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60 mil pessoas acompanham a passagem da Tocha Olímpica em Caxias do Sul



08/07/2016

Caxias do Sul recebeu nesta sexta-feira (08.07) a Tocha Olímpica. A Chama chegou pouco antes das 19h no Monumento Nacional ao Imigrante e percorreu um trajeto de mais de 12 km, na área urbana do Município, em um revezamento entre 62 atletas e pessoas relacionadas ao esporte* até o Parque de Eventos da Festa da Uva. Cerca de 60 mil pessoas acompanharam o evento olímpico, segundo informações da Brigada Militar.

A Chama Olímpica, que veio acompanhada de um comboio de 200 metros, formado por carros e caminhões, saiu do Monumento Nacional ao Imigrante carregada pelo Frei Jaime Bettega em direção à Avenida Júlio de Castilhos até chegar na rua Alfredo Chaves. No pórtico do Centro Administrativo, o Prefeito Alceu Barbosa Velho, a primeira-dama e coordenadora de Comunicação, Alexandra Baldisserotto, o Chefe de Gabinete, Paulo Dahmer, o secretário municipal do Esporte e Lazer, Washington Cerqueira, e demais secretários, recepcionaram a Chama com apresentações alusivas às culturas italiana e gaúcha interpretadas pelo CTG Campo dos Bugres e pelo Grupo Teatral Murialdo.

Do Centro Administrativo, a Chama Olímpica continuou seu percurso pela rua Tronca, passando pela Estação Férrea, até chegar na Avenida Rio Branco, onde em frente à Igreja São Pelegrino, mais um ponto turístico da cidade, o grupo de canto Vozes do Sul saudou a passagem da Chama. De lá, seguiu seu percurso passando por outros pontos turísticos da cidade, como a Praça Dante Alighieri, local em que o Grupo de Dança Folclórica Alemã da Associação Cultural Germânica de Caxias do Sul Alles Gut se apresentava, Catedral Diocesana, Museu Municipal, e o Museu Casa de Pedra, onde estava o Grupo de Filó Felice Personne, até chegar ao Parque de Eventos da Festa da Uva.

Por volta das 21h20min, a Chama chegou aos Pavilhões e foi entregue ao técnico caxiense da Seleção Brasileira de Futebol, Adenor Bachi (Tite), que conduziu a Tocha até o palco principal e acendeu a Pira Olímpica. “Explode a emoção dentro do meu coração. De um guri que nasceu em São Braz, estudou no Ginásio Guarani e Emílio Meyer, jogou no Juventude e no Caxias, treinou as duas equipes e hoje tem muito orgulho de sua terra e sua origem. Minha participação é para incentivar que as crianças que estão aqui tenham uma educação melhor e a gente tenha um Brasil melhor”, disse.

O Prefeito Alceu salientou a importância da cidade receber o maior símbolo da união dos povos. “Antes de mais nada agradeço à organização do evento pelo excelente trabalho. Quando nós, do Comitê Local, recebemos o dever de escolher cinco nomes para conduzir a Tocha e escolhemos o Tite, o Adenor Bachi, não sabíamos que nesse momento ele seria o técnico da Seleção Brasileira. Ficamos muito felizes por isso. Mas, nosso desejo é de que a Tocha signifique paz, amor e solidariedade. Que ela represente nosso grito de amor, de união, e de não à violência. Queremos continuar a criar crianças com respeito e educação para um país mais justo”, destacou.

O secretário municipal do Esporte e Lazer, Washington Stecanela Cerqueira, falou em nome do Comitê Local. “Como ex-atleta, fico muito feliz e emocionado. Caxias se sente muito honrada em receber a Tocha e sempre esteve de braços abertos para esse evento. Aqui o clima é frio, mas o coração dos caxienses é quente. Agradeço por Caxias do Sul receber o símbolo do esporte mundial.  A Tocha também tem função social, porque o esporte é capaz de transformar pessoas, transformar cidadãos.”, frisou.

Em seguida, a Prefeitura de Caxias do Sul, por meio da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer (SMEL) promoveu uma homenagem a nomes do esporte local que foram importantes para o desenvolvimento do segmento no Município (lista abaixo).

Durante o evento, no Parque da Festa da Uva ocorreram shows do grupo de pagode Sem Razão, Maral Gurgel e Orquestra Jovem da Fundação Marcopolo no Pavilhão 1, além da Banda Marcial Tradicionalista do Colégio Murialdo de Caxias do Sul, no pórtico de entrada e do Coral Anima D'Italia, em frente da Casa do Vinho Caxiense. 

Após a passagem por Caxias, a Tocha Olímpica que pernoitou na cidade, seguiu na manhã deste sábado (09) para Bento Gonçalves. Ao todo, a Tocha Olímpica vai passar por cerca de 300 cidades durante o revezamento que começou 100 dias antes da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. 

Compuseram o Comitê Local da Tocha Olímpica, a Prefeitura de Caxias, por meio da SMEL, SMED, Secretaria da Cultura, SMTTM, SSPPS e SEMTUR, SAMAE, Câmara de Vereadores, Festa da Uva, UCS, FSG, SER Caxias, EC Juventude, 4ª CRE, 26º Distrito Escoteiros, Clube Juvenil, Recreio da Juventude, Fundação Marcopolo, SESI, SESC, SEST/SENAT, Clube de Corredores, CMD, CDL, CIC e ARI.

