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INGLATERRA TEM CINCO NOVIDADES PARA LIGA DAS NAÇÕES

Gareth Southgate teve o contrato renovado até a Eurocopa de 2020 e ganhou moral 
no país após o 4° lugar na Rússia - Foto: Divulgação/FIFA

01/09/2018

Entre os novos convocados pelo técnico Gareth Southgate, o principal destaque é o lateral Luke Shaw, do Manchester United

Quarta colocada na última Copa, após chegar ao Mundial com baixa expectativa de sucesso, a seleção da Inglaterra foi convocada nesta quinta-feira para os seus primeiros compromissos após o torneio. A lista do técnico Gareth Southgate, aclamado após a façanha na Rússia, tem apenas cinco novidades em relação ao grupo da Copa, sendo a principal delas a presença do lateral-esquerdo do Manchester United, Luke Shaw.

Apesar do início ruim de temporada dos Red Devils, com apenas três pontos somados em três jogos e sob protestos contra o técnico José Mourinho, Shaw vem se destacando pelo clube e teve o nome entre os 23 convocados.

Os outros quatro jogadores que não foram à Rússia mas agora estão entre os convocados são Joe Gomez, que estava lesionado durante a Copa, e Adam Lallana, ambos do Liverpool. James Tarkowski, defensor do Burnley, e o goleiro Alex McCarthy, do Southampton. Lallana e Tarkowski fizeram parte da relação de suplentes da Inglaterra para a Copa, enquanto McCarthy nunca atuou pela seleção, embora tenha sido chamado anteriormente.

Ao divulgar a convocação, Southgate explicou que optou especialmente pela continuidade na Inglaterra porque "aqueles que estiveram conosco no verão (europeu) merecem o direito de estar novamente."

A seleção da Inglaterra vai receber a Espanha para a sua estreia na Liga das Nações em 8 de setembro. E, também em casa, vai enfrentar a Suíça para um amistoso três dias depois. Os confrontos serão disputados em Wembley e Leicester, respectivamente.

Confira a lista de convocados da seleção inglesa:

Goleiros  

Jack Butland (Stoke) 
Jordan Pickford (Everton)  
Alex McCarthy (Southampton)

Defensores 

Trent Alexander-Arnold (Liverpool)
Fabian Delph (Manchester City) 
Joe Gomez (Liverpool) 
Harry Maguire (Leicester City) 
Danny Rose (Tottenham Hotspur) 
Luke Shaw (Manchester United) 
John Stones (Manchester City) 
James Tarkowski (Burnley) 
Kieran Trippier (Tottenham)  
Kyle Walker (Manchester City)

Meio-campistas 

Dele Alli (Tottenham)
Eric Dier (Tottenham) 
Jordan Henderson (Liverpool) 
Adam Lallana (Liverpool) 
Jesse Lingard (Manchester United)  
Ruben Loftus-Cheek (Chelsea)

Atacantes  

Harry Kane (Tottenham) 
Marcus Rashford (Manchester United) 
Raheem Sterling (Manchester City)  
Danny Welbeck (Arsenal)

Fonte: JC Online

COPA 2018: BÉLGICA VENCE INGLATERRA, FICA COM O 3º LUGAR E SUPERA CAMPANHA DE 1986

Foto: Giuseppe Cacace/AFP

14/07/2018 

A Bélgica encerrou sua campanha na Copa do Mundo de 2018 de forma honrosa neste sábado, em São Petersburgo. Enfrentando a Inglaterra pelo terceiro lugar da competição, os Red Devils foram cirúrgicos logo no início da partida, assim como já haviam sido contra o Brasil, nas quartas de final, e acabaram vencendo os adversários por 2 a 0, graças aos gols de Meunier, aos três minutos de jogo, e Hazard, já no final do segundo tempo.

Com o resultado, o time comandado pelo técnico Roberto Martínez entrou para a história do futebol belga. Nenhuma geração do país chegou tão longe quanto essa de 2018 em uma Copa do Mundo. Em 1986, a Bélgica também foi eliminada na semifinal, porém, na disputa pelo terceiro lugar acabou derrotada pela França.

A Inglaterra, por sua vez, perdeu a grande oportunidade de fazer sua melhor campanha em Mundiais desde o título em 1966, quando sediou o torneio. Neste sábado o técnico Gareth Southgate levou a campo uma equipe sem quatro titulares e, embora tenha assegurado o comprometimento de seus jogadores no confronto com os belgas, não se esforçou muito para superar a campanha de 1990, quando os ingleses disputaram o terceiro lugar e acabaram derrotados pela Itália.

O jogo – A Bélgica iniciou a partida de maneira avassaladora neste sábado. Sem dar espaços à Inglaterra, o time do técnico Roberto Martínez foi cirúrgico em sua primeira oportunidade, logo aos três minutos, e desta maneira acabou abrindo o placar. Em contra-ataque fulminante, Chadli recebeu ótima enfiada de bola de Lukaku e cruzou na medida para Meunier, que se antecipou ao zagueiro para chegar finalizando de primeira dentro da área, sem chances para o goleiro Pickford.

Embpolgados com o gol precoce, os belgas continuaram pressionando a Inglaterra e por pouco não ampliaram aos 11 minutos, quando De Bruyne recebeu de Lukaku e bateu sem tomar distância, na tentativa de iludir o zagueiro. Antes de chegar ao gol, a bola ainda contou com desvio da defesa inglesa, mas o goleiro adversário estava esperto para fazer a defesa.

