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Traffic lança projeto comercial da Copa América 2015



09/12/2014

Responsável pela comercialização mundial das cotas de patrocínio da Copa América Chile 2015, a Traffic Sports apresenta o projeto comercial da competição entre seleções de futebol das Américas, que acontecerá entre os dias 11 de junho e 4 de julho no Chile. Uma grande oportunidade de exposição para as marcas, a Copa América Chile 2015 é um dos três mais importantes torneios de futebol do planeta, ao lado da Copa do Mundo e da Eurocopa.

Em sua 44º edição, a Copa América Chile 2015 é organizada pela WE MATCH, joint venture formada pela Traffic Sports, Torneos y Competencia e Full Play. Com transmissão ao vivo por mais de 80 canais de televisão em mais de 200 países, a Copa América Chile 2015 terá jogos nas cidades de Viña Del Mar, Antofagasta, La Serena, Valparaíso, Rancagua, Concepción e Temuco. A competição terá um total de 26 partidas.

Fonte: Adnews

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Abicalçados divulga balanço do Projeto Copa 2014. Expectativa de US$ 41 milhões em negócios

29/07/2014

Com a expectativa de mais de US$ 41 milhões em negócios gerados para os próximos 12 meses, os calçadistas que participaram do Projeto Copa do Mundo, trazendo compradores da França, Emirados Árabes e África Sul, saíram satisfeitos. O balanço está sendo divulgado pelo Brazilian Footwear, programa de internacionalização da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que participou, com os seus associados, da ação realizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Participaram do Projeto, que teve agendas em São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza e Belo Horizonte entre os dias 13 de junho e 9 de julho, compradores da Galeries Lafayette (França), Shoe Mart (Emirados Árabes) e Palazzo Pitti (África do Sul).

Unindo negócios e entretenimento, os estrangeiros assistiram partidas da Copa e visitaram unidades industriais, showrooms e lojas de 29 marcas calçadistas: Amazonas, Ana Capri, Arezzo, ADG, Carrano, Cartago, Carmen Steffens, Cristófoli, Democrata, Enrico Boaretto, Esdra, Havaianas, Ipanema, Guilhermina, Grendene, Grendha, Jorge Bischoff, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Melissa, Paolo Sesto, Paquetá, Rider, Sarah Chofakian, Schutz, West Coast, Werner, Zaxy e Zeferino.

Segundo Patrícia Ledur, da Unidade de Promoção Comercial da Abicalçados, que acompanhou as agendas em Porto Alegre e Fortaleza com os compradores da Galeries Lafayette e Shoe Mart, tanto os compradores quanto as marcas avaliaram o projeto positivamente. “Unir o Mundial com negócios foi uma forma eficiente de alavancar as exportações num momento complicado para a indústria brasileira de calçados”, avalia.

Os compradores da Galeries Lafayette tiveram uma agenda extensa. Assistiram o jogo entre França e Honduras, em Porto Alegre, conheceram a unidade da Paquetá, em Sapiranga, a badalada rua Oscar Freire, em São Paulo, e encerraram o circuito em um showroom organizado na sede da Abicalçados, em Novo Hamburgo/RS. “Foi uma experiência muito interessante”, avalia Jérome Raffy, comprador da rede francesa.

Emilene Taís de Oliveira, do departamento de Exportação da Jorge Bischoff, empresa que participou do showroom na Abicalçados, ressalta que a ação facilitou um contato que a marca já vinha tentando há mais tempo. “Os compradores franceses demonstraram muito interesse no nosso produto, especialmente nas sapatilhas, saltos não tão altos e um modelo de bolsa do segmento de luxo”, avalia Emilene, ressaltando que, apesar da marca ainda não ser trabalhada pela Galeries Lafayette, registra um crescimento médio de 15% a cada coleção lançada no mercado francês.



Alemanha e Argélia são parceiros comerciais importantes do RS

Torcedores argelinos já vieram ao Estado com sua seleção, há poucos 
dias, e agora retornam - Foto: Ivo Gonçalves/PMPA.

