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RONALDINHO GAÚCHO ROUBA A CENA NA FESTA DE ENCERRAMENTO DA COPA

Jogador brasileiro Ronaldinho Gaúcho participa da cerimônia de encerramento da Copa do 
Mundo da Rússia 2018 (Damir Sagolj/Reuters)

15/07/2018

Apresentação contou com Ronaldinho Gaúcho, craque brasileiro pentacampeão mundial com a seleção em 2002

Moscou – A festa de encerramento da Copa do Mundo de 2018 começou pontualmente 30 minutos antes da bola rolar para a decisão entre França e Croácia, no estádio Luzhniki, em Moscou. Com muita tecnologia e dançarinos, a festa contou com uma apresentação do rapper Nicky Jam, do ator Will Smith e da cantora Era Istrefi e de ninguém menos do que o astro brasileiro Ronaldinho Gaúcho.

A apresentação começou com uma contagem regressiva tecnológica e contou com dançarinos segurando placas de painéis de led. O palco foi rapidamente montado para a apresentação de Nick Jam, que conseguiu empolgar os quase 80 mil torcedores no estádio. A partir daí, os dançarinos se juntaram e as placas de led se transformaram em um grande telão, onde os grandes momentos do Mundial da Rússia foram repassados, tudo isso durante a apresentação do rapper norte-americano.

A partir daí, bandeirões com imagens dos torcedores de algumas seleções da Copa, entre eles os do Brasil, foram levados para as arquibancadas. Will Smith e Era Istrefi se juntaram ao rapper para cantar a música da Copa do Mundo, “Live It Up”.

Depois, um coral com a participação de crianças entrou em campo, em uma apresentação que misturava uma música tradicional russa com batidas de tambores e ninguém menos do que Ronaldinho Gaúcho, craque brasileiro que foi pentacampeão mundial com a seleção em 2002, como protagonistas. Assim que Ronaldinho apareceu em campo e nos telões, foi ovacionado por todos presentes no Luzhniki, no ponto mais alto da festa de encerramento do Mundial da Rússia.

Na sequência, o palco foi desmontado e as bandeiras de França, Croácia e da taça da Copa do Mundo foram estendidas no gramado, pouco tempo antes da arbitragem e das equipes entrarem em campo.

Fonte: Exame


COPA 2018: FRANÇA GOLEIA A CROÁCIA E É BICAMPEÃ 20 ANOS APÓS TÍTULO EM CASA

Foto: Franck Fife/AFP

15/07/2018

Duas décadas após vitimar a Seleção Brasileira na decisão da última Copa do Mundo que sediou, a França voltou a levantar o mais cobiçado troféu do planeta. O time comandado por Didier Deschamps, campeão como jogador em 1998, fez 4 a 2 sobre a Croácia na final deste domingo, no Estádio Luzhnikí, em Moscou, e igualou Argentina e Uruguai como detentora de dois títulos mundiais.

Agora, a França só está atrás de Brasil, com as suas cinco conquistas, e Alemanha e Itália, com quatro cada, no rol de maiores vencedores de Copas do Mundo. Os franceses ainda deixaram para trás Espanha e Inglaterra, ambas com uma taça, enquanto a Croácia precisou se contentar com o vice-campeonato, a sua melhor campanha em Mundiais. Em 1998, havia sido terceira colocada, posto hoje ocupado pela Bélgica.

Para superar os croatas, a França teve a mesma prudência das fases anteriores da Copa do Mundo da Rússia. Suportou a pressão inicial da equipe adversária e abriu o placar com um gol contra de Mandzukic. Absorveu o empate, que veio com Perisic, e voltou a ficar à frente ainda no primeiro tempo, em pênalti convertido por Griezmann. Na segunda etapa, Pogba e Mbappé transformaram o triunfo em goleada, e Mandzukic descontou em falha feia do goleiro Lloris.

Polêmicas e gols

A Croácia rejeitou o jogo estudado nos primeiros minutos da final da Copa do Mundo. Vindo de três prorrogações, o time dirigido por Zlatko Dalic aproveitou o fôlego inicial para partir para cima da França, aparentemente surpreendida pela postura da seleção adversária.

Os franceses, no entanto, não mudaram o estilo que marcou a sua campanha no Mundial. Com um jogo cauteloso desde a fase de grupos, a equipe de Didier Deschamps teve paciência para conter o ímpeto da Croácia e, aos poucos, começar a se soltar no gramado.

Aos 17 minutos, a França abalou, de fato, os croatas. Griezmann sofreu uma falta na ponta direita bastante contestada pela seleção adversária e apresentou-se para a cobrança. Ele levantou a bola na área, onde Mandzukic fez a torcida brasileira recordar Fernandinho, protagonista de lance infeliz contra a Bélgica, e cabeceou para anotar o gol contra.

Com a vantagem no marcador, a torcida francesa passou a cantar ainda mais alto no Estádio Luzhnikí, sobrepondo-se à maioria croata. Dentro de campo, o país campeão mundial de 1998 também parecia que tiraria proveito do momento para se impor diante da finalista inédita de Copas do Mundo.

A superioridade francesa, contudo, durou dez minutos. Aos 27, Modric bateu falta ensaiada, jogando a bola para o lado direito da área. Mandzukic e Rebic desviaram pelo alto até Vida escorar para Perisic. O meia da Internazionale cortou para a esquerda para se desvencilhar de Kanté e chutou forte e cruzado para empatar o jogo.

