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TAP comemora Copa do Mundo com o projeto FLYTAP

14/03/2014

Na véspera de celebrar 69 aos de vida, a TAP anunciou que é a 'main sponsor' do projecto de Ricardo Diniz, que vai navegar sozinho, à vela, rumo ao Brasil (fazendo escala na Madeira e em Cabo Verde) e entregar a bandeira de Portugal ao capitão da selecção nacional, nas vésperas do jogo de estreia nesta competição.

O anúncio público deste projecto/parceria, baptizado como Flytap, foi feito na BTL por Luiz Mór, Vice-presidente da companhia aérea portuguesa, que ressalvou que esta parceria surgiu com o intuito de "comemorar a Copa do Mundo, que começa em Junho no Brasil".

O executivo da TAP relembrou que o Mundial de Futebol da FIFA 2014 decorre em 12 destinos brasileiros e "a TAP voa para 10 desses destinos". O navegador Ricardo Diniz protagonizou também o lançamento da parceria e adiantou que o veleiro que vai fazer a viagem ao Brasil, em cerca de 40 dias, vai estar presente sob a ponte 25 de Abril, na ocasião da Meia-Maratona de Lisboa, a qual decorrerá no dia 16 de Março. Os trabalhos de preparação, baptismo, passeios e a viagem em si, serão documentados num diário de bordo, na revista de bordo Up Magazine e no inflight entertainment da frota TAP.

Fonte: Ambitur

"Cidades da Copa" volta a Curitiba‏

13/11/2013

Projeto chega à segunda fase na capital paranaense, onde um plano de ação já foi apresentado e entregue às autoridades

O 'Cidades da Copa', idealizado pelo Instituto Esporte & Educação (IEE), propõe deixar para a cidades-sede um legado da Copa de 2014, a partir da diversificação e da democratização das atividades esportivas e por meio do fortalecimento das políticas públicas e da qualificação dos profissionais que atuam no esporte, garantindo a todos o direito da prática esportiva. Nesta quarta-feira (13), o projeto estará de volta a Curitiba (PR) e o encontro será realizado a partir das 10h, no Centro de Referência e Qualidade de Vida (rua Augusto de Mari, 2150 - Vila Guaíra).


Na capital paranaense, o Cidades da Copa entrou em sua segunda fase. O IEE irá realizar um encontro de trabalho com os gestores locais, que formam o Comitê do Legado Social da Copa do Mundo na cidade. Durante a reunião, será discutida a percepção que eles tiveram após a primeira fase do projeto, os objetivos propostos, a execução das ações descritas no plano e, principalmente, avaliar se a metodologia de articulação e construção escolhida favoreceu a reflexão sobre o esporte como direito de todos. Também será elaborada uma nova agenda de trabalho com foco no Plano de Ação da cidade, descrito e entregue ao prefeito em 2012, para fortalecer ainda mais o Comitê e garantir melhores resultados.

O projeto já foi realizado em sete cidades-sede da Copa do Mundo de 2014: São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Recife. "A cada etapa do Cidades da Copa sentimos que o movimento na direção do legado esportivo dos grandes eventos tem se fortalecido. Os gestores públicos e privados das capitais têm se mobilizado cada vez mais para priorizar estratégias que absorverão os benefícios deixados pelo evento, revertendo-os à população em geral. Assim, vamos nos aproximar do ideal e fazer valer ao máximo as oportunidades que o Brasil tem para se desenvolver por meio do esporte", justifica a presidente do Instituto Esporte e Educação, Ana Moser.

O Cidades da Copa conta com o apoio da Prefeitura, REMS, UNICEF e Atletas pelo Brasil. Tem o patrocínio do Instituto Votorantim e CCR, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte do Ministério do Esporte.

Fonte: Surgiu

Copa: Turismo investe R$ 98,5 milhões em acessibilidade

31/10/2013

Entre as obras estão a adaptação de rotas turísticas em São Paulo e a revitalização da orla em Salvador

O Ministério do Turismo está investindo R$ 98,5 milhões em obras de acessibilidade em nove cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. O estado de São Paulo recebe R$ 20 milhões para melhorar a acessibilidade de rotas turísticas. Salvador, R$ 18 milhões para a revitalização da orla do bairro da Barra e acessibilidade em atrativos da região e Fortaleza, com 17 milhões, em pontos turísticos como Iracema e Mercado Central.