A Inglaterra só foi responder, de fato, aos 22 minutos, com seu artilheiro, Harry Kane. Sterling ajeitou para o camisa 9 na entrada da área, porém, ele não pegou bem na bola e a viu sair mascada pela linha de fundo.

Antes do intervalo, a Bélgica ainda teve mais duas oportunidades para ir ao vestiário com uma vantagem ainda maior no placar. Aos 34 minutos, Hazard recebeu bom passe de De Bruyne dentro da área e tentou a finalização, mas foi travado na hora “h” pelo zagueiro Stones. Na sequência, após cobrança de escanteio, foi a vez de Alderweireld completar a sobra do chute de Tielemans e mandar rente ao travessão, assustando o goleiro Pickford.

Segundo tempo

A Inglaterra voltou para o segundo tempo disposta a reverter o jogo. Para isso, o técnico Gareth Southgate promoveu duas alterações em sua equipe: a entrada de Lingard na vaga de Rose e Rashford no lugar de Sterling. As mudanças pareceram ter surtido efeito aos nove minutos, quando Lingard bateu cruzado dentro da área e viu Harry Kane se jogar na bola na tentativa de um desvio para o gol, o que não aconteceu.

A Bélgica, por sua vez, não deixou barato e respondeu logo em seguida. De Bruyne encontrou uma brecha mínima entre os zagueiros adversários e tocou em profundidade para Lukaku. O atacante, porém, não conseguiu dominar a bola da forma que queria e, frente a frente com Courtois, a viu escapar de seus pés, desperdiçando grande oportunidade.

Tentando correr atrás do prejuízo, a Inglaterra seguiu pressionando a Bélgica no restante da partida. Aos 24 minutos, a melhor chance dos Three Lions. Eric Dier, do Tottenham, tabelou com Jesse Lingard e saiu na cara do gol. O volante ainda tocou por cima do goleiro, mas, antes de a bola cruzar a linha, Alderweireld apareceu de forma providencial para afastar o perigo.

Se a Inglaterra não aproveitou sua grande oportunidade, a Bélgica fez o seu dever de casa. Aos 36 minutos, De Bruyne arrancou pelo meio e acionou Eden Hazard na esquerda. O atacante do Chelsea invadiu a área e tocou na saída do goleiro, estufando as redes e assegurando o histórico terceiro lugar da ótima geração belga.

FICHA TÉCNICA

BÉLGICA 2 X 0 INGLATERRA

Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (RUS)
Data: 14 de julho de 2018 (sábado)
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (IRN)
Assistentes: Reza Sokhandan (IRN) e Mohammadreza Mansouri (IRN)

Gols: Meunier, aos três minutos do 1ºT; Hazard, aos 36 minutos do 2ºT (Bélgica)
Cartões amarelos: Maguire e Stones (Inglaterra); Witsel (Bélgica)

BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Meunier, Witsel, Tielemans (Dembélé) e Chadli (Vermaelen); De Bruyne, Lukaku (Mertens) e Hazard
Técnico: Roberto Martínez


INGLATERRA: Pickford; Jones, Stones e Maguire; Trippier, Loftus-Cheek (Dele Alli), Dier, Delph e Rose (Lingard); Sterling (Rashford) e Kane
Técnico: Gareth Southgate




COPA 2018: CROÁCIA VENCE A INGLATERRA NA PRORROGAÇÃO E CHEGA À DECISÃO INÉDITA

Foto: Franck Fife/AFP

11/07/2018

A Copa do Mundo poderá ter um campeão inédito na Rússia. Nesta quarta-feira, o Estádio Luzhnikí, em Moscou, a Croácia mostrou força para empatar a semifinal por 1 a 1 com a Inglaterra no tempo normal e alcançar a virada por 2 a 1 na prorrogação.

A Inglaterra começou melhor a partida e inaugurou o marcador logo aos quatro minutos, em uma cobrança de falta certeira de Trippier. Sem se encontrar no primeiro tempo, a Croácia melhorou consideravelmente no segundo e igualou com Perisic. Na etapa final da prorrogação, Mandzukic assegurou a vitória.

A adversária da Croácia na final das 12 horas (de Brasília) de domingo, outra vez no Luzhnikí, será a França, campeão mundial de 1998, que superou a Bélgica por 1 a 0 na outra semifinal. Ingleses e belgas disputarão o terceiro lugar às 11 horas (de Brasília) de sábado, em São Petersburgo.

Mesmo que caia na decisão, a Croácia já tem garantida a sua melhor campanha em um Mundial. Em 1998, na Copa disputada justamente na França, o time de Suker foi o terceiro colocado, perdendo para os franceses nas semifinais e derrotando a Holanda no jogo derradeiro.

Já a Inglaterra viu interrompido o sonho de conquistar o bicampeonato mundial. A melhor seleção do planeta em 1966 não ia a uma semifinal desde 1990, quando perdeu para a campeã Alemanha e acabou no quarto lugar depois de tropeçar também contra a anfitriã Itália.

Certeiro

A Inglaterra não demorou a abrir o placar no Luzhnikí. Logo aos quatro minutos do primeiro tempo, Trippier ajeitou a bola para cobrança de falta e buscou o ângulo. Acertou, levando ao delírio os torcedores do seu país.

O gol facilitou a missão inglesa. Empolgado, o time dirigido por Gareth Southgate assumiu o controle da partida, sem dar muitos espaços para a Croácia reagir. A adversária, para piorar, estava desgastada pelas duas prorrogações que disputou nas fases anteriores.

Aos 29 minutos, a Inglaterra criou grande chance para ampliar o marcador. Kane recebeu passe de Lingard à frente da marcação dentro da área e, primeiro, parou na intervenção do goleiro Subasic. Depois, no rebote, o centroavante perdeu o ângulo e finalizou na trave.

