando o Paraguai na frente do placar.

Em desvantagem, o Chile tentava achar o gol de empate, mas pouco conseguia fazer, já que o adversário se fechou no campo de defesa. A última boa chance do primeiro tempo foi de Vargas, mas Anthony Silva defendeu o chute do atacante.

A etapa final começou com os donos da casa pressionando e quase empatando aos sete, mas Vargas chutou forte para fora.

As chances desperdiçadas pelo chilenos custaram caro. Aos nove, após dividida, a bola sobrou para Cáceres, que bateu para o gol. Bravo tentou espalmar e conseguiu tocar na bola, mas não evitou o segundo gol do Paraguai no duelo.

Buscando o tento de toda maneira, o Chile se lançou ao ataque, enquanto os visitantes tentavam segurar a pressão e o resultado. Aos 25, os donos da casa marcaram com Paredes, mas o gol foi anulado pela arbitragem.

Pecando pela falta de efetividade, o Chile não conseguiu chegar ao gol, enquanto o Paraguai dava mostras de que poderia aumentar o placar. Os torcedores da casa não esconderam a insatisfação com o resultado, e começaram a deixar o Monumental antes da partida chegar ao final.

Aos 47, o Paraguai encerrou o duelo em grande estilo. Após rápido contra-ataque, Romero tocou na medida para Ortiz, que bateu cruzado, balançando a rede de Bravo pela terceira vez na partida.

FICHA TÉCNICA

CHILE 0 X 3 PARAGUAI

Local: Estádio Monumental, em Santiago (Chile)
Data: 31 de agosto de 2017 (quinta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
Assistentes: Hernán Maidana (Argentina) e Juan Pablo Belatti (Argentina)
Cartões amarelos: Aránguiz, Jara, Beausejour e Vidal (Chile); Bareiro (Paraguai)
Gols: PARAGUAI: Vidal, contra, aos 24 minutos do primeiro tempo; Cáceres, aos nove, e Ortiz, aos 47 do segundo tempo

CHILE: Bravo, Isla, Medel, Jara (Orellana) e Beausejour; Marcelo Díaz (Paredes), Aránguiz e Vidal; Vargas, Sánchez e Castillo (Valdivia)
Técnico: Juan Antonio Pizzi

PARAGUAI: Antony Silva; Moreira, Gómez, Paulo Da Silva, Junior Alonso e Samudio (Bareiro); Cristian Riveros e Víctor Cáceres (Ortiz); Óscar Romero, Almirón (Rolón) e Barrios
Técnico: Francisco Arce


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ELIMINATÓRIAS: CUEVA MARCA E PERU ENTRA DE VEZ NA BRIGA POR UMA VAGA NA COPA

Em má fase no São Paulo, Cueva marcou o segundo gol do Peru e depois 
deixou o jogo (Foto: Cris Bouroncle/AFP)

02/09/2017  

A seleção do Peru não decepcionou seus torcedores, que lotaram o estádio Nacional, em Lima, na noite dessa quinta-feira. Com gols de Flores e Cueva no segundo tempo, os donos da casa bateram a Bolívia por 2 a 0 e entraram definitivamente na briga por uma vaga na Copa do Mundo de 2018. A três jogos do fim das Eliminatórias Sul-Americanas, os peruanos somam 21 pontos e ocupam a sexta colocação. Chile e Argentina têm 23 pontos e detêm, respectivamente, a última vaga direta e o direito de ir à repescagem no momento, depois de 15 rodadas. O Paraguai, apesar de também acumular 21 pontos, fica atrás do Peru no critério de desempate.

Vice-lanterna da competição, a Bolívia mais uma vez mostrou toda sua fragilidade. Depois de sua 11ª derrota, a equipe verde segue estacionada na nona colocação, com dez pontos, à frente apenas da Venezuela, que tem sete pontos.

Desde os primeiros minutos a superioridade técnica e emocional dos peruanos ficou muito clara. Motivados pela derrota do Chile e pelo empate da Argentina, que aconteceram mais cedo, os comandados do ex-palmeirense Ricardo Gareca foram tomados pelo entusiasmo das arquibancadas. A esperança estava no ar de Lima.