A França reagiu. Aos 35 minutos, Griezmann bateu um escanteio da direita, e Perisic tocou a bola com o braço ao afastar para a linha de fundo. O árbitro argentino Néstor Pitana já havia assinalado novo tiro de canto quando começou a ser convencido pela reclamação de Matuidi, que viu o lance, e seus compatriotas a consultar o VAR.

Pitana, então, correu em direção ao monitor instalado à beira do gramado. Demorou, mas assinalou o pênalti a favor da França. Griezmann, o homem das bolas paradas, ignorou a movimentação provocativa do goleiro Subasic, deslocou o oponente e recolocou a sua nação à frente no placar.

Virou goleada

Com mais de 60% de posse de bola no primeiro tempo, a Croácia iniciou o segundo sem alterações, esperançosa de que seria recompensada pela ofensividade. A França, como tinha feito na semifinal a ponto de enervar a Bélgica, não teve vergonha de se fechar e ficar armada para os contra-ataques.



O primeiro susto por meio de contragolpe ocorreu aos seis minutos. O astro Mbappé, apagado até então, foi lançado por Pogba e acelerou pela ponta direita, caçado por Vida. Só parou quando Subasic surgiu diante dele para fazer a defesa, em lance tão veloz quanto um grupo de torcedores que invadiu o campo pouco depois.

Embora a estratégia já tivesse mostrado potencial, a França resolveu se precaver também defensivamente, trocando Kanté, que tinha cartão amarelo, por N’Zonzi. Já Pogba, mesmo com algumas falhas na marcação, permaneceu no gramado. Para a alegria dos franceses.

Aos 13 minutos, Pogba fez mais um lançamento para Mbappé, que, desta vez, cruzou quando avançou à linha de fundo direita. Griezmann reteve a bola e rolou para trás, onde já tinha chegado o volante do Manchester United. Ele finalizou forte, carimbou a marcação e ficou com o rebote. Na segunda tentativa, estufou a rede.

A França assumiu o controle da decisão a partir de então. Abatida, a Croácia dava sinais de enfim ter acusado o desgaste físico, deixando a bola mais tempo nos pés dos franceses. Aos 19 minutos, Mbappé desferiu novo golpe ao ter espaço para concluir rasteiro de fora da área. Subasic, que nem esticou o braço, aceitou.

O quarto gol fez a França relaxar no Luzhnikí. Até demais. Aos 23, Varane recuou a bola para o goleiro Lloris, que, cheio de confiança, tentou driblar Mandzukic. Não conseguiu. O centroavante croata dividiu com firmeza e mandou para dentro, desta vez a favor do seu país.

Diminuir a considerável vantagem francesa fez a Croácia reavivar as suas esperanças, mas não tanto. Bem protegida, agora com Tolisso e Fekir nos lugares de Matuidi e Giroud, a França sabia administrar a partida, apenas à espera do momento de levantar, em 15 de julho de 2018, o troféu que Zinedine Zidane conquistou em 12 de julho de 1998.



FICHA TÉCNICA

FRANÇA 4 X 2 CROÁCIA

Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 15 de julho de 2018, domingo
Horário: 12 horas (de Brasília)
Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
Assistentes: Hernán Maidana e Juan Belatti (ambos da Argentina)
Cartões amarelos: Kanté e Hernández (França); Versaljko (Croácia)

Gols
FRANÇA: Mandzukic (contra), aos 17, e Griezmann, aos 37 minutos do primeiro tempo; Pogba, aos 13, e Mbappé, aos 19 minutos do segundo tempo
CROÁCIA: Perisic, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Mandzukic, aos 23 minutos do segundo tempo

FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernández; Kanté (N’Zonzi), Pogba, Mbappé, Griezmann e Matuidi (Tolisso); Giroud (Fekir)
Técnico: Didier Deschamps


CROÁCIA: Subasic; Versaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pjaca); Brozovic, Rakitic, Rebic (Kramaric), Modric e Perisic; Mandzukic
Técnico: Zlatko Dalic




COPA 2018: CROÁCIA VENCE A INGLATERRA NA PRORROGAÇÃO E CHEGA À DECISÃO INÉDITA

Foto: Franck Fife/AFP

11/07/2018

A Copa do Mundo poderá ter um campeão inédito na Rússia. Nesta quarta-feira, o Estádio Luzhnikí, em Moscou, a Croácia mostrou força para empatar a semifinal por 1 a 1 com a Inglaterra no tempo normal e alcançar a virada por 2 a 1 na prorrogação.

A Inglaterra começou melhor a partida e inaugurou o marcador logo aos quatro minutos, em uma cobrança de falta certeira de Trippier. Sem se encontrar no primeiro tempo, a Croácia melhorou consideravelmente no segundo e igualou com Perisic. Na etapa final da prorrogação, Mandzukic assegurou a vitória.

A adversária da Croácia na final das 12 horas (de Brasília) de domingo, outra vez no Luzhnikí, será a França, campeão mundial de 1998, que superou a Bélgica por 1 a 0 na outra semifinal. Ingleses e belgas disputarão o terceiro lugar às 11 horas (de Brasília) de sábado, em São Petersburgo.