A Croácia melhorou um pouco no final do primeiro tempo, mas não o bastante para assustar os ingleses. Ao apito final do árbitro Cuneyt Cakir, os comandados de Zlatko Dalic tiveram forças para cercar o turco e reclamar de um pênalti em cima de Lovren, em lance que era exibido pela transmissão do jogo naquele momento.

Reação croata

A pouco mais de 45 minutos de deixar a disputa pelo título, caso o resultado parcial fosse mantido, os croatas continuaram nervosos na etapa complementar. Houve troca de empurrões com os ingleses por causa de um lance em que a Croácia tinha pressa para recolocar a bola em jogo.

A tensão logo passou a prevalecer dos dois lados do campo, com algumas falhas individuais. A partir dos 15 minutos, a Croácia já parecia abdicar da organização tática para empurrar a Inglaterra para o campo de defesa e buscar o sonhado gol de empate.

Deu certo. Aos 22 minutos, Vrsaljko ergueu a bola na área da direita, e Perisic esticou bastante o pé para completar para a rede. Festa dos croatas no gramado e nas arquibancadas do Estádio Luzhnikí.

O gol reanimou a Croácia. A Inglaterra, por sua vez, acusou o golpe. Quase em seguida, Perisic tirou proveito de um vacilo de Stones, pedalou do lado esquerdo da área e concluiu cruzado. Na trave. Na sobra, Rebic chutou de primeira, em cima do goleiro Pickford.

Com Perisic e Mandzukic inspirados – e o astro Modric um pouco menos –, a Croácia continuou a pressionar a Inglaterra, que se segurou defensivamente. Aos britânicos, coube contra-atacar vez ou outra e tentar se beneficiar das jogadas de bola parada.

Mandzukic vira herói nacional

Desgastadas, as duas seleções diminuíram naturalmente o ritmo na prorrogação. Ainda assim, aos oito minutos, a Inglaterra quase comemorou outro gol. Stones cabeceou firme após uma cobrança de escanteio, e Vrsaljko, também pelo alto, salvou em cima da linha.

A Croácia fez ainda melhor no segundo tempo da prorrogação. Aos dois minutos, Rakitic jogou a bola para a área de cabeça. Lá dentro, Mandzukic apareceu na frente de Pickford e bateu firme e cruzado da esquerda para estufar a rede e virar herói nacional.



FICHA TÉCNICA

CROÁCIA 2 X 1 INGLATERRA

Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 11 de julho de 2018, quarta-feira
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)
Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da Turquia)
Público: 78.011 pessoas
Cartões amarelos: Mandzukic e Rebic (Croácia); Walker (Inglaterra)

Gols
CROÁCIA: Perisic, aos 22 minutos do segundo tempo, e Mandzukic, aos 2 minutos do segundo tempo da prorrogação
INGLATERRA: Trippier, aos 4 minutos do primeiro tempo

CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic, Rebic (Kramaric), Modric (Badelj) e Perisic; Mandzukic (Corluka)
Técnico: Zlatko Dalic


INGLATERRA: Pickford; Walker (Vardy), Stones e Maguire; Trippier, Henderson (Dier), Dele Alli, Lingard e Young (Danny Rose); Sterling (Rashford) e Harry Kane
Técnico: Gareth Southgate



COPA 2018: INGLATERRA DOMINA A SUÉCIA E VOLTA À SEMIFINAL DA COPA APÓS 28 ANOS

Foto: Manan Vatsyayana/AFP

07/07/2018 

A Inglaterra está de volta a uma semifinal de Copa do Mundo após 28 anos. Marcada por muitas frustrações de esquadrões com jogadores de renome, a humilde equipe inglesa, se comparada às anteriores, passou na manhã deste sábado pela Suécia, nas quartas de final do torneio, vencendo por 2 a 0. Os gols foram marcados pelo zagueiro Maguire e o meia Dele Alli.

Essa é apenas a terceira vez que a equipe avança para ficar entre os quatro primeiros do torneio, repetindo os feitos de 1966, quando foi campeã, e 1990, quando parou na campeã Alemanha na semifinal. Tudo isso com jogador que atuam no campeonato local e, tirando o centroavante Harry Kane, não são os grandes destaques dos seus times.

O time agora espera o vencedor do duelo entre Croácia e Rússia, na tarde deste sábado, para saber quem enfrentará na semifinal da competição. O encontro que definirá um finalista está marcado para a cidade de Moscou, na quarta-feira, às 15h (de Brasília), no estádio Luzhniki.

Inglaterra domina e perde chance de definir

A Inglaterra fez talvez o seu melhor primeiro tempo na Copa do Mundo diante dos suecos. Bem postada defensivamente, a equipe sofreu apenas um susto, quando Claesson arriscou de longe e mandou a bola por cima do gol de Pickford. Depois disso, o domínio foi total por parte dos britânicos.

O lance que começou a traduzir o domínio em oportunidades de gol veio quando Sterling brigou pela bola coma a defesa e acabou ajeitando para Kane. De fora da área, o camisa 9 chutou forte e mandou a bola à esquerda do gol de Olsen. Foi o primeiro chute do artilheiro da Copa que não terminou em gol.

Sem deixar os suecos saírem do seu campo de defesa, a Inglaterra não tardou a conseguir abrir o placar. E no melhor jeito inglês. Ashley Young cobrou escanteio na marca do pênalti e o impressionante jogo aéreo de Maguire voltou a dar suas caras: o zagueiro ganhou fácil de Forsberg e cabeceou sem chances para Olsen.