O investimento faz parte da Matriz de Responsabilidades da Copa, um documento que determina valores a serem investidos para o mundial e define o papel dos governos federal, estaduais, municipais e de agentes privados. Estados beneficiados darão uma contrapartida de R$ 10 milhões. “O Ministério do Turismo apoia a acessibilidade e a diversidade do turismo de todos os segmentos. O turismo precisa ser usufruído por todos sem distinção”, afirma Fabio Mota, secretário nacional de programas de Desenvolvimento do Turismo.

Estima-se que o Brasil tenha 27 milhões de pessoas com deficiências, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para que elas possam viajar, é necessário que hotéis, aeroportos e cidades receptoras ofereçam condições que permitam sua mobilidade. 

Algumas cidades brasileiras se destacam por oferecer hotéis com quartos e banheiros adaptados, restaurantes com cardápios em braile e informações acessíveis a deficientes auditivos e serviços de transporte adaptados. Entre elas, estão Maceió, a capital com o maior percentual de quartos de hotéis adaptados para receber visitantes com mobilidade reduzida, e Socorro, cidade paulista com uma estância hidromineral adaptada para cadeirantes.

A Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece as normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Obras de acessibilidade nos atrativos turísticos contribuem para a qualidade de vida da população local, bem como ampliam o acesso a turistas com deficiência causada por mobilidade reduzida, quer sejam idosos, crianças, gestantes, entre outros.

Clique aqui para ouvir declaração do secretário Fábio Mota sobre a importância da iniciativa.

Investimentos do Ministério do Turismo e contrapartida dos Estados ou Prefeituras:

Belo Horizonte - R$ 3,3 milhões + R$ 264 mil

Cuiabá - R$ 1,37 milhões + R$ 119 mil

Curitiba – R$ 11,54 milhões + R$ 1 milhão

Manaus - R$ 5,2 milhões + R$ 578 mil

Fortaleza - R$ 17 milhões + R$ 4,61 milhões

Natal – R$ 13,3 milhões + R$ 554 mil

São Paulo – R$ 19,5 milhões + R$ 1,69 milhões 

Recife – R$ 7 milhões + R$ 368 mil

Salvador – R$ 17,79 milhões + R$ 773 mil

Assessoria de Comunicação Social - Ascom
Telefone: (61) 2023-7055
e-mail: imprensa@turismo.gov.br


Projeto Cidades da Copa volta a Porto Alegre (RS) e Recife (PE) neste mês‏

16/10/2013

Projeto entrou na segunda fase na capital gaúcha, onde plano de ação já foi apresentado e entregue às autoridades. Em Recife, o Cidades da Copa caminha para a elaboração do primeiro documento

O "Cidades da Copa", idealizado pelo Instituto Esporte & Educação (IEE), propõe deixar para as cidades-sede um legado da Copa de 2014, a partir da diversificação e democratização das atividades esportivas e também por meio do fortalecimento das políticas públicas e da qualificação dos profissionais que atuam no esporte, garantindo o direito da prática à todos. Em outubro, o projeto realizará encontros em Porto Alegre, nesta quarta-feira (16), às 14 horas, e em Recife, nos dias 24 e 25.

Na capital gaúcha, o projeto está na segunda fase. O IEE realizará um encontro de trabalho com os membros que formam o Comitê do Legado Social da Copa do Mundo na cidade. Durante a reunião, serão apresentadas as ações já realizadas até o momento e elaborada uma nova agenda de trabalho com foco no Plano de Ação da cidade, entregue ao prefeito em 2012 com o objetivo de fortalecer ainda mais o Comitê e garantir melhores resultados. O encontro será realizado no Auditório do IERGS (rua Vigário José Ignácio, 153, 1º andar - Centro).