ATIVIDADES ESPORTIVAS: Durante toda a tarde da sexta-feira, diversas atrações ocorreram nos Pavilhões, reunindo mais de 600 pessoas praticando oficinas em 24 modalidades olímpicas. Além disso, ocorreu uma programação montada pelos patrocinadores oficiais do evento que são Nissan, Bradesco e Coca-Cola.

* Conduziram a Tocha Olímpica:

Jaime Bettega
Carlos Carneiro Filho
Daniele Cassol
Luiz Lemos
Alcides Drago
Todd Severson
Matheus Manosso Zanrosso
Guilherme Mari
Renato Gentil
André Luiz de Mello Machado
Rodrigo lima dos santos
Jonathan De Lima
Juliano Werlang
Jucelaine Maciel
Volnei Ribeiro
Natália Fernanda Ban
Vinícius De Freitas Flores
Dezirê Cortese
Tatiana Woodyatt
Rafaelle Furlan
Jaime Andreazza
Roberto Mello Ceresa
Juliana de Oliveira
Maria Dos Reis
Diego Araujo
Gabriel Citton
Carlos Bueno
Pedro Zatti
Mario Thompson
André De Souza Da Silva
Guilherme Almeida De Camargo
Alvaro Koslowski
Rogério Hermeto
Jongoh Kwon
Gustavo dos Santos
Sandra de Sene
Durval Balen
Henrique Garcia Filho
Maria Cristina Rosito
Maurício Santos
Fernando Gil Kreling
Roselaine Silva
Maria Giani
Tiago Frank
Marcelo Repetto
Thiago Lima
Elvis Renato Zanotti
Roseli Trevizan
Jean Labatut
Claudete Motter
Sandro Perussato
Davi Santos
Rodrigo Cardoso
André Flores
Maria Grasselli
Arthur Szterenfeld
Gabriel Rodriguez Garrido
Rosa Albuquerque
Emilia Griboski
Rangel Santos
Lais Bordin
Adenor Bachi (Tite)

Homenageados por suas contribuições ao esporte caxiense:
Adailton Bolzan Martins
Adalton Celso Sambaquy
Adão Luis Ferreira Almeida
Adélia Marlene Franzoi
Ademir de Oliveira Reis
Adilson Fachin
Adriana Cesa Pagnunsati
Adriana Velho Gomes
Alan Willian Biassio Fernandes
Alessandro Pozzer
Alexon Picolin
Aline Cândido Marques
Aline Scotti Sanches
Aloir Oliveira
Álvaro Koslovisk
Amanda de Oliveira
Ana da Silva 
Ana Dulce Casagrande
Anderson Tomé
Anelise Lautert
Ângela Perini
Ângelo Travi Guerra
Anselmo Cará
Antonio Dal Pizzol
Aribaldo Negri
Armando Troian
Arthur Bernardi 
Carlos Alberto Faggion
Carlos Chiappin
Carlos Gabriel Gallina Bonone
Carlos Henrique Iotti
Celso Juarez Roth
César Bagatini 
Césare Augusto Marramarco
Cláudia Regina Bonalume
Daniel Brisoto
Dante Turra Filho
Darmes Labatut
Denise Cemin Dani
Diego Nunes
Diógenes Fogaça
Dionéia Maraschin
Dulce Demoliner
Edmilson Martins Corrêa
Edson Cardoso
Eduardo Boher
Eduardo Fonseca
Eliseu Evangelista
Eloá Loire Fridsch
Emir José Alves da Silva
Ênio Aguiar
Erety Agostinho Medeiros
Evair Pinheiro Ramos
Everaldo Molina
Fernando Gil Kreling
Fernando Lemos
Fernando Lipi
Fernando Luis Brito Kuse
Fernando Rossato
Manoel Silva Ferreira
Flávio Danna
Gabriel Citton
Gelson Scola
Gerard Maurício Martins Fonseca
Getúlio Vazatta
Gilberto Mendes
Gilda Pontalti
Gilmar Dossin
Giovane Brisoto
Gisele Anália Nogueira
Guilherme Dengo
Guilherme Maurina
Guilherme Roth dos Santos
Gustavo Bonato
Gustavo Perazzollo
Helena Natalina Polesso
Idalino Mazochi
Iran José Cercatto
Isabel Spies
Ivan Reisdorfer
Ivan Zeni dos Santos
Ivanete Avelina Zanrozzo
Ivanete Salvador
Ivanir Spiler
Ivanor Reolon
Jaime Frizzo
Jaime Walker
Jair Bastos de Souza
Jari da Rocha
Jeferson Borges
Jimerson Rogério Adamski
João Carlos Mariani
Jocelino dos Santos
Joice Elisa Masina Baungarten
Jonas Joaquim da Rosa
Jônata Pimentel Maia de Oliveira
Jorge Velho
José Adnil Antunes de Vargas
José Carlos Brustolin
José Mario Mondadori
José Trombini 
Jovir Demari
Juliano Brandalise
Juliano de Moraes Viegas
Júlio Cesar Ferronatto
Jussara Maria Marchioro Stumpf
Karine Guerra de Souza Fonseca
Lairton Zandonai
Lais Bordin da Silva
Laís Rossi dos Reis
Lauro Antonio Ferreira da Silva
Lauro da Silva Filho
Lázaro Pereira Velasquez
Leandro Adami Gregoletto
Leda Tavares Marramarco
Leonice Ceconello
Luciano Tcacenco
Luis Felipe de Lima Hath
Luiz Alberto Cidade
Luiz Carlos Alves Paim
Magali Angonese
Maicon Peruzzo
Maira Moschen Villanova
Marcelo Demoliner
Márcia Guerra
Márcia Rohr da Cruz
Márcio Angonese
Marco Antonio Groinsk Cresppo
Marcos Cunha Lima
Marcus Vinícius Fontoura Vaz
Maria Angelina da Rosa
Maria Luiza Bondiorno Bedin
Marilene da Rosa Santos
Marília Lampert Fanton
Marília Marini
Mário de Sá Mourão
Mário Mandelli
Mário Pozzer
Mário Ruaro De Menegui
Mauro Amâncio da Silva
Michel De Carli
Miguel Kuse
Mírian zanandréa
Mirna Sartor
Moroni Lima
Muray Lisot
Neiva Pereira
Nelson Morandi
Nestor Andreola
Nilo Formigueri
Noeslen Lima
Paulo Carvalho
Paulo César Turra
Paulo Roberto Lisboa Triches
Paulo Zacani
Pe. Joacir Delagiustina
Pedro Adão de Moraes Ferreira
Pedro Ernesto Baungarten
Rafael dos Santos
Raul Newcamp Júnior
Renata Adamati
Renata Ramos Goulart
Renato Tomasini
Renato Ubirajara Formoso Pires
Roberto Andreola
Roberto Minuzzi Jr.
Rodrigo Pinto Barbosa
Rodrigo Poletto
Rogério caberlon
Rosmari Ângela Dalla Vecchia
Rudi Vieira
Sabrina Giusto
Sebastião Valdir dos Santos Abreu
Sérgio José Sartor
Sheila Bortagaray
Sidinei Libardi
Silvana Regina Marchioro Fagundes
Tânia Lozano
Tânia Malvina Maineri
Tereza Dossin
Thaís Ferreira Porto
Ubirajara Klamos Maciel
Vanderlan da Silva 
Vanderléia Guerra
Vera Maris Concli
Vilmar Oliveira
Vinícius Costa
Washington Stecanela Cerqueira
Welington Uega
Wilson Assis
Zelfino Nadin
Zilca Montanari


