.

.
Mostrando postagens com marcador Pênaltis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pênaltis. Mostrar todas as postagens

BRASIL VENCE PARAGUAI NOS PÊNALTIS E VAI À SEMI DA COPA AMÉRICA



27/06/2019

Do correspondente Cesar Esteves   

O Brasil se classificou para a semifinal da Copa América ao vencer o Paraguai nos pênaltis por 4 a 3, na Arena do Grêmio, nesta quinta-feira. No tempo normal das quartas de final, o confronto terminou empatado sem gols, pois a equipe do técnico Tite esbarrou na forte marcação dos paraguaios. Apesar de ter ficado com um mais em campo no segundo tempo, com a expulsão de Balbuena, os brasileiros também acabaram parando no goleiro Gatito Fernandez.

Na disputa dos pênaltis, brilhou a estrela do goleiro Alisson, que pegou a penalidade de Gustavo Gómez. Já Derlis González chutou para fora. Para o Brasil, converteram Willian, Marquinhos, Coutinho e Gabriel Jesus. Já Roberto Firmino desperdiçou sua oportunidade. A partida contou com a presença de Neymar na torcida, assistindo junto com Casemiro e o presidente da CBF, Rogério Caboclo.

Agora, o Brasil espera o vencedor do confronto entre Venezuela e Argentina, que se enfrentam nesta sexta-feira, às 16 horas (de Brasília), no Maracanã. O jogo da semifinal está marcado para o dia 2 de julho, terça, às 21h30, no Mineirão.

O Jogo – O selecionado canarinho tomou a iniciativa, enquanto os paraguaios se fecharam na defesa e especularam jogadas de contra-ataque. Aos 3, Everton recebeu pela esquerda, trabalhou com Daniel Alves pelo meio, puxou para a esquerda e rolou para Firmino, que dominou e chutou fraco para defesa tranquila de Gatito. No minuto seguinte, Firmino foi lançado por Everton na direita, puxou para o meio e deixou novamente para o atacante, que dominou e chutou, mas o arqueiro defendeu.

A seleção do Paraguai adotou uma marcação forte, e o Brasil teve dificuldade de encontrar espaços na defesa. Sempre que pegava na bola, o atacante Everton era ovacionado pela torcida. Os torcedores tentaram incentivar os comandados de Tite. Com um adversário bem fechado, o Brasil tentou através da bola aérea abrir o placar.

Para evitar que o jogo fluísse, os paraguaios fizeram muitas faltas. Aos 22, Coutinho interceptou saída da defesa paraguaia e acionou Firmino dentro da área. O atacante dominou, mas a bola escapou e Gatito ficou com tranquilidade.

Que chance o Paraguai perdeu, aos 28, quando Arzamendia cruzou da esquerda para Derlis, que dominou pelo lado direito, livre, chutou forte e Alisson fez grande defesa. Mesmo com mais posse de bola, o Brasil não conseguiu criar oportunidade clara. O centroavante Gabriel Jesus, inclusive, completou 600 minutos sem balançar as redes em jogos oficiais do Brasil. Aos 39, Filipe Luís deu ótimo passe para Coutinho na esquerda, entrou na área, chutou de canhota, rasteiro, mas Gatito ficou com a bola.

Na etapa inicial, o Brasil enfrentou um ferrolho paraguaio e foram raras as vezes em que conseguiu levar perigo à meta de Gatito. O atacante Everton vinha sendo o jogador mais lúcido da Seleção. Apesar de jogarem fechados, os paraguaios tiveram a melhor chance de fazer o gol.

O panorama no segundo tempo seguia igual ao do primeiro, com o Brasil tendo mais a iniciativa e o Paraguai seguindo com suas linhas recuadas. Por outro lado, a equipe da casa tocou muito a bola de um lado para o outro e pouco arriscou chutes de fora da área. Aos 7, Gatito saiu jogando mal, Allan ficou com a bola e tocou para Arthur na direita. O volante ganhou espaço e chutou no canto direito, mas a bola subiu e foi para fora.

Pouco depois, o Paraguai ficou com um jogador a menos. O chileno Roberto Tobar chegou a marcar pênalti para o Brasil, de Balbuena sobre Firmino, depois de boa jogada de Gabriel Jesus. No entanto, o árbitro consultou o VAR e mudou a decisão, marcando falta fora da área. Por ter impedido um lance de gol, o ex-corintiano foi mais cedo para o chuveiro. Aos 14, Daniel Alves cobrou a falta na entrada da área e Gatito espalmou para escanteio.

