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COPA AMÉRICA: Gareca reformula, Peru faz 2 a 0 no Paraguai e garante terceiro lugar

Guerrero deixou sua marca na vitória do Peru - Crédito: Divulgação/FI

03/07/2015

O atacante Guerrero foi novamente um dos destaques da partida, deixando sua marca novamente

A situação fica preocupante quando vemos o Peru terminar na terceira colocação da Copa América, enquanto que a Seleção Brasileira caiu muito anos, ficando bem longe de uma decisão e com um time mediano e olhe lá. Na noite desta sexta-feira, a equipe peruana, comandada pelo ex-palmeirense Ricardo Gareca, derrotou o Paraguai, algoz do Brasil, pelo placar de 2 a 0, atrás apenas de Chile e Argentina

Com o resultado, o Peru repete a campanha da última edição, em 2011, na Argentina, quando também ficou em terceiro. Já o Paraguai, que havia sido finalista há quatro anos, teve que se contentar com a quarta colocação. A decisão do título entre Chile e Argentina será neste sábado, em Santiago, às 17 horas (de Brasília).

PERU SOBRESSAIU! 

O jogo já dava impressão de que seria amarrado desde o primeiro minuto. Com muita marcação no meio de campo e pouquíssima criatividade de ambos os lados, o jeito era tentar arriscar de longe. Foi assim aos seis minutos, quando o Peru chegou pela primeira vez. Em rápido contra-ataque, Reyna recebeu no meio, arrancou e bateu de fora. Villar voou para espalmar.

A resposta do Paraguai veio na mesma moeda, aos 23, quando Óscar Romero aproveitou corte errado da defesa e bateu de fora da área, mas Gallese espalmou. A equipe de Ramón Díaz até ficava mais com a bola, mas tinha dificuldade para criar qualquer oportunidade.

Do outro lado, o Peru teve o melhor momento de toda a primeira etapa aos 25, em erro do adversário. Reyna cruzou da direita, a defesa deixou a bola passar por todo mundo e a sobra ficou para Lobatón. Sozinho, ele teve tempo de dominar no peito e bater, mas pegou muito mal e jogou longe.

GUERRERO DEIXOU O SEU!

O segundo tempo mal havia começado e o Peru encontrou o gol. Logo aos dois minutos, Cueva bateu escanteio, Guerrero tentou ajeitar e Bobadilla afastou mal de cabeça. Carrillo aproveitou a sobra na entrada da área e bateu de primeira, no canto esquerdo de Villar.

O gol embalou o Peru e esmoreceu o Paraguai. Os comandados de Gareca aproveitavam os erros na saída de bola do rival para criar boas oportunidades. Pela esquerda, Reyna chegava como queria. De fora da área, Vargas e Guerrero também tentaram, mas erraram o alvo.

Sem resposta, Ramón Díaz fez as três alterações, e só aí o Paraguai melhorou. Aos 21, Lucas Barrios deu enfiada precisa no lado direito para Romero, que chegou cruzando de primeira. Benítez entrava sozinho na área e marcaria com o gol vazio se não fosse Christian Ramos, que se atirou no caminho. Ainda assim, a bola mansamente tocou a trave.

Mas foi só. O Paraguai seguia exibindo toda sua fragilidade e só conseguia arriscar em chutes de longe. Nos contra-ataques, o Peru era até mais perigoso e Guerrero perdeu a chance de matar o jogo aos 36. Não faria falta, ele mesmo marcaria o segundo aos 43. Após ótima jogada de Sánchez, o atacante do Flamengo recebeu na área e bateu de primeira sob Villar.

FICHA TÉCNICA

PERU 2 x 0 PARAGUAI

Data:  03/07/2015
Horário: 20h30
Local: Estádio de Concepeción 
Árbitro: Raúl Orozco (Fifa/Bolívia)
Renda: Não disponível
Público: 29.143 torcedores

Gols
Peru: Carillo 2' 2T, Guerrero 43' 2T


Peru

Gallese; 
Advíncula, Christian Ramos, Ascues e Vargas; 
Ballón, Cueva, Reyna (Joel Sánchez) e Lobatón (Yotún); 
Carrillo (Hurtado) e Guerrero
Técnico: Ricardo Gareca