Já em Recife, o Cidades da Copa desenvolverá articulações e discussões a partir de apresentações e debates, e analisará as potencialidades e os desafios para elaborar o Plano de Ação para a capital pernambucana, com foco no legado social e esportivo da Copa do Mundo de 2014, de acordo com a pauta discutida recentemente na primeira apresentação, em setembro. Os participantes se reunirão novamente no Centro de Artesanato de Pernambuco (avenida Alfredo Lisboa s/n° - Marco Zero).

O projeto já foi realizado em sete cidades-sede da Copa do Mundo de 2014: São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Recife. "A cada etapa do Cidades da Copa sentimos que o movimento na direção do legado esportivo dos grandes eventos tem se fortalecido. As entidades públicas e privadas das capitais têm se mobilizado cada vez mais para priorizar estratégias que serão os benefícios que os eventos deixarão para a estrutura do esporte voltada para a população em geral. Assim, vamos nos aproximamos do ideal de fazer valer ao máximo estas oportunidades que o Brasil têm para se desenvolver por meio do esporte", explica a presidente do Instituto Esporte e Educação, Ana Moser.

O Cidades da Copa conta, tanto em Recife quanto em Porto Alegre, com o apoio das Prefeituras Municipais, REMS, UNICEF e Atletas pelo Brasil. Tem o patrocínio da BTG Pactual e do Instituto Votorantim, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte do Ministério do Esporte.

Sobre o IEE - O Instituto Esporte & Educação (IEE) foi criado em março de 2001, pela ex-atleta e medalhista olímpica Ana Moser, e atua no atendimento direto a crianças e adolescentes em atividades esportivas e socioeducativas, na formação de professores e estagiários e no desenvolvimento de uma metodologia de esporte educacional.Atualmente, o IEE coordena núcleos em regiões e comunidades que apresentam baixo nível socioeconômico, alto índice de vulnerabilidade e falta de estrutura, em parceria com cerca de 40 entidades privadas, pública e sociais. 

Em 12 anos de atuação, o IEE atingiu, diretamente, 93 mil crianças e 567 mil outras, indiretamente, além de ter formado 21.200 professores. O IEE também realiza outros projetos, com destaque para a Caravana do Esporte, uma aliança com a ESPN/ Brasil e o Unicef, que dissemina um esporte possível e necessário para o desenvolvimento de municípios isolados do País. Dentre os parceiros privados do Instituto Esporte & Educação estão Vivo, Itaú, Instituto Votorantim, Banco Votorantim, Fábrica de Cidadania, BTG Pactual, Vale, Petrobrás, Monsanto, Mondeléz International, Takeda, Novelis, CCR, Instituto Pepsico, Voith, Banco Daycoval, Correcta e Sanofi.


Cidades da Copa recebem recursos para projeto-piloto de classificação dos serviços de alimentação

11/06/2013

O projeto-piloto de Categorização dos Serviços de Alimentação foi o assunto do seminário realizado nesta última sexta-feira (7/6) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vinculada ao Ministério da Saúde, com empresas do setor, em Brasília (DF). O projeto prevê a classificação dos serviços de alimentação nas cidades-sede da Copa 2014 e tem como objetivo permitir que o cidadão conheça o nível de adequação sanitária do local onde está comendo.

Para o diretor da Anvisa, Jaime Oliveira, um dos principais ganhos desta iniciativa será de induzir uma avaliação crítica na população, que vai passar a conhecer a nota atribuída a bares, restaurantes e lanchonetes. Segundo Jaime, após a Copa o projeto será avaliado e poderá ser estendido para todo o país.

Durante o seminário, foi apresentado um sistema eletrônico que vai permitir que os estabelecimentos participantes façam a autoavaliação e conheçam a própria nota. O sistema será o mesmo utilizado pelas vigilâncias sanitárias das cidades participantes e vai garantir que todos os serviços de alimentação sejam avaliados em condições de igualdade.

O sistema de autoavaliação é um ponto inovador. Com isso os serviço de alimentação poderá, por si próprio, fazer a aplicação do questionário antes da inspeção da vigilância sanitária. Segundo a gerente-geral de Alimentos da Anvisa, Denise Resende, o foco está na melhoria da qualidade e higiene na manipulação de refeições e não na punição.

