EMILY LIMA E O TRABALHO NA SELEÇÃO BRASILEIRA

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

10/05/2016

Técnica da Seleção Brasileira, Emily Lima abriu as apresentações sobre o desenvolvimento do futebol feminino na 2º Semana pela Evolução do Futebol. Há pouco mais de seis meses no comando da Seleção, Emily falou sobre suas experiências à frente de uma das mais tradicionais equipes do mundo.

Antes de começar a discorrer sobre as questões que envolvem o futebol feminino no país, Emily chamou ao palco quatro importantes ex-jogadoras que estavam presentes na sede da CBF: Michael Jackson, Duda, Marisa e Aline Pellegrino.

– São gerações diferentes. Tive o prazer de jogar com todas elas. É muito gratificante vê-las aqui. Temos que trabalhar juntas pela evolução do futebol feminino.

O tema inicial da palestra foi o começo do trabalho de Emily com a Amarelinha, com o Torneio Internacional de Manaus, que foi tratado como prioridade por ela desde o princípio. O Brasil conquistou o título com uma campanha irretocável, vencendo todos os seus jogos na competição.

Como técnica da Seleção, Emily tem na observação de atletas um de seus maiores desafios. A treinadora tem estabelecido um novo método de convocação regionalizada para treinamentos. A ideia é estabelecer uma rede de observação e, além disso, difundir um plano de jogo claro para todas as possíveis convocadas.

Mas para Emily, um dos maiores trunfos do seu trabalho é a integração entre todas as categorias da Seleção Feminina. Com a troca de ideias entre os treinadores e comissões técnicas, a ideia é ter uma análise similar e um planejamento conjunto de todas as seleções, priorizando um plano de jogo.

– Cada um vai ter seu jeito, estilo, atletas diferentes. Não teremos as mesmas características em todas as Seleções. Mas dentro de um modelo de jogo, tentar chegar o máximo possível perto do que a gente acredita. É isso que a gente espera na renovação.

Emily ainda detalhou o planejamento da Seleção Feminina para os próximos dois anos. De acordo com sua linha de raciocínio, a competição mais importante é sempre a próxima. Sendo assim, por mais que o sonho olímpico continue vivo, é necessário pensar primeiro na Copa América, em 2018.

– Não adianta ficar pensando lá no Mundial, se nem a Copa América a gente jogou ainda. Não é fácil, as seleções estão evoluindo. 

Emily Lima foi a primeira das três convidadas para debater o desenvolvimento do futebol feminino na tarde desta quarta-feira (10), na sede da CBF.

Fonte: CBF

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