01/09/2017
Giuliano pode até não ser dos jogadores mais garantidos na Copa do Mundo, mas, entre os convocados para os jogos contra Equador e Colômbia, pelas Eliminatórias, poucos estão há tanto tempo acostumados à pressão de disputar uma competição desse porte pela seleção. Isso pode ser um trunfo ao seu favor para voltar à Rússia.
A saída do país, onde defendia o Zenit, não estava programada, mas se fez necessária quando percebeu que as mudanças de diretoria e técnico em São Petersburgo diminuiriam suas chances de jogar. Será na Turquia, com a camisa do Fenerbahce, onde tentará mostrar serviço e ir ao seu terceiro Mundial.
Sim, a Copa de 2018 pode ser o terceiro Mundial do meia com a amarelinha, se forem considerados também os mundiais que disputou nas categorias de base. Em 2007, pela equipe sub-17, e dois anos depois, com o grupo sub-20, representou o Brasil nas competições da Fifa. Além dele, só Marcelo, Casemiro, Renato Augusto e Philippe Coutinho, do grupo atual, possuem histórico tão vasto com a seleção.
A troca de clube pode ser encarada como um contratempo a menos de um ano para o Mundial, mas tem um lado positivo. Aos 27 anos, provavelmente terá na atual temporada os adversários tecnicamente mais fortes entre todas suas experiências no futebol europeu - de 2010 a 2014, defendeu o Dinipro, da Ucrânia.
— Espero dar um salto na carreira. Pelo que eu vi, a competição tem um nível técnico ainda melhor do que eu experimentava na Rússia, onde o futebol é mais de força física. Estou há apenas duas semanas no clube, participei de somente um jogo, entrando no intervalo, mas estou feliz e empolgado. O campeonato é forte, com muitos times conhecidos — frisou.
Fonte: O Globo


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