Quem mais sofreu com isso tudo foi o goleiro Carlos Lampe, que precisou trabalhar bastante. Na primeira etapa, Lampe evitou gols de Cueva, Farfán e Carrillo. Por outro lado, Carlos Cáceda, dono da meta peruana, praticamente só assistiu ao confronto.

Apesar do domínio, nada de gols. O panorama do confronto também não mudou. Com apenas três minutos, Lampe já precisou trabalhar novamente, e dessa vez em grande estilo para defender cabeçada à queima-roupa de Farfán.

Mesmo com tanto domínio, os peruanos levaram um susto daqueles. Aos seis minutos, Campos cobrou falta na trave e silenciou o estádio Nacional por alguns segundos. O alívio só veio aos nove minutos, quando Flores aproveitou furada bizarra de Diego Wayar dentro da área e emendou um belo chute no ângulo. Golaço.

Era tudo que o Peru precisava para embalar. E aí foi a vez de Christian Cueva brilhar. Em má fase no São Paulo, o meia conseguiu se livrar da marcação na frente da área e bateu forte, no alto, sem chance para Lampe dessa vez.

Quando enfim parecia que o Peru tinha o domínio da situação e a torcida já ameaçava até o famoso “olé” nas arquibancadas, a partida ganhou um tom de drama. Álvarez recebeu lançamento longo e contou com a saída mal calculada de Cáceda do gol. O atacante da Bolívia tocou por cima do goleiro e ainda contou com a colaboração de Rodríguez embaixo da trave para colocar os visitantes no jogo com novamente.

E nos acréscimos, a Bolívia teve a grande chance para arrancar um empate histórico e complicar o Peru em sua luta particular. Justiniano ficou com a bola limpa, quase dentro da pequena área, após sobra de cruzamento. Mas, na hora de finalizar, o atacante isolou. Dessa forma, o Peru assegurou os importantes três pontos em casa nessa quinta.

Na próxima rodada, com Paolo Guerrero de volta, já que o centroavante flamenguista teve de cumprir suspensão nessa 15ª rodada, o Peru fará confronto direto com o Equador, adversário que tem um ponto a menos a tabela, terça, às 18 horas (sempre em horário de Brasília). Em casa, a Bolívia vai receber o Chile no mesmo dia, mas às 17 horas.

FICHA TÉCNICA

PERU 2 X 1 BOLÍVIA

Local: Estádio Monumental, em Lima (Peru)
Data: 31 de agosto de 2017 (Quinta-feira)
Horário: 23h15(de Brasília)
Árbitro: Andrés Cunha (Uruguai)
Assistentes: Nicolas Taran (Uruguai) e Mauricio Espinosa (Uruguai)
Cartões amarelos: PERU: Advíncula, Aquino, Farfán. BOLÍVIA: Raldés, Jhasmani Campos

GOLS:
PERU: Édison Flores, aos 9, e Cueva, aos 13 minutos do 2T.
BOLÍVIA: Jhasmani Campos, aos 26 minutos do 2T

PERU: Carlos Cáceda, Luis Advíncula, Christian Ramos, Alberto Rodriguez e Miguel Trauco; Pedro Aquino, André Carrillo (Andy Polo), Farfán e Edison Flores; Christian Cueva (Hurtado) e Raúl Ruidíaz (Sergio Peña)
Técnico: Ricardo Gareca

BOLÍVIA: Carlos Lampe, Diego Bejanaro, Edward Zenteno, Raldés e Sagredo (Jorge Flores); Gabriel Valverde; Diego Wayar, Raúl Castro (Justiniano) e Jhasmani Campos; Gilbert Álvarez e Marcelo Moreno
Técnico: Mauricio Soria


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Guerrero marca e Peru se mantém vivo com empate nas Eliminatórias

O palmierense Guerra e o flamenguista Guerrero se enfrentaram nesta quinta, na Venezuela 
(Foto: AFP PHOTO / JUAN BARRETO)

23/03/2017 

Depois de levar dois gols da Venezuela no primeiro tempo, o Peru conseguiu reunir forças para reagir na etapa final e saiu do estádio Monumental, em Maturín, com um empate de certa forma heroico. O ponto ganho fora de casa faz com que a equipe comandada pelo técnico Ricardo Gareca siga viva na esperança de alcançar ao menos a repescagem nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo do ano que vem, que será disputada na Rússia.

