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DATA SCIENCE NA COPA DO MUNDO DE 2018: COMO A CIÊNCIA PODE PREDIZER O FUTURO

16/08/2018

Terminada a competição, a análise dos resultados mostra dados curiosos, em especial sobre a eliminação da equipe brasileira, e também sobre a comparação entre o Ranking técnico da Fifa e o Ranking de preferência popular digital (RD), medido através de engajamento em redes sociais.



DESEMPENHO DOS RANKINGS

A se considerar o Ranking de engajamento digital (RD) como critério para indicar, antes de cada jogo, quem poderia ser o respectivo vencedor, os números são os seguintes:

1) O RD acertou o time vencedor em 57,81% dos jogos;
2) Considerando somente os jogos "líquidos" (onde houve um vencedor no tempo normal), o índice sobe para 71,15%;
3) Comparando diretamente o Ranking de Engajamento Digital X Ranking da FIFA, o RD (baseado em preferência) teve um desempenho 85,71% superior ao Ranking da Fifa (baseado em critérios técnicos);
4) O RD acertou o jogo mais importante: a final da Copa;
5) O RD acertou 100% dos jogos do grupo A;
6) O RD acertou 6 em 8 jogos das oitavas.
Ou seja, há situações nas quais a "escolha pessoal" em massa (engajamento) prevalece sobre o desempenho técnico. Na Copa essa proporção foi de 1,85:1.

PREVISÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO BRASILEIRA

No dia 28/06/2018 MrPredictions e o Instituto Mapa, que trabalham em parceria com a empresa Nexxera, divulgaram uma análise de dados e indicadores (data science) mostrando um grave problema da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Tratava-se das jogadas aéreas com bola parada, em especial nos escanteios.

Os dados foram publicados em vários sites e blogs, geralmente com o título "Data Science: bola aérea é o grande problema do Brasil em copas".

O estudo mostrava que todas as eliminações brasileiras, após a Copa de 70, foram provocadas ou influenciadas diretamente por bola aérea, em especial aquela decorrente de bola parada em escanteio - com exceção de 1978 (saldo de gols) e 1990 (jogada terrestre). Além disso, o estudo de cruzamento de dados também mostrou que nas 3 finais olímpicas nas quais o Brasil foi derrotado a bola aérea foi um fator chave. Nesse relatório de análise de risco elaborado por MrPredictions e pelo Instituto Mapa, a palavra "escanteio" aparece citada 6 vezes ao longo do texto.

No primeiro jogo da Copa de 2018, o Brasil tomou um gol na primeira bola aérea perigosa em sua área, proveniente de um escanteio. MrPredictions e o Instituto Mapa, que trabalham em parceria com a empresa Nexxera, lançaram uma advertência um dia antes do jogo, segundo a qual 8 jogadores belgas tinham altura superior ao maior defensor brasileiro (Miranda, 1,86m), e que era grande a probabilidade de que essa vantagem fosse explorada com eficiência pelo time belga nas bolas paradas, em especial nos escanteios.

Durante o jogo, o que se viu nos tiros de canto foram várias situações na qual um jogador belga percorreu livremente a área brasileira em direção ao "primeiro pau" para fazer o cabeceio. Notoriamente uma jogada ensaiada, e qual resultou no primeiro gol da Bélgica, provocado pela cabeçada de Vincent Kompany aos 13 minutos do primeiro tempo. O jogador iria repetir a mesma jogada algumas vezes durante a partida.

QUEM MAIS SUBIU QUEM MAIS CAIU - AS SELEÇÕES QUE MAIS SE DESTACARAM NAS REDES SOCIAIS DURANTE A COPA

Na primeira fase da copa Uruguai e Rússia foram as equipes que mais subiram, com 20% e 17,3% respectivamente, seguidos por Suécia (13,3%), Portugal (12,7%), Dinamarca (11,8%) e Suíça (10,5%). Entre estas seleções apenas Uruguai e Portugal estão entre as 10 seleções com maior variação positiva no período da Copa. O Uruguai obteve variação acumulada de 27,41%, enquanto Portugal 18,64%.

Irã, Nigéria e Arábia Saudita não passaram da fase de grupos, mas foram as seleções que mais subiram nas redes sociais se considerarmos a variação acumulada. Elas tiveram uma variação positiva de 134%, 90,13% e 76,64%, respectivamente. Tunísia (48,02%), Marrocos (48,02%) e Senegal (35,46%) se destacam entre as 10 seleções com variação positiva, mas que ficaram na primeira fase da copa.

Entre as finalistas o destaque vai para a Croácia que teve um aumento de 52,54% no número de seguidores, seguida por Bélgica (17,15%), França (17%) e Inglaterra com 10,24% de variação positiva.

Estes números geraram algumas mudanças no RD. A seleção do Irã subiu seis posições e ocupa o 23º lugar. A Nigéria subiu cinco posições e está na 18ª posição. Marrocos e Croácia ganharam duas posições. Argentina, Senegal e Suíça subiram uma posição. Inglaterra, Arábia Saudita, Dinamarca, Tunísia, Sérvia e Islândia caíram uma posição no RD.

A Costa Rica perdeu doze posições no RD depois da Copa. Sua página do Facebook não está mais disponível. Isso contribuiu para uma variação negativa e a queda do 15º para a 27ª posição no ranking. A Inglaterra perdeu uma posição e agora é a quarta colocada. A França ocupa o 3º lugar no RD com um total de 14.711.207 subscrições. O Brasil teve uma variação de apenas 7%, mas permanece em primeiro lugar no RD com 20.518.965 subscrições.

