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Governador defende o legado econômico da Copa do Mundo

12/03/2014

Governador projeta a vinda entre 150 mil e 200 mil turistas ao Estado
Foto: Gustavo Gargioni/Especial Palácio Piratini.
Em entrevista ao programa Mateando com o Governador desta terça-feira (11), o governador Tarso Genro abordou os benefícios gerados pela Copa do Mundo na economia gaúcha. "A Copa mobiliza a economia do Rio Grande", destacou, ao apresentar os números de pesquisas econômicas sobre o impacto do megaevento no Estado. O programa é uma produção da Secretaria de Comunicação do Estado e é transmitido semanalmente, através do Portal do Estado. 

Segundo um estudo da Fundação de Economia e Estatística (FEE) e Fecomércio, cada turista que visitar o Rio Grande do Sul durante o Mundial deve gastar R$ 12 mil. Os gastos devem gerar cerca de 12 mil empregos temporários, segundo uma projeção da Embratur. Na economia, o retorno deve ser de R$ 95,9 milhões em ICMS e R$ 1,3 bilhão no PIB gaúcho, de acordo com as projeções da FEE e Fecomércio.


"Temos uma expectativa de recebermos entre 150 mil a 200 mil turistas e, a partir disso, uma expectativa de arrecadação direta, em cima dos gastos dos turistas, e indireta, do que isso motiva nas cadeias produtivas, como hotéis, restaurantes, taxistas e estrutura de serviços", explicou o governador. "Temos que ver a questão sem qualquer paixão imediatista, mas analisar o que significa para o desenvolvimento, para geração de renda e emprego, pois é assim que um governo deve tratar um evento como este, que é cultural, desportivo e com grandes reflexos para a arrecadação pública", completa. 

Para Tarso, "a Copa dá prestígio para o Estado" 
Além dos ganhos econômicos, o governador lembrou dos benefícios da visibilidade internacional que a Copa proporciona ao Rio Grande do Sul. "Independente do juízo que se tenha sobre a Copa do Mundo, do ponto de vista objetivo para o Estado, para a comunidade gaúcha, para os trabalhadores, comércio e indústria, é bom que nós tenhamos esses jogos aqui. Seria uma estupidez se disséssemos que não queremos os jogos", enfatizou Tarso. "O RS, e Porto Alegre em particular, estão no mapa do mundo desde o Orçamento Participativo, passando por eventos como o Fórum Social Mundial, e têm um prestígio político mundial. A realização da Copa reforça este prestígio", ressalta.

Estruturas temporárias 
O governador lembrou a articulação do Governo do Estado na montagem das estruturas temporárias que funcionarão no entorno do estádio Beira-Rio durante a Copa. Além do empréstimo de equipamentos necessários às diversas estruturas do patrimônio do Estado, o Governo do Rio Grande do Sul enviou Projeto de Lei à Assembleia Legislativa prevendo incentivos fiscais a empresas que investirem no custeio da montagem das estruturas temporárias. "Buscamos incentivar a iniciativa privada a colocar seus recursos em troca de incentivos nossos para que estes incentivos gerem a arrecadação derivada da vinda de turistas de diversos lugares do mundo", explica o Chefe do Executivo gaúcho.


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