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CANARINHO PISTOLA: BARRADO NOS JOGOS, MASCOTE DA SELEÇÃO CONQUISTA FÃS NAS REDES SOCIAIS

Reprodução/Twitter

14/06/2018

Sucesso na internet e dono de um carisma único, o Canarinho já tem posição cativa no coração dos brasileiros

Nome oficial: Canarinho. Sobrenome informal: Pistola. Se antes pouca gente dava bola para o mascote da Seleção, a situação agora é outra. Desde que apareceu com o cenho franzido e olhar irritado, no fim de 2016, o boneco de quase dois metros de altura caiu no gosto dos brasileiros.

É bem verdade que no início muita gente estranhou. Tanto que a CBF montou uma versão mais light para visitar escolas e outras ações sociais em escolas. Só que, agora, às vésperas da Copa do Mundo da Rússia, que começa nesta quinta-feira, o Canarinho virou um fenômeno.

E não é só isso. Ele virou uma espécie de talismã do time. Nos jogos, ele costuma ficar no corredor de acesso aos vestiários para cumprimentar os jogadores na chegada ao estádio.

Coisa que não vai acontecer no Mundial, uma vez que a Fifa proíbe. O único mascote que poderá fazer isso é o Zabivaka, o oficial da Copa. Por aqui o povo ficou pistola com a notícia também, mas mostra o apoio ao Canarinho, que nunca havia representado tão bem o brasileiro. 

Fonte: Metro


'CANARINHO PISTOLA' VIRA SUCESSO E PROVA QUE JÁ É O MELHOR MASCOTE DA COPA

Canarinho pistola virou febre com torcedores do Brasil

07/04/2018

CBF chegou a pensar em mudar cara do mascote, mas jeito "nervoso" agradou aos brasileiros
  
A Copa do Mundo começará em junho na Rússia, as seleções encerraram o período de jogos de preparação para o torneio. Mas o Brasil tem chamado atenção não apenas em campo, mas também fora das quatro linhas. O aproveitamento com Tite é impressionante, mas o que mais tem ganhado o torcedor brasileiro e até mesmo a torcida de outros países tem sido o mascote "Canarinho".

"Canarinho" parece ser algo que se remeta a um nome "doce" e "calmo". Mas a feição do mascote brasileiro mostra algo bem diferente. Com cara fechada, o representante brasileiro na Copa do Mundo ganhou o apelido de "pistola".

O lado "nervoso" do Canarinho, aproximou o torcedor brasileiro do mascote e também da seleção nacional. Tanto é que ele virou febre nas redes sociais e já ganhou o título de melhor mascote da Copa do Mundo, mesmo antes do torneio começar.

O pistola fez sucesso na Rússia, principalmente por não saber brincar

 Fonte: O Tempo

ENTENDA O FENÔMENO DO ‘CANARINHO PISTOLA’, MASCOTE DA SELEÇÃO QUE BOMBA NAS REDES SOCIAIS



31/03/2018

Canarinho foi apresentado pela CBF há dois anos, em Natal, antes do duelo entre Brasil e Bolívia pelas eliminatórias da Copa de 2018

Bernardo Mello, da Agência O Globo

Não se engane com o nome “Canarinho”, que faz qualquer um pensar em docilidade e calmaria: o mascote da seleção brasileira tem se mostrado, na verdade, um especialista em agito. Com sua expressão “pistola”, uniforme amarelo de jogo e cerca de dois metros de altura, o mascote lançado pela CBF no fim de 2016 não demorou a virar fenômeno nas redes sociais e combustível para centenas de “memes”.

Os idealizadores do mascote comemoram agora o sucesso internacional do Canarinho, que levou seu cenho franzido e olhar irritado neste mês para a Praça Vermelha de Moscou e para o Portão de Brandenburgo, em Berlim, cidades em que a seleção brasileira passou nos amistosos contra Rússia e Alemanha.

No caso do Canarinho, o segredo faz parte da alma do negócio. A identidade da pessoa - ou das pessoas - por trás da máscara é assunto que a CBF desconversa. A tarefa não é para qualquer um: em suas ações na rua, o mascote costuma fazer embaixadinhas e interagir com crianças, tudo isso sem tirar a cabeça gigante. O xis da questão é justamente a expressão irritada, que poderia causar pavor principalmente nos mais novos, mas se mostrou a chave do sucesso.