Entre as 32 seleções a Austrália foi a que menos subiu. Totalizou apenas 309 novas subscrições durante o período da Copa, o que corresponde a uma variação de 0,21%.

CIÊNCIA PARA O USO DE DADOS

No âmbito corporativo esse tipo de informação - análise preditiva com ferramentas inteligentes - pode ser utilizada para melhorar a eficiência das atividades produtivas, tanto no setor privado como na área pública, inclusive com aplicações militares e na área de inteligência, e também em campanhas políticas e publicitárias, trazendo muita intensidade e precisão para avaliações de cenários.

Anexos:
Estudo completo com dados estatísticos:
http://mrpredictions.com/articles/worldcup2018-war-of-rankings/index-pt.php
http://mrpredictions.com/articles/worldcup2018-war-of-rankings-II/index-pt.php
http://mrpredictions.com/articles/who-rose%20-and-who-fell-at-the-cup/

Publicações anteriores:

"BOLA AÉREA: ESTUDO SOBRE UM DOS MAIORES PROBLEMAS DO BRASIL EM COPAS"

https://www.megacurioso.com.br/ciencia/107943-bola-aerea-veja-uma-analise-de-um-dos-maiores-problemas-do-brasil-em-copas.htm

TECNOLOGIA

"Análise conclui que bola aérea é o problema do Brasil em Copas do Mundo"
https://www.itforum365.com.br/tecnologia/bola-aerea-o-problema-do-brasil-em-copas-do-mundo/

Website: http://www.mrpredictions.com/

Fonte: Terra

O RANKING DOS TÉCNICOS BOLEIROS NA COPA 2018

Tite, técnico da Seleção Brasileira (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

07/06/2018

Para ser um grande técnico, é preciso ter sido um grande jogador - ou pelo menos um jogador profissional? Muita gente acha que sim; outros, dizem com veemência que não. Arrigo Sacchi, talvez o maior entre todos os técnicos que nunca chutaram uma bola, costuma dizer que “não é preciso ter sido cavalo para ser jóquei”. 

Discussões à parte, a ideia deste post é outra: investigar as carreiras dos 32 técnicos da Copa do Mundo antes da prancheta. E, claro, fazer uma lista de quem melhor jogou futebol dentre todos eles. Abaixo, um ranking (com critérios totalmente pessoais e subjetivos) do mais craque ao mais perna-de-pau.

1) Didier Deschamps (França)

Único campeão do mundo que será treinador na Rússia, Deschamps encabeça a lista com folga. O capitão da França campeã em casa, em 1998, foi um dos grandes volantes de seu tempo, construindo uma excelente carreira em clubes como Olympique, Juventus e Chelsea. Além de levantar a taça Fifa no Stade de France, ele ganhou ainda a Eurocopa de 2000 e duas edições da Champions League, em 1993 e 1996, ano em que também levou o Mundial de Clubes. 

2) Juan Antonio Pizzi (Arábia Saudita)

Ídolo no Rosário Central, mito no Tenerife, admirado no Barcelona. Juan Antonio Pizzi foi um atacante que ganhou o coração dos torcedores por onde passou. Nascido na Argentina, ele viveu seu auge na Espanha: foi artilheiro da Liga pelo modesto Tenerife, chegou ao Barcelona e disputou a Copa de 1998 e a Eurocopa de 1996 pela seleção espanhola. Ao todo, em 221 jogos no Campeonato Espanhol, marcou 92 gols.

3) Ricardo Gareca (Peru)

O comandante argentino da seleção peruana foi um dos grandes atacantes de sua geração no país-natal. Cria da base do Boca Juniors, Gareca defendeu o clube de La Bombonera, o River Plate e o Independiente, onde conquistou o Torneo Clausura e a Supercopa, ambos e 1994, já no fim da carreira. Também foi bicampeao colombiano pelo América de Cali. Na seleção, Gareca marcou o gol que classificou a Argentina para a Copa de 1986, mas sofreu duplamente: o gol foi dado a Passarela, e ele nao foi convocado para o Mundial, que acabaria com o bi campeonato argentino.

4) Gareth Southgate (Inglaterra)

Um dos zagueiros mais técnicos de sua geração na Inglaterra, Southgate teve uma sólida carreira no English Team. Foram 57 jogos, incluindo as Eurocopas de 1996 e 2000 e a Copa do Mundo de 1998. Ele é, até hoje, o jogador do Aston Villa mais vezes convocado para a seleção, com 42 jogos. Além do Villa, defendeu Crystal Palace e Middlesbrough.

5) Mladen Krstajic (Sérvia)

O treinador da seleção sérvia foi um dos melhores zagueiros da Bundesliga alemã na primeira década dos anos 2000, quando defendeu Werder Bremen e Schalke. Na seleção, ele disputou a Copa de 2006 por Sérvia e Montenegro - durante as eliminatórias, o time teve a melhor defesa, com apenas um gol sofrido.

6) Adam Nawalka (Polônia)

O técnico da seleção polonesa foi outro que teve a carreira interrompida por muitas lesões e acabou aposentando-se aos 27 anos. Mesmo assim, conseguiu feitos importantes: aos 20 anos, participou da Copa de 1978 e foi titular em cinco dos seis jogos incluindo a derrota para o Brasil, por 3 a 1.