Mesmo que caia na decisão, a Croácia já tem garantida a sua melhor campanha em um Mundial. Em 1998, na Copa disputada justamente na França, o time de Suker foi o terceiro colocado, perdendo para os franceses nas semifinais e derrotando a Holanda no jogo derradeiro.

Já a Inglaterra viu interrompido o sonho de conquistar o bicampeonato mundial. A melhor seleção do planeta em 1966 não ia a uma semifinal desde 1990, quando perdeu para a campeã Alemanha e acabou no quarto lugar depois de tropeçar também contra a anfitriã Itália.

Certeiro

A Inglaterra não demorou a abrir o placar no Luzhnikí. Logo aos quatro minutos do primeiro tempo, Trippier ajeitou a bola para cobrança de falta e buscou o ângulo. Acertou, levando ao delírio os torcedores do seu país.

O gol facilitou a missão inglesa. Empolgado, o time dirigido por Gareth Southgate assumiu o controle da partida, sem dar muitos espaços para a Croácia reagir. A adversária, para piorar, estava desgastada pelas duas prorrogações que disputou nas fases anteriores.

Aos 29 minutos, a Inglaterra criou grande chance para ampliar o marcador. Kane recebeu passe de Lingard à frente da marcação dentro da área e, primeiro, parou na intervenção do goleiro Subasic. Depois, no rebote, o centroavante perdeu o ângulo e finalizou na trave.

A Croácia melhorou um pouco no final do primeiro tempo, mas não o bastante para assustar os ingleses. Ao apito final do árbitro Cuneyt Cakir, os comandados de Zlatko Dalic tiveram forças para cercar o turco e reclamar de um pênalti em cima de Lovren, em lance que era exibido pela transmissão do jogo naquele momento.

Reação croata

A pouco mais de 45 minutos de deixar a disputa pelo título, caso o resultado parcial fosse mantido, os croatas continuaram nervosos na etapa complementar. Houve troca de empurrões com os ingleses por causa de um lance em que a Croácia tinha pressa para recolocar a bola em jogo.

A tensão logo passou a prevalecer dos dois lados do campo, com algumas falhas individuais. A partir dos 15 minutos, a Croácia já parecia abdicar da organização tática para empurrar a Inglaterra para o campo de defesa e buscar o sonhado gol de empate.

Deu certo. Aos 22 minutos, Vrsaljko ergueu a bola na área da direita, e Perisic esticou bastante o pé para completar para a rede. Festa dos croatas no gramado e nas arquibancadas do Estádio Luzhnikí.

O gol reanimou a Croácia. A Inglaterra, por sua vez, acusou o golpe. Quase em seguida, Perisic tirou proveito de um vacilo de Stones, pedalou do lado esquerdo da área e concluiu cruzado. Na trave. Na sobra, Rebic chutou de primeira, em cima do goleiro Pickford.

Com Perisic e Mandzukic inspirados – e o astro Modric um pouco menos –, a Croácia continuou a pressionar a Inglaterra, que se segurou defensivamente. Aos britânicos, coube contra-atacar vez ou outra e tentar se beneficiar das jogadas de bola parada.

Mandzukic vira herói nacional

Desgastadas, as duas seleções diminuíram naturalmente o ritmo na prorrogação. Ainda assim, aos oito minutos, a Inglaterra quase comemorou outro gol. Stones cabeceou firme após uma cobrança de escanteio, e Vrsaljko, também pelo alto, salvou em cima da linha.

A Croácia fez ainda melhor no segundo tempo da prorrogação. Aos dois minutos, Rakitic jogou a bola para a área de cabeça. Lá dentro, Mandzukic apareceu na frente de Pickford e bateu firme e cruzado da esquerda para estufar a rede e virar herói nacional.



FICHA TÉCNICA

CROÁCIA 2 X 1 INGLATERRA

Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 11 de julho de 2018, quarta-feira
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)
Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da Turquia)
Público: 78.011 pessoas
Cartões amarelos: Mandzukic e Rebic (Croácia); Walker (Inglaterra)

Gols
CROÁCIA: Perisic, aos 22 minutos do segundo tempo, e Mandzukic, aos 2 minutos do segundo tempo da prorrogação
INGLATERRA: Trippier, aos 4 minutos do primeiro tempo

CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic, Rebic (Kramaric), Modric (Badelj) e Perisic; Mandzukic (Corluka)
Técnico: Zlatko Dalic


INGLATERRA: Pickford; Walker (Vardy), Stones e Maguire; Trippier, Henderson (Dier), Dele Alli, Lingard e Young (Danny Rose); Sterling (Rashford) e Harry Kane
Técnico: Gareth Southgate



COPA 2018: RÚSSIA BATE A ESPANHA NOS PÊNALTIS E ESTÁ CLASSIFICADA PARA AS QUARTAS

Foto: Kinil Kudryavtsev/AFP

01/07/2018

O domingo de Copa do Mundo começou com um duelo emociante entre Espanha e Rússia no estádio Lujniki, em Moscou. Após um empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, a definição precisou ser feita nas cobranças de pênaltis, onde a anfitriã se deu melhor graças ao seu goleiro Ankinfeev, que defendeu duas cobranças e garantiu as donas da casa nas quartas de final da Copa do Mundo.

