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Solidariedade: Beira-Rio iluminado com as cores da Bélgica

Crédito: Divulgação/Inter

23/03/2016

Na noites desta terça-feira (22/03) o estádio Beira-Rio trocou a tradicional iluminação vermelha pelas cores preto, amarelo e vermelho. A mudança se dá em solidariedade à Bélgica, que foi vítima de ataques terroristas hoje. Por meio das redes sociais, o Clube está usando a imagem do estádio e as #PrayForBelgium e #PrayForBrussels para demonstrar sua solidariedade.



APÓS ATENTADOS EM PARIS, RÚSSIA PROMETE SEGURANÇA REFORÇADA NA COPA-2018

Vitaly Mutko, ministro do Esporte da Rússia
KIRILL KUDRYAVTSEV/AFP/GETTY IMAGES

25/11/2015

A segurança na Copa do Mundo de 2018 será reforçada após os ataques terroristas de 13 de novembro em Paris, prometeu Vitaly Mutko, ministro do Esporte da Rússia.

A declaração foi feita nesta terça-feira, durante encontro dos membros do Comitê Organizador Local do Mundial com inspetores da Fifa, que estão no país para acompanhar a construção de estádios.

"Nós discutimos os problemas da segurança em todos os detalhes", garantiu Mutko, que também é o presidente do COL. "O plano de segurança já foi aprovado. Tendo em vista a situação mundial, prometemos que estratégias de segurança serão intensificadas", afirmou.

De acordo com o político, já houve pedidos para reforço de segurança nas obras dos estádios que estão sendo construídos para o Mundial. Mutko também prometeu que as fan fests da Copa das Confederações de 2017 e da Copa-2018 serão 100% seguras.

"O mais importante é que não apliquemos essas medidas de segurança apenas em um país, mas em todos os lugares", pediu o russo.

Fonte: ESPN


Terrorismo é uma das prioridades de segurança da Copa do Mundo


10/03/2013

FERNANDO MELLO
DE SÃO PAULO

Apesar de o governo federal não falar abertamente sobre o assunto, o combate ao terrorismo é uma das prioridades da estratégia de segurança da Copa de 2014.

O tema ganhou destaque no "Planejamento Estratégico de Segurança Pública" para o Mundial do ano que vem, ao qual a Folha teve acesso.

Finalizado na semana passada, o documento é assinado pelos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Celso Amorim (Defesa) e José Elito Carvalho (Gabinete de Segurança Institucional).

Segundo o texto, a Copa é uma oportunidade "especial" para ações terroristas, "tendo em vista o novo espaço ocupado pelo Brasil no cenário internacional e a atual conjuntura mundial".

Com essa premissa, o governo definiu três eixos de atuação: ameaças externas, internas e proteção de portos, aeroportos e fronteiras.

INTEGRAÇÃO

Segundo o plano, um dos objetivos do poder público será "prevenir, reprimir e combater as ameaças de origem terrorista e/ou química, biológica, radiológica e nuclear, e mesmo de artefatos explosivos improvisados".

Procurado pela reportagem, o ministro José Eduardo Cardozo afirmou que um dos legados do plano é a relação harmoniosa entre Defesa e Justiça.

De acordo com o ministro, a integração com polícias de outros países crescerá, o que é "essencial em um mundo onde o crime também é globalizado".

O combate ao terrorismo será dividido entre a Polícia Federal e o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

"Há a necessidade de que sejam integradas e coordenadas as ações de órgãos direta ou indiretamente ligados à prevenção, repressão e combate das ações de natureza terrorista", diz o documento.

FRONTEIRAS

À Polícia Federal caberá abrir investigações sobre grupos terroristas e "planejar e atuar em ações antibombas e varreduras relacionadas às suas atribuições ou em composição com outros órgãos".

A PF também terá de reforçar o controle das fronteiras, pois, segundo o governo, "ameaças relacionadas ao crime organizado, aos crimes comuns e ao terrorismo encontram terreno fértil na faixa de fronteira".

As Forças Armadas atuarão na prevenção, coleta e análise de substâncias químicas, biológicas, radiológicas e nucleares, "bem como na execução da descontaminação de instalações e equipamentos".

Caberá às Polícias Militares a presença ostensiva em locais como sistemas de telecomunicações, de fornecimento de energia, iluminação e gás e abastecimento.

Há uma preocupação específica em aumentar a capacidade de monitorar e rastrear o fluxo de explosivos, em particular os que atravessam as fronteiras brasileiras.

Do ponto de vista interno, o plano diz que o crime organizado se aproveita de grandes eventos por ser "uma chance única de conciliar um grande volume de pessoas e uma quantidade enorme de dinheiro sendo gasto, tanto pelos turistas, quanto pelo governo".

A Fifa ajudará com segurança privada no perímetro externo e interno dos estádios, hotéis de seleções e campos de treinamento.
análise de risco.

Para impedir a chegada ao país de estrangeiros suspeitos, diversos bancos de dados serão interligados, entre eles o sistema de entrada de pessoas nos estádios e o sistema de vendas de ingressos.

Dados serão compartilhados com o Itamaraty para evitar concessão de vistos a criminosos. A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) vai produzir relatórios de riscos em cada cidade-sede --Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Manaus, Natal, Salvador, Fortaleza e Recife.



COMISSÃO DO SENADO VOTARÁ PROJETO DE LEI QUE DEFINE NOVOS CRIMES PARA O MUNDIAL DE 2014


12/11/2012


Terrorismo, falsificação de ingressos e direito de greve durante megaeventos esportivos são temas da matéria que busca complementar Lei Geral da Copa

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte deverá votar, em reunião na próxima terça-feira (13.11), o PLS 728/2011, que define crimes como terrorismo e falsificação de ingressos, com vistas a incrementar a segurança da Copa das Confederações e da Copa do Mundo. O projeto também prevê regras para acelerar os respectivos processos e disciplina o direito de greve antes e durante os eventos.

Ao justificar o projeto, os autores – senadores Walter Pinheiro (PT-BA) e Ana Amélia (PP-RS) e o senador licenciado Marcelo Crivella (PRB-RJ) – ressaltaram a necessidade de criação de norma para complementar a Lei Geral da Copa, sancionada em junho deste ano.

Em seu relatório, a senadora Ana Amélia manifesta-se a favor da aprovação da proposta, mas retira do texto o capítulo que trata do direito de greve, por entender que qualquer restrição nesse sentido seria inconstitucional. Depois da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, o projeto será analisado em mais quatro comissões do Senado.


Fonte: Agência Senado


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