7) Stanislav Cherchesov (Rússia)

Goleiro da tradicional escola soviética, Cherchesov disputou competições internacionais com três camisetas diferentes: além da URSS, ele jogou  Eurocopa de 1992 pela Comunidade dos Estados Independentes, e as Copas de 1994 e 2002 (ambas como reserva) - além da Euro-96 - pela Rússia. Foi ainda o camisa 1 de clubes importantes de seu país, como o Spartak e o Lokomotiv, ambos de Moscou.

8) Aliou Cissé (Senegal)

O treinador senegalês já está na história do futebol do país pelo que fez como jogador. Cissé, um zagueiro e volante de muita força física, era o capitão do time que venceu a França por 1 a 0 na Copa de 2002, em uma das maiores zebras da história das Copas. Em clubes, ele defendeu o PSG e o Montpellier na França, além de Birmingham e Portsmouth na Premier League.

9) Age Hareide (Dinamarca)

O norueguês Hareide foi um dos principais jogadores de seu país nos anos 1980, época em que a Noruega esteve distante das maiores competições. Defensor, ele destacou-se no Molde e chamou a atenção do Manchester City. Na Inglaterra, jogou também pelo Norwich City. Foi titular da seleção durante uma década, entre 1976 e 1986, marcando cinco gols em 50 jogos.

10) Óscar Ramírez (Costa Rica)

Ídolo de Alajuelense e Saprissa, os dois maiores clubes da Costa Rica, Óscar Ramírez transformou-se em um dos mais importantes jogadores da história do país. Pela seleção, foram 75 jogos e 6 gols, além da participação na Copa do Mundo de 1990, na Itália, a primeira dos costarriquenhos.

11) Gernot Rohr (Nigéria)

O comandante da Nigéria tem muita história para contar como jogador: já em seus primeiros anos como profissional, era reserva de Franz Beckenbauer no Bayern de Munique campeão da Copa dos Campeões de 1974. Depois, passou por equipes menores da Alemanha, até chegar ao Bordeaux, em 1977. No clube francês, disputou mais de 350 jogos, foi tricampeão francês e eleito duas vezes o melhor zagueiro do país.

12) Tite (Brasil)

O treinador da seleção brasileira foi um bom jogador do futebol nacional dos anos 1980. Depois de passagens pelo Caxias e pelo Esportivo de Bento Gonçalves, o meio-campista Tite defendeu a Portuguesa e o Guarani, onde foi vice-campeão brasileiro em 1986 e paulista, em 1988. Abandonou a carreira aos 28 anos, após graves lesões nos joelhos.

13) Julen Lopetegui (Espanha)

O homem que tenta levar a Espanha a seu segundo título mundial foi um goleiro de currículo invejável, com passagens por Real Madrid e Barcelona. Mas, em nenhum dos dois gigantes, Lopetegui conseguiu se firmar. Os melhores anos da carreira foram no Logroñes, então na elite espanhola. Tanto no Barcelona como no Real, ele não aproveitou as chances que teve e acabou como terceira opção.

14) Shin Tae-yong (Coreia do Sul)

Um dos atacantes mais destacados do futebol sul-coreano anos anos 1990, Shin conquistou seis vezes a Liga Nacional, sempre com o Seongnam. Em 1996, com 18 gols, foi o artilheiro do torneio. Pela seleção, disputou a Copa Asiática daquele mesmo ano.

15) Bert Van Marwijk (Austrália)

Meio-campista, o treinador holandês da Austrália teve seu melhor momento no AZ Alkmaar, clube que defendeu entre 1975 e 1978. Em uma época de concorrência duríssima, ele chegou a ser convocado pelo mitológico Rinus Michels para um amistoso da seleção holandesa contra a Iugoslávia, em 1975. Mas nunca mais voltou a vestir a camisa laranja.

16) Joachim Löw (Alemanha)

O campeão do mundo em 2014 teve uma carreira bem menos expressiva como jogador. Meia-atacante, ele jamais conseguiu se firmar entre os grandes clubes alemães, e viveu os melhores anos da carreira no Freiburg, onde marcou 56 gols em 187 jogos, durante duas passagens. Foi quatro vezes convocado para a seleção sub-21.

17) Nabil Maaloul (Tunísia)

Meio-campista, Maaloul foi um dos primeiros jogadores da Tunísia nos centros mais importantes do futebol europeu, ao defender o Hannover, da Alemanha, durante três temporadas. Pela seleção de seu país-natal, foram 74 jogos, 11 gols e a participação nos Jogos Olímpicos de Seul-1988.

18) Roberto Martínez (Bélgica)

Como Volante defensivo, o catalão teve uma carreira movimentada: foi campeão da Copa do Rei pelo Zaragoza, em 1993-94, e passou pelas divisões inferiores do campeonato inglês, colecionando acessos com clubes então pouco conhecidos, como Wigan e Swansea - anos depois, ele treinaria ambos na Premier League.

19) Héctor Cúper (Egito)

O treinador argentino da seleção egípcia foi zagueiro e fez parte das melhores campanhas da história do Ferro Carril Oeste, clube de Buenos Aires que hoje disputa a segunda divisão. Pelo Ferro, o zagueiro Cúper conquistou dois campeonatos Nacionais, em 1982 e 1984; anos depois, em 1990, ganhou a segunda divisão, com o Huracán.