Balbuena foi expulso depois de falta em Firmino (Foto: Raul Arboleda/AFP)
Com um menos em campo, o Paraguai se fechou mais ainda. Aos 18, Thiago Silva se aventurou na frente, ficou com a bola e chutou fora da área, mas Gatito ficou com a bola. Agora, Tite foi para o tudo ou nada tirando o volante Allan para a entrada do atacante Willian. Aos 28, Everton fez excelente jogada pela esquerda, vai pra lá, pra cá, cruzou com a direita, e Coutinho tentou cabeceio, errou, Gabriel Jesus ficou com a sobra e mandou para fora.

Só Brasil vinha atacando nos últimos minutos. Aos 30, Marquinhos cruzou da direita, Firmino cabeceou e a bola passou rente à trave de Gatito. Aos 31, Willian fez boa jogada pela direita e acionou Coutinho, que tentou o chute. A bola sobrou na esquerda para o Everton, que finalizou com a perna direita e foi para fora.

Nervosos em campo, os jogadores brasileiros erravam jogadas simples. Aos 42, Coutinho cobrou falta da esquerda, Alex Sandro desviou de cabeça e Gatito fez defesa sensacional. Aos 44, Willian tabelou com Firmino e chutou de canhota na meia-lua; A bola bateu no pé da trave direita de Gatito. No contra-ataque, aos 47, Escobar ficou com a bola pela direita, a defesa do Brasil tentou se recompor, o zagueiro chutou, e a bola bateu no próprio Arthur e vai para fora.

A torcida brasileira empurrou o time até nos acréscimos. Aos 50, Marquinhos arriscou de longe, a bola sobrou com Everton dentro da área, livre, ele chutou forte, mas teve desvio e foi para fora. Aos 51, Coutinho ficou com rebote na entrada da área, chutou colocado, a bola passou perto do travessão de Gatito. Apesar de toda a pressão e com um mais em campo, os brasileiros não conseguiram derrotar os paraguaios no tempo normal. Desta forma, a decisão da vaga será nas penalidades.

A primeira cobrança da série, do palmeirense Gustavo Gómez, foi defendida por Alisson. O Brasil acertou em seguida com Willian, Marquinhos e Coutinho. Porém, Firmino desperdiçou sua chance. Do outro lado, depois de acertos de Almirón, Valdez e Rojas, o santista Derlis González bateu para fora. Assim, o último pênalti sobrou para Gabriel Jesus, que mandou para as redes e saiu para comemorar.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 0 (4) X (3) 0 PARAGUAI

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Data: 27 de junho (quinta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (Chile)
Assistentes: Christian Schiemann (Chile) e Claudio Rios (Chile)
VAR: Julio Bascuñan (CHI) auxiliado por Piero Maza (CHI) e Nicolas Tarán (URU).
Renda: R$ 10.352.430,00
Público Total: 48.211
Cartão amarelo: Filipe Luís, Roberto Firmino, Arthur (Brasil) Arzamendia, Piris, Alonso (Paraguai)
Cartão vermelho: Balbuena (Paraguai)

BRASIL: Alisson, Daniel Alves (Lucas Paquetá), Thiago Silva, Marquinhos e Filipe Luís (Alex Sandro); Arthur, Allan (Willian) e Philippe Coutinho; Everton, Gabriel Jesus e Roberto Firmino.
Técnico: Tite



PARAGUAI: Gatito Fernández, Iván Piris, Balbuena, Gustavo Gómez e Alonso; Richard Sánchez (Escobar), Ortiz, Pérez (Rodrigo Rojas) e Arzamendia (Valdez), Almirón e Derlis González.
Técnico: Eduardo Berizzo




Costa Rica 1 (5) x 1 (3) - Não teve Zeus que parasse a Costa “Zica”

Foto: Divulgação

30/06/2014

Com um homem a menos em boa parte do jogo, os Ticos conseguiram segurar o resultado e levaram a melhor nos pênaltis

Há dez anos atrás, a Grécia disputava nos pênaltis a partida mais importante da sua história. Na ocasião, os gregos levaram a melhor contra Portugal, de Felipão, e ficaram com o título da Eurocopa. Neste domingo, pela primeira vez, poderiam avançar às quartas de final da Copa do Mundo. A decisão foi novamente nas penalidades máximas, mas desta vez não teve Zeus que ajudasse. Após o empate no tempo normal em 1 a 1, Navas virou herói da Costa “Zica” e defendeu o tiro de Gekas, levando o público da Arena Pernambuco ao delírio. Agora, o adversário é a toda poderosa Holanda, será mais uma façanha dos Ticos?