No Twitter, internautas abriram vários perfis - alguns com apenas dezenas de seguidores, enquanto um deles chega a 16 mil - inspirados no mascote da seleção. E os nomes, como “Canarinho Bolado” e “Canarinho Putaço”, sempre fazem referência ao rosto tensionado do mascote. O diretor de Marketing da CBF, Gilberto Ratto, prefere usar o termo “enfezado”. 

- A imagem que buscamos transmitir é justamente a do torcedor da seleção: apaixonado por futebol, aguerrido, focado nos objetivos, mas tudo isso sem perder a ginga com a bola - explica Ratto, garantindo que o mascote seguirá “enfezado” até o fim da Copa do Mundo de 2018. - O foco total agora é no Mundial. Essa característica enfezada já está consagrada com nosso torcedor.

O Canarinho foi apresentado pela CBF há dois anos, em Natal, antes do duelo entre Brasil e Bolívia pelas eliminatórias da Copa de 2018. A princípio, foi recebido com desconfiança. A CBF chegou a desenvolver uma versão com rosto mais “light” para comparecer a escolas e demais ações sociais com crianças. No entanto, a imagem que pegou mesmo foi a do Canarinho “pistola”, gíria usada nas redes sociais para chamar alguém de “irritado” ou “nervoso”.

Os fãs do Canarinho costumam usar a imagem do mascote acompanhada de frases ou citações que remetem ao "futebol-raiz", como é definido hoje em dia qualquer ambiente ou período histórico de menor mercantilização do esporte. No imaginário desses torcedores, a falta de sorrisos no mascote funciona como imposição de respeito por parte da seleção. A despreocupação em vender uma imagem exageradamente simpática, por sua vez, reforça o caráter "autêntico" identificado no mascote.


Além de povoar o imaginário dos internautas, que produzem memes e mais memes baseados no Canarinho, o mascote virou uma espécie de talismã da seleção. Nos jogos, o Canarinho costuma se posicionar no corredor de acesso aos vestiários para cumprimentar os jogadores um por um na chegada ao estádio. Estes, por sua vez, têm mostrado cada vez mais empolgação com o mascote e adotaram essa saudação como mais uma de suas tradições pré-jogo, mesmo sem olhar quem está por trás da máscara.

- O Canarinho é muito popular com crianças e jovens, mas também apresenta uma sintonia muito grande com os adultos. Pessoas de todas as cidades estão admirando e se identificado com o mascote, o que contribuiu muito para esse sucesso - acredita Ratto.


Fonte: iBahia

CANARINHO CURTE O DOMINGO NO PARQUE IBIRAPUERA

Canarinho no Parque do Ibirapuera

08/10/2017

A Seleção Brasileira está em São Paulo para a partida contra o Chile, na próxima terça-feira (10), pela última rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA Rússia 2018. E quem está acompanhando o grupo na capital paulista é o mascote Canarinho. Neste domingo (8), o torcedor Nº 1 do Brasil conheceu o famoso Parque Ibirapuera e curtiu o dia no local, que é um dos símbolos da cidade.

Durante o passeio, o Canarinho fez a alegria das crianças, com muitas brincadeiras, interagiu com o público, deu uma leve corridinha matinal e bateu até bola. 

Fonte: CBF

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BRASIL X EQUADOR: VENDA DE INGRESSOS NA EXPOINTER

Créditos: Leandro Lopes

26/08/2017

A venda de ingressos para o jogo da Seleção Brasileira em Porto Alegre (RS) também será realizada na Expointer, a Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários. De sábado (26) a segunda-feira (28), a CBF abrirá uma unidade personalizada para atender os torcedores que participam do evento.

Na quinta-feira (31), o Brasil enfrenta o Equador às 21h45, na Arena do Grêmio, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018. O ambiente especial montado na Expointer contará com a participação do Canarinho, mascote oficial da Seleção Brasileira.

Os ingressos estarão à venda na casinha 33 da Expointer, em frente ao pavilhão 41, com pórtico de entrada de fácil identificação e ambiente para os torcedores posarem para fotos.