20) José Pekerman (Colômbia)

O argentino que comanda a seleção da Colômbia foi breve. Volante de contenção, ele abandonou os gramados aos 28 anos, após uma lesão no joelho. Jogou pelo Argentinos Juniors e pelo Independiente de Medellín. 

21) Óscar Tabárez (Uruguai)

A história do “maestro” como jogador foi bem menos brilhante que como técnico. Entre 1967 e 1978, ele foi um esforçado zagueiro e lateral-direito de clubes como Sud América, Bella Vista e Montevidéu Wanderers. Em 1976 e 1977, jogou no Puebla, do México. 

22) Fernando Santos (Portugal)

Zagueiro da base do Benfica nos anos 1970, o futuro campeão europeu com Portugal acabou passando a maior parte da carreira no Estoril, entre a primeira e a segunda divisões de Portugal. Também jogou no Marítimo, da Ilha da Madeira. 

23) Hernán Darío Gómez (Panamá)

O colombiano que levou o Panamá à sua primeira Copa teve a carreira interrompida por uma grave lesão no joelho, quando tinha 28 anos e jogava pelo Atlético Nacional. Pouco depois, começou a carreira de auxiliar-técnico, trabalhando com Francisco Maturana no time de Medellín que conquistou a Libertadores de 1989.

24) Akira Nishino (Japão)

Último treinador a assumir uma seleção para a Copa da Rússia, o comandante japonês foi meio-campista durante os anos 1970, época em que o futebol nipônico ainda era amador. Na seleção, disputou 12 jogos, a maioria nas eliminatórias para a Copa de 1978, e marcou um gol.

25) Juan Carlos Osorio (México)

Um dos mais admirados e polêmicos treinadores da Copa-2018, Osório teve pouco tempo de carreira como profissional. Foram só cinco anos, em que o então meio-campista defendeu o Deportivo Pereira e o Once Caldas, na Colômbia, o Chicago Fire, nos EUA, e teve até uma passagem pouco lembrada pelo Internacional, em 1984.

26) Vladimir Petkovic (Suíça)

O técnico da primeira adversária do Brasil na Copa era um meio-campista de muita técnica, mas nunca chegou a ser o que se esperava dele. Reserva do FK Sarajevo campeão iugoslavo de 1984-85, ele mudou-se para a Suíça pouco depois e jamais se firmou como jogador de primeiro nível.

27) Zlatko Dalic (Croácia)

Meio-campista, o treinador croata teve uma carreira longa, mas sem muito destaque. Durante 17 anos, acumulou três passagens pelo Hajduk Split - as duas primeiras ainda nos tempos da Iugoslávia - e duas pelo mais modesto Varteks Varazdin.

28) Hervé Renard (Marrocos)

O treinador francês da seleção marroquina foi jogador durante 15 anos, sempre por equipes pequenas de seu país: Cannes, Stade de Vallauris e Draguignan. Em todo esse período, o zagueiro Renard jogou apenas uma partida de primeira divisão, na temporada 1988-89.

29) Janne Anderson (Suécia)

O treinador da seleção sueca nunca teve destaque como jogador. Começou no Alets IK, passou pelo IS Halmia e encerrou a carreira no Laholms FK, sempre entre a segunda e a quarta divisões do país.

30) Heimir Hallgrímsson (Islândia)

O comandante do time que revolucionou o futebol islandês foi um jogador pouco relevante - como praticamente todos os islandeses de sua época. Jogou pelo ÍBV, na primeira divisão nacional, mas nunca viveu apenas do futebol: até assumir a seleção do país, Heimir passava a maior parte de seus dias trabalhando como dentista. 

31) Carlos Queiroz (Irã)

O treinador português da seleção iraniana nunca jogou em alto nível. O mais próximo que esteve ser profissional foi um passagem pelas categorias de base do Ferroviário de Nampula, de Moçambique, onde nasceu. 

32) Jorge Sampaoli (Argentina)

O estrategista da seleção argentina jamais chegou ao futebol profissional. Quando tinha 19 anos e tentava a sorte nas categorias de base do Newells Old Boys, sofreu uma grave fratura na perna. Ali acabou sua carreira de jogador.

Fonte: Sagres

Brasil sobe 5 posições e é o 4º no ranking da Fifa

Brasil subiu na lista com as vitórias pelas eliminatórias

16/09/2016

O ótimo início de Tite à frente da seleção brasileira se refletiu na atualização do ranking da Fifa no mês de setembro. Depois das vitórias sobre Equador (fora, por 3 a 0) e Colômbia (em casa, por 2 a 1), a equipe cinco vezes campeã mundial saltou do nono para o quarto lugar, posto que divide com a Colômbia com 1323 pontos.

À frente, só houve troca de posições envolvendo a Alemanha, que foi da quarta para a terceira posição. A Argentina, que venceu o Uruguai e empatou com a Venezuela nas eliminatórias, aumentou a vantagem no topo ao ir de 1585 para 1646 pontos. A Bélgica perdeu pontos (1401 para 1369), mas continua na vice-liderança.

Outros destaques no top 10 foram as entradas de Uruguai e País de Gales. Enquanto os sul-americanos saltaram três lugares na tabela e agora figuram na nona posição, os galeses vêm logo atrás depois de terem subido uma colocação.

Para o ingresso de ambos, houve a saída de duas campeãs mundiais. A Espanha caiu três andares e aparece agora na 11ª colocação, duas à frente da Itália, que despencou também três posições no ranking.