Logo no começo da primeira etapa, o zagueiro Ignashevich marcava Sérgio Ramos num cruzamento para a área e acabou marcando contra a sua própria meta. Ainda no primeiro tempo, Piqué acabou vacilando e batendo a mão na bola dentro da área. A arbitragem assinalou o pênalti e Dzyuba empatou a partida, resultado que persistiu até o final dos 120 minutos.

Nos pênaltis, todos os cobradores russos converteram, enquanto os meias Koke e Thiago Aspas acabaram desperdiçando as suas penalidades, garantindo a classificação russa pra próxima fase. Com a classificação assegurada, a expectativa agora é para a partida desta tarde, quando Croácia e Dinamarca duelam para saber quem avança para as quartas de final do torneio.

O jogo – A partida teve um inicio bem parecido com o que era esperado para o jogo. Com muita técnica espalhada pelo lado espanhol, a equipe tinha total posse de bola e procurava espaços na forte defesa russa, formada por uma linha de cinco defensores mais quatro meio-campistas a frente da área.

Para conseguir chegar dentro da área, a Espanha precisou esperar o momento certo. A primeira oportunidade para colocar a bola dentro da área ocorreu a partir de uma falta ocorrida na ponta direita do campo. Na cobrança, Asensio tentou achar Sérgio Ramos na segunda trave. A marcação sobre o defensor era feita por Ignashevich, que para tentar impedir a subida do capitão espanhol ficou de costas para o lance. Após uma queda dos dois jogadores a bola bateu no calcanhar do marcador russo e morreu no fundo do gol  abrindo o placar cedo para a Fúria.

Sérgio Ramos abriu o placar para a Espanha no duelo das oitavas (Foto: YURI CORTEZ / AFP)

Após o gol o prognóstico da partida mudou muito pouco. A Espanha seguia com uma posse de bola muito superior que a das donas da casa, no entanto os passes espanhóis eram muito pouco objetivos. Por outro lado os russos não eram tão pressionados na defesa após sofrer o primeiro gol, mas também não incomodava na frente quando raramente tinha a bola.


Aos 35 minutos, a Rússia chegou pela primeira vez no gol com perigo. Após boa troca de passes ofensiva, a bola sobrou na ponta direita com Golovin. A finalização do meia, no entanto, passou rente a trave esquerda de De Gea.

O lance parece ter animado os russos, que tentaram pressionar a Espanha nos minutos finais, Aos 39 minutos, a bola foi jogada na área espanhola após uma cobrança de escanteio pelo lado direito. Pelo alto, o ataque russo vence a disputa e vê Pique resvalar o braço na bola. O árbitro nem precisou do auxílio de vídeo para marcar a penalidade. Na cobrança, Dzyuba tirou bem de De Gea e empatou a partida.

Nos cinco minutos finais a Espanha seguiu com maior posse de bola, só que não era mais uma posse pouco objetiva. Numa pressão final, a bola acabou chegando para Diego Costa na ponta direita da área. O atacante finalizou forte porém viu o goleiro Akinfeev fazer boa defesa e impedir o gol pouco antes do intervalo.

Dzyuba igualou o confronto para a Rússia no final do primeiro tempo (Foto: Juan Mabromata / AFP)

A segunda etapa começou com o mesmo ritmo que encerrou o primeiro tempo. Com uma posse de bola bastante superior, a Espanha agora buscava agredir a defesa adversária com os seus toques rápidos. No entanto a defesa russa estava bem postada e conseguia proteger bem a meta do goleiro Akinfeev.

No entanto a troca de passes não gerava nenhum tipo de perigo a meta adversária. A dificuldade para entrar na área era muito grande. Para tentar mudar esse prognóstico, o técnico Hierro optou pela entrada de Iniesta no meio de campo espanhol.

Mesmo com a entrada do ex-jogador do Barcelona a dificuldade para criar uma jogada clara de gol era enorme. A melhor chance de todo o segundo tempo saiu apenas aos 39 minutos, quando Iniesta decidiu arriscar de primeira da entrada da área para uma linda defesa de Akinfeev. No rebote, Thiago Aspas acabou errando a finalização do rebote.

Com o empate persistindo no placar, a partida seguiu para ser decidida na prorrogação. E partida seguia com o ataque contra defesa feito pela seleção espanhola sobre a Rússia. Tentando de todas as formas penetrar na área adversária, as melhores chances construída pela Fúria partiam mesmo de chutes de fora da área.  Aos 09 minutos do primeiro tempo da prorrogação, Asensio finalizou da entrada da área e exigiu uma nova boa defesa do goleiro russo.

No inicio da segunda etapa, o brasileiro naturalizado espanhol Rodrigo fez uma linda jogada pela direita. Após relaizar um lindo drible de corpo, o camisa 9 entrou na área e chutou forte, obrigando o goleiro Akinfeev fazer mais uma linda defesa. No rebote, Carvajal veio chutando de primeira, mas a bola passou por cima do gol.

Com o apito final do árbitro, a decisão da vaga para as quartas de final foi decida nos pênaltis. Enquanto todos os russos converteram (Smolov, Ignashevich, Golovin, Cheryshev), a Espanha acertou apenas três penalidades (Iniesta, Piqué e Sérgio Ramos) e dois erros, com Koke e Thiago Aspas.