ELIMINATÓRIAS DA COPA DO MUNDO

Brasil x Equador
31 de agosto (quinta-feira), 21h45
Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)

Ingressos pela internet
Pagamento em cartão de Crédito (Visa, Mastercard, Dinners, American Express, Hipercard, Aura, Brasilcard)

Ingressos em pontos físicos (11h - 18h)
Arena do Grêmio: Avenida Padre Leopoldo Brentano, 110, Humaitá
Beira-Rio: Avenida Padre Cacique, 891, Praia de Belas
Lojas Multisom de Porto Alegre (dinheiro, cartões de débito e crédito)
Praia de Belas: Avenida Praia de Belas, 1.181, Loja 26, Praia de Belas
Andradas: Rua dos Andradas, 1.001, Centro Histórico
Shopping Iguatemi: Avenida João Wallig, 1.800, Lojas 1.218, 1.219 e 1.220, Bela Vista

Ingressos na Expointer
26 a 28 de agosto
Casinha 33 - Presença especial do Canarinho, mascote da Seleção Brasileira
Endereço: KM 13 da BR 116 (via lateral), Esteio (RS)



Fonte: CBF

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CANARINHO: O MASCOTE DA SELEÇÃO BRASILEIRA ESTREOU NO DUELO CONTRA A BOLÍVIA



09/10/2016

Desde que começou a usar o uniforme amarelo, a partir da Copa do Mundo de 1954, a Seleção Brasileira passou a ser conhecida como Canarinho. Agora, o apelido personificou-se no mascote Canarinho, presente nas partidas do Brasil. A estreia foi na noite desta quinta-feira (6), na Arena das Dunas, em Natal (RN), no duelo entre Brasil e Bolívia, válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo Fifa Rússia 2018. E deu sorte! A Seleção goleou os adversários por 5 a 0.

Pela manhã, o Canarinho esteve no campo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e participou do Festival de Futebol da CBF Social. O mascote interagiu, posou para fotos e fez a alegria das crianças e adolescentes de projetos sociais e escolas públicas do estado potiguar. 

O Canarinho promoveu ações de interação com o público na Arena das Dunas. Com todos os ingressos esgotados em menos de oito horas no primeiro dia de vendas, a expectativa é de que o público seja superior a 30 mil pessoas.


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De Pelé a Neymar - A história da Seleção Brasileira em Manaus

O Brasil A, que enfrentou a Seleção Amazonense A, na pré-inauguração do 
estádio Vivaldo Lima, em abril de 1970 (Foto: Corrêa Lima)

07/09/2016

Em sua sexta passagem na capital amazonense, o CRAQUE conversou com quem viu de perto todos os esquadrões que vestiram a Amarelinha na "Metrópole da Amazônia"; os relatos e curiosidades de quem testemunhou a história do time de futebol mais vencedor do planeta

Quando a bola rolou na Arena da Amazônia, na noite desta terça-feira (6), para Brasil e Colômbia, passaram, praticamente, 13 anos da última vez a Seleção Brasileira principal esteve em Manaus. Pode parecer muito tempo, mas a relação entre o time Canarinho e a capital amazonense é íntima e marcada por momentos especiais para ambos. Desde a primeira apresentação, na inauguração do jazido estádio Vivaldo Lima, em 1970, até a última passagem, pelas Eliminatórias para o Mundial da Alemanha, em 2003, já se vão 47 anos de poucos, mas intensos encontros.

Nos seus 102 anos de história, será apenas a sexta vez que a Seleção Brasileira principal se apresenta na “Paris dos Trópicos”, e somente em uma oportunidade o time verde-amarelo atuou oficialmente por aqui. Numa noite quente de 10 de setembro de 2003, ainda no antigo Vivaldão, com um Brasil que acabara de conquistar o pentacampeonato com Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Ronaldo Fenômeno, os amazonenses viram de perto a “amarelinha” em campo bater o Equador por 1 a 0 (gol do Gaúcho), em partida válida pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo da Alemanha de 2006.

De lá pra cá, somente a equipe Olímpica do Brasil visitou a cidade manauara em dois amistosos preparatórios para a Rio 2016 – em outubro do ano passado contra República Dominicana e Haiti. O CRAQUE mergulhou no passado e resgatou os relatos de quem viveu de perto todas as apresentações da equipe de futebol mais vencedora do planeta pelos gramados do Amazonas. As impressões de quem viu de perto Pelé e cia. num inacabado Vivaldão, passando pelo gol de pescoço de Ronaldinho Gaúcho até a tão esperada estreia de Neymar na Arena da Amazônia.