Já Kosovo, que estreou em jogos competitivos ao empatar com a Finlândia por 1 a 1, fora de casa, subiu 22 postos e é 168º. Gibraltar, que foi goleado por 4 a1  para a Grécia na primeira rodada das eliminatórias para Copa do Mundo de 2018 e perdeu amistoso para Portugal por 5 a 0, não soma pontos e está no último lugar da lista ao lado de Somália, Bahamas, Anguilla, Djibouti e Eritreia.

Veja o top 10 do ranking da Fifa:

1) Argentina - 1646 pontos (igual em relação à última atualização)
2) Bélgica - 1369 (=)
3) Alemanha - 1347 (+1)
4) Colômbia - 1323 (-1)
4) Brasil - 1323 (+5)
6) Chile - 1284 (-1)
7) Portugal - 1228 (-1)
8) França - 1188 (-1)
9) Uruguai - 1173 (3)
10) País de Gales - 1161 (+1)

Fonte: ESPN

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Ranking compara PIBs dos países da Copa do Mundo

03/06/2014

Brasil é o 9° colocado entre os 16 que divulgaram resultado do 1° trimestre.
Japão lidera ranking, seguido por Coreia do Sul, Alemanha e Reino Unido.

Em uma imaginária Copa do Mundo do PIB (Produto Interno Bruto), o Brasil também teria que sediar o evento para ter lugar garantido entre os oito cabeças de chave. A alta de 0,2% no 1° trimestre de 2014, divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coloca o país na 9ª posição do ranking de crescimento econômico das nações participantes do Mundial de futebol da Fifa, segundo um levantamento feito a pedido do G1 pelo economista Jason Vieira, diretor-geral do portal de informações financeiras MoneYou.

Dos 32 países que disputarão a Copa deste ano, entre 12 de junho e 13 de julho, 16 já divulgaram os resultados do PIB – que é a soma de todos os bens e serviços produzidos – no 1° trimestre. Esses números mostram a evolução das economias no início do ano.

O Japão lidera o ranking, com avanço de 1,5% nos três primeiros meses de 2014, seguido por Coreia do Sul (0,9%), Alemanha (0,8%) e Reino Unido (0,8%). À frente do Brasil, estão também Chile, Espanha, Bélgica e México. A Suíça aparece empatada, com igual crescimento de 0,2%. 

"A atividade econômica ainda não se aproveitou do grande evento mundial, e muitos acreditam que os feriados forçados em dias de jogos neutralizarão os efeitos positivos dos gastos de turistas e brasileiros", avalia Vieira.

O levantamento também compara o PIB nominal dos países da Copa. Das maiores economias do planeta, só a China está fora do Mundial. Na análise do tamanho das economias, o Brasil aparece na 6ª posição da lista de 32 países, atrás dos Estados Unidos, com seu colossal PIB de US$ 15,9 trilhões, e também do Japão, da Alemanha, da França e do Reino Unido.

Na lanterna, aparece a Bósnia e Herzegovina, com um PIB anual de cerca de US$ 17 bilhões. O topo de baixo do ranking reúne também Gana (US$ 41 bilhões), Camarões (US$ 25 bilhões), Costa do Marfim (US$ 25 bilhões) e Honduras (US$ 18 bilhões). Veja o gráfico ao final do texto.

Futebol x economia

Entre as seis maiores economias da Copa, o Brasil é o maior campeão dos mundiais, com 5 títulos, seguido por Itália (4) e Alemanha (3).

O levantamento lembra que, em termos de apostas, o Brasil também vai bem nas bolsas, onde a expectativa é que o país chegue à final contra a Argentina no dia 13 de julho no Maracanã, no Rio, com 60% de chance de levar a taça, segundo um estudo do banco de investimento americano Goldman Sachs.

"Vemos que liderança em futebol nunca quis dizer absolutamente nada em termos econômicos e, comprovadamente, foram poucos os eventos dessa magnitude que deixaram um legado econômico e de infraestrutura positivos aos países", afirma Vieira. "Os defensores adoram citar as Olimpíadas de 1992 em Barcelona [na Espanha] e esquecem que o mesmo evento 'quebrou' a Grécia", pontua.

Segundo o economista, mais do que os gastos em estádios e infraestrutura para a Copa do Brasil, que devem girar em torno de R$ 30 bilhões, o que mais chama a atenção são os recursos a "fundo perdido", originários de investimento governamental. "O que se discute muito e origina os protestos não é o montante gasto ou o resultado disso, mas, sim, as inúmeras promessas não cumpridas, principalmente de infraestrutura, e a absurda redução da participação privada no evento, sendo esta uma das [Copas] mais caras e com maior 'share' [participação] estatal de todas", critica Vieira.

Variação do PIB nominal - países da Copa (Foto: Arte/G1)

Fonte: G1 


Beira-Rio será um dos "dez estádios mais espetaculares do futuro" para revista

27/12/2013

A revista espanhola “El Gol Digital” em sua edição deste mês escolheu os dez estádios com design mais futurísticos no futebol mundial. A maioria está em fase de construção e quatro são no Brasil, incluindo o primeiro que é o Allianz Parque, do Palmeiras.


Ranking de design em estádios

O quinto da lista é o novo estádio Beira-Rio. Outros estádios brasileiros da lista são o Itaquerão, do Corinthians em São Paulo e a Arena Pantanal, de Cuiabá.

