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Setur e Sindpoa avaliam ações da Copa e projetam novas parcerias

31/07/2014

O secretário do Turismo, Márcio Cabral, recebeu, nesta terça-feira (29), o presidente do Sindicato da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre (Sindpoa), Henry Chmelnitsky, para avaliar a parceria realizada entre a Setur e o sindicato para o receptivo de turistas durante a Copa do Mundo. Durante o evento, a ação conjunta possibilitou que fossem disponiblizadas equipes para atendimento qualificado nos Centros de Atenção ao Turista (CAT) da Estação Rodoviária, do Aeroporto Salgado Filho, além do Barra Shopping Sul, Shopping Praia de Belas e Parque Moinhos de Vento. Também conversaram sobre a possibilidade de novas parcerias, a partir desta experiência.

De acordo com Cabral, o resultado obtido com o sucesso da Copa do Mundo no Rio Grande do Sul poderá ser colhido ainda na próxima década. “Os 15 dias que tivemos de exposição equivalem a 10 anos de promoção internacional e isso nos dá a oportunidade de alçarmos voos mais altos, a partir de agora, buscando conquistar novos mercados que até então não haviam se apresentado para nós”, disse.

O presidente do Sindpoa concorda com a opinião do secretário. “A Copa foi muito boa e o resultado que nos interessa é que os turistas saíram daqui levando uma ótima impressão do Estado e falando muito bem do Rio Grande do Sul”, avaliou Chmelnitsky.

Novas parcerias

O encontro serviu para que fossem debatidas novas parcerias entre a Secretaria do Turismo e o sindicato. Uma possibilidade analisada foi a de estender o convênio para o atendimento nos CATs, além de integrar o Interior do Estado nas atividades realizadas em Porto Alegre.

“Temos de dar continuidade ao que deu certo e projetar novas ações. Precisamos trabalhar de forma integrada, buscando uma maior aproximação com o Convention & Visitors Bureau, por exemplo, para captarmos mais eventos para o Estado. O trabalho que realizamos no Mundial funcionou maravilhosamente bem e temos de avançar para que isso não se perca”, ressaltou o presidente.



Copa: Porto Alegre tem a melhor reputação

20/12/2013

Baseada em metodologia composta por uma avaliação emocional, que considera o grau de estima, confiança e empatia das pessoas; e outra racional, produto das percepções sobre três dimensões: Ambiente atrativo, Governo efetivo e Economia avançada, o Reputation Institute avaliou as 12 cidades sede da Copa do Mundo. O resultado mostrou Porto Alegre como a cidade com melhor índice reputacional. 

Foram feitas perguntas como: As cidades-sede estão se preparando para o evento – investimento em infraestrutura e turismo?, que acabaram apontando que Porto Alegre é a cidade que tem a melhor reputação na percepção de seus moradores, com a nota 68,19.

O prefeito José Fortunati comemorou a classificação e disse que a conquista é reflexo de um trabalho de construção coletiva dos governos municipal e estadual e do envolvimento da população para fazer de Porto Alegre uma das melhores sedes da Copa de 2014. “Essa é a imagem que queremos da nossa Porto Alegre, uma cidade que se caracteriza pela pluralidade étnica, pela participação popular e pela receptividade do seu povo”, afirmou o prefeito destacando quem, a cada dia, o portoalegrense está mais engajado na vida da cidade.

Para Fortunati, a população compreendeu o legado de desenvolvimento econômico e social que a Copa significa. “Desde o início pensamos na Copa de 2014 como um guarda-chuva de oportunidades para qualificarmos a nossa cidade para esta e futuras gerações”.


Secretário avalia preparação do Estado para a Copa

24/10/2013

Foto: Elson Sempé Pedroso/CMPA
O secretário estadual de Esporte e Lazer, Kalil Sehbe, não vê problemas no horizonte da Copa do Mundo no Rio Grande do Sul. “O estádio está com 87% de conclusão, com o cronograma dentro da previsão, assim como as obras de mobilidade no entorno. O aeroporto deverá ter até dezembro o equipamento antineblina”, destaca.

