Brasil busca lugar na Copa do Mundo de 2018 e o Metro Jornal relembra campanhas

07/10/2015 

Por Valter Junior - Metro Porto Alegre

Como jogador, Dunga encarou dois dos jogos mais difíceis do Brasil em Eliminatórias. Na sua primeira passagem como técnico da Seleção, a campanha até teve percalços, mas a classificação foi tranquila. Conhecedor dos diversos caminhos que levam ao Mundial, o treinador inicia na quinta-feira sua quarta disputa para manter o Brasil como o único país a ter participado de todas as Copas.

Numa época em que ainda cabiam mais de 100 mil pessoas no Maracanã, Dunga pisou no gramado do maior do mundo em 1989 e em 1993 com a pressão de evitar a ausência do Brasil em uma Copa. Então volante, participou da polêmica vitória por 1 a 0 sobre o Chile, em 1989. Após um rojão ter sido jogado no gramado, o goleiro Rojas simulou ter sido atingido e com uma lâmina, que estava escondida na sua luva, cortou-se no rosto. A encenação e o abandono de campo não funcionaram. O goleiro foi banido do futebol e a Seleção Chilena suspensa por quatro anos. Rosinery Mello, responsável por atirar o artefato das arquibancadas, ganhou fama e chegou a posar nua para uma revista masculina.

Quatro anos depois, o atual técnico da Seleção viveu situação semelhante. O palco era o mesmo. O adversário, desta vez, foi o Uruguai, de Francescoli e Rúben Sosa. Para evitar o fiasco,  o técnico Carlos Alberto Parreira fez as pazes com Romário e o convocou. O Baixinho decidiu o jogo, marcando os dois gols da vitória por 2 a 0, em um dos passos mais importantes para a conquista do tetra.

Desde a edição para a Copa de 2002, quando as Eliminatórias passaram a ser por pontos corridos, o Brasil sofreu somente uma vez, exatamente na edição inaugural desta fórmula. Para o Mundial da África do Sul, o time de Dunga se classificou com a melhor campanha.

Abaixo, você confere um resumo da história do Brasil nas Eliminatórias.



Fonte: Metro


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