1 – Allianz Parque, do Palmeiras – São Paulo, Brasil
2 – Stade Velodrome, do Olympique Marseille – Marselha, França
3 – Stade des Lumières, do Lyon – Lyon, França
4 – Nou Mestalla, do Valencia – Valência, Espanha
5 – Beira-Rio, do Inter – Porto Alegre, Brasil
6 – Stadion Spartak, do Spartak Moscou – Moscou, Rússia
7- Arena Pantanal, de propriedade estatal – Cuiabá, Brasil
8 – Arena Corinthians, do Corinthians – São Paulo, Brasil
9 – CSKA Moscou Stadium, do CSKA – Moscou, Rússia
10 – Vodafone Arena, do Besiktas – Istambul, Turquia

Novo Beira-Rio é o 5º (Crédito: Divulgação)
Fonte: ClicRBS

Copa levará o Brasil a ter os estádios de futebol mais caros do mundo


16/12/2013

Estudos europeus mostram que valores superam os gastos das duas últimas edições de Mundiais

Com o prazo da Fifa se esgotando para a entrega dos estádios para a Copa do Mundo de 2014, um recorde já está garantido para o Brasil: o País ergueu os estádios mais caros do mundo. Um estudo da consultoria KPMG levantou o custo de cada assento nos estádios construídos pelo mundo. Uma comparação com os valores oficiais dos estádios brasileiros revela que um dos legados do Mundial será a coleção dos estádios mais caros do planeta. Dos 20 mais caros, dez deles estão no Brasil. Já pelos cálculos de institutos europeus, a Copa de 2014 consumiu mais que tudo o que a Alemanha gastou em estádios para a Copa de 2006 e a África do Sul, em 2010.

Mané Garrincha tem o terceiro custo por assento mais 
alto do mundo - Dida Sampaio/Estadão
Seja qual for o ranking utilizado e a comparação feita, a constatação é de que nunca se gastou tanto em estádios como no Brasil nesses últimos anos. A KPMG, por exemplo, prefere avaliar os custos dos estádios levando em conta o número de assentos, e não o valor total. Isso porque, segundo os especialistas, não faria sentido comparar uma arena de 35 mil lugares com outra de 70 mil.

Com essa metodologia, os dados da KPMG revelam que o estádio mais caro do mundo é o renovado Wembley, na Inglaterra, onde cada um dos assentos saiu por 10,1 mil euros (R$ 32,4 mil). O segundo estádio mais caro também fica em Londres. Trata-se do Emirates Stadium, do Arsenal, onde cada lugar custou 7,2 mil euros (R$ 23,3 mil). Mas a terceira posição é do Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Com custo avaliado em R$ 1,43 bilhão, o estádio tem um gasto por assento de R$ 20,7 mil, ou 6,2 mil euros. Na classificação, o Maracanã aparece na sétima posição, mais caro que a Allianz Arena de Munique. Manaus vem na 10.ª colocação, com praticamente o mesmo preço por assento do estádio do Basel, situado em um dos países com os maiores custos de mão de obra do mundo, a Suíça.


O estádio do Corinthians, em Itaquera, seria o 12.º mais caro do mundo, seguido pelas Arenas Pantanal, Pernambuco, Fonte Nova e Mineirão. Todos esses seriam mais caros do que estádios como o da Juventus, em Turim, considerada a arena mais moderna da Itália e usada como exemplo de gestão. O Castelão e o estádio de Natal também estão entre os 20 mais caros do mundo. Se o ranking fosse realizado considerando os custos totais dos estádios, o Mané Garrincha seria o segundo mais caro do mundo, com o Maracanã aparecendo na quarta posição.

Para o prestigiado Instituto Braudel, na Europa, os custos dos estádios no Brasil também surpreenderam. Em colaboração com a ONG dinamarquesa Play the Game, a entidade publicou nesta semana levantamento que revela que, em média, cada assento nos doze estádios brasileiros custaria US$ 5,8 mil (R$ 13,5 mil). O valor é superior ao das três últimas Copas. Na África do Sul, em 2010, a média foi de US$ 5,2 mil (R$ 12,1 mil). Na Alemanha, em 2006, US$ 3,4 mil (R$ 7,9 mil). Já no Japão, em 2002, chegou a US$ 5 mil (R$ 11,6 mil).

Em termos absolutos, o gasto total com os estádios bate todos os recordes. Se todo o gasto de sul-africanos em 2010 e alemães em 2006 for adicionado, não se chega ao total que foi pago no Brasil para 2014, mais de R$ 8 bilhões. Em apenas nove meses, o valor aumentou em quase R$ 1 bilhão, segundo dados oficiais do Comitê Organizador Local (COL), em sua quinta edição do balanço geral do andamento das obras da Matriz de Responsabilidade.

SEM EXPLICAÇÃO
Jens Alm, analista do Instituto Dinamarquês para o Estudo dos Esportes e autor do levantamento dos dados sobre estádios da Copa, insiste que a inflação e os custos dos estádios no Brasil não têm explicação. “Quando um país quer receber uma Copa, é normal que queira mostrar estádios bonitos. Mas nada explica os preços tão elevados no Brasil e porque são tão mais elevados do que na Alemanha e na África do Sul”, disse.

Henrick Brandt, diretor do Departamento de Esportes da Universidade de Aarhus, também aponta para os custos elevados das obras no Brasil. “Os dados são surpreendentes”, indicou. “Um dos debates agora é o que será feito para tornar esses locais rentáveis, principalmente os estádios públicos”, alertou.