O secretário não vê grandes obstáculos para a preparação do Estado. Segundo ele, basta que os cronogramas sigam sendo cumpridos em seu atual ritmo e ainda há uma folga de tempo no Rio Grande do Sul. “Não há preocupação nenhuma. Pode não ficar tudo pronto até dezembro como é a data estipulada, mas depois ainda há vários meses até a Copa”.

Para Kalil, o Mundial de Masters de Atletismo, que começou no dia 16 e acaba em 27 de outubro, tem mostrado a boa capacidade de Porto Alegre de receber turistas e atletas, transcorrendo dentro da normalidade. “O Mundial de Masters conta com 4.135 atletas de 82 países. Estamos fazendo todos os testes. Lançamos um novo aplicativo de segurança pública, com atualização minuto a minuto. Há integração na área da saúde. Já a central de comando da segurança pública está quase pronta”.

No interior, o secretário aponta que 14 seleções já vieram visitar as cidades gaúchas (o Rio Grande do Sul tem onze municípios como centros de treinamentos credenciados pela FIFA) e por isto confia que seleções possam escolher o Estado. “E devem chegar nesta semana Chile e Costa Rica. Na semana que vem, o Equador. Ao todo, já serão 17 seleções visitando o Rio Grande do Sul”.

Sehbe também destaca o fato de o Parque deAparados da Serra ser um dos parques oficiais da Copa. “Temos também roteiros românticos, roteiros de aventura. Vários tipos de opções”.

O secretário crê que o maior legado que está colocado até aqui é “imaterial”. “É o contato com outros idiomas, outras culturas. A qualificação de profissionais para receber os turistas. Um segundo legado são as obras de mobilidade urbana, de infraestrutura, como a subestação de energia da CEEE, que vai abastecer a região do Estádio Beira-Rio”.

Melhorias no Salgado Filho devem se dar até o final do ano

Ainda na área de infraestrutura, o segundo veículo aeromóvel chegou a Porto Alegre neste mês e já foi instalado. A linha de aeromóvel já está operando experimentalmente com capacidade para 150 passageiros, em dias úteis, das 10h às 16h, sem cobrança de passagem. Mais de 57 mil pessoas já foram transportadas em mais de 3 mil viagens de aeromovel. O equipamento facilita a ligação entre o aeroporto e a estação do Trensurb.

Já a instalação de um equipamento que irá permitir o funcionamento do Aeroporto Salgado Filho sob neblina deve ter conclusão até o final de novembro, devido às chuvas no mês de agosto. De qualquer modo, sua instalação já tem 95% de conclusão. A obra avança em ritmo pouco acelerado porque só pode ser feita quando o aeroporto não está em funcionamento, o que ocorre de madrugada.

Outra obra importante na entrada da cidade, a que liga o Vale dos Sinos a Porto Alegre, desafogando a problemática BR-116, está avançando. O lote 3, que inclui uma ponte estaiada sobre o Rio Gravataí e faz a ligação entre a rodovia com BR-290 (freeway) e a Arena do Grêmio, já está quase concluído. A rodovia deve ser liberada para tráfego no final do ano.

Fonte: Sul21

Sedes da Copa das Confederações são avaliadas pelo Portal 2014

07.07.2013

Mineirão foi considerado o pior estádio e Arena Pernambuco foi bem avaliada; veja todos os setores

Aeroportos, hotelaria, acesso aos estádios, operação das arenas: pontos-chave para a realização da Copa do Mundo 2014. Na Copa das Confederações 2013, a 12 meses do pontapé inicial do Mundial, seis sedes foram testadas pela Fifa. Durante 15 dias, de um total de 16 jogos disputados na competição, o Portal 2014 esteve presente em metade das partidas e pôde avaliar o funcionamento dos quatro setores em todas as cidades-sede.