Na partida entre as surpresas da Copa do Mundo, os gregos com um homem a mais desde a metade da segunda etapa jogaram melhor, mas pararam na forte marcação da Costa Rica, que abandonou o ataque para levar o embate nos pênaltis. Conseguiram, e viram Navas sair como herói, após terem convertido as suas cinco cobranças.

Após passar por Itália, Inglaterra e Uruguai, sem contar a Grécia, a Costa Rica terá que enfrentar outro favorito ao título da Copa do Mundo, a Holanda, que sofreu para vencer o México por 2 a 1, também neste domingo.

QUEM ATACA?

Foto: Divulgação

O dia era histórico. O confronto reservado para o “horário nobre” do futebol colocava frente a frente as duas maiores surpresas da Copa do Mundo 2014. A Costa Rica conquistou o público brasileiro ao deixar para trás ninguém menos do que três campeões Mundiais, Itália, Uruguai e Inglaterra, classificando como a líder do Grupo da Morte. Já os gregos contaram com uma “mãozinha” dos deuses para avançar. A vaga às oitavas foi confirmada apenas no último minuto, contra a Costa do Marfim, em um pênalti convertido por Samaras.

A superioridade da torcida na Arena Pernambuco era costarriquenha. Os Ticos apostavam na mesma formação que desbancou adversários consagrados em Mundiais e perderam a primeira chance de gol com Bolaños. Campbell, jogador que atuou no futebol grego na temporada passada, iniciou a jogada, que passou por Ruiz antes de chegar no meia. Em um chute de longa distância, a bola seguiu para a linha de fundo.

A Grécia, conhecida pela forte marcação, que fez chegar até às oitavas de final, parecia ter esquecido, por um momento, sua raiz defensiva a apostava na força do seu ataque para surpreender a Costa Rica. Apesar de tomar a iniciativa do duelo, levava pouco perigo. Em uma delas, Cholevas cruzou e Salpingidis chutou para defesa de Navas.

Fraco tecnicamente, a partida foi voltada para o estudo e marcação do que qualquer outra coisa. Ambas as equipes colocaram nove jogadores atrás da linha de meio de campo e torciam para que Samaras, pelo lado grego, ou Campbell, para os Ticos, resolvessem, o que acabou não acontecendo na primeira etapa.

EMPATE MILAGROSO NO FINAL
A segunda etapa iniciou mais movimentada. A Grécia quis surpreender logo no primeiro minuto. Após cobrança de falta, Samaras desviou de cabeça, mas Navas fez a defesa. Os gregos erraram, mas os Ticos não desperdiçaram a chance. Aos seis minutos, Bolaños tocou para Bryan Ruiz. O atacante pega fraco, mas mandou no canto esquerdo do goleiro Karnezis. O placar estava aberto.

Foto: Divulgação

A Costa Rica se animou com o gol e apostava na velocidade de seus jogadores para tentar aumentar a vantagem, porém, a expulsão de Óscar Duarte fez os planos mudarem. O zagueiro fez falta em Cholevas, levou o segundo amarelo, posteriormente o vermelho e complicou a vida dos Ticos, que precisam se fechar para segurar o resultado.

O tempo foi passando e o desespero grego aumentado. A pressão ficou para os minutos finais. Na primeira tentativa, Christodoulopoulos deixou Díaz para trás e chutou. Navas defendeu mais uma. O arqueiro, porém, largou na tentativa de Mitroglou, e aos 45, os europeus empataram a partida, com Sokratis. O zagueiro aproveitou a sobra e mandou para dentro.

Está no sangue grego nunca desistir, mas o que vem acontecendo com eles nessa Copa do Mundo, está chamando a atenção de muita gente. Essa é a segunda vez que a Grécia escapa da eliminação nos últimos minutos, assim como aconteceu diante da Costa do Marfim. Já contra a Costa Rica a vitória só não veio no tempo normal, pois Navas pegou a finalização de Mitroglou.