Fonte: Estadão



Grêmio supera Corinthians e Flamengo e lidera Ranking Nacional de Clubes

Grêmio assumiu a ponta com 15.286 pontos - Foto: Lucas Uebel/Divulgação
15/12/2013

Mesmo sem nenhum título na temporada, o Grêmio assumiu a primeira colocação, que era do Fluminense em 2012

A CBF divulgou nesta sexta-feira o Ranking Nacional de Clubes de 2013 com um novo líder em relação ao ano passado. Mesmo sem nenhum título na temporada, o Grêmio assumiu a primeira colocação, que era do Fluminense em 2012. Com 15.286 pontos, os gaúchos aparecem pouco à frente do Corinthians, que manteve a segunda colocação, com 15.048, e o do Flamengo, terceiro colocado, com 14.976.

Este foi o segundo ano consecutivo em que a CBF adotou um novo regulamento para o ranking. Diferentemente do que acontecia até 2011, a entidade passou a levar em conta apenas as competições disputadas nos últimos cinco anos, sendo que o campeonato mais recente possui peso maior do que os anteriores. Antigamente, o critério adotado considerava todos os torneios nacionais desde 1959, ano em que os campeonatos abrangendo clubes de todo o País passaram a ser realizados.

Campeão brasileiro em 2013, o Cruzeiro melhorou um pouco sua colocação, subiu duas posições, mas terminou apenas em oitavo. Campeão da Libertadores, o Atlético-MG não teve grandes resultados em campeonatos nacionais e, por isso, caiu de 12.º para 15.º. Mas a maior surpresa ficou mesmo por conta do Grêmio, que chegou à liderança sem nenhuma conquista no ano.

Campeão do Brasileirão em 2012 e líder do ranking no ano passado, o Fluminense foi prejudicado por ter terminado na zona de rebaixamento do campeonato desse ano e caiu para quinto colocado. O Vasco, que também terminou entre os quatro últimos, no entanto, está logo à frente, em quarto.

Outros grandes clubes aparecem bem abaixo no ranking, caso do Palmeiras, campeão da Série B, que é o 11.º. Logo atrás, em 12.º, está o Botafogo, que obteve vaga na Libertadores do ano que vem. Além dos time já citados, Internacional (6.º), São Paulo (7.º), Santos (9.º) e Atlético-PR (10.º) completam os dez primeiros colocados.

O Ranking Nacional de Clubes influi no sorteio da Copa do Brasil, com seus primeiros colocados se tornando cabeças de chave da competição. A pontuação somada de todos os times de cada estado representa os pontos da federação correspondente. O Ranking Nacional de Federações traz a de São Paulo na primeira colocação, com 100.001 pontos, seguida pela do Rio, com 64.687, e a de Minas Gerais, com 40.797.

Confira os dez primeiros do Ranking Nacional de Clubes de 2013:

1.º Grêmio, 15.286 pontos

2.º Corinthians, 15.048

3.º Flamengo, 14.976

4.º Vasco, 14.426

5.º Fluminense, 14.344

6.º Internacional, 13.856

7.º São Paulo, 13.712

8.º Cruzeiro, 13.512

9.º Santos, 12.980

10.º Atlético-PR, 12.952 

Fonte: Estadão

BRASIL É A SELEÇÃO MAIS VALIOSA DA COPA DO MUNDO 2014

21/11/2013

ESTUDO APONTA QUE O VALOR DE MERCADO DO ELENCO BRASILEIRO É O MAIS ALTO DAS 32 EQUIPES DA COPA. ESPANHA, ARGENTINA E ALEMANHA VÊM EM SEGUIDA

O Brasil não só terminou o ano bem dentro de campo, com vitórias nos últimos amistosos e com o título da Copa das Confederações, em julho. Fora dele, o valor de mercado da seleção brasileira também está em alta e atualmente é o maior de todas as equipes que disputarão a Copa do Mundo de 2014.

De acordo com um estudo da Pluri, depois de cinco anos alternando entre a 2ª e 3ª posições no ranking, o time da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) voltou ao topo da tabela, com valor total estimado em 508,7 milhões de euros (R$ 1,15 bilhão) para os 23 prováveis convocados. A estimativa total do torneio é de 5,8 bilhões de euros.

Atual campeã mundial, a Espanha vem logo em seguida com 504 milhões de euros estimados em seu valor de mercado. Argentina e Alemanha estão na terceira e quarta posição, respectivamente. Destaque para a Bélgica, que para esta edição do mundial da Fifa conta com jogadores de grandes clubes europeus – como os meias Eden Hazard, do Chelsea, e Marouane Fellaini, do Manchester United – e ocupa a sexta posição da tabela, atrás da quinta colocada França.

Já a vice-campeã mundial Holanda é somente a 14ª no ranking, com 161,6 milhões de euros estimados entre seus atletas. O valor médio de mercado de todas as seleções da Copa é 182 milhões de euros, patamar que menos da metade – somente 11 – ocupam.

A análise foi feita com base em 77 critérios diferentes distribuídos em 18 itens como idade, fundamentos, potencial de valorização, demanda de mercado, titularidade, campeonatos em que os jogadores atuam e títulos conquistados.