A reportagem do Portal esteve presente no Maracanã, durante a partida Itália e México, no dia 16 de junho. As outras sete partidas foram acompanhadas por um turista francês, que veio exclusivamente ao Brasil para assistir às partidas do torneio. Jean chegou ao país no dia 12, em São Paulo. No dia seguinte já estava em Brasília, para o jogo de abertura entre Brasil e Japão. O tour pelo território brasileiro inclui passagens por Fortaleza, Salvador, Recife, Belo Horizonte, São Paulo (novamente) e Rio de Janeiro.

A capital paulista se tornou ponte entre BH e Rio por conta dos altos preços dos hotéis cariocas. A diária saiu por R$ 500. Em São Paulo, R$ 160. A conta total da viagem do turista francês chegou a cinco mil euros (R$ 14,5 mil). Nas despesas, foram incluídas as passagens de ida e volta entre o Brasil e a França, as sete viagens aéreas pelo território brasileiro, os ingressos dos sete jogos -- contando a abertura e a final --, a estadia, o transporte entre aeroporto-hotel-estádio e a alimentação.

A avaliação
O setor aeroportuário foi o ponto forte das seis cidades-sede. Todos os terminais funcionaram sem fila, atrasos ou espera no embarque. Apenas um aeroporto tinha obra aparente: o de Salvador. O fato, contudo, não levou transtorno aos passageiros.

Na mobilidade, a melhor avaliação ocorreu em Brasília, por conta da proximidade da zona hoteleira e o estádio Mané Garrincha. Belo Horizonte e Recife foram as piores. A duração do trajeto hotel-estádio foi superior a 75 minutos.

A Arena Pernambuco se destacou entre os seis estádios. O local, segundo a avaliação, estava extremamente organizado, com o serviço mais funcional e completo. O Mineirão ganhou a pior nota. Em Fortaleza, o turista comprou o ingresso de cambista, a R$ 350. No total, as oito entradas custaram R$ 1.500 (média de R$ 187 por jogo). Na hotelaria, o destaque foi Fortaleza, com o melhor serviço. O Rio de Janeiro foi mal avaliado por conta dos preços.

Confira as avaliações das seis cidades-sede, em detalhes:


Belo Horizonte

Estádio - Brasil 2 x 1 Uruguai
Os acessos internos eram estreitos demais e havia filas nos bares. Os banheiros eram pequenos e a visibilidade não era das melhores. Destaque para a acústica e os telões do estádio -- considerado como o melhor entre todos. O ingresso custou R$ 300, pelo site da Fifa.

Acesso
O ônibus do aeroporto ao hotel custou R$ 20 e foi considerado bom. O trajeto para o estádio, porém, foi complicado. O metrô foi pago e o ônibus gratuito. No total, Jean levou 1h15 até o Mineirão.

Aeroporto
Confins apresentou um bom serviço. 

Hotelaria 
Distante do estádio. Serviço bom, com diária a R$ 150.


Brasília

Estádio - Brasil 3 x 0 Japão
A organização do Mané Garrincha só pecou no atendimento nos bares e na sujeira do estádio. Havia muita fila. No geral, o estádio foi bem: visibilidade (a melhor), acessos internos, assentos, banheiros, acústica e telões foram bem avaliados. O ingresso custou R$ 80, pelo site da Fifa.

Acesso
Ótimo. O aeroporto tinha serviço de ônibus a R$ 8, com mapa da cidade. O trajeto hotel-estádio era de 600 metros e foi feito a pé.

Aeroporto
O Juscelino Kubitschek também foi bem avaliado. 

Hotelaria
Diária a R$ 330. Proximidade do estádio foi o ponto forte.


