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Em campo, a empresa que vende “felicidade”

11/11/2011 

Vice-presidente de marketing da Coca-Cola, Jonathan Mildenhall explica como pretende deixar um “legado” no Brasil a partir da Copa do Mundo de 2014 

Produzir conteúdos criativos, alinhados com a dinâmica das mídias sociais e das novas tecnologias de comunicação – esse foi o foco da palestra que Jonathan Mildenhall, vice-presidente de Marketing Global Estratégico da Coca-Cola, realizou na tarde desta quinta-feira, em Porto Alegre. 

Convidado da Semana ARP de Comunicação, evento da Associação Riograndense de Propaganda (ARP), Mildenhall também discutiu ações e perspectivas da Coca-Cola no país às vésperas da Copa do Mundo – evento em que se posiciona como patrocinadora oficial. Mildenhall está na companhia há cinco anos e diz ter orgulho de trabalhar no “negócio da felicidade”. “Nós vendemos 1,6 bilhão de bebidas por dia, equivalente a um milhão de sorrisos por minuto”, propagandeou ele, durante um encontro com jornalistas realizado nesta manhã. 

Para a Copa do Mundo no Brasil, diz ele, a Coca-Cola reservou R$ 11 bilhões para investir em ações marketing entre 2010 e 2014. Para se ter uma noção do tamanho desse investimento, o valor é maior que tudo que a empresa investiu nos últimos seis anos em promoção de marca – R$ 8 bilhões. “Depois do apito final, lá na África do Sul, todos os olhos viriam para o Brasil”, explicou Bruno Pietracci, diretor da regional sul da Coca-Cola. Parte do aporte será destinado a deixar um “legado” para a comunidade brasileira, fortalecendo a relação entre os consumidores e a marca.

Pietracci explica que esse legado se apóia em diferentes pilares. Um deles é a contribuição para um estilo de vida saudável – expresso no incentivo à reciclagem e no envolvimento da companhia com as comunidades. Um exemplo é projeto “Coletivo”, um ambiente físico dentro das comunidades que capacita jovens em áreas como empreendedorismo, logística e varejo. “Além de capacitar esse jovem, a gente estabelece uma conexão com os nossos parceiros para que o jovem saia dali empregado”, diz ele. Hoje, a Coca-cola conta tem 80 “Coletivos” e pretende chegar a 125 até o final deste ano – quando a marca também completará 125 anos.

Mildenhall promete que a promoção do Brasil durante a Copa do Mundo não será estereotipada. “Não vamos ficar apenas na praia de Ipanema”, diz ele. Para isso, ele já está há quase um ano conhecendo o país, viajando por cidades como Brasília, Salvador, Joinville e São Paulo. “Eu acredito que o povo brasileiro ficará surpreso com a representação que o Brasil terá durante a copa de 2014”, garante ele.

Fonte: www.amanha.com.br

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