Manaus antes do Tri

O vínculo entre Manaus e a Seleção Brasileira teve início em um ano mágico para o futebol brasileiro. Depois do fracasso na Copa da Inglaterra em 1966, o time Canarinho se preparava para o Mundial do México de 1970 com uma das mais fantásticas gerações de sua história. No entanto, a delegação verde-amarela desembarcou na capital em meio a uma crise. O técnico Zagallo assumira o cargo pouco mais de duas semanas após a demissão de João Saldanha.

No restante do País, a desconfiança na Seleção era enorme e a vinda para Manaus foi como um bálsamo para o time que tinha em Pelé - próximo de se despedir da amarelinha - sua maior estrela. A cidade, que na época tinha cerca de 250 mil habitantes, parou para receber o então bicampeão do Mundo de futebol. No dia 5 de abril de 1970, as “Feras do Saldanha”, agora sob a batuta de Zagallo, tinham a missão de enfrentar a seleção do Amazonas na pré-inauguração do estádio Vivaldo Lima.

De carona com Pelé

Hoje procurador de Justiça, o então jornalista Nicolau Libório acompanhou de perto toda a trajetória do Brasil em sua estreia no Amazonas. Repórter audacioso e de ótimo faro jornalístico, Libório conta como Manaus recepcionou a Seleção, que meses depois encantaria o mundo na Copa do México. “A Seleção foi recebida com muita festa. Eles desembarcaram no aeroporto Ponta Pelada, que hoje é militar. Tinha uma multidão lá pra recebê-los porque aquilo era uma novidade. As emissoras de rádio e jornais badalavam o jogo da Seleção de manhã, de tarde e a noite. A televisão ainda estava chegando a Manaus, não tínhamos essa cobertura que é hoje, só tínhamos O Jornal, o Jornal A CRÍTICA, o da Tarde (Diário da Tarde) e o Jornal do Comércio e as rádios eram a Baré, a Rio-Mar e a Difusora”, recorda o ex-repórter de campo, relembrando o dia em que enganou o “Velho Lobo” para entrevistar Pelé.



“A Seleção fez duas partidas em 1970 e o Zagallo chamou quatro jogadores aqui do Amazonas para compor a equipe B do Brasil. Então eu, ousado como era na época, me passei por jogador e, claro, entrevistei o Pelé. Participei daquele ambiente todo de Seleção. Viajei no ônibus com os jogadores da Seleção B, que fez a preliminar no Vivaldo Lima. Na minha frente estava sentado o Tostão. Também vieram o Dadá Maravilha e os goleiros Ado e Leão. O problema foi no momento de descer do ônibus. Quando o Zagallo me viu pegar outro caminho foi que percebeu que eu não era jogador. Foi quando ele começou a me xingar de tudo que é nome, mas eu já tinha feito o meu comercial”, conta aos risos um dos mais brilhantes cronistas esportivos do Amazonas.

Com novo Vivaldão, Manaus reencontra Zagallo e a Seleção

Após 25 anos de espera, Manaus voltava a reencontrar a Seleção Brasileira principal. Como um presente de Natal antecipado, os manauaras receberam o estádio Vivaldo Lima “novinho em folha” e nada mais apropriado que o time, agora tetracampeão do Mundo, fazer a reinauguração do Colosso do Norte. Com Cafu e Rivaldo no time do técnico Zagallo, quem brilhou mesmo na noite chuvosa do dia 20 de dezembro de 1995 foi Túlio Maravilha, que marcou duas vezes na vitória por 3 a 1 contra a Colômbia (Carlinhos, para o Brasil, e Pareja, para os colombianos, completaram o placar).



Quem esteve não apenas perto, mas literalmente dentro do ambiente daquela partida entre Brasil e Colômbia (mesmo adversário desta terça-feira, 6) foi o jornalista Arnaldo Santos. Um dos maiores nomes da crônica esportiva do Amazonas, Arnaldo recebeu a incumbência de modernizar o estádio manauara, que recebeu, entre outras novidades, placar eletrônico, assentos e cobertura metálica e, finalmente, estava totalmente pronto.