O gol bagunçou a até então organizada Suécia, que passou a dar mais espaço na sua defesa. Sterling saiu livre duas vezes nas costas da defesa. Impedido na primeira, ele foi bem na segunda ao dominar lançamento de Henderson, tentou driblar Olsen e foi desarmado parcialmente pelo arqueiro. Depois, teve a chance de rolar para Kane, mas buscou o lance individual e foi travado na hora do chute.

Pickford salva e time, enfim, decide

Depois das diversas oportunidades desperdiçadas na etapa inicial, a Inglaterra quase foi penalizada no primeiro minuto do segundo tempo. Após cruzamento da esquerda, Berg subiu mais alto do que Young e cabeceou forte, no canto, mas parou em grande defesa de Pickford.

Talvez “ligada” pelo susto, a Inglaterra não demorou a transformar seu domínio em uma vantagem maior. Depois de a bola ronda a área sueca, Henderson cruzou na segunda trave e três ingleses apareceram livres. Coube a Dele Alli, mais bem posicionado, testar para vencer Olsen e abrir 2 a 0.

Os ingleses pareceram relaxar com o segundo tento e quase foram surpreendidos com a jogada plasticamente mais bonita da partida. Claesson pedalou para cima da marcação e passou por Young. O meia, então, abriu para Toivonen, que cruzou rasteiro para Berg. O centroavante só rolou para Claesson, na marca do pênalti, chutar rasteiro e parar em outra ótima intervenção de Pickford.

Os suecos seguiram tentando ameaçar na base da pressão, mas não conseguiram construir outra chance daquela. Com o contra-ataque à disposição, Kane segurou bem a bola e distribuiu para Sterling e Lingard. Os companheiros, no entanto, não conseguiram consagrar a boa partida do centroavante.

FICHA TÉCNICA

SUÉCIA 0 X 2 INGLATERRA

Local: Cosmos Arena, em Samara (Rússia)
Data: 7 de julho de 2018 (Sábado)
Horário: 11h(de Brasília)
Árbitro: Bjorn Kuipers (Holanda)
Assistentes: San Van Roekel (Holanda) e Erwin Zeinstra (Holanda)
Cartões amarelos: Larsson e Guidetti (Suécia); Maguire (Inglaterra)

Gols:
INGLATERRA: Maguire, aos 30 minutos do primeiro, e Dele Alli, aos 14 minutos do segundo tempo

SUÉCIA: Olsen; Krafth (Jansson), Lindelöf, Granqvist e Augustinsson; Claesson, Larsson, Ekdal e Forsberg (Olsson); Toivonen (Guidetti) e Berg
Técnico: Janne Andersson


INGLATERRA: Pickford; Walker, Stones e Maguire; Trippier, Lingard, Henderson (Dier) e Young; Dele Alli (Delph); Sterling (Rashford) e Kane
Técnico: Gareth Southgate



COPA 2018: INGLATERRA SUPERA GOL DE MINA, BATE COLÔMBIA NOS PÊNALTIS E AVANÇA

Foto: Juan Mabromata/AFP

03/07/2018

A última seleção classificada às quartas de final da Copa do Mundo da Rússia foi conhecida na tarde desta terça-feira. No Estádio Spartak, a Inglaterra cedeu o empate por 1 a 1 à Colômbia nos acréscimos, mas enfim levou a melhor na disputa por pênaltis (4 a 3).

Colômbia e Inglaterra fizeram um primeiro tempo com raras oportunidades de gol. Na etapa complementar, Harry Kane abriu o placar em cobrança de pênalti e Yerry Mina empatou de cabeça. De forma inédita, a seleção britânica ganhou uma disputa por penais no Mundial com atuação decisiva do goleiro Pickford.

Classificada às quartas de final da Copa do Mundo da Rússia, a Inglaterra volta a campo às 11 horas (de Brasília) deste sábado. Em Samara, o time comandado por Gareth Southgate encara a Suécia na briga por um lugar na semi, algo que não consegue desde 1990.

O Jogo – A Inglaterra foi a primeira seleção a chegar ao ataque de maneira consistente em Moscou. Trippier recebeu de Lingard na direita e cruzou pelo alto. O artilheiro Harry Kane completou de cabeça, mas mandou por cima do gol defendido por Ospina.

Em um primeiro tempo sem grandes emoções, a Inglaterra levou algum perigo novamente em jogada de bola parada. Lerma cometeu falta dura sobre Kane nas imediações da grande área. Na cobrança, Trippier mandou a bola à direita da meta colombiana.

Desfalcada do lesionado meia James Rodriguez, seu principal articulador, a Colômbia não conseguiu criar oportunidades de gol durante a etapa inicial. Já nos acréscimos, Quinteros deu o primeiro chute na meta britânica, facilmente defendido pelo goleiro Pickford.

A Inglaterra inaugurou o marcador aos 11 minutos da etapa complementar. Após cobrança de escanteio, Carlos Sanchez cometeu pênalti sobre Harry Kane, marcado pelo confuso árbitro norte-americano Mark Geiger. O atacante bateu no meio do gol e converteu pela sexta vez no Mundial.

A seleção britânica procurou aproveitar o momento favorável após abrir o placar e quase ampliou a vantagem logo depois. Young apanhou a sobra na entrada da área e cruzou. Dele Alli completou de cabeça e a bola passou perto da trave do goleiro Ospina.

A Colômbia desperdiçou grande chance com Cuadrado, mas chegou ao empate por meio de Yerry Mina. Aos 47 minutos, Pickford espalmou chute de Uribe e cedeu o primeiro escanteio ao adversário. Após a cobrança, o ex-palmeirense subiu alto e cabeceou para empatar em grande estilo.