MAIS 30 MINUTOS DE PELEIA

Foto: Divulgação

Na prorrogação, a partida virou jogo de um time só. Com um homem a menos em campo, a Costa Rica se viu obrigada a recuar e ficar na esperança de um erro grego para contra-atacar. A Grécia não deu esse mole, mas também não conseguiu furar o ferrolho rival. Era bola jogada para área, mas afastada pelos zagueiros. Coração dos costarriquenhos batiam cada vez mais forte com a pressão dos europeus.

Pênalti? A Grécia não queria saber disso não. Os gregos enfim se abriram e se jogaram ao ataque. Com isso, acabou dando espaço para a Costa Rica. Campbell tentou, mas acabou dando o maior contra-ataque aos europeus. Era quatro contra dois. Christodoulopoulos recebeu e chutou, mas Navas salvou os Ticos. Na sequência, o arqueiro fez outro milagre, no minuto final, ao sair nos pés de Mitroglou, levando a partida às penalidades máximas.

A COSTA "ZICA" ESTÁ DENTRO!
Tudo indicava que aconteceria mais um milagre grego, assim como foi no tempo normal. Mas, esqueceram de avisar o goleiro Navas, grande herói do embate. A Costa Rica converteu suas cinco cobranças. Borges, Ruiz, González, Campbell e Umaña marcaram. Mitroglou, Christodoulopoulos e Colevas também fizeram, para o lado grego, mas Gekas parou na grande defesa do arqueiro dos Ticos.

PRÓXIMO JOGO
Viva na Copa do Mundo, a Costa Rica tem pela frente a Holanda, em partida marcada para o sábado, às 17h, na Arena Fonte Nova. Já a Grécia termina assim sua participação no Mundial

FICHA TÉCNICA:

COSTA RICA 1 (5) x (3) 1 GRÉCIA

COSTA RICA - Navas; Gamboa (Acosta), Duarte, González, Umaña e Díaz; Borges, Tejeda (Cubero), Ruiz e Bolaños (Brenes); Campbell. Técnico: Jorge Luis Pinto.

GRÉCIA - Karnezis; Maniatis (Katsouranis), Manolas e Sokratis; Torosidis, Karagounis, Christodoulopoulos, Samaris (Mitroglou) e Holebas; Samaras e Salpingidis (Gekas). Técnico: Fernando Santos.

GOLS - Bryan Ruiz, aos 6, e Sokratis, aos 45 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Tejeda, Bryan Ruiz e Navas (Costa Rica); Samaris, Manolas(Grécia).
CARTÃO VERMELHO - Duarte.
ÁRBITRO - Benjamin Williams (Fifa/Austrália).
RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.
LOCAL - Arena Pernambuco, no Recife (PE).



Nos pênaltis, Espanha vence e vai à final

Jogadores da Espanha comemoram vitória nos pênaltis e vaga para a final
Yuri Cortez/AFP
27/06/2013

Fúria vai encarar o Brasil na decisão da Copa das Confederações no domingo

A Espanha começou a ganhar seu grande destaque justamente após uma partida contra a Itália pelas quartas de final da Eurocopa de 2008, quando eliminou o adversário nos pênaltis e avançou à semifinal da competição. Ali acabava o estigma do "quase". Nesta quinta-feira, no Castelão, em Fortaleza (CE), pela semifinal da Copa das Confederações, a história foi a mesma. Após 0 a 0 no tempo normal, a Fúria venceu por 7 a 6 nos pênaltis e garantiu vaga na final contra a seleção brasileira, no próximo domingo, no Maracanã.


O Jogo

Sob o forte calor de Fortaleza, Espanha e Itália entraram campo dispostos a marcar logo nos primeiros minutos. Pedro, em uma jogada pelo lado direito do campo, bateu cruzado e levou perigo ao goleiro Buffon. Em seguida, De Rossi recuperou uma bola pelo meio, tocou para Gilardino. Ele deu belo passe para Giaccherini chutar e colocar a Azzurra no jogo.

Com um esquema que contava com uma linha de cinco homens da defesa e quatro no meio de campo, a Itália deixou claro que sua proposta era evitar a Fúria por perto de sua área. E evitou durante boa parte do jogo. Quem não contava com vários lances de perigo da Azzurra era o torcedor espanhol. Principalmente em bolas aéreas, os italianos tiveram, ao menos, duas grandes chances. Fora outras oportunidades que poderiam ter uma melhor finalização.