“Tive oito meses para transformar o Vivaldo Lima para receber a Seleção Brasileira. Viajamos para o Rio para visitar o Maracanã, fomos até São Paulo para visitar o Morumbi e depois até Minas para ver o Mineirão. Tudo isso para trazer o que de mais moderno existia na época para fazer do Vivaldão um dos estádios mais modernos do mundo”, comenta Arnaldo, recordando a festa da população manauara no dia do jogo.



“Na cidade só se falava da reabertura do Vivaldão. Lembro que os portões do estádio foram abertos por volta das 5 e meia da tarde e às 7 e meia da noite o estádio já estava completamente lotado. E o jogo só iria começar às 9 da noite. Isso pra você ver o quanto o povo amazonense gosta de futebol”, relembrou a lenda vida da crônica esportiva Baré.

Em 1996

Uma visita após um quarto de século não foi suficiente para Manaus e Seleção Brasileira matarem a saudade mútua. Assim, no ano seguinte a reinauguração do Vivaldão, o time Canarinho retorna à Paris dos Trópicos e em dose dupla. No dia 22 de maio de 1996, contra a Croácia, e no dia 18 de dezembro daquele ano, contra a Bósnia, em partidas amistosas.

No duelo com os croatas, empate em 1 a 1 com direito a gol de um rubro-negro apelidado “Diabo Loiro da Gávea”. Sávio estava no auge da carreira e fez dupla de ataque com Luizão num time comandado pelo mesmo Jorge Lobo Zagallo de 26 anos antes.



Na partida do segundo semestre contra os bósnios, um Fenômeno esteve em Manaus com a Seleção. Foi a estreia de Ronaldo Nazário de Lima no estádio Vivaldo Lima e o atacante, que na época vestia a camisa do Barcelona, marcou o gol da vitória contra a equipe do Leste europeu.

Geração de craques da última visita

Depois de quatro partidas amistosas, finalmente a Seleção Brasileira principal joga um jogo oficial em Manaus. O time Canarinho desembarcou na capital amazonense pouco mais de um ano após conquistar o pentacampeonato mundial. Repleto de estrelas do porte de Ronaldo Fenômeno, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho no elenco, a equipe verde-amarela sofreu para vencer o Equador por 1 a 0, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo da Alemanha 2006.

Recém-ingressado no jornalismo, quem viu de perto o duelo entre brasileiros e equatorianos foi o jornalista Leanderson Lima. Na época, o hoje  editor do caderno CRAQUE, acabara de ser contratado para trabalhar no Jornal A CRÍTICA e uma de suas primeiras missões foi justamente cobrir o jogo da Seleção Brasileira.



“Me lembro que foi minha primeira vez tendo a oportunidade de estar do outro lado, como jornalista. Até então só havia acompanhado a Seleção Brasileira como torcedor na arquibancada. Estive no jogo de reinauguração contra a Colômbia em 1995, e contra a Croácia e  Bósnia, em 1996. Lembro que tinha pouco tempo de casa, e de cara fui escalado para cobrir a Seleção e aquilo foi insano. Quando vi estava entrevistando o Zagallo, Cafu, os caras que  antes só via pela televisão”, pontua Leanderson, lembrando que a expectativa da torcida amazonense foi grande, mas o tamanho do futebol apresentado naquela noite de 10 de setembro de 2003 foi pequeno. “A festa foi enorme. A expectativa era muito grande por conta dos craques brasileiros em campo. Mas no fim, a Seleção deixou muito desejar”, concluiu.

Estreia na Arena 

Hoje o Vivaldão já não existe mais. No seu lugar surgiu a magnífica Arena da Amazônia. Palco da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos Rio 2016 no mês passado, o novo estádio amazonense, assim como a cidade de Manaus, não vê a hora do encontro com o time verde-amarelo, quando o craque desta geração, Neymar, fará sua estreia no estádio. Então, se sinta em casa, Seleção Brasileira.

Fonte: A Crítica

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Tite é apresentado como novo técnico da Seleção Brasileira

Créditos: Rafael Ribeiro / CBF

21/06/2016

É oficial! Tite é o treinador da Seleção Brasileira. Na tarde desta segunda-feira (20), Adenor Leonardo Bacchi foi apresentado oficialmente como o novo comandante da Canarinho. Aos 55 anos, o gaúcho de Caxias do Sul chegou à sede da CBF, no Rio de Janeiro, e conversou com a imprensa no auditório da entidade. Antes, o técnico visitou o Museu da Seleção.