 



Fotos: Ícaro de Campos

Tocha Olímpica é acompanhada no RS por forte esquema de Segurança

As imagens em tempo real são diretamente transmitidas para a Sala 
de Gestão do CICCR - Foto: Rodrigo Ziebell/SSP
04/07/2016

A Secretaria da Segurança Pública (SSP), através do Departamento de Comando e Controle Integrado (DCCI) coordena todo esquema de segurança na passagem da Tocha Olímpica pelo Estado. Trata-se de uma ação integrada com a Secretária Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (SESGE), Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Brigada Militar (BM) e Polícia Civil (PC).

O comboio conta com uma equipe de 93 profissionais: 41 do Comando Rodoviário da BM (CRBM), 27 do 1º Batalhão de Operações Especiais da BM (BOE), oito do SAMU, 12 da PC e cinco da SSP. Recebe, também, o apoio dos efetivos dos órgãos da Segurança Pública em todos os municípios onde serão realizados eventos em decorrência da passagem da tocha.

A comitiva é acompanhada por uma das Plataformas de Observação Elevada (POE) do DCCI. O equipamento estará presente em todas as cidades de celebração, transmitindo as imagens em tempo real diretamente para a Sala de Gestão do Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR). Suas câmeras são equipadas com sensor térmico, que possibilita a identificação de pessoas em ambientes com ausência de luz, através da temperatura corporal.

Imagens em tempo real são transmitidas, também, através do sistema mobile, composto por celulares, tablets e uma viatura especial da PC, desenvolvida para monitoramento em operações policiais. Um helicóptero Batalhão de Aviação da BM (BavBM) está sendo utilizado pelo SAMU.


Na Semana do Meio Ambiente, a tocha olímpica visita Fernando de Noronha



06/06/2016


Cenário paradisíaco, céu azul e águas límpidas: veja como foi o domingo do tour da chama dos Jogos Rio 2016

"Senhores passageiros, sabemos que a paisagem é deslumbrante, mas, por favor, continuem sentados". O apelo é rotina dos comissários dos voos que ligam as capitais nordestinas ao paradisíaco arquipélago de Fernando de Noronha. Quando surgem as ilhotas cercadas de um mar pontilhado por todas as cores, é instintivo procurar o melhor ângulo para a foto. Neste domingo (05.06), após percorrer 11 estados brasileiros em 102 dias, a chama olímpica seguiu a rota dos turistas e desembarcou na mais cobiçada das ilhas do litoral brasileiro.