FICHA TÉCNICA

ESPANHA 1 (3) X  1 (4) RÚSSIA 

Local: Estadio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 1 de julho de 2018 (Domingo)
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Bjorn Kuipers (HOL)
Assistentes: Sander Van Roekel (HOL) e Clement Turpin (HOL)
Cartões: Piqué (Espanha) Kutepov e Zobnin (Rússia)

Gols: Espanha: Sergei Ignashevich, contra, aos 11 minutos do primeiro tempo. Rússia: Dzyuba, de pênalti, aos 40 minutos do primeiro tempo

Pênaltis:
Espanha: Iniesta, Piqué, Sérgio Ramos (certos) Koke e Thiago Aspas (errados)
Rússia: Smolov, Ignashevich, Golovin, Cheryshev (certos)

ESPANHA: David de Gea, Nacho Fernández (Carvajal), Gerard Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Sergio Busquets, Koke Alcântara, Marco Asensio (Rodrigo), David Silva(Iniesta) e Isco; Diego Costa (Thiago Aspas)
Técnico: Fernando Hierro

RÚSSIA: Akinfeev; Ignashevich, Kutepov e Kudriashov; Mario Fernandes, Samedov (Cheryshev), Zobnin, Kuziaev (Erokhin), Golovin e Zhirkov (Granat); Dzyuba (Smolov)
Técnico: Stanislav Cherchesov



COPA 2018: FRANÇA E DINAMARCA FICAM NO 0 A 0 EM EMPATE CONVENIENTE PARA AMBAS

Foto: Franck Fife/AFP

26/06/2018

A Copa do Mundo da Rússia amargou o seu primeiro empate sem gols durante a tarde desta terça-feira, em Moscou. Em jogo morno, disputado no Estádio Luzhniki, a França teve o domínio da posse de bola, mas trocou passes sem objetivo e parou na forte marcação da Dinamarca, que até insinuou atacar no segundo tempo, mas não se abriu o suficiente para vazar a defesa adversária.

Embora vaiado pela torcida, o resultado foi conveniente para ambas as equipes. A França chegou aos sete pontos e terminou a primeira fase como líder do Grupo C. Já a Dinamarca se classificou como segunda colocada, com cinco pontos. No outro jogo da chave, o Peru acabou com as esperanças da Austrália ao vencer por 2 a 0.

Nas oitavas de final da Copa do Mundo, a França enfrentará a Argentina, segunda colocada do Grupo D, enquanto a Dinamarca medirá forças com a líder Croácia. As partidas estão marcadas, respectivamente, para sábado, às 11 horas (de Brasília), em Kazan, e domingo, às 15 horas, em Nizhny Novgorod.

O Jogo – Já classificada, a França foi a campo com seis desfalques. Os meias Matuidi e Pogba, pendurados com cartão amarelo, foram preservados pelo técnico Didier Deschamps. Assim como o goleiro Lloris, o lateral direito Pavard, o zagueiro Umtiti e o atacante Mbappé. Estes, contudo, por desgaste físico.

Empurrada pela maior parte da torcida no Estádio Luzhniki, a Dinamarca começou esboçando uma pressão. Os nórdicos tentaram explorar o lado esquerda da defesa francesa, que, bem postada, neutralizou os ataques iniciais.

Aos poucos, com a posse de bola, a França foi tomando o controle da partida. Aos 15 minutos, após uma longa troca de passes, Hernández invadiu a área e tabelou com Giroud, que bateu de esquerda, exigindo a primeira defesa do goleiro Schmeichel.

Os comandados de Deschamps tentaram furar o bloqueio adversário com chutes de fora da área. Em um deles, Dembélé assustou o arqueiro. Em outro, Schmeichel agarrou o arremate de Griezmann sem dificuldade. A Dinamarca chegou com algum perigo em um contra-ataque, mas Eriksen foi travado na hora do chute.

A panorama se manteve o mesmo no início da etapa complementar. A França voltou do intervalo apostando na troca de passes, enquanto a Dinamarca buscava os contra-ataques para surpreender. Os nórdicos, no entanto, foram se soltando. Aos 13 minutos, após boa trama pela esquerda, Eriksen bateu de longe e assustou o goleiro Mandanda.

A França respondeu aos 24 minutos. Fekir, que havia acabado de entrar no lugar do apagado Griezmann, tabelou com Lemar e arriscou da entrada da área. A bola passou perto da trave direita de Schmeichel, mas bateu na rede pelo lado de fora.

Deschamps deu sua última cartada ao promover a entrada de Mbappé na vaga de Dembélé. Em sua primeira ação na partida, o atacante fez jogada individual e deixou para Fekir, que bateu colocado de fora da área. Schmeichel, antento, se esticou para praticar a defesa. Nos minutos finais, os “Bleus” insinuaram pressionar, mas o esforço não foi o suficiente para tirar o zero do placar.



