23/05/2013
Aproximadamente 100 servidores municipais acompanharam nesta quarta-feira (22), palestra sobre a Copa. Na ocasião, foram apresentados os projetos que estão em desenvolvimento com vistas ao mundial, bem como, o status das obras de mobilidade urbana.
O secretário municipal extraordinário da Copa, João Bosco Vaz, falou a respeito do grande negócio que se chama Copa. Bosco explicou que a arrecadação prevista pela FIFA com o evento no Brasil era de 3,8 bilhões de dólares, porém, as consultorias financeiras calculam que a entidade possa alcançar 5 bilhões, tendo em vista que o faturamento já chegou a 4,1 bilhões. Deste valor, R$ 1,6 bilhões de dólares são recursos vindos de patrocínio.
De acordo com o secretário, na África os turistas deixaram, durante a Copa do Mundo, 9,6 bilhões em serviços e hotelaria. Além disso, a imagem do país mudou. Uma pesquisa encomendada pelo Ministério de Relações Exteriores constatou que, após o mundial, a África estava em 37º dentre os 50 maiores países do mundo, sendo que antes era lembrada pela criminalidade, turismo animal e sexual.
O secretário também explicou as exigências da FIFA para a realização da Copa nas 12 cidades sedes. “Eles pedem estádio, que no caso de Porto Alegre é uma obra privada e o seu entorno; aeroporto, que não estará pronto para o evento, e o bem receber ao turista”, destacou. Ele falou ainda sobre a preocupação da FIFA com a segurança durante o megaevento. “Os estádios são monitorados pelo Comitê Organizador Local, através de câmeras que foram instaladas. Além disso, todos os carros que entrarem no edifício-garagem do Beira-Rio serão vistoriados nos dias de jogos”, comentou.
Bosco disse ainda sobre os Centros de Treinamento de Seleções (CTS), locais onde as seleções farão sua preparação antes do torneio e ficarão hospedadas no período em que não há jogos. No caso do Rio Grande do Sul, há nove CTS que fazem parte do catálogo da FIFA. “As cidades que querem receber seleção devem se vender junto às delegações, pois a decisão de onde se hospedar é do país que virá disputar a Copa no Brasil. Nós da prefeitura, governo do estado ou até mesmo a FIFA não interferimos na escolha das seleções, por isso, sugerimos aos prefeitos que procurem os países para mostrar o que os municípios têm a oferecer”, destacou.
Na palestra, também foram apresentados dez projetos de mobilidade que estão sendo realizados na Capital, além do projeto Caminho da Copa que prevê o deslocamento de torcedores a pé, do Largo Glênio Perez, até o Beira-Rio pela Avenida Borges de Medeiros. O trajeto terá estações e estão previstos melhoramentos e o embelezamento do caminho. O gerente do Programa Copa, Nilmar Faccin, também participou do evento.
Fonte: Governo do Rio Grande do Sul

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