A Colômbia dominou o primeiro tempo da prorrogação e a Inglaterra reagiu no segundo, encerrado com empate. Nos pênaltis, Kane, Rashford, Trippier e Dier converteram para os britânicos. Henderson parou em Ospina. Falcao, Cuadrado e Muriel marcaram para os sul-americanos. Uribe acertou o travessão e Bacca parou em Pickford. Assim, a seleção europeia ganhou por 4 a 3.



FICHA TÉCNICA

COLÔMBIA (3) 1 x 1 (4) INGLATERRA

Local: Estádio Spartak, em Moscou (Rússia)
Data: 3 de julho de 2018 (Terça-feira)
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Mark Geiger (Estados Unidos)
Assistentes: Joe Fletcher (Canadá) e Frank Anderson (Estados Unidos)
Cartões amarelos: Barrios, Arias, Carlos Sanchez e Bacca (COL); Henderson e Lingard (ING)

Gols:
COLÔMBIA: Mina, aos 47 minutos do 2º Tempo
INGLATERRA: Kane, aos 11 minutos do 2º Tempo
Pênaltis:
COLÔMBIA: Falcao, Cuadrado e Muriel converteram. Uribe e Bacca erraram.
INGLATERRA: Kane, Rashford, Trippier e Dier converteram. Henderson errou.

COLÔMBIA: Ospina; Arias (Zapata), Mina, Davinson Sanchez e Mojica; Barrios, Carlos Sanchez (Uribe) e Lerma (Bacca); Cuadrado, Quintero (Muriel) e Falcao
Técnico: José Pekerman


INGLATERRA: Pickford; Walker (Rashford), Stones e Maguire; Trippier, Dele Alli (Dier), Henderson, Lingard e Young (Rose); Sterling (Vardy) e Kane
Técnico: Gareth Southgate



COPA 2018: BÉLGICA VENCE INGLATERRA E PODERÁ PEGAR O BRASIL NAS QUARTAS DE FINAL

Foto: Attila Kisbenedek/AFP

28/06/2018

A seleção belga terminou a primeira fase da Copa do Mundo na liderança do Grupo G. Nesta quinta-feira, os Red Devils, como são apelidados os jogadores da Bélgica, enfrentaram a Inglaterra, em Kaliningrado, e acabaram saindo de campo com a vitória por 1 a 0, graças ao golaço de Januzaj, logo no início do segundo tempo.

Ambas as equipes entraram em campo com muitos reservas. Já classificados às oitavas de final, os dois países tinham apenas de definir quem avançaria como líder da chave. Com a vitória, a Bélgica enfrentará o Japão nas oitavas e, caso supere os asiáticos, poderá enfrentar a Seleção Brasileira em uma eventual quartas de final. Já a Inglaterra enfrentará a Colômbia em seu próximo compromisso no torneio.

Embora o triunfo belga não possa ser considerado uma zebra devido ao grande talento que a seleção comandada por Roberto Martínez detém, o resultado chamou a atenção. Essa foi apenas a segunda vitória da Bélgica na história dos confrontos com a Inglaterra. A última aconteceu em um amistoso, em 1936, quando os Red Devils venceram por 3 a 2.

O jogo – Com suas respetivas formações alternativas, Inglaterra e Bélgica protagonizaram um primeiro tempo bem morno. Embora ambas as equipes tenham tido que lidar com a falta de entrosamento dos atletas em campo, os belgas até conseguiram assustar os rivais ao longo da etapa inicial. Logo aos cinco minutos, Tielemans decidiu experimentar de fora da área e viu a bola cair repentinamente em sua trajetória rumo ao gol, pegando de surpresa o goleiro Pickford, que ainda conseguiu fazer a defesa e jogar para escanteio.

Posteriormente, aos nove minutos, foi a vez de Batshuayi quase deixar o dele. Januzaj cobrou escanteio, Fellaini escorou de cabeça, e o atacante do Borussia Dortmund completou para o gol. Na confusão, a bola acabou escapando das mãos de Pickford, mas o zagueiro Cahill estava ligado na jogada para afastar o perigo em cima da linha.

Sem conseguiu infiltrar com a bola no chão, as equipes seguiam apelando para as bolas aéreas. Aos 26 minutos, novo escanteio para a Bélgica, que assustou os ingleses mais uma vez. Fellaini teve liberdade para matar a bola no peito após cruzamento, dentro da área, e chutar firme. Por sorte, a bola acabou desviando na defesa da Inglaterra, salvando Pickford, que dificilmente chegaria a tempo para defender.

Somente aos 33 minutos a Inglaterra, enfim, esteve próxima de balançar as redes. E foi em uma jogada discreta, não muito elaborada, também fruto de um escanteio. Alexander-Arnold jogou na área e encontrou Loftus-Cheek, que cabeceou pressionado por Dembele e mandou rente à trave direita de Courtois.

Segundo tempo

Já no segundo tempo a seleção inglesa voltou a campo mais esperta. Logo aos dois minutos, Rose cobrou lateral rápido para Rashford. A defesa belga afastaou, mas Vardy recuperou e tocou novamente para o atacante do Manchester United, que tentou bater colocado, no ângulo esquerdo de Courtois, mandando para fora.

A Bélgica, por sua vez, não demorou muito para responder e em cinco minutos foi mais eficiente que em todo o primeiro tempo. Januzaj recebeu pela direita, dentro da área, balançou para cima de Rose e mandou no ângulo inverso, sem qualquer chance para Pickford, abrindo o placar em Kaliningrado.