FICHA TÉCNICA

DINAMARCA 0 X 0 FRANÇA

Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia)
Data: 26 de junho de 2018 (Terça-feira)
Horário: 11h(de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Brasil)
Assistentes: Emerson de Carvalho (Brasil) e Marcelo Van Gasse (Brasil)
Cartão Amarelo: Jorgensen (Dinamarca)
Cartão Vermelho: –
Gol: –

DINAMARCA: Kasper Schmeichel; Simon Kjaer, Andreas Christensen e Mathias Jorgensen; Henrik Dalsgaard, Thomas Delaney (Lukas Lerager), Christian Eriksen e Jens Stryger Larsen; Martin Braithwaite, Andreas Cornelius (Kasper Dolberg) e Pione Sisto (Viktor Fischer)
Técnico: Age Hareide

FRANÇA: Steve Mandanda; Djibril Sidibé, Raphael Varane, Presnel Kimpembe e Lucas Hernandez (Benjamin Mendy); N’Golo Kanté, Steven N’Zonzi e Thomás Lemar; Ousmane Dembélé (Kylian Mbappé), Olivier Giroud e Antoine Griezmann (Nabil Fekir)
Técnico: Didier Deschamps


COPA 2018: CRISTIANO RONALDO DECIDE, PORTUGAL SOBREVIVE À PRESSÃO E SUPERA MARROCOS

Foto: Antonin Thuillier

20/06/2018

Quem se lembra das atuações de Portugal na campanha vitoriosa da Eurocopa de 2016 se identificou bastante com o nível de atuação e a proposta de jogo do time de Fernando Santos nesta quarta-feira, no Estádio Luzhniki. Com um Cristiano Ronaldo decisivo, um sistema defensivo sólido, uma pressão excessiva do adversário e uma atuação brilhante de Rui Patrício, a seleção lusa venceu Marrocos por 1 a 0 e findou as chances de classificação dos africanos.

Nos primeiros 45 minutos ficou evidente a dependência, ao menos nessa partida, de Cristiano Ronaldo para sua seleção. Aos quatro minutos, o camisa sete e capitão se desvencilhou do defensor na cobrança de escanteio e testou sozinho, firme, para o fundo da rede, abrindo o placar. Mesmo atrás, Marrocos não se abateu e dominou não apenas de bola, mas as chances. Porém, foram os lusos os donos das mais perigosas, todas com participação efetiva de CR7, ou servindo os companheiros ou arrematando.

O cenário da etapa inicial foi refletido em partes no segundo tempo, mas com uma pressão menos intensa e mais esparsa da seleção marroquina no início. Ao mesmo tempo, brilhou a estrela de Rui Patrício, que evitou um resultado negativo de Portugal com ao menos duas defesas espetaculares, uma delas em uma cabeçada com endereço certo. Na reta final, a partida se tornou de um ataque contra defesa, na qual o “ferrolho” luso se sobressaiu para sair vitorioso.

Com o triunfo, Portugal depende apenas de si para se garantir entre as 16 melhores seleções da Copa do Mundo. Na última rodada, marcada para a próxima segunda-feira (25), Cristiano Ronaldo e companhia viajam até Saransk para medir forças contra o Irã, que venceu na estreia. Já Marrocos teve findada suas chances de classificação com o revés. Na última rodada, para fechar sua participação em solo russo, enfrenta a Espanha em Kaliningrado.

O JOGO

Portugal abre o placar com gol relâmpago de Cristiano Ronaldo, artilheiro da Copa

Os dois minutos iniciais deram mostras evidentes de que Marrocos não enfrentaria a seleção atual campeã da Eurocopa para se defender. Com a bola no pé, chegou ao gol de Rui Patrício na primeira chance do jogo, mas Boutaib testou para fora.

Coube a Cristiano Ronaldo a missão de ensinar à risca como se posiciona e cabeceia dentro da área. Aos quatro minutos, o craque e capitão português, primeiro, mostrou habilidade para se desvencilhar da marcação. Depois, mostrou sua eficiência característica para, livre, completar a cobrança de escanteio de Cedric para o fundo da rede, abrir o placar e se isolar na artilharia da Copa com quatro gols.

Mesmo atrás no placar, Marrocos não se abateu e dominou os lusos

Quem pensava que o gol no início tornaria fácil a vida da seleção lusa se enganou completamente. Marrocos não se abateu com a desvantagem e continuou com sua proposta de ter a bola, controlar o jogo e tirar os espaços da saída de bola de Portugal, que se via obrigado a utilizar da ligação direta e, com isso, conter a participação de Cristiano Ronaldo.

Porém, parar o atual melhor jogador do mundo é, por vezes, uma missão difícil. Aos oito, o camisa sete recebeu na entrada da área, girou sobre a marcação e engatilhou um arremate com muito perigo, que passou rente à trave marroquina.

Salva essa chance, voltemos ao domínio de Marrocos, que aos 11 minutos obrigou a primeira intervenção de Rui Patrício. Benatia completou o cruzamento para área com um cabeceio preciso, rasteiro, mas defendido pelo arqueiro português. Na sequência, a pressão ainda contou com chutes interceptados pela defesa lusa, uma tentativa de Ziyech sem sucesso e levantamentos para área.

Depois de 30 minutos de pressão, Portugal volta a controlar o jogo

Cada vez mais acuado, Portugal se viu obrigado a contar com o talento de sua principal estrela para tirar o time do “buraco”. Primeiro em uma cobrança de falta na barreira, Cristiano Ronaldo voltou colocar sua equipe perto do gol adversário. No lance seguinte, deu um lindo passe para Gonçalo Guedes, que na entrada da área emendou de primeira para uma defesa linda de El Kajoui com apenas uma das mãos.

Início de segundo tempo equilibrado e com Rui Patrício brilhante

O equilíbrio que Portugal impôs na reta final do primeiro tempo foi refletida nos minutos iniciais da segunda etapa. Os dois times voltaram do intervalo com a intenção de ter a bola e a partir da posse construir boas jogadas. Mas foi marrocos que converteu tudo isso em chances reais.

