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Rui Branquinho cria capa da INFO sobre Copa do Mundo

Crédito: Divulgação
13/05/2014

Vice-presidente de criação da Young & Rubicam assina capa da edição de maio, que destaca as inovações tecnológicas que marcarão o mundial deste ano.

Assim como aconteceu com as parcerias de INFO com os criativos Erh Ray (BETC), Eco Moliterno (Africa) e Hugo Rodrigues (Publicis Brasil), a principal revista brasileira de tecnologia e cultura digital recebeu a colaboração gráfica e conceitual de outro grande nome da publicidade. Rui Branquinho, VP de Criação da Y&R, assina a capa da edição de maio da INFO. Não são só os 21 leões em Cannes que fazem de Branquinho o criativo certo para a edição: fanático por futebol, Branquinho criou o conceito que simboliza a evolução tecnológica da Copa do Mundo — tema da reportagem de capa. 

O criativo combinou o design de diferentes versões da camisa da Seleção Brasileira para envolver o leitor na crescente busca por inovação, que, como demonstra a reportagem de capa Ciência da Copa, também permeia o futebol. A reportagem em formato de infográfico mostra o contraste entre a Copa de 1950 (a primeira sediada pelo Brasil) e a próxima, que começa daqui a alguns dias. O esporte evoluiu em todos os aspectos: na camisa, antes feita de algodão, no material e na tecnologia empregada na fabricação de bolas e chuteiras, na transmissão, do rádio para o formato 4K, nos gadgets hoje usados por árbitros e bandeirinhas, como o relógio inteligente que vibra quando a bola ultrapassa as traves. 

Diz o publicitário Rui Branquinho: “A dificuldade era, uma vez que estávamos no período de Copa, onde todo mundo está falando no assunto, saber como chegar numa imagem desse tema, mas uma imagem única, que chame a atenção. O símbolo que mais identifica a Copa do Mundo para o brasileiro é a camisa da Seleção, que nem sempre foi amarela.” O publicitário lembra que a camisa da Seleção Brasileira era branca até a Copa de 1950.

Para ilustrar o conceito, Branquinho convidou o ilustrador Marcelo Braga.

A edição de maio da INFO mostra também como anda o 4G nas cidades-sede mais populosas da Copa. O INFOlab saiu a campo com notebooks, modems e smartphones e percorreu mais de 7 mil quilômetros e visitou seis cidades. Belo Horizonte registrou a melhor banda larga móvel do país. As piores foram Rio de Janeiro e São Paulo.



Twitter vai começar leilão de anúncios para a Copa de 2014


15/07/2013

Há pouco menos de um ano para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, marcas globais já estão preparando seus planos de marketing para o maior evento esportivo do mundo.

De olho nesse mercado, o Twitter está organizando a venda de pacotes publicitários especiais para o mês da Copa, segundo reportagem do site Ad Age, que teve acesso a um relatório de vendas.

Com mais de 200 milhões de usuários ativos – 47 milhões deles interessados em futebol – o Twitter assume, no relatório, que a concorrência pelos Promoted Trends (palavras-chaves promovidas na lista de assuntos mais comentados) será intensa no período da Copa de 2014.

Por esse motivo, a estratégia é antecipar os leilões de espaço publicitário, numa ação supervisionada pela auditoria independente PricewaterhouseCoopers. Os leilões serão feitos às cegas ainda este mês, para todos os anunciantes.

O Twitter Brasil confirma que os leilões serão realizados, mas não diz a data exata. Além, a empresa afirma que já está em contato com as marcas.

De acordo com o Ad Age, com a ação o Twitter mostra que o marketing digital – apesar de lidar com uma mídia instantânea – exige planejamento por parte das marcas. Também indica como o Twitter pode organizar, daqui em diante, a disputa por espaço publicitário durante eventos que geram muita interação na rede social, como a Olimpíada e a cerimônia de entrega do Oscar.

Normalmente, nos Estados Unidos, uma diária de um Promoted Trend custa US$ 200 mil, mas o preço pode chegar a US$ 600 mil na Copa de 2014, de acordo com o relatório.

Fonte: Estadão.com


Momento é favorável para internacionalizar as marcas

Copa 2014 e Olímpiadas são vitrines a ser aproveitadas, disse Angela 
MARCO QUINTANA/JC  

09/11/2011

Fernando Soares, especial para o JC

O atual cenário econômico vivido pelo Brasil tem chamado a atenção dos estrangeiros, podendo ser um facilitador para gerar negócios no exterior. Com a experiência de ter comandado o processo de popularização das sandálias Havaianas mundo afora, a administradora Angela Tamiko Hirata mostrou ontem alguns caminhos para alcançar o mercado externo durante palestra sobre a internacionalização das marcas no segundo dia da Semana ARP de Comunicação. 

"O Brasil, assim como a China, a Índia, a Rússia e a África do Sul, está na moda. Está mais fácil internacionalizar uma marca hoje do que na minha época, quando o Brasil não era tido como um país confiável", destaca, referindo-se ao período em que exerceu a direção do departamento de comércio internacional da Alpargatas, empresa desenvolvedora das Havaianas. Ela assumiu o posto em 2001 e, a partir de então, começou a conjeturar, em equipe, estratégias para levar o produto ao exterior. Em cinco anos, o item passou a ser comercializado em 80 países, conseguindo bons índices de vendagem. Em 2005 ela se aposentou do cargo, mas presta consultoria à companhia até hoje. 

Angela acredita que a Copa do Mundo de 2014 e as Olímpiadas de 2016 são vitrines que podem ser aproveitadas para criar relações internacionais visando à entrada em diferentes mercados. No entanto, as etapas até pôr o plano em prática devem ser minuciosamente calculadas. "Atravessar a fronteira e levar um produto não é como ir para outro estado. Tem que haver seriedade para fazer com que o produto tenha notoriedade. Também é necessário um trabalho de posicionamento da marca, para não torná-la mais uma", enfatiza. 

Para conquistar clientes em distintas nações, uma série de fatores devem ser levados em consideração na realização do planejamento. Entender a cultura do país alvo da ação, investir com frequência em inovação e, principalmente, manter a essência do produto são aspectos que aumentam as chances de prosperar a tentativa de atingir um novo público. "Não se pode mudar o DNA de um produto. Você deve inovar, mas tem de manter o conceito", explica.

Por mais que não exista uma receita milagrosa para internacionalizar uma marca, Angela afirma que o empresário deve possuir duas virtudes para obter êxito. "Tem que ter muita cautela e ser ágil. Por mais difícil que seja unir essas características, tem que ser assim", resume. Ela constata a importância do trabalho em equipe e diz que o líder deve exercer um papel-chave para potencializar o espírito empreendedor de cada funcionário.

 Semana ARP é promovida pela Associação Riograndense de Publicidade e tem como tema a indústria criativa. O evento ocorre até amanhã em Porto Alegre.

Jornal do Comércio

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