28/06/2014

A última partida da Copa do Mundo 2014 em Porto Alegre, na segunda-feira (30), trará para o Rio Grande do Sul duas seleções de países com diferentes relações com o Estado: a Alemanha, de grande identificação com os gaúchos devido à colonização germânica, e a Argélia, cuja parceria comercial cresce a cada ano. No dia 25 de julho deste ano será celebrado o 190º aniversário da Imigração Alemã no Rio Grande do Sul e, conforme estudos da Câmara Brasil-Alemanha, 25% da população gaúcha é de origem alemã. Isso faz com que o país europeu seja mais conhecido pelos gaúchos do que a distante Argélia.

No campo econômico, esta proximidade se reflete em números: a Alemanha está entre os dez principais parceiros do Estado enquanto que, com o país africano, o Estado fortalece as suas relações a cada ano. Em 2013, por exemplo, as exportações do Rio Grande do Sul para a Alemanha somaram US$ 565 milhões, com destaque para tabaco, calçados e couros. As importações chegaram a US$ 723 milhões, entre adubos e peças da indústria automotiva.

De janeiro a maio deste ano, o Estado negociou cerca de US$ 190 milhões em exportações para os nossos amigos germânicos, tornando o país da chanceler Angela Merkel o sétimo principal destino dos produtos gaúchos, com 2,76% do total de participação em 2014. Os principais países importadores neste período foram China (22,85%), Argentina (7,8%), EUA (6,99%), Paraguai (6,25%), Uruguai (2,93%) e Países Baixos/Holanda (2,82%).

Com 38 milhões de habitantes e PIB de US$ 206 bilhões, a Argélia apresenta números mais modestos, mas importantes para a economia do Estado. No ano passado, o RS totalizou US$ 48,3 milhões em exportações para o país africano, entre arroz, tratores, reboques e produtos de confeitaria. Já as importações somaram US$ 1,2 bilhão, com destaque para óleos à base de petróleo e minerais. Este ano, já foram negociados US$ 24,9 milhões, até maio, o que deixa a Argélia na 40ª colocação entre os importadores de produtos gaúchos (0,36%).

Ampliação de investimentos
“Se Alemanha e Argélia reproduzirem no campo o desempenho que têm na área comercial, será um show de bola”, brinca o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik. Segundo ele, os dois países são importantes no fluxo comercial externo do Rio Grande do Sul. A Alemanha está entre os dez maiores parceiros comerciais gaúchos e, além disso, reforçou sua presença no parque industrial do Estado nos últimos quatro anos, com a ampliação de investimentos de marcas globais alemãs, como Lanxess, Sthil e SAP, entre outras.

Quanto à Argélia, Knijnik ressalta a importância dos negócios do país pelo viés estratégico, não tanto pelos números. O Rio Grande do Sul é o maior parceiro da nação africana no Brasil, de onde importa derivados de petróleo. “Como exportadores, temos na Argélia um mercado cada vez mais promissor de máquinas agrícolas e implementos rodoviários, que representam setores prioritários de nossa Política Industrial”, afirma o titular da SDPI.

Em visita ao governador Tarso Genro em janeiro deste ano, o embaixador da Argélia no Brasil, Djamel-Eddine Bennaoum, ressaltou que o RS é o primeiro parceiro comercial da Argélia entre os estados brasileiros. "A perspectiva de nossa visita envolve a Copa do Mundo, mas também trouxemos a proposta de ampliar ainda mais o intercâmbio econômico, e vamos trabalhar muito para o estreitamento de nossas relações bilaterais" disse o embaixador, à época. Os torcedores argelinos já estiveram em Porto Alegre, no jogo contra a Coreia do Sul, e agora voltam para a partida decisiva de segunda-feira.



Bares e hotéis colhem primeiros frutos com a Copa em Porto Alegre

22/06/2014

Estabelecimentos do centro e da Cidade Baixa viram o movimento aumentar e a satisfação dos visitantes, que adotaram alguns locais como ponto de encontro

O balanço ainda não foi consolidado, mas a julgar pelas primeiras impressões do comércio e da rede hoteleira de Porto Alegre, a Copa do Mundo já mostra números animadores. Bares do Centro Histórico, da Cidade Baixa e do Moinhos de Vento têm verificado grande movimento de turistas e comemoram aumento significativo no faturamento.

