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Fundação Iberê Camargo faz parte do Google Cultural Institute

07/12/2013


A Fundação Iberê Camargo está entre as quatro novas instituições brasileiras que têm parte de seu acervo disponível para acesso gratuito na internet por meio do Google Cultural Institute. No endereço www.google.com.br/culturalinstitute, os internautas podem apreciar 95 obras do artista que dá nome à Fundação, além de fazer um passeio virtual pelo museu e conhecer a tela Ciclistas (1989) em riqueza de detalhes, através do recurso chamado “gigapixel”.

O Google Cultural Institute tem parceria com cerca de 300 instituições de 52 países e os acervos estão divididos em três eixos: Art Project (com reproduções de obras de arte e passeios virtuais por museus), Momentos Históricos (com itens de acervos documentais) e World Wonders (com imagens e passeios virtuais por lugares considerados patrimônio da humanidade).São as próprias instituições que escolhem quais obras serão disponibilizadas online. Na primeira etapa, as organizações fornecem ao Google as imagens em alta definição que estarão acessíveis ao público. O Google fica responsável pelas outras duas etapas: o registro do espaço expositivo das instituições com a mesma câmera utilizada no Street View (ferramenta que permite passeios virtuais por diversas localidades) e a digitalização de uma imagem de cada instituição em altíssima resolução. Esta imagem leva o selo “gigapixel”  por causa de seu tamanho, e permite a visualização de detalhes. A Fundação Iberê Camargo (FIC) escolheu uma reprodução da tela Ciclistas (1989), do artista que dá nome ao museu

Passaram a integrar o projeto ainda o Instituto Inhotim (MG), o Instituto Moreira Salles (RJ), o Museu da Imagem e do Som (SP). Também foi ampliada a parceria com o Museu do Futebol, de São Paulo, com a nova exibição online de “Futebol de Papel A Paixão pelo Futebol em Relíquias de Papel”.

Mais sobre a Fundação Iberê Camargo

A Fundação Iberê Camargo se consolidou com um dos maiores centros culturais do Brasil. Projetada pelo arquiteto Português Álvaro Siza, tem recebido a produção de grandes nomes da arte nacional e internacional. Neste ano, os destaques foram a exposição do artista sul-africano preparada exclusivamente para o Brasil, William Kentridge: Fortuna, Xico, Vasco e Iberê – O ponto de convergência e ZERO, de um dos principais movimentos de vanguarda do século XX, criado na Alemanha.

Para a programação de 2014, a Fundação preparou cinco novas exposições que enfatizam aspectos pontuais da modernidade e contemporaneidade, além de uma mostra que marca o centenário de Iberê Camargo e ocupará todos o espaço expositivo e tratará da influência do artista na contemporaneidade. A arte brasileira vem representada por Antonio Dias e Nuno Ramos, com exposições individuais preparadas especialmente para o espaço expositivo da Fundação. A mostra “Liberdade em Movimento” reúne obras de arte contemporânea que utilizam o ato de andar no fazer artístico, enquanto a exposição do movimento Arte Povera, “Traçar o Espaço Marcar o Tempo”, traz para a cidade importantes trabalhos da vanguarda surgida no final dos anos 60. Já a mostra “As horas” apresenta a última fase de Iberê Camargo, na qual o artista retorna à representação da figura humana – em grande parte autorretratos – e à organização de suas prosas narrativas, repensando a si mesmo e a seu trabalho.

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