O fogo símbolo dos Jogos Rio 2016 visitou o arquipélago em um momento especial: a Semana do Meio Ambiente. Dona de uma natureza em estado bruto, repleta de vegetação, pássaros exóticos, formações rochosas imponentes e enseadas que parecem desenhadas à mão, a ilha presenciou uma sequência de eventos para celebrar a semana e, ao mesmo tempo, a passagem da tocha. Na véspera, por exemplo, funcionários do projeto Tamar soltaram uma ninhada de filhotes de tartarugas marinhas durante o pôr do sol na Praia do Bode.

Revezamento Tocha Olímpica

Debaixo de um céu azul, a chama começou seu trajeto por volta das 8h (7h no horário de Brasília) no Sueste, uma das baías mais exaltadas pelos visitantes. Como o mês de junho encerra o período de reprodução das tartarugas, diversas delas foram levadas a esta praia, considerada um berçário natural da espécie, para emoldurar a passagem do fogo.

Golfinhos

Seguindo a linha do mar, o comboio atravessou a pequena extensão da ilha pela Transnoronha, menor rodovia federal, com 7 km de extensão. Na outra ponta do paraíso, na área de embarque do porto, a bióloga Zaira Matheus esperava ansiosa por seu momento de participar da celebração. Moradora do arquipélago desde 1999, a mergulhadora se entusiasma ao falar de sua atividade.

Zaira Matheus. Foto: Ivo Lima/ brasil2016.gov.br

"Cada mergulho é uma emoção diferente. Temos uma água limpa, clara e aqui impera a abundância de espécies. Sem contar que é possível mergulhar em todas as estações", afirma. Durante sua condução, Zaira tinha uma missão especial: ser anfitriã de um passeio em uma baía ocupada por golfinhos rotadores, que fazem, no ar, piruetas em formato de parafuso.

O barco que levava Zaira seguiu até as proximidades de Sela Gineta, uma das quatro ilhas secundárias de Noronha. Não demorou até as primeiras barbatanas surgirem. De repente, todos os barcos da expedição foram cercados por diversos desses animais, que faziam um sincronizado balé subaquático. "A idéia é o Brasil conhecer um pouquinho de Noronha e de seus ícones" afirma.

Na Praia da Conceição, uma enseada de ondas fortes, ladeada pelo Morro do Pico, coube a um dos noronhenses mais carismáticos conduzir a chama. Corredor desde a adolescência, quando era escoteiro, Renê Jerônimo, de 75 anos, percebeu que havia muita doença e sedentarismo na ilha. Começou a estimular uma pessoa, depois outra e seguiu, até montar um grupo de corrida, o Coração Valente, hoje com 80 participantes. A comunidade também decidiu homenageá-lo e criou uma corrida de rua com o nome do morador – ocorre todo mês de agosto." Muita gente vai carregar essa tocha para sempre. Não a tocha em si, mas a irmandade que ela gera", acredita.

Renê Jerônimo criou um grupo de corredores em Fernando de Noronha. 

Foto: Ivo Lima/ brasil2016.gov.br

Enquanto Seu Renê se preparava para vencer os metros de areia que o aguardavam, o alemão Wolfgang Frank Pelouse, de 49 anos, filmava tudo com o celular. Casado com uma brasileira e morador do Rio de Janeiro há três anos, o consultor não perdeu a oportunidade de cumprimentar o condutor e até de fazer fotos com ele. "O dia está lindo e esse lugar é espetacular. A passagem da tocha traz alegria ao povo brasileiro e ajuda a unir o país", analisava.

Depois de uma breve pausa para o almoço, a chama retomou sua peregrinação pelo centro histórico da ilha. O primeiro visitante a documentar sua parada no local foi Américo Vespúcio, em 1502. Relíquias arquitetônicas dos tempos de colônia ainda são vistas em uma simples caminhada. Um deles é o Forte Nossa Senhora dos Remédios, construído em 1737 sobre ruínas do reduto holandês.

Do alto de suas paredes de pedra, avista-se uma baía espetacular, de barcos brancos contrastando com o azul profundo das águas. Mais adiante, a chama percorreu a praça em frente à Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, erguida no mesmo ano em que se iniciou a construção do forte. Outro ponto de interesse é o Palácio de São Miguel, edificação erguida sobre o antigo presídio localizado na ilha, hoje sede administrativa de Fernando de Noronha.

A jornalista Carol Barcellos conduziu a tocha em um trecho no Forte Nossa 
Senhora dos Remédios. Foto: Ivo Lima/ brasil2016.gov.br

O trecho final do percurso foi feito pela Transnoronha, até chegar à Capela de São Pedro, igrejinha branca, com porta de madeira, debruçada sobre o Mar de Fora, porção oceânica voltada para o continente africano. Quem levou a tocha até lá foi Ademir Ventura, de 28 anos. Funcionário de uma ONG local dedicada à proteção de golfinhos rotadores e atleta amador, ele destacou a importância da visita da chama para o trabalho ambiental feito na ilha.

"A passagem da tocha trouxe seres humanos e animais juntos para o centro da discussão sobre a sustentabilidade no planeta", salientou. Nos metros finais de seu percurso, o noronhense deu saltos acrobáticos com a tocha nas mãos, até encerrar a missão ao lado dos outros condutores, sob a bênção do padroeiro da capela. "Foi pura emoção, instinto, extravasei toda a emoção que estou sentindo", relatou.