Conforme o presidente do Sindicato da Hotelaria e Gastronomia da capital gaúcha (Sindpoa), Henry Chmelnitsky, a apuração deverá ser concluída somente no começo da próxima semana, mas alguns estabelecimentos estão muito entusiasmados. “Algumas áreas receberam muito público jovem, e outras tiveram queda na frequência dos clientes habituais. Os estabelecimentos acabaram vendendo muita cerveja e caipirinha, mas pouca alimentação. Estamos calculando o valor médio gasto por cliente”, observa.

Segundo Chmelnitsky, a taxa de ocupação nos hotéis, principalmente de quatro e cinco estrelas, chegou a 95% em dias de jogos e a 75% nos demais. Além do mais, muitos hóspedes acabaram aparecendo sem reserva prévia, o que reforçou o faturamento, especialmente porque esses clientes pagaram diária de balcão.

Mas os números dos primeiro dias de Copa em Porto Alegre são menos importantes do que a herança que será deixada após o evento, pondera o empresário. “O nível de satisfação das pessoas é alto. Os turistas curtiram Porto Alegre, especialmente a Cidade Baixa. O saldo é positivo para a cidade e a categoria. O legado é que importa, com os cardápios em diferentes idiomas, o funcionário bilíngue, o atendimento qualificado e a produtividade”, conclui Chmelnitsky.

Movimento triplicou no Chalé da Praça XV

Exemplo de planejamento e resultado é o tradicional Chalé da Praça XV, localizado no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico. O local, aberto em 1911 e que acomoda até 620 pessoas sentadas, foi repaginado a partir de estudos iniciados ainda no ano passado, com foco no evento Copa do Mundo. O Chalé abrigou a Casa Azul, tradicional espaço dos franceses em Copas, e abriu três horas antes do normal na quarta-feira, para acolher a grande festa holandesa na Orange Square.

Desde o dia 14 de junho, o movimento triplicou. Passam pela casa cerca de 1,2 mil pessoas por dia, 90% deles estrangeiros. “No dia de Holanda e Austrália, abrimos as portas às 8h para os torcedores desses países e servimos muitas bebidas e café. Atrasamos o almoço, e servimos cerca de 600 refeições entre as 16h e as 18h. Isso é três vezes mais do que o normal”, diz a gerente operacional e de marketing do grupo Variettá, Joice Adams.

Para faturar na Copa, a operação do permissionário da casa, que é patrimônio histórico do município, investiu com antecedência. Aumentou o quadro de funcionários de 50 para 72 pessoas, das quais 10% podem ser admitidas em definitivo. Desses, 10 são bilíngues, treinados por seis meses no próprio local. Nos dias de movimento com franceses, uma equipe adicional de intérpretes foi contratada para atendê-los na língua nativa. “Queríamos dar a eles a sensação do acolhimento, de estar em casa. E funcionou, pois muitos voltaram. Nosso cardápio é feito em português, inglês e espanhol. Fizemos material específico para os franceses também”, explica o gerente geral, Alexandre Pedó.

No Chalé da Praça XV, o movimento de um dia de Copa equivale ao de três dias comuns. Por isso, a loja tratou de cuidar dos mínimos detalhes. Até os banheiros, usualmente limpos a cada duas ou três horas, mantinham funcionários permanentemente alertas.

Qualificação

A oportunidade de qualificação despertou a atenção do garçom Alceu Guedes, funcionário da casa há mais de dois anos. O curso de inglês voltado para atendimento deu-lhe independência e autonomia junto à clientela estrangeira. “Eu já tinha o inglês básico, da escola, mas o treinamento ajudou muito. A experiência está sendo muito boa, agregou muito à minha vida”, comemora.

Guedes já percebe no bolso o resultado do esforço em treinamento. Com a confiança que adquiriu em outro idioma, ele é um dos mais ativos da casa. E, assim, a comissão cresce. “Aumentou uns 40%, com certeza. Tem cachê pra foto também”, brinca antes de sair para atender a uma mesa com um grupo de estrangeiros. 