Paraguai

Justo Villar; 
Marcos Cáceres, Paulo da Silva, Aguilar e Samudio; 
Victor Cáceres (Aranda), Ortigoza (Ortiz), Martínez (Benítez) e Óscar Romero; 
Bobadilla e Lucas Barrios
Técnico: Ramón Díaz







COPA AMÉRICA: Argentina dá show, faz 6 no Paraguai e pode quebrar jejum na final com o Chile

Argentina passou por cima do Paraguai nessa terça-feira - Crédito: Divulgação/FI


30/06/2015

Esta será a terceira final dos hermanos nas últimas quatro edições do torneio

A Argentina está de volta à final da Copa América. Em sua melhor atuação nesta edição do torneio, a equipe de Gerardo Martino não deu qualquer chance ao Paraguai e goleou sem piedade os algozes do Brasil nesta terça-feira por 6 a 1, na cidade de Concepción. Agora, disputará o título com os donos da casa, os chilenos, no confronto entre as duas melhores seleções da competição.

Esta será a terceira final da Argentina nas últimas quatro edições da Copa América, mas a equipe não a vence desde 1993. Foi há 22 anos, aliás, justamente na edição do Equador do torneio continental, que o país conquistou seu último título com a seleção principal.

Para acabar com esse jejum, a Argentina precisa vencer o Chile no sábado, em Santiago, às 17 horas (de Brasília). Será o confronto do melhor elenco, o argentino, que nem sempre foi brilhante mas nesta terça exibiu toda sua qualidade, com a equipe que mostrou o melhor futebol do torneio até o momento, a chilena.

O Paraguai, por sua vez, perdeu a chance de repetir a campanha de quatro anos atrás, quando chegou à final na Argentina, mas superou as expectativas. Se passou pela burocrática seleção brasileira nas quartas de final, sucumbiu à evidente superioridade de uma equipe argentina em dia inspirado.

PASSOU O TREM!

O começo foi bastante equilibrado e cada seleção havia tido uma oportunidade quando a Argentina aproveitou a jogada aérea para abrir o placar. Aos 14 minutos, Messi bateu falta pela esquerda, Rojo, meio no susto, viu a bola tocar na canela de Cáceres e ficar viva. Então, virou batendo para a rede, sem chance para Villar.

O gol deu a tranquilidade que a Argentina precisava para dominar o confronto, usando suas velozes peças ofensivas no contragolpe. Foi assim que Messi deu enfiada perfeita para Pastore, que parou em Villar aos 21. A dupla voltou a funcionar cinco minutos depois, mas desta vez Pastore não perdoou. Messi escapou da marcação pelo meio e tocou para o meia do Paris Saint-Germain, que dominou tirando do zagueiro e bateu cruzado para ampliar.

Barrios marcou o único tento da Seleção do Paraguai - Crédito: Divulgação/FI

Não bastasse a diferença técnica e a desvantagem no placar, as lesões apareceram para completar o pesadelo do Paraguai. O jovem Derlis González e o veterano Roque Santa Cruz precisaram ser substituídos antes dos 30 minutos. O cenário era tão tranquilo, que os argentinos relaxaram.

Os comandados de Gerardo Martino já não exibiam o mesmo ímpeto e chamavam os adversários para cima. O Paraguai, então, passou a encontrar alguns espaços em rápidos toques no ataque. Mas foi em um erro infantil na saída de bola argentina que Lucas Barrios, justamente o substituto de Santa Cruz, aproveitou para encher o pé da meia-lua e diminuir aos 42.

SORTE QUE NÃO FOI O BRASIL...

A postura do fim do primeiro tempo deve ter gerado um puxão de orelha de Martino nos jogadores, porque a Argentina voltou completamente diferente para a etapa final. E precisou de somente dois minutos para fazer o terceiro. Após toques rápidos no meio de campo, Pastore avançou e deixou Di María em ótimas condições para tirar do goleiro.

Desta vez sim, o Paraguai estava batido. E não demorou para que a Argentina acabasse de vez com qualquer sonho do adversário, em lance de gênio de Messi. Aos sete minutos, ele ganhou de Cáceres no meio de campo, passou por Aguilar, tocou entre as pernas de Bruno Valdez e rolou para Pastore. Villar ainda bloqueou o meia, mas a sobra ficou com Di María, que só teve o trabalho de rolar para o gol.