Fortaleza

Estádio - Brasil 2 x 0 México
O Castelão cumpriu muito bem o seu papel. Os torcedores foram bem atendidos. Destaque para a acústica, considerada a melhor entre as arenas da Copa das Confederações. O ingresso foi comprado na mão de um cambista e custou R$ 350. A entrada era para o setor 1, mas o turista foi enganado e recebeu um bilhete para um lugar pior no estádio. Jean teve receio de ser barrado na porta, pois algumas entradas havia solicitação do documento de identidade. Após algum tempo, a entrada ocorreu por um portão sem fiscalização. 

Acesso
O táxi do aeroporto até o hotel custou R$ 40. Mesmo preço da zona hoteleira até o Castelão. Poderia ser melhor, com outras opções.

Aeroporto
O terminal do aeroporto Pinto Martins respondeu bem à demanda.

Hotelaria
Ótima avaliação. O hotel foi o melhor entre todos as cidades-sede da competição.

Telão do Mané Garrincha foi aprovado e apresentou uma novidade (crédito: Jean-Claude Fernandes)

Veja a página de Galeria de Fotos do Portal 2014 e confira todas as imagens dos jogos 

Recife

Estádio - Uruguai 8 x 0 Taiti
A Arena Pernambuco recebeu a melhor nota entre os seis estádios. Tinha o maior número de funcionários, com todas as áreas funcionando adequadamente. Assentos, visibilidade, acústica foram bem avaliadas. O ingresso custou R$ 170, pelo site da Fifa.

Acesso
Funcional, mas trabalhoso. Foram necessários táxi, além de metrô e ônibus gratuitos. O trajeto do hotel ao estádio durou 1h15. Do aeroporto à zona hoteleira foi usado táxi a R$ 12.

Aeroporto
O Gilberto Freyre foi bem avaliado.

Hotelaria
A zona hoteleira fica bem distante da Arena Pernambuco e próxima ao aeroporto. O serviço passou no teste.


Rio de Janeiro

Estádio - Itália 2 x 1 México e Brasil 3 x 0 Espanha
O Maracanã passou no teste. Havia filas para entrar no estádio, mas esse foi o único grande problema. Destaque para a organização interna, para os corredores que dão acesso às arquibancadas e para a acústica. Os assentos foram considerados os melhores. O ingresso para Itália e México custou R$ 57. Para a final, R$ 170, ambos pelo site da Fifa.

Acesso
Pode melhorar. Metade do público da final utilizou o metrô, que estava mal sinalizado -- no primeiro jogo, torcedores perderam até 30 minutos por pegarem o trem errado. O pleno funcionamento foi prejudicado pelos protestos em frente ao Maracanã. Do aeroporto ao hotel, trajeto tranquilo, de táxi, a R$ 30.

Aeroporto
O Santos Dumont foi bem avaliado. Sem filas e atrasos. 

Hotelaria
O mais caro entre todas as sedes. A diária do Golden Tulip em Copacabana custou R$ 500. O fato fez com que o turista francês ficasse apenas uma noite no Rio de Janeiro e optasse por São Paulo.


Salvador

Estádio - Uruguai 2 x 1 Nigéria e Brasil 4 x 2 Itália
A Fonte Nova, com exceção dos telões, foi muito bem avaliada. Destaque para o acabamento do estádio e a visibilidade. Os bares eram os melhores. Assentos, Acústica e banheiros também passaram no teste. Os ingressos custaram R$ 170, pelo site da Fifa.

Acesso
O mais inusitado entre todas as sedes. Para chegar à Fonte Nova, o turista dividiu um táxi com dois brasileiros. Na volta, usou um moto-táxi, a R$ 30. Para chegar ao estádio foi preciso andar dois quilômetros. O custo do trajeto entre o aeroporto e a zona hoteleira foi de R$ 20 (ônibus executivo).

Aeroporto
Apesar de estar com um setor em obras, o terminal do aeroporto baiano foi bastante funcional.

Hotelaria
O serviço foi bem avaliado pelo turista. 

Fonte: Portal 2014


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