Comerciantes recebem orientação sobre atuação durante a Copa em Porto Alegre

22/05/2014 

Os chamados marketing de emboscada e marketing de intrusão sofrerão forte fiscalização nos dias de jogos no estádio Beira-Rio

Comerciantes estabelecidos ao longo da avenida Borges de Medeiros e vendedores ambulantes participaram, no final da tarde desta quarta-feira (21.05), de uma reunião na Secretaria de Administração Municipal de Porto Alegre para saber como irá funcionar o Caminho do Gol – principal via de deslocamento de turistas e moradores entre o Centro Histórico e o estádio Beira-Rio –, assim como as condições e restrições para participar do projeto.

No encontro, aberto pelo secretário extraordinário da Copa 2014 (Secopa), João Bosco Vaz, foi apresentado aos comerciantes o Programa de Proteção às Marcas, aplicado às áreas de restrição comercial previstas na Lei 12.662/2012 (Lei Geral da Copa). O programa tem como objetivo inibir a concorrência desleal e o marketing de emboscada, garantindo a proteção aos patrocinadores oficiais do evento.

O assunto foi abordado pelo assessor técnico de Assuntos Legislativos e Institucionais da Procuradoria-Geral do Município (PGM), Cauê Vieira. “A intenção é desmistificar essa questão e tranquilizar as pessoas. Basicamente, o que irá viger é a política do ‘business as usual’. O comerciante poderá continuar vendendo e atuando da mesma forma como sempre o fez. Mas não se aproveitar do evento Copa para tirar vantagem dela com estratégias oportunistas”, advertiu.

Ele explicou os conceitos de marketing de emboscada e marketing de intrusão, tipificados como crime na lei de 2012, com penas de três meses a um ano de reclusão, mais multa. “Na Zona de Restrição Comercial e de Segurança, estaremos atentos a ações como a da paraguaia Larissa Riquelme, na Copa de 2010, e similares. Uma mulher bonita, com decote generoso e exibindo uma marca não patrocinadora é o chamado marketing de intrusão”.

Também não será possível que o comércio, formal ou informal, aproveite-se da visibilidade do evento para atrair clientela usando mensagens associadas à Copa na oferta de produtos não relacionados. Mais de uma centena de agentes estarão atuando na fiscalização e repressão a esse tipo de crime, informou o assessor da PGM. “Até a Marinha estará envolvida, controlando, por exemplo, o surgimento de veleiros na orla do Guaíba com propagandas em suas velas. Mas queremos, em síntese, orientar e conscientizar. Não vamos agir em benefício da FIFA nem da proteção exacerbada das marcas. Iremos cumprir o que já está na legislação. Usar uma camisa de marca diferente da patrocinadora da Copa não é proibido. Mas há o limite do bom senso”, acrescentou.

O coordenador de projetos do órgão, Maurício Nothen, esclareceu as atividades culturais que ocorrerão no trajeto de 3,5 quilômetros entre o Mercado Público e o Viaduto Dom Pedro I durante o período da Copa, além do Acampamento Farroupilha Extraordinário, do Centro Aberto de Mídia e da Fan Fest, nas áreas próximas. Nesse circuito, serão centenas de atrações para o público local e os visitantes.



Comércio quer lojas abertas durante a Copa em Porto Alegre

10/05/2014

Lojistas querem abrir as portas normalmente nos dias dos jogos em Porto Alegre e desejam liberdade de decisão quanto ao funcionamento de seus negócios nos dias de partidas da Seleção Brasileira

A CDL Porto Alegre e entidades representantes do comércio da Capital, como Sindilojas Porto Alegre e Federasul , estiveram, na manhã de sexta (9), na Prefeitura com objetivo de apresentar ao governo municipal o posicionamento do varejo em relação ao funcionamento das lojas durante a Copa. “Os lojistas querem abrir as portas normalmente nos dias dos jogos em Porto Alegre e desejam liberdade de decisão quanto ao funcionamento de seus negócios nos dias de partidas da Seleção Brasileira. Temos boas expectativas em relação ao mundial de futebol e queremos prestar o melhor atendimento aos milhares de turistas que nos visitarão”, explicou o vice-presidente da CDL POA, Sergio Galbinski.