A partir dos 10 minutos teve início o monólogo de Rui Patrício contra os adversários. Primeiro, o goleiro segurou o chute firme de Belhanda. No lance seguinte, novamente o atacante e o arqueiro se colocaram frente a frente. O Marroquino subiu mais que a defesa portuguesa e testou no cantinho, para o chão, mas o camisa um foi buscar em uma defesa digna de Gordon Banks.

Ataque marroquino contra defesa portuguesa. E Cristiano Ronaldo

A partir dos 20 minutos, o jogo se tornou o típico ataque contra defesa. Enquanto Marrocos tinha a bola e dominava, criando boas chances e parando na má pontaria, Portugal nada conseguia fazer e contava apenas com lampejos individuais de Cristiano Ronaldo. Em um desses, teve tudo para ampliar a vantagem, mas sua cobrança de falta parou na barreira.

A ineficiência ofensiva de Marrocos ficou comprovada nas duas últimas chances criadas na partida. Ziyech fez tudo certo, testou para o gol, mas teve o corte de Pepe no meio do caminho. No último lance de mais perigo, Benatia ficou livre na área, mas isolou.

Arte: AFP


FICHA TÉCNICA

PORTUGAL 1 X 0 MARROCOS

Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia)
Data: 20 de junho de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 9h (de Brasília)
Árbitro: Mark Geiger (Estados Unidos)
Assistentes: Joe Fletcher (Canadá) e Frank Anderson (Estados Unidos)

GOL: Cristiano Ronaldo, aos 4 minutos 1T

Cartões amarelos:
Marrocos: Benatia
Portugal: Adrien Silva

PORTUGAL: Rui Patricio; Cedric, Pepe, José Fonte e Raphael Guerrerio; William Carvalho, João Moutinho (Adrien Silva), Bernardo Silva (Gelson Martins), João Mário (Bruno Fernandes); Gonçalo Guedes e Cristiano Ronaldo
Técnico: Fernando Santos

MARROCOS: El Kajoui; Achraf Hakimi, Manuel da Costa, Mehdi Benatia e Nabil Dirar; Sofyan Amrabat, Mbark Boussoufa, Hakim Ziyach, El Ahmadi (Faycal Fajr), Younes Belhanda (Carcela-González) e Hakim Zitach; Khalid Boutaib (El Kaabi)
Técnico: Herve Renard


COPA 2018: MÉXICO SURPREENDE E DESBANCA ALEMANHA NA ESTREIA DO MUNDIAL

Foto: Yuri Cortez/AFP

17/06/2018 

A Alemanha decepcionou no início de sua campanha na Copa do Mundo da Rússia. No Estádio Luzhniki, os atuais detentores do título foram dominados pelo surpreendente México durante a manhã deste domingo e acabaram derrotados por 1 a 0.

Com o triunfo, a seleção dirigida pelo colombiano Juan Carlos Osório marca seus primeiros três pontos na Copa do Mundo. Os dois classificados do Grupo F, completado por Coreia do Sul e Suécia, cruzam nas oitavas de final com os integrantes da chave do Brasil.

Pela segunda rodada da Copa do Mundo da Rússia, o México volta a campo para enfrentar a Coreia do Sul às 12 horas (de Brasília) deste sábado, em Rostov. Às 15 horas do mesmo dia, no Estádio Olímpico de Sochi, a seleção alemã encara a Suécia.

O Jogo – Atual detentora do título a Alemanha tomou a iniciativa e buscou o jogo no primeiro tempo, ficando exposta aos contra-ataques puxados por Carlos Vela. Javier Chicharito e Miguel Layun chegaram a receber passes diante do goleiro Manuel Neuer, mas não finalizaram.

Aos 34 minutos, em mais uma jogada de contragolpe, o México saiu na frente. Após roubar a bola na defesa, o time dirigido por Juan Carlos Osorio fez uma rápida transição para o campo de ataque. Hirving Lozano recebeu de Chicharito, cortou a marcação de Ozil e fuzilou Neuer.

A Alemanha procurou responder rápido e quase chegou ao empate em cobrança de falta dura, cometida por Lozano sobre Kimmich na entrada da área. Em um chute colocado, Kroos procurou o ângulo esquerdo de Ochoa, que conseguiu desviar a bola para o travessão.

Na tentativa de buscar o empate, a Alemanha se lançou ao ataque durante a etapa complementar e permaneceu exposta aos contragolpes mexicanos. Após receber cruzamento vindo da direita, Kimmich tentou uma bicicleta e assustou o goleiro Ochoa.

Juan Carlos Osorio, conhecido pelas alterações esquisitas, tirou Carlos Vela, que puxava os contra-ataques, e Hirving Lozano, autor do gol. Vendo seu time pressionado, ele apostou no experiente Rafael Marquez, com cinco Copas do Mundo no currículo.

Com Gomez no lugar de Plattenhardt, a Alemanha encurralou o México no campo de defesa, mas abusou dos cruzamentos na área e não conseguiu criar boas oportunidades. O time norte-americano ainda desperdiçou alguns contra-ataques, que não fizeram falta. No último susto, Brandt acertou a trave direita de Ochoa.