Além de Tite, foram apresentados o auxiliar-técnico Cleber Xavier, o coordenador técnico e tecnológico Matheus Bacchi, e o novo coordenador de futebol da seleção, Edu Gaspar.

Confira alguns trechos da entrevista coletiva de Tite:

- Tite fala sobre o convite para assumir a Seleção

Ideal é início de trabalho. As circunstâncias acontecem. Fiquei sentado numa poltrona em 2014 e não veio. Porque as coisas têm seu tempo. Veio agora, entendi que devia aceitar, por fazer parte da minha carreira estar técnico da Seleção Brasileira. Um objetivo pessoal e talvez o meu melhor momento profissional. Ganhando, mas perdendo muito. Coragem assumir agora.

- Sobre a semana que antecedeu a sua apresentação

Foi um turbilhão, sou um ser humano, tenho os mesmos sentimentos que vocês têm e por condição da vida, de me preparar dia a dia. Não imaginei ser técnico da Seleção, não planejei, faço meu melhor a cada dia. Estabeleço metas a curto e médio prazo, aprendi que futebol é assim. Daqui a um, dois ou três anos vai ser outro profissional. Não sou melhor que ninguém.

- Tite fala com carinho sobre sua mãe, dona Ivone Bacchi

A mãe. Você imagina a realização de ver o filho na Seleção Brasileira? Só peço para as pessoas terem cuidado com ela, carinho quando for falar, porque pode começar a tirar coisas que a emoção vai aflorar. Eu só disse para ela hoje pela parte da manhã. Quando concluímos a negociação, disse para ela: “Mãe, o seu filho é o técnico da Seleção Brasileira”. Ela começou a chorar e me deu a bênção. 

- Após visitar o Museu da Seleção, Tite comenta sobre a história da Canarinho

(A história) Ela inspira e faz o joelho balançar também. Toda uma história extraordinária. Eu me lembro de 1970, ouvindo com 8 anos o rádio, o Tostão recebe uma bola pelo lado esquerdo, passe e infiltração do Clodoaldo, empatamos e eu saí vibrando, feliz da vida. Ou a Copa de 82 que me marcou pela beleza, sou fascinado por meio-campistas. Falcão, Cerezo, Sócrates, Zico...

- Seleção com a cara de Tite? Não. Do Brasil.

Não tem que ter a cara do Tite, tem que ter a cara do Brasil e da qualidade individual dos atletas. Com a competitividade. Sistema que potencialize, não é minha cara, é a nossa, da característica dos atletas. A priori, muita transição e rapidez com base da Seleção, afora qualidade técnica. Ajustar, potencializar, essa é minha função.

- Integração com times brasileiros

Quero acompanhar trabalho dos técnicos e vou me convidar para assistir, sem intervir, aos treinos dos clubes. Acompanhar treino, conversar com técnico e acompanhar jogo para mensurar. Técnico vai me passar o que o atleta tem e pode executar. Treinos eu não vou conseguir fazer, esse é meu grande desafio. Outro é montagem da equipe, um jogador que possa executar função e se sentir bem.

- Ideia de rodízio de capitães

Ideia de troca de capitania. Podemos divergir de ideias, é da vida, mas com respeito. Todos têm uma responsabilidade em cima da performance, todos vencem, essa é a grande marca de uma equipe de futebol. Essa mudança de capitania traz isso. Há diversos perfis de liderança: técnica, comportamental, o que consegue externar de forma pública as ideias, o exemplar. Vejo ontem a final da NBA. Um toco do LeBron James determina a sequência do Irving, a marcação de um com a qualidade do outro. Senso de equipe. Nós precisamos ter senso de equipe. Aí sim, seja ele num clube qualquer ou na Seleção.

- Comando da Seleção nas Olimpíadas

Era muito fácil o técnico alinhavar uma situação, prever estar na Olimpíada, e trazer louros. Se ganha, medalha de ouro. Senão, tem desculpa pronta de ter assumido em cima da hora. Isso eu não faço. A prioridade é a Seleção Brasileira e desenvolver trabalho em cima da classificação. Preciso ajustar, estar dentro dessa situação o mais rápido possível.