Ao receber as entidades e dialogar sobre as alternativas possíveis, o prefeito José Fortunati afirmou que a Prefeitura deverá divulgar, nos próximos dias, como será o funcionamento de toda cidade durante a Copa. Ele estava acompanhado do vice Sebastião Melo, dos secretários Luiz Fernando Morais (Turismo), João Bosco Vaz (Copa), Urbano Schmitt (Gestão), Humberto Goulart (SMIC) e Flávio Dutra (Comunicação Social).

Sobre a CDL Porto Alegre

Fundada em agosto de 1960, a CDL Porto Alegre tem a missão de integrar, representar e criar mecanismos de fortalecimento do setor varejista. Há mais de cinco décadas tem fundamentado suas ações no desenvolvimento do varejo, calcado na inclusão social, na sustentabilidade e no crescimento coletivo. Atualmente, conta com mais de 4.400 empresas associadas. 

Fonte: CONSUMIDORRS

CDL Porto Alegre projeta impacto da Copa 2014 na economia da Capital

18/04/2014

Qual será o impacto da Copa do Mundo para o comércio da Capital gaúcha? A CDL Porto Alegre colocou na ponta do lápis o tempo de duração do evento, o número de turistas estrangeiros e brasileiros que virão para assistir aos jogos, além da estimativa do gasto diário médio por turista. A projeção é que a Copa deverá gerar um impacto entre R$ 96 milhões e R$ 101,8 milhões no comércio durante os 16 dias do evento na cidade. “Se incorporarmos serviços como hospedagem, alimentação e transportes à conta, os valores crescem e devem atingir entre R$ 304,6 milhões e R$ 323,1 milhões”, afirma o economista da CDL POA, Gabriel Torres.

Para chegar aos números, o economista utilizou dados de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas – FGV  para o Ministério do Turismo durante a Copa da África do Sul, em 2010. “Também contabilizamos as estimativas oficiais do fluxo de turistas do Ministério do Turismo para Porto Alegre, a demanda por ingressos em comparação à capacidade dos estádios do Mundial, e a atratividade dos jogos em função das seleções confirmadas e prováveis”, explica Torres.

Fonte: CDL POA

Copa e 4G impulsionam comércio eletrônico no Brasil em 2014

09/01/2014

O e-commerce nacional fechou 2013 com faturamento de R$ 31,11 bilhões, aponta a previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O resultado representa um crescimento de 29%, em relação a 2012. De acordo com a entidade, o ano fechou com 53 milhões de e-consumidores. As categorias moda e acessórios, eletrodomésticos, saúde e beleza, eletrônicos e informática, foram as de maior destaque no período.

“Apesar da desaceleração da economia e do aumento no endividamento do brasileiro, o e-commerce nacional ganhou dez milhões de novos consumidores em 2013, o que contribuiu para que o setor mantivesse as taxas médias de crescimento dos últimos anos”, afirma Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

A previsão para 2014 é de que o setor deve movimentar R$ 39,5 bilhões, um crescimento de 27%, em relação ao ano passado. “A Copa do Mundo deve alavancar principalmente as categorias eletrônicos e material esportivo, que já são fortes no e-commerce”. Além disso, os investimentos em infraestrutura e a chegada do 4G trará novos consumidores para o e-commerce.


Com Copa do Mundo, varejo se prepara para aumento na venda de eletrônicos

26/12/2013

Comércio. Crescimento das vendas no primeiro semestre será puxado basicamente pela venda de aparelhos de TV de tela plana, segmento em que há expectativa de até 40%; dúvida de analistas é como as lojas vão sustentar o movimento no segundo semestre

O varejo de eletrônicos espera ter muito o que comemorar até a Copa do Mundo de 2014. A expectativa de alta nas vendas de aparelhos de TV tem sido destacada pelas principais companhias do setor, como ViaVarejo e Magazine Luiza. Apesar disso, há incertezas sobre se a boa performance esperada para o primeiro semestre será sustentada dali para a frente.

