APÓS PRIMEIRA CONVERSA, GILMAR ESTÁ OTIMISTA COM NOVO PRESIDENTE DA CBF

Gilmar Rinaldi explica como foi o primeiro contato com o presidente 
interino da CBF (Foto: Reprodução SporTV)

12/12/2015

Chefe da delegação brasileira nas eliminatórias, Marcus Antônio Vicente substitui interinamente Marco Polo Del Nero. Diretor de seleções revela conversas com dirigente

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vive um momento de transição e incertezas. Com o pedido de licença de Marco Polo Del Nero, Marcus Antônio Vicente, ex-presidente da Federação Capixaba de futebol, assumiu o comando da entidade máxima do futebol nacional de forma interina. Em entrevista ao "Seleção SporTV", Gilmar Rinaldi, coordenador de seleções da CBF, revelou que já se reuniu com o novo mandatário, que foi chefe da delegação em duas partidas das eliminatórias para a Copa de 2018, e disse que o dirigente passou tranquilidade para que os integrantes da comissão técnica possam continuar trabalhando.

- Nos últimos dois jogos, ele era chefe da delegação. Nós conversamos e convivemos muito. Ele viu como era nosso dia a dia, com a gente conduz as coisas na parte administrativa e na parte técnica, com Dunga e a comissão. Agora, depois desses dias que ele assumiu, tivemos com o Dunga uma reunião. Eu tive duas reuniões com ele. Passei rapidamente todo o planejamento que nós temos para o ano que vem. Temos Eliminatórias, Copa América, Olimpíadas. Passei nossas necessidades pontuais de momento. Agora, a gente vai desenvolver o trabalho junto, vamos entender exatamente qual o direcionamento. O que me deixou muito tranquilo foi exatamente isso. Nós temos todas as condições e teremos para continuar nossa trabalho na seleção brasileira.

Além de Marcus Antônio Vicente assumir interinamente o cargo de presidente, a CBF convocou uma eleição para preencher o cargo de vice-presidente que está vago desde que José Maria Marin foi preso, em maio deste ano. A votação está marcada para acontecer no dia 16 de dezembro.

A CBF escolheu Antonio Carlos Nunes, como candidato a ocupar a vaga que era de Marin. A medida é vista como uma manobra da CBF que visa eleger um vice mais velho do que Delfim de Pádua Peixoto, de 74 anos. O catarinense transformou-se em inimigo declarado de Del Nero por defender a criação de uma liga nacional de clubes. O estatuto da confederação prevê que, em caso de renúncia do presidente, assume "o vice mais idoso".

Fonte; Ssportv


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