A Inglaterra teve a grande oportunidade de empatar com Rashford, que recebeu outro passe açucarado de Jamie Vardy e, desta vez, saiu sozinho na cara de Courtois. O atacante tentou tirar do goleiro belga, mas acabou exagerando no arremate, mandando para fora e levando os torcedores ingleses à loucura.

Nos minutos finais, os ingleses ainda tentaram pressionar os adversários em busca do empate e, consequentemente, da classificação em primeiro do grupo, uma vez que possui menos cartões amarelos, porém, não saíram do quase. Aos 37, Welbeck aproveitou a sobra dentro da área e pegou de primeira, mas não contou com a sorte e viu seu arremate ser desviado por Fellaini. Foi a chance derradeira dos campões mundiais em 1966, que enfrentarão a Colômbia, enquanto a Bélgica pegará o Japão.

FICHA TÉCNICA

INGLATERRA 0 X 1 BÉLGICA

Local: Estádio Kaliningrado, em Kaliningrado (RUS)
Data: 28 de junho de 2018, quinta-feira
Horário: 15h (de Brasília)
Árbitro: Damir Skomina (SLO)
Assistentes: Jure Praprotnik (SLO) e Mohammed Abdulla Mohammed (EAU)

Gol: Januzaj, aos cinco minutos do 2ºT (Bélgica)
Cartões amarelos: Tielemans e Dendoncker (Bélgica)

INGLATERRA: Pickford; Jones, Stones (Maguire) e Cahill; Alexander-Arnold (Welbeck), Loftus-Cheek, Dier, Delph e Rose; Rashford e Vardy
Técnico: Gareth Southgate



BÉLGICA: Courtois; Dendoncker, Boyata e Vermaelen (Kompany); Chadli, Fellaini, Dembele e Thorgan Hazard; Januzaj (Mertens), Batshuayi e Tielemans
Técnico: Roberto Martínez

COPA 2018: COM TRÊS DE KANE, INGLATERRA MASSACRA PANAMÁ E ASSUME LIDERANÇA DO GRUPO

Foto: Johannes Eisele/AFP

24/06/2018 

A Inglaterra é mais uma seleção com vaga garantida nas oitavas de final da Copa do Mundo da Rússia. Pela segunda rodada do Grupo G, o time da Rainha não teve dificuldades para vencer a seleção do Panamá por 6 a 1 neste domingo, em Nizhny Novgorod. Os gols foram marcados por John Stones (duas vezes), Harry Kane (três vezes) e Jesse Lingard. Baloy fez o gol de honra.

Com o resultado, o English Team foi a seis pontos e assumiu a liderança do grupo. A Bélgica possui a mesma quantidade de pontos, saldo de gols e gols marcados, mas perde no quesito Fair Play, já que tomou um cartão amarelo a mais que os britânicos (três a dois, respectivamente). O Panamá, por sua vez, é o lanterna, zerado em termos de pontuação e já eliminado do Mundial.

As duas equipes voltam a campo na próxima quinta-feira. Em Saransk, os ingleses lutam pela primeira posição da classificação em confronto direto contra os belgas, no confronto mais aguardado do grupo. Em Kaliningrado, os panamenhos se despedem da Rússia contra a também já eliminada Tunísia, em busca dos primeiros pontos na Copa. Ambas os jogos têm início marcado para as 15h (no horário de Brasília).

Massacre inglês no primeiro tempo

A Inglaterra abriu o placar logo aos oito minutos de jogo, em sua primeira finalização na partida . Em cobrança de escanteio pela direita, Trippier levantou na marca do pênalti e o zagueiro Stones, completamente livre de marcação, apareceu para cabecear e colocar a bola no canto esquerdo, sem chances para o goleiro Penedo.

O Panamá assustou o goleiro Pickford aos 15, com Barcenas, arriscando chute de fora da área. Com a canhota, o meio-campista tentou colocar no canto esquerdo, mas acabou tirando demais e a redona saiu em tiro de meta, passando perto da trave britânica.

Aos 19, a Sterling foi lançado dentro da área e, ao proteger a bola dos zagueiros panamenhos, acabou sofrendo a carga de Escobar. O atacante despencou no ato e o árbitro marcou pênalti a favor dos ingleses. Na cobrança, Harry Kane soltou a bomba com o pé direito, colocou a bola no ângulo esquerdo e aumentou a contagem, chegando ao seu terceiro gol neste Mundial.

O Panamá até tentou manter a posse de bola após o segundo gol, mas as limitações da equipe comandada por Hernán Darío Gomez não permitiram que o bloqueio da Inglaterra, muito bem postada em seu campo de defesa, fosse furado.

O English Team, por outro lado, passou a encontrar cada vez mais facilidade para trocar passes no campo de ataque. Aos 35 minutos, Lingard dominou pela esquerda, tabelou com Sterling na entrada da área e emendou um lindo chute com a perna direita. A bola entrou na gaveta de Peneda, que se esticou todo mas não conseguiu espalmar.

O quarto gol veio aos 39. Em jogada ensaiada em falta na intermediária, Trippier cobrou curto para Henderson, que cruzou para a área de primeira. Kane apareceu e cabeceou para o meio, onde Sterling entrava livre para finalizar. O goleiro Penedo até defendeu o chute do atacante, mas nada pôde fazer no rebote, aproveitado por Stones, que só empurrou para dentro.

Antes do intervalo, ainda deu tempo para mais um. Em meio à confusão dentro da área panamenha, em função da cobrança de outro escanteio, Stones foi agarrado de forma irregular pelo lateral Murillo. O juiz viu a infração e assinalou mais uma penalidade para os ingleses. Kane foi para a bola e não perdoou, batendo de forma idêntica à primeira cobrança.