"Mesmo quem não acredita que a Copa será um momento positivo para o Brasil como um todo, tem de perceber que será bom para nosso setor", disse o diretor executivo de Operações do Magazine Luiza, Frederico Trajano, que espera que as vendas de TVs subam 40% na rede em 2014 ante o ano anterior. Pesquisa divulgada pela GFK em novembro apontou que 32% dos entrevistados pretendiam comprar uma TV de tela fina nos próximos seis meses. O item ficou à frente de smartphones (30%) e notebooks (24%).

Para Nuno Fouto, diretor de Estudos e Pesquisas do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar), a tendência é de desaceleração das vendas de eletrônicos no segundo semestre. Ele diz que as famílias já estão privilegiando a compra de eletrônicos em detrimento de outros bens, como vestuário. Passado o impulso da Copa, porém, deve haver um ajuste de volta para bens não duráveis, já que os consumidores vêm adiando as compras desses itens.

Analistas indicam que há no mercado forte preocupação com a sustentação do crescimento de vendas de eletrônicos. Após registrarem crescimento de vendas no conceito mesmas lojas (abertas há mais de um ano) de dois dígitos no acumulado até setembro (11,3% para ViaVarejo e 10,5% para Magazine Luiza), a base de comparação fica alta para que as empresas cheguem a números expressivos no próximo ano.

"Investidores devem ficar cautelosos sobre a sustentabilidade dos níveis de crescimento de vendas mesmas lojas", recomendam Guilherme Assis e Rubem Couto, da Brasil Plural. Eles lembram que as companhias ainda podem expandir para regiões que não conhecem (o Norte, no caso de Magazine Luiza, e Nordeste, para ViaVarejo), e isso pode mudar a dinâmica de vendas por loja. Apesar disso, ressaltam as boas perspectivas no curto prazo. Há ainda um temor quanto ao câmbio, que pode voltar a trazer dificuldades para o varejo em 2014, segundo os profissionais.

Incentivo. A favor do setor, há o incentivo do governo com programas como o Minha Casa Melhor, que oferece R$ 18,5 bilhões em crédito subsidiado para 3,7 milhões de mutuários do Minha Casa Minha Vida. E as vendas de smartphones e tablets seguem com tendência de alta.

O vice-presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), Fernando de Castro, destaca que muitas famílias brasileiras devem continuar desejando itens de maior valor agregado e isso tende a beneficiar o varejo de bens duráveis. "O Brasil teve um aumento de consumidores que estão num novo patamar de compras e isso é absolutamente sustentável a longo prazo", comentou.

As vendas de TVs e smartphones vêm crescendo em níveis muito superiores aos de itens da linha branca e a tendência é de continuidade desse cenário. O faturamento da linha branca cresceu 1% no terceiro trimestre, quando comparado com o mesmo período de 2012, de acordo com a Gfk. Enquanto isso, os smartphones cresceram 82% e a linha marrom teve alta de 25%, puxada essencialmente pelos televisores de tela fina.

Fonte: Estadão

Loja virtual de produtos da Copa do Mundo da FIFA é lançada

Divulgação: Fifa

08/05/2013

A partir de hoje, torcedores de todo o planeta terão a oportunidade de entrar para valer no clima de entusiasmo que gira em torno da Copa das Confederações da FIFA 2013 e da Copa do Mundo da FIFA 2014 no Brasil. Para isto, basta fazer o pedido de uma parte das emoções que envolvem ambas as competições na nova plataforma de comércio eletrônico da FIFA no FIFA.com (www.fifa.com/loja).

Os produtos disponíveis incluem pelúcias da mascote oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014, o Fuleco, assim como uma variedade de mercadorias específicas para cada um dos dois torneios. Além disso, com as camisas das seleções participantes também disponíveis, os torcedores poderão demonstrar sua paixão por elas.

"A plataforma de comércio eletrônico é um componente de vital importância para nosso programa global de licenciamento", disse o diretor de marketing da FIFA, Thierry Weil. "Temos disponível uma grande variedade de produtos e queremos nos assegurar de que o acesso a esse material seja o ideal. Tenho certeza de que a loja virtual dará aos torcedores de todo mundo a oportunidade de ter seu pequeno pedaço da Copa do Mundo da FIFA."