Na melhor oportunidade italiana no primeiro tempo, Maggio, livre na área, colocou a cabeça na bola e obrigou Casillas a realizar uma grande defesa. Antes, Marchisio também havia perdido uma chance clara. O camisa 1 espanhol se destacou.

A Espanha, por sua vez, teve ótima chance com Fernando Torres. Após matar a bola na entrada da área, o atacante girou em cima da zaga e bateu cruzado com a perna esquerda. A bola passou perto da trave. E foi só.

Segundo tempo

O segundo tempo veio com mudanças. Além de novos nomes em campo, times com posturas táticas diferentes. Cesare Prandelli sacou Bazargli e colocou Montolivo em campo. De Rossi, com isso, fez um papel de líbero. Já Del Bosque tirou David Silva e mandou Jesús Navas a campo. O objetivo era claro: atuar com dois homes abertos, Navas e Pedro, para tentar furar o bloqueio da Azzurra.

Em boa troca de passes pela direita, Navas recebeu bola de Fernando Torres e bateu cruzado. Buffon, bem colocado, defendeu e não deu rebote. Como a Itália continuava bem postada em campo, principalmente no sistema defensivo, Iniesta arriscou jogada individual e chutou sem direção. A Fúria tinha problemas para furar o bloqueio azul.

A Itália, jogando em casa por conta do apoio da torcida, seguiu buscando o gol principalmente em bolas aéreas. O problema é que tanto para a Azzurra quanto para os espanhóis, o calor pesou. Ambas as equipes não aguentaram o ritmo forte do jogo e alguns jogadores pediram água em vários momentos. Mata e Marchisio substituíram Pedro e Aquilani, respectivamente.

Prorrogação

No primeiro tempo da prorrogação, os dois treinadores queimaram suas últimas substituições. Prandelli tirou Gilardino, que não fez boa partida, e deu chance a Giovinco. E Del Bosque colocou Javi Martínez no lugar de Fernando Torres, repetindo o esquema da Euro-2012, com dois volantes e sem homem de área. Martínez fez o falso camisa 9.

Giaccherini, em uma das melhores chances do jogo, acertou a trave após um belo chute. Casillas estava vendido na jogada. Na sequência, Piqué matou no peito dentro da grande área e chutou. A zaga afastou o perigo. E ainda teve uma boa chegada de Jordi Alba. Faltou pontaria ao lateral-esquerdo.

Chiellini jogado no gramado com câimbras: cena da entrega, do desgaste. Esgotados, os espanhóis correram para pedir água enquanto o italiano era atendido. Mas tiveram grande chance de matar o jogo em um chute de Xavi: Buffon falhou e a bola ainda bateu na trave. Dramático! O goleirão italiano ainda pegou chute cruzado de Navas. Mas a partida foi mesmo para os pênaltis.

Pênaltis

Equilíbrio no tempo real, na prorrogação e até nos pênaltis. Após a fase de cinco cobranças e cinco gols para cada lado, vieram as cobranças alternadas. Resultado: Espanha contou com o chute para fora de Bonucci, venceu por 7 a 6 e garantiu vaga na final da Copa das Confederações.

FICHA TÉCNICA

ESPANHA (6)0X0(5) ITÁLIA

ESPANHA: Casillas, Arbeloa, Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Busquets, Xavi e Iniesta; Pedro (Mata, 33'/2ºT), David Silva (Jesús Navas, 5'/2ºT) e Fernando Torres (Javi Martínez, 3'/1ºP). Técnico: Vicente Del Bosque.

ITÁLIA: Buffon, Maggio, Chiellini, Barzagli (Montolivo, intervalo) e Bonucci; De Rossi, Marchisio (Aquilani, 33'/2ºT), Pirlo e Candreva; Giaccherini e Gilardino (Giovinco, intervalo para a prorrogação). Técnico: Cesare Prandelli.

Local: Castelão, em Fortaleza (CE)
Data-Hora: 27/06/2013, às 16h (de Brasília)
Árbitro: Howard Webb (ING)
Auxiliares: Darren Cann (ING) e Mike Mullarkey (ING)
Cartões amarelos: De Rossi (ITA), Piqué (ESP)

Tinha até um cavalo na torcida
Foto: Vincenzo Pinto/AFP
Fonte: Band


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...