Fonte: Época

Seleção brasileira é quarta mais valiosa do mundo

Ao longo dos últimos anos, a seleção brasileira viu diminuir 
sua importância em nível mundial - Foto Divulgação
04/11/2013

Equipes da Espanha, Alemanha e Argentina são as líderes do ranking

O site Fútbol Finanzas listou as seleções mais valiosas que vão vir ao Brasil disputar a Copa do Mundo de 2014. Veja a lista a seguir e descubra quanto custam as dez mais caras

A seleção espanhola é a atual campeã do mundo e está no topo, valendo $ 763.624.500. A equipe está cheia de craques e espera repetir os resultados que teve em 2010.

A Alemanha aparece na sequência, com valor estimado em 644 milhões de dólares. O craque mais caro da equipe é Mesut Ozil, recém-contratado pelo Arsenal.

A seleção argentina, de Lionel Messi, fecha o top 3 custando cerca de 596 milhões de dólares.

O Brasil, que sediará o Mundial, tem a quarta seleção mais valiosa do mundo, com valor estimado em 580.500.250 milhões de dólares.

A Itália ocupa a quinta posição do ranking, valendo cerca de 500 milhões de dólares. Segundo o site Fútbol Finanzas, Claudio Marchisio é o atleta mais caro da equipe.

Em sexto lugar vem a Bélgica, valendo cerca de 489 milhões de euros.

Fonte: R7

Fifa divulga ranking, e confirma Itália fora da lista de cabeças de chave

Com empate contra a Armênia, Itália perdeu chance de ser cabeça de chave para a 
Copa de 2014 / Crédito: Giampiero Sposito/REUTERS
18/10/2013

Em nono no ranking da Fifa, italianos ficarão de fora da lista dos cabeças de chave

a Fifa divulgou,de forma oficial, seu novo ranking nesta quinta-feira (17). Com a oficialização do ranking, estão definidos os cabeças de chave do torneio, e a Itália já não têm chances de ser cabeça-de-chave.

Além do Brasil, país sede, as sete melhores colocadas na lista foram as eleitas. Assim, Espanha (1°), Alemanha (2°), Argentina (3°), Colômbia (4°), Bélgica (5°) e Suíça (7°) já estão garantidas no Pote 1 do sorteio que será realizado em 6 de dezembro, na Costa do Sauípe, Bahia.

O Uruguai, sexto melhor colocado no ranking, ainda terá de disputar a repescagem contra a Jordânia para se garantir na Copa. Caso carimbe o passaporte para o Brasil, também será cabeça de chave. Se for eliminado, porém, a Holanda herdará a vaga no principal pote do sorteio. Isto porque a Laranja Mecânica é a atual oitava colocada na lista da Fifa, apenas 0,34 pontos a frente da Itália, no critério desempate.

Curiosamente, potências da história das Copas do Mundo, como a própria Azzurra, Inglaterra e França - caso se classifique, não serão cabeças de chave e correrão o risco de cair em grupos com seleções mais fortes. Por outro lado, selecionados com menos tradição, como Colômbia, Suíça e Bélgica podem ter sua vida facilitada na primeira fase da Copa do Mundo de 2014.

O sorteio para a definição dos grupos do Mundial do Brasil será realizado em 6 de dezembro, na Costa do Sauípe, Bahia. As 32 seleções serão dividas em quatro potes (de acordo com o continente a quem pertencem e ao ranking da Fifa) e distribuídas nas oito chaves. Assim, com exceção da Europa, que possui 13 vagas para o principal torneio de futebol do mundo, não será possível que duas equipes do mesmo continente ocupem a mesma chave.

Até aqui, 21 seleções já garantiram vaga para a Copa. Além do Brasil, país-sede, Holanda, Itália, Bélgica, Suíça, Alemanha, Rússia, Bósnia, Inglaterra, Espanha, Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Estados Unidos, Costa Rica, Honduras, Austrália, Japão, Coreia do Sul e Irã já têm presença certa no Mundial de 2014.

Ainda restam cinco vagas para a África, quatro para a Europa, uma para o vencedor de Uruguai x Jordânia, e a última para quem passar de Nova Zelândia x México. Portanto, as 32 classificadas só serão conhecidas no dia 20 de novembro, quando será encerrada a disputa das repescagens.

Confira a lista com os principais colocados no ranking 

Fonte: Placar

Brasil permanece na sexta posição do ranking da Fifa


18/01/2012

O Brasil prossegue na sexta posição do ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa) publicado nesta quarta-feira e que tem como líder a seleção espanhola.

Desde a classificação anterior, divulgada em 21 de dezembro, os dez primeiros colocados permanecem sem alteração e os espanhóis estão na frente da Holanda (2º), Alemanha (3º), Uruguai (4º) e Inglaterra (5º).

- Ranking da Fifa de 18 de janeiro:

1. Espanha 1564 pontos

2. Holanda 1365

3. Alemanha 1345

4. Uruguai 1309

5. Inglaterra 1173

6. Brasil 1143

7. Portugal 1100

8. Croácia 1091

9. Itália 1082

10. Argentina 1067

11. Dinamarca 1032

12. Chile 973 (+1)

13. Rússia 971 (-1)

14. Grécia 964

15. França 915

16. Suíça 898 (+1)

17. Suécia 891 (+1)

18. Costa do Marfim 889 (-2)

19. Japão 869

. Bósnia-Herzegovina 869 (+1)

...

21. México 866

27. Paraguai 775 (-3)

33. Estados Unidos 721 (+1)

34. Peru 712 (+1)

35. Colômbia 709 (+1)


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