Sorte de artilheiro e primeiro gol do Panamá em Copas do Mundo

A etapa final não começou com o mesmo ritmo do primeiro tempo. Afim de evitar um vexame maior, o Panamá recuou o time no campo de defesa, com duas linhas de cinco à frente da área. Contudo, quando a fase é boa, não há retranca que pare um atacante do nível de Harry Kane.

Aos 16 minutos, o “Furacão” do Tottenham mostrou que artilheiro de verdade faz gol de qualquer jeito. Loftus-Cheek fez boa jogada pela direita, trouxe para o meio e soltou a canhota. No entanto, a bola desviou em Kane no meio do caminho e matou Peneda, entrando no contrapé do arqueiro.

Aos 30 minutos, o Panamá criou sua primeira chance clara no segundo período. Após cruzamento da direita, Arroyo desviou em primeira instância e Torres apareceu para colocar a cabeça. A redonda passou lambendo a trave de Pickford.

Aos 32, porém, a torcida do Panamá enfim pôde comemorar o primeiro gol do país em Copas do Mundo. O gol histórico aconteceu através de cobrança de falta pela esquerda. Avila levantou na área, a zaga da Inglaterra parou e o ex-jogador do Grêmio Baloy apareceu, de carrinho, para mandar para a rede e diminuir o placar para 6 a 1.



FICHA TÉCNICA

INGLATERRA 6 X 1 PANAMÁ

Local: Estádio de Níjni Novgorod, em Nizhegorodskaya (Rússia)
Data: 24 de junho de 2018 (Domingo)
Horário: 9h (de Brasília)
Árbitro: Ghead Grisha (Egito)
Assistentes: Redouane Achik (Marrocos) e Waleed Ahmed (Sudão)

Gols: John Stones aos 8 e aos 40 do 1T; Harry Kane, aos 22 e aos 40 do 1T, e aos 17 do 2T; e Jesse Lingard, aos 36 do 1T (Inglaterra).

Cartões Amarelos: Loftus-Cheek (Inglaterra); Murillo, Cooper e Escobar (Panamá)

INGLATERRA: Jordan Pickford, Kyle Walker, John Stones e Harry Maguire; Kieran Trippier (Danny Rose), Jordan Henderson, Jesse Lingard (Fabian Delph), Ruben Loftus-Cheek e Ashley Young; Rasheem Sterling e Harry Kane (Jamie Vardy)
Técnico: Gareth Southgate

PANAMÁ: Jaime Penedo, Michael Murillo, Román Torres, Fidel Escobar e Eric Davis; Gabriel Gómez (Felipe Baloy), Armando Cooper, Aníbal Godoy (Ricardo Avila), Edgar Bárcenas (Abdiel Arroyo) e Jose Luis Rodrigues; Blas Pérez
Técnico: Hernán Darío Gómez



COPA 2018: KANE BRILHA, INGLATERRA SE SALVA NO FIM E VENCE ESTREIA DIANTE DA TUNÍSIA

Foto: Nicolas Asfouri/AFP

18/06/2018 

A seleção inglesa estreou com muita emoção na Copa do Mundo. Nesta segunda-feira, em Volgogrado, a equipe comandada por Gareth Southgate jogou mal, mas arrancou uma vitória nos minutos finais diante da Tunísia, por 2 a 1, com Harry Kane saindo-se como herói do confronto.

Apesar de um primeiro tempo de intensa movimentação ofensiva e chances claras de gol, a Inglaterra não conseguiu corresponder na etapa final, “sentiu” o peso da estreia e não marcou o gol da vitória até os acréscimos. Foi aí que a estrela do atacante do Tottenham brilhou para cima dos africanos, que anotaram gol de pênalti com Sassi.

Na rodada seguinte, a Inglaterra encara o Panamá às 09h00 (horário de Brasília) do próximo domingo, em Nizhny Novgorod. Já a Tunísia enfrenta a Bélgica, que fez 3 a 0 na equipe da América Central, às 09h00 do dia anterior, em Spartak.

O jogo – A primeira grande chance da partida veio aos dois minutos. Dele Alli tentou cruzamento, a zaga africana fez o corte e, no rebote, Lingard chutou forte, no contrapé do goleiro. Entretanto, ainda assim, Hassen conseguiu fazer a defesa e evitou o primeiro gol inglês no duelo.

A pressão europeia no confronto continuou. Pouco depois, os Três Leões fizeram linda jogada trabalhada. O camisa 10 da equipe alçou Sterling, que fez lindo passe para Lingard na lateral do campo. O jogador do Manchester United cruzou para a área e Sterling, livre e de frente para o gol, não conseguiu fazer o domínio e deixou a bola ir para fora.

Aos 10 minutos, a pressão inglesa deu resultado. Young cobrou escanteio com perfeição, Stones deu testada forte para o gol e Hassen fez incrível defesa. No rebote, Kane mostrou seu faro de artilheiro e, na hora certa e no lugar certo, só teve o trabalho de completar para as redes vazias. Pouco depois do gol, o arqueiro da Tunísia teve que ser substituído por lesão.

Na marca de 32 minutos, Walker fez pênalti bobo ao deixar o braço na cara de Ben Youssef, em bola fora do alcance do atacante. Na cobrança, Sassi bateu bem, no canto direito. Pickford chegou a encostar na bola, mas não conseguiu evitar o tento: 1 a 1.