Lanterna da competição e já sem chances de classificação, a Venezuela, que venceu apenas um jogo até aqui e soma apenas seis pontos, surpreendeu os peruanos graças a grande noite de Otero, meia-atacante do Atlético-MG e conhecido dos torcedores brasileiros. Dos pés do camisa 10, a Venezuela chegou aos seus dois gols.

Primeiro, Otero cobrou falta na área e viu Ángel cabecear no travessão. No rebote, Villanueva mandou para o gol vazio. Antes do intervalo, o próprio jogador do Galo correu para o abraço depois de contar com colaboração do goleiro Gallese ao cobrar falta direto para o gol.

O problema é que o placar não refletia o que era o jogo. Mesmo antes do intervalo, a seleção peruana já havia conseguido criar ao menos três grandes oportunidades claras de balançar as redes. Cueva, Guerrero e o goleiro Fariñez foram os vilões.

Mas, na etapa final a Venezuela não teve forças para segurar os peruanos. Logo aos 35 segundo de bola rolando Cueva deixou Carillo na cara do gol e o atacante não desperdiçou.

A Venezuela não soube aproveitar os espaços dados para o contra-ataque e Paolo Guerrero acabou igualando o marcador, de cabeça, após cobrança de escanteio de Yotún. Dai para frente, o jogo ficou aberto, com o Peru partindo para a pressão total, enquanto os venezuelanos tinham tudo para marcar mais um no contra-ataque. Aos 45, a bola do jogo caiu para Cueva, que acabou mais uma vez lamentando a conclusão para fora.

Na próxima rodada, o Peru terá a dura missão de receber o Uruguai no estádio Nacional, terça, às 23h15 (horário de Brasília). Já a Venezuela vai pegar o Chile, em Santiago, no mesmo dia, mas às 19h.

FICHA TÉCNICA

VENEZUELA 2 X 2 PERU

Local: Estádio Monumental, em Maturín (Venezuela)
Data: 23 de março de 2017 (Quinta-feira)
Horário: 20h30 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Cáceres (Paraguai)
Assistentes: Eduardo Cardozo (Paraguai) e Juan Zorrilla (Paraguai)
Cartões amarelos: VENEZUELA: Murillo, Felstscher.PERU: Trauco, Christian Ramos

GOLS: 
VENEZUELA: Villanueva, aos 23, e Otero, aos 39 minutos do 1T.
PERU: Carillo, a 35 segundos, e Guerrero, aos 18 minutos do 2T

VENEZUELA: Fariñez, Alexander González, Wilker Ángel, Mikel Villanueva e Feltscher; Tomás Rincón, Rômulo Otero (Machís), Jhon Murillo (Soteldo), Alejandro Guerra e Martínez (Herrera); Salomón Rondón
Técnico: Rafael Dudamel




PERU: Pedro Gallese, Aldo Corzo, Alberto Rodríguez, Christian Ramos e Miguel Trauco; Renato Tapia (Aquino), Yosimar Yotún (Sergio Peña), André Carrillo (Ruidíaz), Edison Flores e Christian Cueva; Paolo Guerrero 
Técnico: Ricardo Gareca



ELIMINATÓRIAS: Otero marca, Venezuela massacra a Bolívia e vence a primeira

Venezuela massacrou a Bolívia nesta quinta-feira, vencendo pelo placar de 5 a 0 

Foto: George Castellanos/AFP
11/11/2016 

A Venezuela recebeu a Bolívia nesta quinta-feira, no Estádio Monumental de Maturín, e não deu chances para o adversário. Com gol do atleticano Otero, a seleção Vinotinto conseguiu uma grande goleada pelo placar de 5 a 0 e chegou à sua primeira vitória nas Eliminatórias Sul-Americanas.