Rio Grande do Norte

Depois da passagem pela ilha pernambucana, a chama olímpica retoma amanhã sua programação pelo continente e segue para o Rio Grande do Norte. As cidades a receber o revezamento nesta segunda-feira (6./06) são Lages, Angicos, Assú e Mossoró.

Mariana Moreira, de Fernando de Noronha - brasil2016.gov.br

TOCHA OLÍMPICA: A CHAMA DA PAIXÃO PELO ESPORTE



04/06/2016

Por Lais Leon e Milena Cerqueira

A cada 4 anos, em países diferentes, acontecem as chamadas Olimpíadas, evento mundial voltado a atividades esportivas. Originado em Atenas, no ano de 1896, o espetáculo tem se consolidado culturalmente no mundo inteiro, e agora, pela primeira vez ocorrerá no território brasileiro. Embora tenha a fama de ser o país do futebol, o Brasil possui atletas habilidosos que o representam em todas as categorias. Tendo como sede a cidade do Rio de Janeiro, o evento proporcionará competições de 42 modalidades esportivas e carregará a seguinte temática: “Viva sua paixão”.

A 65 dias das Olimpíadas 2016, os preparativos já estão se encaminhando. A tocha olímpica, considerada o símbolo do início da festa, está percorrendo cidades do país inteiro. Começou o seu trajeto na capital (Brasília), no dia 05 de Maio, pretendendo parar no Rio de Janeiro, sede do evento, no dia 04 de Agosto. A tocha chegou em Pernambuco na última segunda-feira (30/05), sendo levada por várias celebridades, fazendo sua passagem no município de Garanhuns e finalizando em Goiana.

Camila Coutinho, Magrão e um time de blogueiros e youtubers convidados para a 
maratona da tocha no Recife. Foto: Wander Roberto/Divulgação

Fizemos uma breve entrevista com Ana Elza Milhazes, uma das pessoas privilegiadas que conduziu o famoso símbolo olímpico. Estudante de 17 anos, contou-nos um pouco sobre sua experiência:

– Depois de participar de um processo tão importante do evento mundial, o que as Olimpíadas representam para você hoje?

"Participar desse processo me mostrou ainda mais a importância olímpica, porque na Grécia, por exemplo, país de origem, eles paravam as guerras para acompanhar o evento, e, no atual momento que o Brasil está vivendo, é muito importante que paremos com as “guerras” e valorizemos os esportes e as alegrias trazidas por eles, que só ensinam, somam e nos amadurecem. A olimpíada representa pra mim não só um evento esportivo, mas também cultural e social, capaz de proporcionar união entre os brasileiros."

- Qual é a sensação de segurar a tocha?

"Segurar a tocha é uma sensação indescritível; segurar a chama olímpica, acesa em Atenas há anos, é fantástico. Sensação única!"

- Você gosta de esportes?

"Sou completamente apaixonada por esportes. Faço questão de jogar diversas modalidades e aprender suas regras. O momento olímpico pra mim é muito importante; fico ligada em tudo, assistindo a todas as competições."

- Quais foram as orientações que lhe deram para guiar a tocha?

"As orientações foram focadas em estar seguro e não atrapalhar o comboio. Basicamente falaram para ficarmos com a tocha erguida, e, em caso de chuva, coloca-la mais embaixo, para não apagar a chama. Também nos falaram que, ao descer do ônibus, deveríamos ficar no canteiro; lá teriam pessoas para auxiliar a ida ao meio da pista para acendê-la. A tocha deve estar na mão direita, e precisávamos lembrar dos dois ‘s’: Sorrir e segurar (risos).!"

–  Como se dá o processo de seleção?

"Os processos são diferentes de acordo com os patrocinadores. Coca-Cola, Bradesco e Nissan, cada um usou um método diferente, contando com a participação de voluntários. A Coca fez uma promoção chamada ‘isso é ouro’, na qual contei sobre minha paixão por esportes desde a infância, e acabei sendo selecionada. Não é um processo imediato, primeiro fui pré-selecionada em Setembro de 2015, mas o ato só se confirmou em Março, período no qual todo o comitê esteve entrando em contato, pedindo atestado médico e afins." 
–  O que a tocha simboliza?

"A tocha carrega em si a mensagem de que os jogos olímpicos não envolvem só os esportes, mas, com a sua passagem em vários Estados, ocorre uma valorização da cultura, mostrando que os jogos olímpicos não começam só em Agosto, e sim no revezamento das tochas.O Brasil aguarda ansiosamente esse grandioso evento mundial!"
Para mais informações: Brasil2016.gov.br


Chama olímpica passa pelo sertão dos estados de Pernambuco e Bahia

28/05/2016

Comboio passou pelas cidades pernambucanas de Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Orocó e Cabrobó e chegou até Paulo Afonso, na Bahia. Neste sábado, segue em direção ao litoral sergipano
 A mata seca e esbranquiçada do sertão nordestino constrastou com o verde da vegetação das margens do Rio São Francisco durante a trajetória desta sexta-feira (27.09) da tocha olímpica. O dia começou em Lagoa Grande, passou por Santa Maria da Boa Vista e Orocó, deu um pulo em Cabrobó - todas em Pernambuco -, e pousou em Paulo Afonso, na Bahia, onde a chama se despediu do estado da alegria.