O projeto piloto também será levado para os aeroportos em que a Anvisa está presente. Como estes locais são a principal porta de entrada de turistas no Brasil, a Agência quer garantir que os serviços de alimentação destes ambientes também sejam classificados até o início do próximo ano.

Repasses (em R$):

BELO HORIZONTE – 500.000,00

BRASÍLIA – 500.000,00

CUIABÁ – 345.000,00

CURITIBA – 500.000,00

F O RTA L E Z A – 345.000,00

MANAUS – 345.000,00

N ATA L – 345.000,00

PORTO ALEGRE – 345.000,00

RECIFE -  345.000,00

RIO DE JANEIRO – 640.000,00

SÃO PAULO – 640.000,00




LANÇADO EM CURITIBA O PROJETO CIDADES DA COPA


02/04/2013

Foi lançado nesta terça-feira (02/04) em Curitiba o projeto Cidades da Copa, idealizado pelo Instituto Esporte Educação (IEE) para discutir, planejar e estruturar ações voltadas ao legado social e esportivo que os grandes eventos, como Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, podem deixar para o Brasil. O evento de lançamento acontece até quarta-feira no Centro de Referência e Qualidade de Vida e Movimento (CRQVM), na Vila Guaíra, e no primeiro dia teve a participação do secretário municipal de Esporte Lazer e Juventude, Aluísio de Oliveira Dutra Júnior.

O projeto Cidades da Copa já foi lançado em Porto Alegre, Rio de Janeiro e Brasília. São Paulo, Belo Horizonte e nordeste do país são os próximos destinos.

A presidente do IEE, a ex-jogadora olímpica de vôlei Ana Moser, foi uma das palestrantes deste primeiro dia de atividades em Curitiba. Segundo ela, com a proximidade dos grandes eventos, o IEE quer discutir como o País vai se estruturar para garantir a prática esportiva como uma forma de levar qualidade de vida e educação às pessoas e comunidades. “O projeto Cidades da Copa pretende criar uma mobilização, provocar discussão e, finalmente, elaborar um documento sobre o que Curitiba pensa em relação ao desenvolvimento do esporte”, afirmou Ana Moser.

O projeto Cidades da Copa é dividido em três etapas. A primeira é o lançamento do projeto e discussão de ideias entre grupos de trabalho. A segunda etapa consiste na elaboração do plano municipal de esporte – com a participação de instituições locais representativas na área de esporte e do poder público. A apresentação do plano municipal, marcada para maio, encerra as atividades do projeto.

Legado

Em sua apresentação, o secretário Aluísio de Oliveira Dutra Júnior destacou que o esporte precisa ser abordado em toda a sua complexidade, com a elaboração de projetos bem definidos e estruturados. “Hoje, no Brasil, tratamos de questões de política pública para o esporte de forma emergencial, não de maneira estruturada. Resolvemos problemas do dia a dia sem discutir os assuntos relevantes para o desenvolvimento esportivo no país”, disse.

Segundo ele, para tratar de esportes olímpicos há necessidade de antes estruturar toda a cadeia, que começa no sistema educacional, dentro das escolas.

“O contato com o esporte se inicia nas escolas. È a partir daí que se deve montar um sistema de desenvolvimento de diversas modalidades. Infelizmente, hoje, a estruturação interdisciplinar não existe. Temos que pensar em como fazer essa estrutura”, afirmou.

Neste sentido, a Smelj está elencando esportes que já contam com alguma estruturação em Curitiba, que apresentem trabalhos com as categorias de base, desenvolvimento de adolescentes e jovens e também com esporte de rendimento. “Essas modalidades serão o foco da nossa secretaria”, complementou Dutra Júnior.

Na opinião do secretário, grandes eventos, como a Copa do Mundo, devem ser aproveitados “da melhor maneira possível” incentivando a prática esportiva como ferramenta de desenvolvimento social. “Esse é o verdadeiro legado que esses grandes eventos podem deixar. Um legado cultural, educacional e esportivo”, afirmou.



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