- Disputa das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018

O foco é a classificação para o Mundial. Não estamos na zona de classificação. Acredito que trabalho vá dar condição, mas claro que corremos risco. Se não aceitar possibilidades vai fugir da realidade. Estou aqui porque o resultado não veio.

Fonte: CBF

Pressão e sufoco nas Eliminatórias muitas vezes são sinônimos de sucesso do Brasil em Copas

04/04/2016

Canarinho apresenta bom retrospecto em mundias depois de passar por dificuldades para conquistar classificação

É isso mesmo, na maioria das vezes em que teve a vida dificultada nas Eliminatórias a Seleção Brasileira deu a volta por cima e conquistou a Copa do Mundo. 

Foi assim antes do tricampeonato em 1970. Para carimbar a vaga para o México os brasileiros não tiveram vida fácil. Apesar de conseguir uma boa sequência de vitórias, a equipe comandada por João Saldanha só conquistou a vaga no último jogo diante do Paraguai, no Maracanã. Na ocasião, o Brasil precisava vencer, caso contrário teria que disputar um jogo extra para desempatar com os paraguaios, já que os rivais somavam oito pontos e poderiam igualar a pontuação brasileira na tabela. O jogo foi bastante disputado e o Brasil venceu por 1 a 0 com gol de Pelé. Há quem diga que o estádio nunca esteve tão cheio para um jogo da Seleção.

(Foto: Getty Images)

No mundial, com Zagallo no comando, o Brasil conquistou o tricampeonato após vencer a Itália por 4 a 1 sagrando-se campeã invicta da Copa do Mundo de 1970.

Para a Copa de 1994 a dificuldade foi ainda maior. Nas Eliminatórias, o Brasil caiu no grupo 2 com Bolívia, Uruguai, Equador e Venezuela. De oito jogos a Canarinho venceu cinco, empatou duas e perdeu uma, a primeira na história da competição. Os jogadores eram muito criticados, e após a derrota para a Bolívia por 2 a 0, Carlos Alberto Parreira resolveu chamar o Romário para disputar os duelos finais, e por conta da mudança de formato na disputa, o Brasil precisava chegar nos dois primeiros lugares. 

(Foto: Getty Images)

Precisando da vitória diante do Uruguai para conquistar a classificação, no Maracanã, Romário deu show, marcou os dois gols da vitória brasileira carimbando a passagem rumo ao tetra. No ano seguinte, o Brasil bateu novamente a Itália na final e conquistou a quarta Copa do Mundo de sua história.

(Foto: Getty Images)

Antes do Penta em 2002, mais perrengue. Mais uma vez o caminho brasileiro até o mundial não foi nada fácil. Em um grupo único nas Eliminatórias com dez países da América do Sul, a Seleção teve sérias dificuldades e conquistou a vaga apenas como terceiro colocado, sendo essa sua pior colocação em Eliminatórias em toda a história. Em todos os anos anteriores o Brasil havia terminado na liderança de seu grupo.

Trocas de técnico e derrotas inéditas marcaram o caminho da Canarinho rumo a Copa do Japão, mas mais uma vez quando chegou na maior competição de futebol do planeta, o Brasil esqueceu o sofrimento nas Eliminatórias e deu alegria ao torcedor levantando o troféu de campeão do mundo. 

(Foto: Getty Images)

Atualmente ocupando o sexto lugar na tabela de classificação para a Copa do Mundo de 2018, o Brasil tem importantes duelos pela frente. Mas como já vimos quando a coisa fica complicada é aí que o Brasil se supera e acaba dando grandes alegrias ao torcedor.

CBF lança mascote oficial

Foto: Divulgação / CBF

24/06/2014

A Seleção Brasileira completa 100 anos no dia 8 de junho deste ano e, como comemoração, a Confederação Brasileira de Futebol lança a mascote oficial.

A mascote tem o formato de um canarinho, marca registrada da Seleção, e será vendida na loja da Nike, na sede da CBF, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e também em outros locais.

Com 33 centímetros de altura, 17 de comprimentos e 18 de profundidade, a mascote é feita de pelúcia hipoalérgica 100% poliéster com enchimento de fibra de poliéster siliconada. 

Fonte: CBF

  
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