Eduardo Feijó. Foto: Lorena Castro/brasil2016.gov.br
Pela primeira vez, o símbolo olímpico pisou em solo semiárido. Cabrobó decretou até ponto facultativo e preparou uma grande festa. Logo na entrada da cidade, muito verde e amarelo, frevo e encontro com os vaqueiros, figura típica do sertão nordestino. "O vaqueiro não pode ser esquecido, foi ele que enfrentou a caatinga e iniciou, pelo Rio São Francisco, a exploração para o interior", explica o professor de geografia Eduardo Feijó, um dos condutores da chama.

O educador disse sentir uma emoção indescritível e ressaltou que o revezamento da tocha em Cabrobó tem um sentido especial. "Esse dia vai ficar na história da cidade. Quando a gente acendeu aquela luz, foi como se o mundo se abrisse", completa Feijó.

Cabrobó teve 18 condutores distribuídos em 3,5 quilômetros com atrações culturais desde sanfoneiro, dança do povo Quilombolas, aboiado e quadrilha. A tocha percorreu as principais ruas da cidade até chegar à Concha Acústica, onde aconteceu o acendimento da pira.

O cangaço também foi lembrado pelos cabroboenses. O estudante Aldair Caytitú estava caracterizado de cangaceiro para receber o comboio e a chama olímpica. "A história do cangaço que iniciou na região com Virgulino Lampião era um estilo Robin Hood do sertão que lutava para combater injustiças. Não queremos que esse novo cangaço apague o verdadeiro significado", explica. Neto de uma das lideranças indígenas na Ilha de Assunção - povoado de Cabrobó - Aldair comentou sobre a importância da tocha na cidade: "Cabrobó é pequena, pouco mais de 30 mil habitantes. Uma alegria estarmos entre tantas cidades do revezamento".

Aldair Caytitú. Foto: Francisco Medeiros/ME

A cidade está situada na Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE), polo Petrolina e Juazeiro. O local é o ponto de partida do eixo norte da Transposição do Rio São Francisco e tem a agricultura (produtos como arroz e cebola) como principal fonte de renda.


Eduarda Jorge. Foto: Lorena Castro/brasil2016.gov.br
Despedida

Ao fim do dia, a tocha aterrissou em Paulo Afonso carregada por Luis Henrique Santos, o Sabiá. No céu, a luz vinha dos pés do paraquedista porque a da chama só foi acesa em solo. Não bastasse a aventura no ar, a tocha ainda fez rapel na Ponte do PC-TRAN e desceu até o Velho Chico para um passeio de barco. O revezamento seguiu pelas ruas da cidade e encerrou com o acendimento da pira no parque Lindinalva Cabral para a celebração.

Durante o percurso algumas revelações do esporte, como a atleta da maratona aquática Eduarda Jorge, fizeram festa com o símbolo olímpico. Com apenas 16 anos, ela diz que sonha em participar dos Jogos de Tóquio em 2020 e que treina duro para isso. "Já me sinto nos Jogos do Rio", confessa a bolsista do Ministério do Esporte ao conduzir a tocha. Eduarda também participou do evento teste da modalidade, em agosto de 2015, em Copacabana. "Foi maravilhoso, competi com atletas renomados brasileiros e estrangeiros. Fiz uma boa prova, cheguei em 10º lugar geral", comemora.

Sobre o revezamento da tocha, a maratonista aquática diz que ficou emocionada com a oportunidade. "Parou tudo na memória, eram só 200 metros que parecia uma eternidade. Fiquei nervosa, mas era de alegria", revela. O revezamento na Capital da Energia, a última do estado da Bahia a receber o fogo, teve cerca de 50 condutores. A chama chegou em território baiano no último dia 19 e percorreu cerca de 2.300 quilômetros. Ao todo foram 27 cidades e uma média de 100 condutores por dia.

Galeria de fotos

27/05/16 - Revezamento da Tocha Olímpica em Cabrobó. Fotos: Francisco Medeiros.ME.

27/05/16 - Revezamento da Tocha Olímpica em Paulo Afonso. Fotos: Francisco Medeiros/ME.

Roteiro deste sábado

Sergipe, o menor estado brasileiro, será o destino da chama olímpica neste sábado (28.05). A tocha sai de Paulo Afonso e segue para Aracaju, capital sergipana, passando por Canindé de São Francisco, Poço Redondo, Nossa Senhora da Glória e Nossa Senhora das Dores. Serão cerca de 450 km ao todo.

Fonte: Brasil 2016

Chama olímpica conhece forró e antecipa festejos de São João

Riachão do Jacuípe, na Bahia, se mobilizou para receber o tour da tocha. Foto: Francisco Medeiros/ME

26/05/2016

Riachão do Jacuípe, segunda cidade do revezamento desta quarta-feira (25.05), parou para receber o fogo simbólico, que terminou o dia em Senhor do Bonfim

O músico Del Feliz foi o primeiro condutor em 
Riachão do Jacuípe. Foto: Francisco Medeiros/ME
As festas juninas são marcadas por cores vivas, alegres, boa música e comida típica. Ainda em maio, Riachão do Jacuípe não mediu esforços para receber a chama olímpica com esses festejos. O revezamento da tocha desta quarta-feira (25.05), que começou em Feira de Santana, teve o primeiro encontro com o forró e antecipou o São João pelo interior da Bahia, especialmente em Senhor do Bonfim, cidade celebração.
Os jacupienses capricharam na organização e decoração da cidade. Mesmo de longe, já era possível ouvir a passagem de som na praça Landulfo Alves, com algumas barraquinhas que exibiam artesanato local e comidas da região. A sanfona era a protagonista. Ao seu redor, passos de forró e arrasta pé ditaram o tom. "Estamos vivendo a abertura oficial do São João", afirmou Del Feliz, que é músico e foi o primeiro a conduzir a chama olímpica na cidade.