FICHA TÉCNICA

ALEMANHA 0 x 1 MÉXICO

Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia)
Data: 17 de março de 2018 (Domingo)
Horário: 12h (de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
Assistentes: Reza Sokhandan (Irã) e Mohamed Mansouri (Irã)
Cartões amarelos: Muller e Hummels (ALE); Moreno e Herrera (MEX)
Gol:
MÉXICO: Lozano, aos 34 minutos do 1º tempo

ALEMANHA: Neuer; Kimmich, Hummels, Boateng e Plattenhardt (Gomez); Kroos, Khedira (Reus) e Ozil; MUller, Draxler e Werner (Brandt)
Técnico: Joachim Löw

MÉXICO: Ochoa; Salcedo, Moreno, Ayala e Gallardo; Herrera, Guardado (Rafael Marquez), Layun, Vela (Alvarez) e Lozano (Jimenez); Chicharito
Técnico: Juan Carlos Osório


COPA 2018: CHERYSHEV MARCA DOIS, RÚSSIA GOLEIA ARÁBIA NA ABERTURA DA COPA E DIMINUI DESCONFIANÇA

Com a vitória, a Seleção Russa se coloca como candidatos a uma das vagas 
em seu grupo Alexander Nemenov/AFP

14/06/2018

Russos não encontraram dificuldade para fazer 5 a 0, no primeiro jogo

Moscou – Se havia desconfiança com a anfitriã Rússia antes, ela diminuiu depois da goleada por 5 a 0 sobre a Arábia Saudita, em jogo que abriu a Copa do Mundo de 2018, nesta quinta-feira, em Moscou. Com Estádio Luzhniki recebendo um público de mais de 79 mil pessoas, os russos não tomaram conhecimento do adversário, com destaque para Cheryshev, que marcou dois gols, e Golovin, com duas assistências e um gol de falta no fim.

Neste sábado, às 9h (de Brasília), em Ecaterimburgo, ocorre o outro jogo do Grupo A, entre Egito e Uruguai, que inicialmente, eram os favoritos na chave. Com o resultado desta sexta, os comandados por Stanislav Cherchesov se colocam como candidatos a uma das vagas.

No jogo, os russos, empurrados pela torcida, trataram de ir à frente. Ainda que tenham deixado espaço para contra-ataques, empurraram o adversáro para trás e conseguiram abrir o marcador aos 11min, com Gazinsky escorando de cabeça cruzamento da esquerda de Golovin. Três minutos depois, Mário Fernandes recebeu em profundidade e tocou para trás, mas Dzagoev foi trabado na hora do chute. Mesmo assim, o goleiro Al-Muiaouf teve de se esticar todo para fazer a defesa.

A Rússia sofreu um duro golpe aos 22min, quando o autor da assistência caiu em campo, com a mão na parte posterior da coxa direita. Ele acabou substituído por Cheryshev. Talvez pela mudanças, talvez pela vantagem, os russos diminuíram o ritmo. E passaram a tentar explorar os contra-ataques, diante de uma Arábia Saudita pouco inspirada.

Assim, marcou o segundo gol ainda no primeiro tempo, aos 42min, com Cheryshev. Ele recebeu na área, deu belo corte para se livrar de dois marcadores e, livre, fuzilou o camisa 1 adversário. No segundo tempo as coisas pouco mudaram. Aos 6min, Samedov aproveitou liberdade para arriscar da entrada da área. A bola saiu por cima.

Os 11 árabes resolveram arriscar e quase marcaram. Al-Burayk cruzou da direita, Al-Sahlawi desviou de leve e a bola cruzou toda a extensão do gol, pois Al-Jassim não conseguiu tocar nela.

GOLEADA

Como o adversário não marcou, os russos voltaram à rede. Aos 25min, Golovin recebe na entrada da área e cruza na medida para Dzyuba, sozinho, subir para marcar o terceiro. Já aos 45min, Cheryshev, ex-jogador do Real Madrid, marcou um golaço. Ele ajeitou na entrada da área e bateu com o lado de fora do pé esquerdo, acertando o ângulo superior esquerdo do gol árabe. Já nos acréscimo, Golovin cobrou falta na entrada da área e fechou a goleada.

FICHA TÉCNICA

RÚSSIA 5 x 0 ARÁBIA SAUDITA

Público: 78.011 pessoas
Cartões amarelos: Golovin (Rússia); Taiseer (Arábia Saudita)
Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia)
Data: 14 de junho de 2018 (Quinta-feira)
Horário: 12 horas (de Brasília)
Árbitro: Nestor Pitana (Argentina)


Assistentes: Emerson de Carvalho (Brasil) e Juan Pablo Belatti (Argentina)



Gols: Gazinsky, aos 11 minutos do 1º Tempo, Cheryshev, aos 43 minutos do 1º Tempo e aos 46 minutos do 2º Tempo, Dzyuba, aos 25 minutos do 2º Tempo, e Golovin, aos 49 minutos do 2º Tempo (Rússia)

RÚSSIA
Akinfeev; Fernandes, Kutepov, Ignashevich e Zhirkov; Samedov (Kuzyaev), Gazinsky, Dzagoev (Cheryshev), Zobnin e Golovin; Smolov (Dzyuba)
Técnico: Stanislav Cherchesov

ARÁBIA SAUDITA
Abdullah; Alburayk, Osama, Omar e Yasser; Salem, Otayf (Fahad), Salman, Taiseer e Yahia (Hatan); Alsahlawi (Muhannad)
Técnico: Juan Antonio Pizzi



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