A vantagem voltou a tranquilizar a Argentina, mas desta vez a equipe soube administrar com inteligência. Manteve a posse, seguiu no campo de ataque e até criou uma ou outra chance, como aos 22, em outro lance genial de Messi, que parou em Villar. Assim, definiu a goleada aos 34, em cruzamento de Di María que Agüero cabeceou para a rede, e aos 37, quando Higuaín aproveitou sobra no meio da área para fuzilar.

FICHA TÉCNICA

ARGENTINA 6 x 1 PARAGUAI

Data: 30/06/2015
Horário: 20h30
Local: Estádio Ester Roa Rebolledo - Concepción (Chile) 
Árbitro: Sandro Meira Ricci (BRA)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (BRA) e Fábio Pereira (BRA)
Gols: Argentina: Rojo 14' 1T, Pastore 26' 1T, Di Maria 1' 2T, Di Maria 7' 2T, Agüero 34' 2T, Higuaín 37' 2T
Paraguai: Barrios 42' 1T


Argentina

Romero; 
Zabaleta, Otamendi, Demichelis e Marcos Rojo; 
Mascherano (Gago), Biglia e Pastore (Banega); 
Messi, Di María e Agüero (Higuaín).
Técnico: Tata Martino






Paraguai

Justo Villar; 
Bruno Valdez, Paulo da Silva, Aguilar e Ivan Piris; 
Cáceres, Ortiz, Derlis González (Bobadilla) e Benítez; 
Roque Santa Cruz (Lucas Barrios) e Haedo Valdez (Óscar Romero)
Técnico: Ramón Diáz








Brasil 1 (3) x (4) 1 Paraguai - O filme se repete e a seleção agoniza...

Crédito: Divulgação/FI

27/06/2015

Pela segunda competição seguida, Brasil é eliminado pelo Paraguai

O filme se repetiu. Quatro anos depois, o Brasil voltou a ser eliminado pelo Paraguai na Copa América. Na noite deste sábado, no Estádio Collao, em Concepción, no interior do Chile, a Seleção Brasileira fez um bom primeiro tempo, mas permitiu o empate por 1 a 1 no tempo normal e foi derrotado nos pênaltis por 4 a 3. Douglas Costa e Everton Ribeiro erraram as penalidades.

Com um futebol apático e sem criatividade, o time brasileiro não fez por merecer a classificação. Encontrou dificuldades para criar oportunidades de gol e viu o fantasma da última Copa América se tornar realidade quando levou o primeiro gol de pênalti, no segundo tempo, em uma infelicidade de Thiago Silva que colocou a mão na bola dentro da área. O vexame só não foi tão grande quanto o da última edição, quando os brasileiros erraram todas as cobranças. No entanto, não há o que comemorar.

Na primeira partida mata-mata após o humilhante 7 a 1 para o alemães na Copa do Mundo, o Brasil dá adeus ao torneio continental e mostra que precisará de muito trabalho para retomar o protagonismo de outros tempos. E o técnico Dunga precisará rever muito do que tem feito, incluindo substituições sem muito sentido, como a saída de Robinho nos minutos finais de um jogo que estava prestes a ir para os pênaltis.

O JOGO

O chute perigoso de Philippe Coutinho logo no primeiro minuto de jogo para defesa de Villar foi a falsa impressão do que poderia ser o jogo. A seleção brasileira apanhou bastante no primeiro tempo e encontrou dificuldades para pressionar o Paraguai.

O gol saiu em uma rara oportunidade que o Brasil conseguiu trocar passes. A jogada começou no campo de defesa, foi para o lado esquerdo, para o centro com Robinho, que tocou para Elias. O volante dominou e viu Daniel Alves aparecer na ponta direita. O lateral foi à linha de fundo e cruzou rasteiro. Firmino deixou passar para Robinho empurrar para a rede.

O Paraguai esboçou uma reação, partiu ao ataque, mas faltava qualidade aos atacantes. O Brasil tentava sair em velocidade, mas era parado com faltas duras. Philippe Coutinho foi bloqueado com o braço e o árbitro mandou o jogo seguir. Valdez deu uma tesoura em Filipe Luís. Aguilar entrou com a trava da chuteira em Fernandinho. Elias também tomou um pontapé por trás quando tentava o contra-ataque.