O comércio eletrônico internacional será administrado pela Sports Endeavors, empresa licenciada da FIFA que já gerenciou operações parecidas em outros eventos esportivos de alto nível. A loja brasileira será operada pela B2W, maior varejista online da América Latina, indicada pela Globo Marcas, agente de licenciamento oficial da FIFA no Brasil.

Os produtos em princípio serão voltados para os dois torneios no Brasil. Porém, os fãs de outras competições da FIFA também poderão escolher entre uma gama específica de mercadorias de eventos futuros, como a FIFA Interactive World Cup, a Copa do Mundo Sub-20 da FIFA na Turquia e a Copa do Mundo de Beach Soccer da FIFA no Taiti, entre outros.

O FIFA.com sugere o pagamento preferencial com cartões Visa em todas as transações online, como reconhecimento do valioso patrocínio da empresa.

A FIFA espera anunciar novos acordos de licenciamento nos meses que antecedem a Copa do Mundo da FIFA 2014. Para mais informações sobre o programa de licenciamento e nossos licenciados, consulte a página http://pt.fifa.com/aboutfifa/organisation/marketing/licensing/consumerretail.html

Fonte: FIFA


Medida da Fifa faz com que comércio perto dos estádios da Copa deixe de lucrar

Produtos piratas, como estes, não poderão ser comercializados próximo aos estádios
14/11/2011 - 12h19 

Do UOL Esporte 
Em São Paulo 

Quem tem comércio perto de umas das arenas que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014 já pode começar a se preocupar. Se pensou que poderia lucrar com alto fluxo turístico se enganou. Como parte das exigências impostas pela Fifa, o comércio nas proximidades dos estádios será proibido, ficando restrito às lojas oficiais e patrocinadores do Mundial. 

De acordo com a Lei Geral da Copa cabe, às cidades-sede definirem o tamanho dessa zona de exclusão, como foi denominado o artigo 11 do projeto que está em tramitação na Câmara. No entanto, estima-se que a solicitação da Fifa seja para comandar uma área de cerca de dois quilômetros ao redor das arenas. 

Com a medida, a Fifa pretende evitar que grandes marcas, principalmente de concorrentes de seus patrocinadores, se aproveitem do evento para aumentar seus ganhos. 

Preocupados, representantes de entidades ligadas ao comércio e serviços estão preocupados e pedem solução ao Congresso, como informou o Estado de S. Paulo nesta segunda-feira. A ideia é que os lojistas não tenham de fechar as portas, ou então, que recebam uma indenização pelo tempo em que deixarão de lucrar.

Para se ter uma ideia, estudos realizados na Arena das Dunas, em Natal, indicam que cerca de 80 vias públicas seriam atingidas pela zona de exclusão. Nessas ruas, além do comércio, que também afeta o vendedor ambulante, a norma também proibiria as publicidades. Assim, qualquer anúncio que não seja dos patrocinadores oficiais teria que ser retirado ou coberto.

A discussão deve se arrastar ainda por muito tempo até que Fifa e lojistas sintam-se beneficiados com o que for decidido. Na última Copa do Mundo, na África do Sul, as regras de restrição de comércio e publicidade próximo aos estádios só foram definidas menos de um ano antes do início da competição. Se o prazo se repetir, só devemos ter uma definição em 2013.

Se comércio pode ser prejudicado, os cofres das cidades sofrerão um grande impacto econômico. De acordo com um estudo feito pela consultoria SportBusiness, São Paulo será a cidade com maior movimentação financeira, cerca de R$ 12 bilhões. O número representa 30% a mais do que o fluxo no Rio de Janeiro, que abrigará a final da Copa do Mundo.

A pesquisa revela ainda que Brasília é a terceira em possibilidades de lucro, chegando a R$ 4 bilhões, enquanto Curitiba, Cuiabá e Natal sofrerão um impacto de R$ 2 bilhões. Porto Alegre é a única que terá um fluxo abaixo desse valor.

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