Depois do gol rival, a Inglaterra, que havia relaxado no confronto, voltou a oferecer perigo. Após escanteio, Dele Alli cabeceou, a bola resvalou no travessão antes de ser tirada por Ben Youssef e, na sequência, Sterling furou. Pouco depois, Lingard arrancou em velocidade, tocou na saída do goleiro Ben Mustapha e também carimbou a trave.

O início do segundo tempo de partida foi sonolento. Enquanto a Tunísia parecia feliz com o resultado, a Inglaterra esbarrava em sua ineficiência ofensiva no duelo. que evitava a seleção de marcar gols e sair com a prevista vitória na estreia.

Já nos acréscimos da segunda etapa, brilhou a estrela de Harry Kane. Após cruzamento de escanteio, o atacante do Tottenham não desperdiçou a sobra, testou firme para o fundo das redes e decretou a vitória sofrida dos ingleses na estreia da Copa do Mundo.

FICHA TÉCNICA

TUNÍSIA 1 x 2 INGLATERRA

Local: Volgograd Arena, em Volgogrado (Rússia)
Data: 18 de junho de 2018, segunda-feira
Horário: 15h00 (horário de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldán (Colômbia)
Assistentes: Alexander Guzmán (Colômbia) e Cristian de la Cruz (Colômbia)

Cartão amarelo: Kyle Walker (Inglaterra)
Gols: Ferjani Sassi, aos 34 minutos do 1º T (Tunísia); Harry Kane, aos 10 minutos do 1º T e aos 46 minutos do 2º T (Inglaterra)

TUNÍSIA: Hassen (Ben Mustapha); Yassine Meriah, Syam Ben Youssef, Bronn e Ali Maaloul; Skhiri, Ferjani Sassi e Anice Badri; Naim Sliti (Ben Amor), Fakhreddine Ben Youssef e Wahbi Khazri (Khalifa)
Técnico: Nabil Maaloul

INGLATERRA: Jordan Pickford; John Stones, Kyle Walker e Maguire; Kieran Trippier, Ashley Young, Jordan Henderson, Dele Alli (Loftus-Cheek) e Jesse Lingard (Eric Dier); Raheem Sterling (Marcus Rashford) e Harry Kane
Técnico: Gareth Southgate


SEM HART, INGLATERRA DIVULGA LISTA FINAL COM 23 NOMES PARA A COPA DO MUNDO

Convocação Inglaterra Copa do Mundo (Foto: Reprodução/Twitter)
16/05/2018

Goleiro fica fora de convocação do técnico Gareth Southgate, que também não dá lugar a Lallana após série de lesões. Alexander-Arnold, lateral do Liverpool, de 19 anos, é aposta mais jovem

Tentando apagar a imagem ruim deixada nas últimas participações em Copas do Mundo, a Inglaterra divulgou nesta quarta-feira sua lista final de convocados para o Mundial. O técnico Gareth Southgate optou por, assim como a seleção brasileira, anunciar diretamente os 23 atletas que estarão na competição na Rússia - apesar de ter a possibilidade de escolher, antes, 35 pré-convocados. O goleiro Joe Hart, ícone das últimas gerações do English Team, ficou de fora.

A lista foi oficialmente anunciada pela Federação Inglesa (FA) através das redes sociais. Logo depois foram divulgados os nomes de cinco suplentes, que poderiam ocupar uma vaga entre os 23 até o dia 4 de junho - data imposta pela Fifa para a entrega da lista final. Depois, trocas só poderão ser feitas por conta de lesão. Os substitutos são: o goleiro Tom Heaton (Burnley), o zagueiroTarkowski (Burnley), e os meias Cook (Bournemouth), Livermore (West Bromwich) e Lallana (Liverpool).

Nos últimos meses, Southgate sofreu com diversas baixas no elenco. As mais recentes foram a dupla Alex Oxlade-Chamberlain e Jose Gomez, ambos jogadores do Liverpool. O meia se lesionou na partida de ida das semifinais da Liga dos Campeões, contra a Roma, e precisou operar o joelho esquerdo. O zagueiro também passou por cirurgia, mas para tratar uma lesão no tornozelo sofrida em amistoso com a Holanda, em março. Na tentativa se recuperar rapidamente, agravou o quadro.


A reta final da preparação será em St. George’s Park, casa da Football Association, e dois amistosos contra seleções que estarão na Copa estão agendados. No dia 2 de junho, em Wembley, a Inglaterra encara a Nigéria. No dia 7, em Elland Road, em Leeds, enfrenta a Costa Rica.

Na Copa, a Inglaterra está no Grupo G. A estreia será diante da Tunísia, em Volgogrado, no dia 18 de junho. No dia 24, o adversário será o Panamá, em Nizhny Novgorod. A seleção fecha a primeira fase quatro dias depois, contra a Bélgica, em Kaliningrado.

Confira os 23 convocados da Inglaterra:

Goleiros: Jordan Pickford (Everton), Jack Butland (Stoke City) e Nick Pope (Burnley);

Defensores: Alexander-Arnold (Liverpool), Cahill (Chelsea), Delph, Stones e Walker (Manchester City), Phil Jones e Ashley Young (Manchester United), Danny Rose e Trippier (Tottenham) e Harry Maguire (Leicester);

Meio-campo: Dier e Dele Alli (Tottenham), Jordan Henderson (Liverpool), Lingard (Manchester United) e Loftus-Cheek (Crystal Palace);

Ataque: Raheem Sterling (Manchester City), Marcus Rashford (Manchester United), Harry Kane (Tottenham), Jamie Vardy (Leicester) e Danny Welbeck (Arsenal).

Fonte: SporTV
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