Na segunda etapa, o Paraguai começou melhor. Gonzalez cobrou falta e Jefferson espalmou logo no início. A seleção respondeu com Philippe Coutinho, que lançou para Robinho, impedido. Os paraguaios continuavam a levar perigo em jogadas de bola parada. Após cobrança de escanteio, Paulo da Silva cabeceou para grande defesa de Jefferson.

Com atuação discreta de todo o setor ofensivo, Dunga optou por tirar William para a entrada de Douglas Costa, que também não fez nada e manteve o padrão de falta de qualidade. Robinho, o menos pior do Brasil, errou no contra-ataque ao não ver Elias entrar livre pelo meio e tocou na ponta direita para Firmino, que perdeu a bola. Na sequência, o atacante, que foi negociado com o Liverpool, deixou o jogo ao ser substituído por Diego Tardelli.

O Paraguai insistia nas jogadas aéreas e conseguiu o empate graças a um pênalti infeliz de Thiago Silva. Assim como fez com a camisa do PSG contra o Chelsea nas oitavas de final da Liga dos Campeões, o zagueiro subiu de olho fechado para tirar a bola de cabeça e colocou a mão na bola. Pênalti, que Derlis González cobrou para empatar. E, ao contrário da partida pelo clube francês, o brasileiro não compensou no ataque ao não marcar o gol da classificação.

A seleção teve que sair para o jogo novamente e ficou exposta ao contra-ataque. Cáceres deu chutão para frente, Roque Santa Cruz desviou de cabeça e a bola sobrou para Bobadilla. O atacante avançou e chutou forte. Jefferson espalmou. Dunga mexeu mais uma vez com a entrada de Éverton Ribeiro no lugar de Robinho. Mas não houve nem tempo para pegar na bola e o jogo foi para os pênaltis.

Nas cobranças, Éverton Ribeiro e Douglas Costa perderam e os paraguaios venceram por 4 a 3. Fernandinho, Miranda e Philippe Coutinho fizeram. Pelo Paraguai, Martínez, Cáceres, Bobadilla e Gonzalez marcaram. Roque Santa Cruz perdeu.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 (3) x (4) 1 PARAGUAI

Data: 27/06/2015
Horário: 18h30
Local: Estádio Collao - Concepción 
Árbitro: Andrés Cunha-URU
Assistentes: Mauricio Espinosa-URU e Carlos Pastorino-URU

Cartões Amarelos
Brasil: Robinho, Phillippe Coutinho
Paraguai: Martínez, Aguilar, Valdez

Gols
Brasil: Robinho 14' 1T
Paraguai: Gonzalez 26' 2T


Brasil

Jefferson; 
Daniel Alves, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; 
Fernandinho, Elias, Philippe Coutinho e Willian (Douglas Costa);
Robinho (Éverton Ribeiro) e Firmino (Diego Tardelli).
Técnico: Dunga.







Paraguai

Villar; 
Bruno Valdez, Paulo da Silva e Pablo Aguilar; 
Iván Piris, Aranda (Osvaldo Martínez), Victor Cáceres, Derlis González e Edgar Benítez (Óscar Romero); 
Haedo Valdez (Raúl Bobadilla) e Roque Santa Cruz
Técnico: Ramon Díaz.







Copa América Chile 2015 - Concepción: fonte de inigualável riqueza cultural

Crédito: Divulgação / CA 2015
15/03/2015

Cidade já recebeu Mundial Juvenil, Pré-Olímpico e Copa América

A porta de entrada ao sul do Chile. Concepción é o segundo maior núcleo urbano do país e, além de ser um pujante pólo industrial, é uma cidade universitária por excelência devido à diversidade e tradição de suas mais importantes escolas e faculdades. Deu condições para o surgimento de grandes músicos e intelectuais ao longo da história chilena e possui uma inigualável riqueza cultural e patrimonial.

Destaca-se ainda o humor e o calor de sua população, que em diversas ocasiões soube superar, com enorme coragem, devastadores desastres naturais. O último deles foi o terremoto ocorrido em 27 de fevereiro de 2010, um dos mais fortes da história.

Fundada em 1550 por Pedro de Valdivia em nome do reino espanhol, a cidade fez parte da primeira tentativa de independência do Chile, liderada pelo advogado Juan Martínez de Rozas em 1810. Foi a capital do Reino do Chile entre 1565 e 1573 e se manteve como centro militar e político no restante do período colonial. Tem como um dos seus grandes símbolos culturais a Plaza de la Independencia, onde foi declarada a libertação chilena em relação à Espanha.