Com o resultado, a Venezuela chegou aos cinco pontos e alcançou a nona colocação das Eliminatórias, deixando a Bolívia segurando a lanterna, com quatro.

Na próxima terça-feira, a Bolívia abre a 12ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas recebendo o Paraguai, às 18h(de Brasília), no Estádio Hernando Siles. Já a Venezuela entra em campo um pouco mais tarde, às 19h(de Brasília), visitando o Equador, no Estádio Olímpico de Atahualpa.

O jogo – A Venezuela começou a partida com tudo e não deu chances para a Bolívia se postar defensivamente dentro de campo. Logo aos dois minutos, Kouffati aproveitou bola alta na área e mandou de cabeça para abrir o placar para os donos da casa.

A Vinotinto ampliou o placar logo na sequência. Após escanteio cobrado para a área, aos nove minutos, Josef Martínez subiu mais alto que a defesa e, assim como no primeiro gol, mandou de cabeça para balançar as redes e fazer o segundo dos venezuelanos.

Após os dois gols da Venezuela logo no início, o jogo perdeu em intensidade, já que a Bolívia pouco conseguia criar para chegar ao empate. Com isso, a Vinotinto seguiu dominando a partida e criando algumas chances. Aos 35 minutos, Alexander González arriscou de fora da área e levou muito perigo ao gol defendido por Lampe.

Sem outras grandes emoções, o duelo foi para o intervalo com a Venezuela segurando a boa vantagem por 2 a 0.

Otero fez um dos gols da goleada venezuelana - Foto: Juan Barreto/AFP

A partida voltou para o segundo tempo, porém, sem nenhuma novidade nos rumos do jogo. A venezuela seguia dominando o duelo e criando as melhores chances, como aos cinco minutos, em cobrança de falta perigosa de Otero.

Sem sustos, a seleção Vinotinto passou a dominar o ritmo do jogo e construir o placar sem grandes dificuldades. Aos 22 minutos, Josef Martínez aproveitou rebote do goleiro e completou para a rede para fazer seu segundo na partida e o terceiro da Venezuela.

Já aos 25, novamente Martínez apareceu para tocar por cima do goleiro Lampe e anotar o quarto dos mandantes e completar seu hat-trick na partida.

Ainda deu tempo para o meia Otero deixar o seu. O jogador do Atlético-MG aproveitou jogada de Murilo, aos 28 minutos, e completou para a rede para fechar a goleada no Estádio Monumental.

FICHA TÉCNICA

VENEZUELA 5 X 0 BOLÍVIA

Local: Estádio Monumental, em Maturín (Venezuela)
Data: 10 de novembro de 2016 (Quinta-feira)
Horário: 21h30(de Brasília)
Árbitro: Andres Cunha (Uruguai)
Assistentes: Richard Trinidad (Uruguai) e Horacio Ferreiro (Uruguai)
Público: 45.850 presentes
Cartões Amarelos: Edemir Rodríguez e Rodrigo Ramallo(Bolívia)
Cartões Vermelhos: Nenhum

GOLS:
Venezuela – Kouffati, aos dois minutos do primeiro tempo, Josef Martínez, aos nove minutos do primeiro tempo, e aos 22 e aos 25 do segundo tempo, e Otero, aos 28 minutos do segundo tempo

VENEZUELA: Dani Hernández, Alexander González, Vizcarrondo, Villanueva e Feltscher; Rincón, Zambrano, Otero(Luis González) e Jhon Murillo; Josef Martínez(Christian Santos) e Kouffati(Figuera)
Técnico: Rafael Dudamel





BOLÍVIA: Lampe, Rodríguez, Raldes, Zenteno e Bejarano; Veizaga(Castro), Azogue, Diego Wayar e Yasmani Duk(Zoch); Marcelo Moreno e Rodrigo Ramallo(Campos)
Técnico: Ángel Guillermo Hoyos


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