Nascido em Barreiros, povoado vizinho à cidade, o compositor disse estar emocionado com a oportunidade. "Estou sempre lembrando das experiências que tive, todas me marcaram muito. Conduzir a tocha com minha gente é especial, não tenho palavras". Cordelista desde os 11 anos, Del Feliz trabalhou em diversas atividades, de faxineiro a ajudante de pedreiro, de padeiro a pintor, até chegar profissionalmente à música, que para ele se assemelha ao esporte como instrumento de superação.

"Não tem dificuldade, nem tristeza, nem nada que supere a força de vontade quando você vive com a música. Acho que o esporte traz um pouco disso: quando você está envolvido nesse espírito de união, dificilmente você se abate", ressalta. Del Feliz se orgulha de ter recebido a influência da mãe, lavadeira de roupa, que também era cantadeira de samba e de reizado.

De acordo com o músico, a festa de São João é uma das mais completas porque pessoas de oito a 80 anos vão para o forró. Prova disso é a aposentada Maria Neusa Bomfim, que esperava animada o revezamento da tocha passar. "Estamos na expectativa de receber essa chama tão brilhante. Eu não esperava que a tocha passasse aqui", disse. Ela faz parte do projeto Atletas do Social, que oferece atividades físicas, dança e esportes para cerca de 200 idosos da cidade.

Frutos da terra

Ao todo, foram 11 condutores e 2,4 quilômetros percorridos pelas principais ruas de Riachão do Jacuípe, começando na avenida Eliel Martins, passando pela Igreja Nossa Senhora da Conceição e finalizando na praça Landolfo Alves. Peculiaridade do percurso foi o fato de que todos os convidados para carregar a tocha são da região de Riachão.

A história de superação e a conexão de Elza com o esporte levaram a moradora de 
Riachão do Jacuípe a ser condutora. Foto: Francisco Medeiros/ME

Acostumado a percorrer longas distâncias desde pequeno, Fredison Costa ajudava a família a buscar água para o gado e ia correndo para escola. O menino cresceu e continuou correndo, mas agora como maratonista. Nesta quarta, foi um dos condutores na sua cidade natal. "Nunca imaginei que isso poderia acontecer. É importante para Riachão e todo o povo jacupiense". Segundo ele, a passagem do símbolo olímpico em Riachão deverá ser sempre lembrada na história. "Devemos levar isso para as escolas, para as crianças, para todos continuarem sonhando e utilizarem o esporte como ferramenta de trabalho, que transforma vidas".

Assim como Fredison, a comerciante Crispina Elza teve uma infância de trabalho na zona rural. Cuidou dos cinco irmãos menores e andava quilômetros a pé, até a casa do tio na cidade, para ver jogos de futebol. Apaixonada por esporte, ela sempre sonhou ver uma partida da Copa do Mundo. "Vi o jogo entre Brasil e México, em Fortaleza, e achei que tinha realizado meu sonho no esporte. Até que um dia meu amigo veio me dar parabéns. Fiquei sem entender porque não era meu aniversário e muito menos tinha ganhado na Mega Sena", sorriu. A jacupiense tinha sido selecionada para carregar a tocha olímpica em Riachão.

"Quase não acreditei. Pulei, gritei e liguei para a minha irmã que me inscreveu e contou minha história sem eu nem saber", conta Elza, que tem seu comércio conhecido na cidade justamente por ser fanática por esporte e seu alto astral. Na pizzaria tem bandeiras de times e a TV está sempre ligada em canais de esportivos.

Roteiro

Uma pontinha de Pernambuco já recebe a chama olímpica nesta quinta-feira (26.05). O dia começa em Jaguarari, segue para Juazeiro e na sequência vai para Sobradinho, onde faz a travessia para chegar em Petrolina, cidade celebração.

Fonte: Brasil 2016

Site "Onde está a Tocha Olímpica?" mostra localização e traz curiosidades da chama

Foto: Reprodução / Google / Google

20/05/2016

Usuário pode clicar na data e conferir, no mapa, em qual local o símbolo dos Jogos está

A Tocha Olímpica passará por mais de 300 cidades do Brasil, em um total de 20 mil quilômetros em terra e 10 mil milhas aéreas. Para que os brasileiros possam saber por onde anda a Chama, um site do Google montou um mapa em que é possível ver o local em que o símbolo dos Jogos se encontra naquela data (clique aqui para conferir).

Acima do mapa, há uma linha do tempo entre os dias 3 de maio, quando a Tocha desembarcou no Brasil, e 5 de agosto (no dia 4, ela chega ao Rio de Janeiro, cidade-sede da Olimpíada).