O ESTÁDIO

Crédito: Divulgação / CA 2015

Inaugurado em 16 de setembro de 1962, o Ester Roa é a casa de duas equipes da cidade: Deportes Concepción e Universidad de Concepción. É ainda o estádio de fora de Santiago que mais público pode receber - com capacidade para 35 mil espectadores.

Conhecido popularmente como "Collao”, encontra-se em pleno processo da reforma que mdernizará suas instalações com cadeiras individuais, reposicionamento do campo, novas pista de atletismo e cobertura, além da criação dos setores norte e sul.

O nome do local é em homenagem a Ester Roa de Pablo, prefeita que foi determinante para o início de sua construção, em 1956.

Além de receber importantes partidas do futebol chileno semanalmente, o estádio foi sede do Mundial Juvenil de 1987, da Copa América de 1991 e do Pré-Olímpico de 2003, quando atuaram por ali figuras como o brasileiro Robinho e o chileno Jean Beausejour.

O FUTEBOL

Crédito: Divulgação / CA 2015

O  Deportivo Universidad de Concepción e o Deportes Concepción mandam seus jogos no Estádio Ester Roa e em 2014 estão disputando campeonatos diferentes. O primeiro joga na Primeira Divisão, enquanto o segundo se encontra na Primera B.

O Deportivo Universidad de Concepción conquistou a Copa Chile em 2009, além do  torneio Transición de 2013 da Primera B e a Terceira Divisão em 1997. O Deportes Concepción, por sua vez, ganhou a Segunda Divisão em 1967 e 1994.

O clássico da cidade era disputado entre Deportes Concepción e Arturo Fernández Vial, um tradicional clube que atualmente está com o futebol desativado.

Outra equipe da região é o Deportivo Huachipato, que foi fundado em 1947 e atua como mandante no estádio CAP, com capacidade para 10.500 pessoas. Esta é uma das seis equipes de fora de Santiago a ter título da Primeira Divisão (ganhou a edição de 1974 e o Clausura de 2012).  

JOGOS NA COPA AMÉRICA
Concepción receberá uma partida de quartas de final (27 de junho), uma semifinal (30 de junho) e a disputa pelo terceiro lugar (3 de julho). 



Chile reconhece problemas em obras, mas garante estádios prontos

Estádio Ester Roa enfrenta problemas na reforma (Foto: Site oficial Copa América)

23/01/2015

Ministra do Esporte diz que Sausalito, Ester Roa e La Portada enfrentam maiores atrasos, mas afirma que país tem condições de abrigar a Copa América

O Chile convive com um problema para a Copa América: a demora na entrega dos estádios para a disputa. Sausalito (Viña del Mar), Ester Roa (Concepción) e La Portada (La Serena) são alguns dos locais que sofrem com a demora nas reformas. A ministra do Esporte do país garantiu que todos ficarão prontos a tempo da competição, que começa em 11 de junho, no Estádio Nacional Julio Martínez Prádanos, em Santiago de Chile.

- Sim, claro. Nós estamos avançando todos os dias. No caso de La Serena, está quase pronto. Tem 98% (de obras terminadas). Sausalito e Roa que seriam os casos com um nível menor de reforma que os outros. Mas estamos minuto a minuto revisando junto aos municípios - afirmou Natalia Riffo em entrevista à "CNN Chile".

O Estádio Sausalito recebeu até mesmo um veto da FIFA, mas o governo ainda não desistiu de usá-lo. A nova data para revisão das obras no local será em 31 de janeiro. Natalia Riffo afirmou que o esforço é conjunto para a conclusão das reformas. Ela garantiu que o país tem condições de abrigar a Copa América.

- Temos uma mesa de trabalho com a ANFP (Associação de futebol do Chile) para os temas de infraestrutura dos estádios e também contemplando temas turísticos, econômicos e de segurança nas sedes. Efetivamente, estamos em condições de trazer eventos esportivos e isso ficou claro nos Jogos Sul-Americanos 2014 - disse.

Estádio La Serena em foto de 11 de dezembro de 2014 (Foto: Sebastian Padilla / Getty Images)



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