Além da localização, o internauta também pode clicar em perguntas que contêm respostas e curiosidades sobre a chama. Por exemplo: "como fazer uma tocha olímpica?", "o que a Tocha simboliza?" e "quando a Tocha é usada?". 

No Rio Grande do Sul, a tocha passará por 28 municípios. As cidades de Santa Maria, Pelotas, Caxias do Sul, Porto Alegre e Passo Fundo são as chamadas "Cidades de Celebração" (onde haverá um evento e depois o simbolo pernoitará). A tocha também dorme em Cruz Alta, mas, nesse caso, não haverá a mesma celebração como nos outros cinco municípios.

Confira o roteiro:

3 de julho 
Erechim 
Passo Fundo* 

4 de julho 
São Miguel das Missões 
Santo Ângelo 
Ijuí 
Cruz Alta* 

5 de julho 
Encantado 
Lajeado 
Santa Cruz do Sul 
Santa Maria* 

6 de julho 
São Sepé 
Caçapava do Sul 
Canguçu 
Rio Grande 
Pelotas* 

7 de julho 
São Lourenço do Sul 
Camaquã 
Guaíba 
Porto Alegre* 

8 de julho
Canoas 
Esteio 
Novo Hamburgo 
Gramado 
Canela 
Nova Petrópolis 
Caxias do Sul* 

9 de julho 
Bento Gonçalves 
Torres 

 *Cidades onde a tocha pernoitará

Fonte: ZH Esportes


Atleta olímpica Fernanda Oliveira vai carregar a tocha olímpica no Rio Grande do Sul



19/05/2016

Já está confirmado, a atleta olímpica da vela, Fernanda Oliveira, foi escolhida pelo governo do Rio Grande do Sul para carregar a tocha olímpica no dia 8 de julho, em Esteio. A gaúcha começou a velejar no Clube, em uma colônia de férias aos 11 anos. A partir daí exibe uma coleção de títulos que orgulha o Brasil, o Rio Grande do Sul e o seu clube de origem. É 18 vezes Campeã Brasileira (1996, 1999 a 2015). Neste ano, irá comemorar a sua quinta participação em Jogos Olímpicos(Sydney/2000, Atenas/2004, Pequim/2008 e Londres/2012). Nos Jogos de Pequim, foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha (Bronze) na vela na modalidade feminina. Veleja na classe 470 com a parceira Ana Barbachan desde final de 2009. Entre janeiro e maio deste ano, a dupla trouxe para o País seis títulos internacionais:

- Campeãs do Campeonato Norte-Americano de 470, em Miami;

- Prata no Trofeo Princesa Sofía, em Palma de Mallorca, na Espanha;

- Prata na etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, na França;

- Bronze da Etapa da Copa do Mundo de Miami;

- Bronze no Campeonato Europeu de 470, em Palma de Mallorca, Espanha;

- 4º lugar no Campeonato Mundial de 470, em San Isidro, na Argentina;

- 6º lugar no Campeonato Sulamericano na Argentina.

Em 2015, as atletas chegaram ao lugar mais alto do pódio na Etapa de Hyàres da Copa do Mundo, na França e, em 2014, foram campeãs no Campeonato Sul-Americano, disputado no Rio de Janeiro, e ainda campeãs da Coach Regatta, na Espanha, entre muitos outros títulos.

Fonte: Jangadeiros


Chama Olímpica chega a Genebra e é exibida na sede das Nações Unidas

Foto: Roberto Castro/Ministério do Trabalho

29/04/2016

Ministro do Esporte representará o governo brasileiro nas comemorações do Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e a Paz

A cinco dias da chegada ao Brasil a Chama Olímpica faz nesta sexta-feira (29.04) uma escala na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça. O Palácio das Nações receberá, às 10h (5h de Brasília), as comemorações pelo Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e a Paz, com a presença da Chama Olímpica, entregue oficialmente ao Rio de Janeiro na última quarta-feira (27.04), em Atenas, na Grécia.

O ministro do Esporte, Ricardo Leyser, representará o governo brasileiro no evento, que terá a presença do secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon, do presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, do presidente do Comitê Organizador Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, do príncipe Albert II de Mônaco, e da representante permanente do Brasil na ONU em Genebra, embaixadora Regina Dunlop.

A tenista paralímpica brasileira Natália Mayara também participará da cerimônia e destacará o papel do esporte no desenvolvimento das nações. A lanterna com a chama olímpica terá lugar de destaque, erguida em um pedestal no centro do salão. Depois de Genebra, a chama seguirá para Lausanne, também na Suíça, onde será exibida no Museu Olímpico do COI. Ela retorna a Genebra antes de seguir para o Brasil na segunda-feira (02.05). No dia seguinte, ao desembarcar em Brasília, terá início o revezamento da Tocha Olímpica, que passará por 334 cidades brasileiras.

Exibição da chama olímpica na sede da ONU em Genebra
Sede da Organização das Nações Unidas
Sexta-feira (29.04)
10h (5h de Brasília)
Contato assessoria de comunicação do Ministério do Esporte: Paulo Rossi +55 (61) 9672-1036

Fonte: Brasil 2016
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